Indicadores
Abordagem para engajamento de stakeholders
GRI 2-29
2-29 a) Descrever a abordagem adotada para engajar-se com os stakeholders, incluindo:
2-29 a) i) As categorias de stakeholders com as quais ela se engaja e como elas
são identificadas;
Entre os públicos prioritários estão: colaboradores, acionistas, analistas de mercado, clientes, fornecedores, governo, sindicatos, órgãos reguladores e a alta administração.
2-29 a) ii) O propósito do engajamento de stakeholders;
Valorizamos o diálogo permanente com nossos públicos de interesse, com o objetivo de alinhar nossas diretrizes estratégicas às tendências de mercado e às expectativas dos stakeholders. Buscamos constantemente fortalecer esses relacionamentos, promovendo oportunidades de escuta e desenvolvimento mútuo.
2-29 a) iii) Como a organização procura garantir um engajamento significativo com os stakeholders.
Buscamos garantir um engajamento significativo através de iniciativas direcionadas especialmente à integração de novos colaboradores, reforçando a cultura organizacional desde o início da jornada. No relacionamento com o público externo, clientes e comunidades foram engajados por meio de eventos e ações específicas, ampliando nossa presença social e o papel do Banco como agente de desenvolvimento do Rio Grande do Sul.
Abordagem para engajamento de stakeholders
GRI 2-29
2-29 a) Descrever a abordagem adotada para engajar-se com os stakeholders, incluindo:
2-29 a) i) as categorias de stakeholders com as quais ela se engaja e como elas são identificadas;
- Colaboradores
- Acionistas/investidores
- Analistas de mercado
- Clientes
- Fornecedores
- Governo
- Sindicatos
- Diretoria
- Conselho de Administração
- Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climático – CRSAC Comitê de Sustentabilidade
2-29 a) ii) o propósito do engajamento de stakeholders;
O Banrisul direcionou esforços no engajamento de seus públicos, em especial do público interno e gestores. Devido à admissão de novos funcionários e por ser um ano de mudanças na administração da Instituição, a Instituição intensificou ações para conectar os funcionários e engajar esses profissionais nas novas diretrizes estratégicas.
2-2 a) iii) como a organização procura garantir um engajamento significativo com os stakeholders.
Por meio do Programa de Integração, a Unidade de Desenvolvimento de Pessoas e da Cultura – Universidade Corporativa, responsável por articular a programação, proporcionou aos recém-chegados uma experiência única, que permitiu aprofundar o conhecimento sobre a história, missão, cultura, valores, práticas e objetivos do Banrisul. A iniciativa reforça o compromisso do Banco com a formação contínua de seus colaboradores, com a intenção de constante aperfeiçoamento.
Acordos de negociação coletiva
GRI 2-30
2-30 a) Relatar o percentual do total de empregados cobertos por acordos de negociação coletiva;
100% dos colaboradores são cobertos pela convenção coletiva.
2-30 b) Para empregados não cobertos por acordos de negociação coletiva, relatar se a organização define suas condições de trabalho e termos de emprego com base em acordos de negociação coletiva que cubram seus outros empregados ou com base em acordos de negociação coletiva de outras organizações.
100% dos colaboradores são cobertos pela convenção coletiva.
Acordos de negociação coletiva
GRI 2-30
2-30 a) Relatar o percentual do total de colaboradores cobertos por acordos de negociação coletiva.
100% dos colaboradores são cobertos pela convenção coletiva.
2-30 b) Para colaboradores não cobertos por acordos de negociação coletiva, relatar se a organização define suas condições de trabalho e termos de emprego com base em acordos de negociação coletiva que cubram seus outros colaboradores ou com base em acordos de negociação coletiva de outras organizações.
Todos os colaboradores são contemplados na convenção coletiva, que abrange os acordos de negociação coletiva, mais especificamente a Convenção Coletiva de Trabalho e o Acordo Coletivo de Trabalho aditivo à CCT.
Atividades, cadeia de valor e outras relações de negócio
GRI 2-6
2-6 a) Relatar o(s) setor(es) em que esta atua;
Atendemos aos setores público e privado em todos os setores da economia — inclusive funcionalismo público —, funcionários do setor privado, profissionais liberais, autônomos e produtores rurais.
2-6 b) Descrever sua cadeia de valor, incluindo:
2-6 b) i) As atividades, os produtos e serviços da organização e os mercados atendidos por ela;
Na carteira comercial, concedemos linhas de crédito a diversos segmentos, inclusive aos pequenos negócios. Aos municípios gaúchos, disponibilizamos linhas com recursos próprios para o financiamento de bens de capital e linhas de repasse do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), destinadas a projetos de instalação e ampliação de negócios.
Nossas operações atendem os segmentos de pessoas físicas e jurídicas e disponibilizam financiamento comercial, imobiliário e rural. O Banrisul e as empresas do grupo oferecem a seus clientes amplo leque de produtos e serviços financeiros, que englobam cartões de crédito, corretagem de títulos e valores mobiliários, administração de consórcios, meios de pagamentos, seguros, previdência privada, títulos de capitalização e intermediação nas operações de renda variável, fixa e de câmbio.
2-6 b) ii) A cadeia de fornecedores da organização;
Nossa cadeia de fornecedores é formada por advogados; consultores; analistas de sistema; vendedores; empresas internacionais de tecnologia; transportadores de valores; e prestadores de serviços diversos.
2-6 b) iii) As entidades downstream da organização e suas atividades;
Atuamos como agente financeiro de clientes, pulverizados nos setores de indústria, agricultura, transporte, serviços, comércio e saúde.
2-6 c) Relatar outras relações de negócios relevantes;
Não foram identificadas outras relações de negócios relevantes.
2-6 d) Descrever alterações significativas em 2-6-a, 2-6-b, e 2-6-c em comparação com o relatório anterior.
Não houve alterações significativas na cadeia de valor e na cadeia de fornecedores.
Atividades, cadeia de valor e outras relações de negócio
GRI 2-6
O Banrisul atua nos setores público e privado e, atualmente, ele e suas coligadas possuem diversos tipos de fornecedores: advogados; consultores; analistas de sistema; vendedores de produtos perecíveis; vendedores de produtos não perecíveis; empresas internacionais de tecnologia; transportadores de valores; prestadores de serviços diversos.
O número de fornecedores, em 2022, foi de 1.093. Os objetos contratados são os que não se relacionam com a atividade fim do Banco, mas sim com sua atividade-meio. São as atividades de suporte para a Administração: serviços de vigilância, limpeza, transporte de valores, aquisição de sistemas de tecnologia, serviços de telefonia e internet, aquisição de mobiliário, locação de imóveis, aquisição de itens diversos.
O Banrisul atua como agente financeiro de seus clientes, que estão pulverizados nos setores de indústria, agricultura, transporte, serviços, comércio e saúde, localizados, na sua maioria, na região Sul do Brasil.
Atividades, cadeia de valor e outras relações de negócio
GRI 2-6
2-6 a) Relatar o(s) setor(es) em que está atua.
O Banrisul atende aos setores público e privado em todos os setores da economia, inclusive funcionalismo público, funcionários do setor privado, profissionais liberais, autônomos e produtores rurais.
2-6 b) Descrever sua cadeia de valor, incluindo:
2-6 b) i) as atividades, os produtos e serviços da organização e os mercados atendidos por ela;
Na carteira comercial, concede linhas de crédito a diversos segmentos, inclusive aos pequenos negócios. Aos municípios gaúchos, disponibiliza linhas com recursos próprios para o financiamento de bens de capital e linhas de repasse do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), destinadas a projetos de instalação e ampliação de negócios.
Suas operações atendem os segmentos de pessoas físicas e jurídicas e disponibilizam financiamento comercial, imobiliário e rural. O Banrisul e as empresas do grupo oferecem a seus clientes amplo leque de produtos e serviços financeiros, que englobam cartões de crédito, corretagem de títulos e valores mobiliários, administração de consórcios, meios de pagamentos, seguros, previdência privada, títulos de capitalização e intermediação nas operações de renda variável, fixa e de câmbio.
2-6 b) ii) a cadeia de fornecedores da organização;
Atualmente, o Banrisul e suas coligadas possuem diversos tipos de fornecedores: advogados; consultores; analistas de sistema; vendedores de produtos perecíveis; vendedores de produtos não perecíveis; empresas internacionais de tecnologia; transportadores de valores; e prestadores de serviços diversos.
2-6 b) iii) as entidades downstream da organização e suas atividades.
O Banrisul atua como agente financeiro de seus clientes, que estão pulverizados nos setores de indústria, agricultura, transporte, serviços, comércio e saúde, localizados, na sua maioria, na região Sul do Brasil.
2-6 c) Relatar outras relações de negócios relevantes.
Não foram identificadas outras relações comerciais relevantes.
2-6 d) Descrever alterações significativas em 2-6-a, 2-6-b, e 2-6-c em comparação com o relatório anterior.
Não ocorreram alterações significativas.
Atribuições do mais alto órgão de governaça no relato de sustentabilidade
GRI 2-14
2-14 a) Relatar se o mais alto órgão de governança é responsável por analisar e aprovar as informações relatadas, incluindo os temas materiais da organização, e se for, descrever o processo de análise e aprovação das informações;
O CRSAC, em conjunto com a Diretoria, é responsável pela aprovação da análise de materialidade e do Relatório de Sustentabilidade, que reflete os impactos econômicos, sociais, ambientais e climáticos da organização. O Relatório é encaminhado ao Conselho de Administração para validação final.
2-14 b) Se o mais alto órgão de governança não for responsável por analisar e aprovar as informações relatadas, incluindo os temas materiais da organização, explicar os motivos para isso.
Não aplicável. O Conselho de Administração é responsável pela aprovação.
Avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança
GRI 2-18
2-18 a) Descrever os processos de avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança no que diz respeito à supervisão da gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
O Conselho passa por avaliação de desempenho formal, com o objetivo de aferir a efetividade e aperfeiçoar a governança do Banrisul – avaliação similar à aplicada, com a mesma periodicidade, à Diretoria e Presidência. O processo de avaliação atende à Lei 13.303/16 e o Decreto Estadual 54.110/18, desenvolvendo aspectos de autoavaliação e comparação dos resultados obtidos com as metas estabelecidas, dentre outros.
2-18 b) Relatar se essa avaliação é independente ou não e com que frequência ela é realizada.
A avaliação de desempenho é realizada anualmente, de forma anônima, individual e não independente.
2-18 c) Descrever as medidas tomadas em resposta às avaliações, incluindo mudanças na composição do mais alto órgão de governança e em práticas organizacionais.
Todas as respostas dos questionários de avaliação são compiladas no formato de relatório, disponibilizado ao Comitê de Elegibilidade e Remuneração para análise prévia, e após apresentado ao Conselho de Administração para considerações. O próprio órgão sugere melhorias na execução de suas atribuições.
Avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança
GRI 2-18
A avaliação de desempenho constitui uma etapa fundamental para aferir a efetividade, contribuindo para o aperfeiçoamento da governança da Organização. O Conselho de Administração realiza anualmente avaliação formal do seu próprio desempenho, do desempenho da Diretoria e do Presidente da Diretoria. Entre os questionamentos presentes na avaliação de desempenho do Conselho, existem perguntas de autoavaliação. O processo de avaliação será realizado conforme procedimentos previamente definidos pelo próprio Conselho de Administração.
A avaliação de desempenho é realizada anualmente, de forma anônima e individual.
Todas respostas dos questionários de avaliação são compiladas no formato de relatório, disponibilizado ao Comitê de Elegibilidade e Remuneração para análise prévia e depois disso é apresentado ao Conselho de Administração para considerações. O próprio órgão sugere melhorias na execução de suas atribuições.
Avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança
GRI 2-18
2-18 a) Descrever os processos de avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança no que diz respeito à supervisão da gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas;
O processo de avaliação atende à Lei 13.303/16 e o Decreto Estadual 54.110/18 e não aborda aspectos relacionados à supervisão da gestão dos impactos da organização sobre a economia, o meio ambiente e as pessoas.
2-18 b) Relatar se essa avaliação é independente ou não e com que frequência ela é realizada;
A avaliação de desempenho é realizada anualmente, de forma anônima, individual e não independente.
2-18 c) Descrever as medidas tomadas em resposta às avaliações, incluindo mudanças na composição do mais alto órgão de governança e em práticas organizacionais.
Todas as respostas dos questionários de avaliação são compiladas no formato de relatório, disponibilizado ao Comitê de Elegibilidade e Remuneração para análise prévia, e após apresentado ao Conselho de Administração para considerações. O próprio órgão sugere melhorias na execução de suas atribuições.
Colaboradores
GRI 2-7
2-7 a) Relatar o número total de colaboradores e uma discriminação por gênero e região.
2-7 b) Reportar o número total de:
2-7 b) i) colaboradores permanentes, por gênero e região;
2-7 b) ii) colaboradores temporários, por gênero e região;
2-7 b) iii) colaboradores sem garantia de carga horária, por gênero e região;
2-7 b) iv) colaboradores em período integral, por gênero e região;
2-7 b) v) colaboradores em período parcial, por gênero e região.
2021 |
2022 |
2023 |
|||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Homem |
Mulher |
Total |
Homem |
Mulher |
Total |
Homem |
Mulher |
Total |
|
Colaboradores permanentes e em período integral |
4.946 |
4.056 |
9.002 |
4.729 |
3.929 |
8.658 |
5.192 |
3.897 |
9.089 |
¹Não há colaboradores temporários, sem garantia de horas e nem colaboradores em período parcial.
2021 |
2022 |
2023 |
||
|---|---|---|---|---|
Colaboradores permanentes e em período integral |
Centro-Oeste |
7 |
8 |
7 |
Sul |
8.939 |
8.600 |
9.032 |
|
Sudeste |
56 |
50 |
50 |
|
Total |
9.002 |
8.658 |
9.089 |
¹Não há colaboradores temporários sem garantia de horas e em período parcial. Também não já colaboradores nas regiões Norte e Nordeste.
2-7 c) Descrever as metodologias e pressupostos utilizados para compilar os dados, incluindo se os números são comunicados:
2-7 c) i) contagem de colaboradores ou em equivalentes a horário completo (full-time equivalent – FTE), ou utilizando outra metodologia;
2-7 c) ii) no final do período de referência, como média durante o período de referência, ou utilizando outra metodologia.
Os dados foram gerados por meio de relatórios de sistemas próprios de RH considerando os totais no encerramento do ano.
2-7 d) Comunicar informações contextuais necessárias para compreender os dados reportados em 2-7-a e 2-7-b.
Todos os colaboradores permanentes informados são considerados de tempo integral.
2-7 e) Descrever variações significativas no número de colaboradores durante o período abrangido pelo relatório e entre os períodos abrangidos pelo relatório.
Houve um aumento de 5,0% de colaboradores entre 2022 e 2023.
Colaboradores
2-7 a) Relatar o número total de colaboradores e uma discriminação por gênero e região.
2-7 b) Reportar o número total de:
2-7 b) i) colaboradores permanentes, por gênero e região;
2-7 b) ii) colaboradores temporários, por gênero e região;
2-7 b) iii) colaboradores sem garantia de carga horária, por gênero e região;
2-7 b) iv) colaboradores em período integral, por gênero e região;
2-7 b) v) colaboradores em período parcial, por gênero e região.
2021 |
2022 |
2023 |
|||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Homem |
Mulher |
Total |
Homem |
Mulher |
Total |
Homem |
Mulher |
Total |
|
Colaboradores permanentes e em período integral |
4.946 |
4.056 |
9.002 |
4.729 |
3.929 |
8.658 |
5.192 |
3.897 |
9.089 |
¹Não há colaboradores temporários, sem garantia de horas e nem colaboradores em período parcial.
2021 |
2022 |
2023 |
||
|---|---|---|---|---|
Colaboradores permanentes e em período integral |
Centro-Oeste |
7 |
8 |
7 |
Sul |
8.939 |
8.600 |
9.032 |
|
Sudeste |
56 |
50 |
50 |
|
Total |
9.002 |
8.658 |
9.089 |
¹Não há colaboradores temporários sem garantia de horas e em período parcial. Também não já colaboradores nas regiões Norte e Nordeste.
2-7 c) Descrever as metodologias e pressupostos utilizados para compilar os dados, incluindo se os números são comunicados:
2-7 c) i) contagem de colaboradores ou em equivalentes a horário completo (full-time equivalent – FTE), ou utilizando outra metodologia;
2-7 c) ii) no final do período de referência, como média durante o período de referência, ou utilizando outra metodologia.
Os dados foram gerados por meio de relatórios de sistemas próprios de RH considerando os totais no encerramento do ano.
2-7 d) Comunicar informações contextuais necessárias para compreender os dados reportados em 2-7-a e 2-7-b.
Todos os colaboradores permanentes informados são considerados de tempo integral.
2-7 e) Descrever variações significativas no número de colaboradores durante o período abrangido pelo relatório e entre os períodos abrangidos pelo relatório.
Para reforçar o time e trazer novos talentos para a Instituição, ingressaram 244 novos colaboradores para as áreas de TI e 898 colaboradores na rede de agências ao longo do ano.
Colaboradores
GRI 2-7
2-7 a) Relatar o número total de empregados e uma discriminação por gênero e região;
2-7 b) Reportar o número total de:
i. Empregados permanentes, por gênero e região;
ii. Empregados temporários, por gênero e região;
iii. Empregados sem garantia de carga horária, por gênero e região;
iv. Empregados em período integral, por gênero e região; e
v. Empregados em período parcial, por gênero e região.
Informações dos empregados, por tipo de contrato de trabalho e gênero¹ |
||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
|||||||||
Masculino |
Feminino |
Total |
Masculino |
Feminino |
Total |
Masculino |
Feminino |
Total |
Masculino |
Feminino |
Total |
|
Empregados permanentes e em período integral |
4.729 |
3.929 |
8.658 |
5.192 |
3.897 |
9.089 |
5.458 |
4.004 |
9.462 |
5,1% |
2,7% |
4,1% |
Total |
4.729 |
3.929 |
8.658 |
5.192 |
3.897 |
9.089 |
5.458 |
4.004 |
9.462 |
5,1% |
2,7% |
4,1% |
¹ Não houve colaboradores temporários, sem garantia de horas e nem colaboradores em período parcial.
Informações dos empregados, por tipo de contrato de trabalho e região¹ |
|||||
|---|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
||
Empregados permanentes e em período integral |
Centro-Oeste |
8 |
7 |
7 |
0,0% |
Sul |
8.600 |
9.032 |
9.419 |
4,3% |
|
Sudeste |
50 |
50 |
36 |
-28,0% |
|
Total |
8.658 |
9.089 |
9.462 |
4,1% |
|
Total |
Centro-Oeste |
8 |
7 |
7 |
0,0% |
Sul |
8.600 |
9.032 |
9.419 |
4,3% |
|
Sudeste |
50 |
50 |
36 |
-28,0% |
|
Total |
8.658 |
9.089 |
9.462 |
4,1% |
|
¹ Não há colaboradores temporários sem garantia de horas e em período parcial. Também não há colaboradores nas regiões Norte e Nordeste.
2-7 c) Descrever as metodologias e premissas usadas para compilar os dados, incluindo se os números estão relatados:
i. No total de empregados ou em equivalentes em tempo integral, ou usando outra metodologia;
ii. Ao término do período de relato, como uma média ao longo do período de relato, ou usando outra metodologia.
Os dados foram gerados por meio de relatórios de sistemas próprios de RH considerando os totais no encerramento do ano.
2-7 d) comunicar informações contextuais necessárias para compreender os dados reportados em 2-7-a e 2-7-b;
Todos os colaboradores permanentes informados são considerados de tempo integral.
2-7 e) Descrever flutuações significativas no número de empregados durante o período de relato e entre períodos de relato.
No ano de 2024 fizemos admissões de concurso de TI II e de concurso de escriturário.
Compromisso de política
GRI 2-23
2-23 a) Descrever os seus compromissos de política para uma conduta empresarial responsável, incluindo:
2-23 a) i) Os instrumentos intergovernamentais reconhecidos internacionalmente a que os compromissos se referem;
Os normativos e políticas do Banrisul estão alinhados ao Pacto Global da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
2-23 a) ii) Se os compromissos preveem a realização de devida diligência;
Os normativos/políticas preveem a realização de devida diligência por meio responsabilidades e consequências nas devidas instâncias.
2-23 a) iii) Se os compromissos preveem a aplicação do princípio da precaução;
A Instituição busca antecipar possíveis impactos negativos das mudanças climáticas e prevenir danos ao ambiente, antes que se tornem irreversíveis. Para tanto, adota Plano de Mitigação e Compensação de GEE.
Com isso também estamos observando as deliberações segundo as quais as empresas brasileiras devem avaliar e gerir os riscos psicossociais no ambiente de trabalho, conforme a atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
2-23 a) iv) Se os compromissos preveem o respeito para com os direitos humanos;
Embora não tenha uma política específica de direitos humanos, o Banco, como signatário do Pacto Global desde 2013, reforça seu compromisso com o bem-estar e a proteção dos direitos de seus públicos: colaboradores, clientes, fornecedores e pessoas vulneráveis.
2-23 b) Descrever o seu compromisso de política específico para com o respeito aos direitos humanos, incluindo:
2-23 b) i) Os direitos humanos internacionalmente reconhecidos que o compromisso aborda;
Não há política específica que aborde questões relacionadas aos Direitos humanos.
2-23 b) ii) As categorias de stakeholders, incluindo os grupos em situação de risco ou grupos vulneráveis, a quem a organização dá especial atenção no compromisso;
O Banrisul dá especial atenção para colaboradores, clientes, fornecedores e pessoas vulneráveis.
2-23 c) Fornecer links para os compromissos de política se estiverem disponíveis ao público, ou, se os compromissos de política não estiverem disponíveis ao público, explicar ao motivo para isso;
Política de Prevenção à Corrupção
Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC)
Carta Anual de Governança Corporativa 2024 – Exercício 2023
Política de Segurança da Informação e Cibernética para Terceiros
Diretrizes para Proteção de Dados Pessoais
2-23 d) Relatar o nível em que cada um dos compromissos de política foi aprovado pela organização, incluindo se este é o nível mais alto;
Os compromissos de política são aprovados pelo Conselho de Administração.
2-23 e) Relatar até que ponto os compromissos de política se aplicam às atividades da organização e às suas relações de negócios;
Determinam a conduta esperada de colaboradores, prestadores de serviços e fornecedores.
2-23 f) Descrever como os compromissos de política são comunicados aos trabalhadores, parceiros de negócios e outras partes relevantes.
A comunicação dos compromissos estabelecidos nas políticas institucionais é realizada por meio de Instruções Administrativas e formalizada através da assinatura do Termo de Compromisso, documento que deve ser firmado por todos os colaboradores. pelo Termo de Compromisso, assinado por todos os colaboradores.
Compromissos políticos
GRI 2-23
A Instituição tem como valores definidos em seu código de ética: transparência, ética, comprometimento, integração e eficácia, além de princípios e diretrizes, das quais podemos citar: integridade, respeito à diversidade, respeito às pessoas, valorização do trabalho, responsabilidade socioambiental, respeito à concorrência, respeito à imagem e excelência na prestação dos serviços.
Os instrumentos intergovernamentais reconhecidos internacionalmente a que os compromissos se referem são Banco Central, Febraban, Conselho Monetário Nacional e Diretrizes do Pacto Global da ONU e ODS 16.
Os normativos/politicas preveem responsabilidades e consequências nas devidas instâncias.
O Banrisul realiza o gerenciamento contínuo e integrado de capital e dos riscos de crédito, de mercado, de variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária – IRRBB -, de liquidez, operacional, social, ambiental, climático e demais riscos considerados relevantes.
Dentre os riscos relevantes abrangidos pelas Políticas de Gestão de Riscos, está o risco social, definido como a possibilidade de ocorrência de perdas para a Instituição, perdas ocasionadas por eventos associados à violação de direitos e garantias fundamentais ou a atos lesivos a interesse comum.
Não há uma política específica de direitos humanos.
Os direitos humanos são normas que reconhecem e protegem a dignidade de todos os seres humanos e regem o modo como os seres humanos individualmente vivem em sociedade e entre si, bem como sua relação com o Estado e as obrigações que o Estado tem em relação a eles. Em relação a isso, o Banrisul, como signatário do Pacto Global desde 2013, reafirma seu compromisso com o bem-estar de seus colaboradores, bem como em buscar garantir os direitos de seus clientes, fornecedores e todo o público ao qual se relaciona. Sua gestão de risco social, em especial, visa mitigar possíveis ações que possam acontecer sob o aspecto de direitos humanos.
Dentre as categorias de stakeholders a quem a Organização dá especial atenção no compromisso, há colaboradores, clientes, fornecedores e públicos vulneráveis.
A aprovação dos compromissos de política vai até o Conselho de Administração. Aplicam-se aos membros dos órgãos de administração, conselheiros, empregados, estagiários, integrantes do Grupo Banrisul, parceiros de negócios, fornecedores e prestadores de serviços do Grupo.
A comunicação se dá através de publicação de Instrução Administrativa, informando que todos os empregados devem aderir ao Termo de Compromisso, cujo conteúdo encontra-se publicado no Manual Institucional (Capítulo 04 – Código de Ética e de Conduta do Banrisul).
São disponibilizados a todos os funcionários os treinamentos de: Código de Conduta e Ética e a Política de Prevenção à Corrupção. Existem políticas institucionais e disponibilização de canal de denúncias no site interno e externo para registros de ocorrências. Os compromissos do Código de Ética e da Política de Prevenção à Corrupção estão disponíveis ao público.
Compromissos políticos
GRI 2-23
2-23 a) Descrever os seus compromissos de política para uma conduta empresarial responsável, incluindo:
2-23 a) i) os instrumentos intergovernamentais reconhecidos internacionalmente a que os compromissos se referem;
O Banrisul tem como valores definidos em seu código de ética: transparência, ética, comprometimento, integração e eficácia, além de princípios e diretrizes, das quais podemos citar, integridade, respeito à diversidade, respeito às pessoas, valorização do trabalho, responsabilidade socioambiental, respeito à concorrência, respeito à imagem e excelência na prestação dos serviços.
Política de Prevenção à Corrupção: Compreende a adoção de procedimentos e controles, bem como medidas preventivas que inibam atos de corrupção. Nesse sentido, a fim de aprimorar os seus controles e aderir às melhores práticas de mercado, é atualizada conforme alterações na legislação. Também possuí a Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo, a Política de Conformidade, a Política de Controles Internos, a Política do Canal de Denúncias e o Código de Ética e de Conduta.
A estrutura integrada de Gestão de Capital e de Riscos da Instituição deve ter caráter prospectivo e ser compatível com o seu modelo de negócio, a natureza das operações e a complexidade dos produtos, serviços, atividades e processos; proporcional à dimensão e à relevância da exposição aos riscos, segundo definido pela Instituição; adequadas ao perfil de riscos e à sua importância sistêmica; e capaz de avaliar os riscos decorrentes das condições macroeconômicas e dos mercados nos quais atua.
Neste contexto, a identificação, a mensuração, a avaliação, o monitoramento, o reporte, o controle e a mitigação dos riscos: de crédito, de mercado, operacional, da variação das taxas de juros para instrumentos classificados na carteira bancária, de liquidez e social, ambiental e climático, incluindo ainda riscos relevantes (de acordo com os critérios estabelecidos pela Instituição) e não cobertos pelo RWA, são processos intrínsecos à Estrutura Institucional de Gestão de Capital e de Riscos; bem como a observação dos efeitos adversos resultantes das interações entre esses riscos.
Tendo em vista o aprimoramento da estrutura de capital e de riscos com o advento da Resolução 4.557/17 do CMN, a Instituição documentou o apetite por riscos através da Declaração de Apetite por Riscos (RAS) para o Conglomerado Prudencial do Banrisul. Neste contexto, o Apetite por Riscos é definido pelo Basel Committee On Banking Supervision (BCBS) como o nível de risco, agregado e individual, que uma instituição está disposta a assumir dentro de sua capacidade para alcançar seus objetivos estratégicos e seguir o seu plano de negócios.
2-23 a) ii) se os compromissos preveem a realização de devida diligência;
Os normativos/políticas preveem responsabilidades e consequências nas devidas instâncias.
2-23 a) iii) se os compromissos preveem a aplicação do princípio da precaução;
A Instituição desenvolve uma série de indicadores e sinalizadores para o acompanhamento do apetite por riscos, monitorados e reportados periodicamente à Alta Administração, por meio de relatórios e de um dashboard. A atualização da matriz de riscos ocorre de forma dinâmica e atenta aos riscos com maior exposição. O monitoramento dos processos é realizado conforme a frequência e o impacto dos respectivos riscos.
Com o apoio de consultoria externa, a estrutura das linhas de defesa foi revisada em 2023 e as atividades de inspetoria foram transferidas da Auditoria Interna para a segunda linha de defesa. Também foi realizada a revisão de processos, ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos, controles e auditoria. Com maior sinergia e compartilhamento de informações e ferramentas entre a segunda e terceira linhas, foi possível aprimorar o gerenciamento de riscos e controles internos.
2-23 a) iv) se os compromissos preveem o respeito para com os direitos humanos.
A Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) prevê, em seus princípios, a valorização das pessoas, o respeito e a proteção dos direitos humanos, incluindo promoção da inclusão, diversidade e educação financeira. O Banco não tem uma política específica de direitos humanos, mas, como signatário do Pacto Global desde 2013, reafirma seu compromisso com o bem-estar de seus colaboradores e busca garantir os direitos de seus clientes, fornecedores e todos os públicos de interesse.
2-23 b) Descrever o seu compromisso de política específico para com o respeito aos direitos humanos, incluindo:
2-23 b) i) os direitos humanos internacionalmente reconhecidos que o compromisso aborda;
Não há uma política que aborde especificamente questões relacionadas aos Direitos humanos. No entanto, como signatário do Pacto Global desde 2013, o Banrisul reafirma seu compromisso com o bem-estar de seus colaboradores, e buscar garantir os direitos de clientes, fornecedores e todo o público com o qual se relaciona.
2-23 b) ii) as categorias de stakeholders, incluindo os grupos em situação de risco ou grupos vulneráveis, a quem a organização dá especial atenção no compromisso.
Colaboradores, clientes, fornecedores, públicos vulneráveis.
2-23 c) Fornecer links para os compromissos de política se estiverem disponíveis ao público, ou, se os compromissos de política não estiverem disponíveis ao público, explicar ao motivo para isso.
Política de Prevenção à Corrupção
Diretrizes para Proteção de Dados Pessoais
Política De Responsabilidade Social, Ambiental e Climática
Política de Prevenção à Corrupção do Banrisul
Carta Anual de Governança Corporativa 2023 – Exercício 2022
2-23 d) Relatar o nível em que cada um dos compromissos de política foi aprovado pela organização, incluindo se este é o nível mais alto.
Os princípios de conduta institucional, descritos em uma série de políticas, são aprovadas pelo Conselho de Administração.
2-23 e) Relatar até que ponto os compromissos de política se aplicam às atividades da organização e às suas relações de negócios.
Esses princípios estão descritos em uma série de políticas institucionais, aprovadas pelo Conselho de Administração, que determinam a conduta esperada de colaboradores, prestadores de serviços e fornecedores.
2-23 f) Descrever como os compromissos de política são comunicados aos trabalhadores, parceiros de negócios e outras partes relevantes.
A comunicação dessas políticas ocorre via Instrução Administrativa e é confirmada por meio da adesão de todos os colaboradores ao Termo de Compromisso.
Comunicação de preocupações cruciais
GRI 2-16
2-16 a) Descrever se e como as preocupações cruciais são comunicadas ao mais alto órgão de governança.
Em suas reuniões ordinárias ou extraordinárias, o Conselho de Administração recebe e delibera quanto às preocupações reportadas pela Diretoria Executiva e pelos Comitês Estatutários de Auditoria; de Elegibilidade e Remuneração; de Riscos; e de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática. Além destas, as preocupações cruciais recebidas no Canal de Denúncias são comunicadas ao CA por meio de relatórios que devem conter, no mínimo, o número e natureza das comunicações recebidas, as áreas competentes pelo tratamento da situação, o prazo médio para o tratamento e as medidas adotadas pela Instituição. Se comprovada a participação de colaboradores, as denúncias são levadas ao conhecimento da Comissão de Ética.
2-16 b) Relatar o número total e a natureza das preocupações cruciais comunicadas ao mais alto órgão de governança durante o período de relato.
O número e a natureza das preocupações cruciais são considerados confidenciais pelo Banrisul.
Comunicação de preocupações cruciais
GRI 2-16
As suspeitas ou evidências que configurem descumprimento ao Código de Ética e de Conduta do Banrisul, às políticas, normativos e regulamentos institucionais vigentes devem ser reportadas por meio do Canal de Denúncias, onde poderá ser descrita a denúncia de irregularidades, sendo facultativa a identificação do denunciante, garantindo-se o direito ao sigilo e proteção contra retaliações. Os canais internos e externos estão divulgados, respectivamente, na Intranet Corporativa e no site do Banrisul – www.banrisul.com.br – e são destinados a registros de denúncias e manifestações por parte de empregados e demais partes interessadas. A Unidade de Controles e Compliance é a área independente responsável pela gestão do referido canal.
O Conselho de Administração aprecia semestralmente o Relatório de Canal de Denúncias do Banrisul. Em atendimento ao art. 3º, § 2º, da Resolução CMN 4.859/2020, a Unidade de Controle e Compliance elabora no relatório, no mínimo:
I – o número de comunicações recebidas;
II – a natureza das comunicações;
III – as áreas competentes pelo tratamento da situação;
IV – o prazo médio de tratamento; e
V – as medidas adotadas pela Instituição.
Comunicação de preocupações cruciais
GRI 2-16
2-16 a) Descrever se e como as preocupações cruciais são comunicadas ao mais alto órgão de governança;
O Canal de Denúncias, disponível no site e na intranet, permite a comunicação de suspeitas ou violações do Código de Ética, sendo apuradas internamente. Relatórios periódicos são enviados à alta administração.
2-16 b) Relatar o número total e a natureza das preocupações cruciais comunicadas ao mais alto órgão de governança durante o período de relato.
Informações não divulgadas devido à confidencialidade.
Conflitos de interesse
GRI 2-15
2-15 a) Descrever os processos usados pelo mais alto órgão de governança para garantir que conflitos de interesse sejam prevenidos e mitigados.
O Banrisul reconhece e gerencia os conflitos de interesse em todas as atividades, inclusive em relação ao Conselho de Administração, seguindo as normas legais aplicáveis, dentre elas o disposto no Artigo 156 da Lei das Sociedades Anônimas e o Artigo 25 do Estatuto Social.
Além das normas legais, também conta com o Código de Ética e Conduta e a Cartilha de Conflito de Interesses para todos os envolvidos no Grupo Banrisul, documentos amplamente divulgados.
Quando se trata de operações de crédito, o compliance abrange ainda a Política de Transações de Partes Relacionadas, que define as condições para essas operações e outras transações sejam efetivadas.
2-15 b) Relatar se os conflitos de interesse são revelados aos stakeholders, incluindo, pelo menos, conflitos de interesse relacionados a:
2-15 b) i) participação cruzada em outros órgãos de administração;
Informamos a participação dos administradores em outros cargos nas empresas do Grupo Banrisul no item 7.6 do Formulário de Referência 2023.
2-15 b) ii) participação acionária cruzada com fornecedores e outros stakeholders;
Não há participação acionária com fornecedores e demais públicos não relacionados nas Demonstrações Financeiras de 2023, página 38.
2-15 b) iii) existência de acionistas controladores;
O único acionista controlador é o Estado.
2-15 b) iv) partes relacionadas, suas relações, transações e saldos pendentes.
Referenciamos a Nota Explicativa 29, das Demonstrações Financeiras de 2023. Nota 29 – transações com partes relacionadas:
(a) As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento ao Pronunciamento Técnico CPC 05(R1) e Resolução CMN 4.818/20.
Os saldos de contas referentes às transações entre as empresas consolidadas são eliminados nas demonstrações contábeis consolidadas e consideram, ainda, a ausência de risco. Em relação às transações realizadas com o Governo do Estado e entidades controladas, de modo pleno ou compartilhado, por esse órgão, optamos pela isenção parcial concedida pela Resolução CMN 4.818/20. Nesse caso, são divulgadas apenas as transações mais significativas. Realizamos transações bancárias com as partes relacionadas, tais como depósitos em conta corrente (não remunerados), depósitos remunerados, captações no mercado aberto, empréstimos e contratos de prestação de serviços. Essas operações são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade.
Conflitos de interesse
GRI 2-15
No âmbito do Conselho de Administração, o Banrisul identifica e administra os conflitos de interesse baseando-se em normas legais aplicáveis, mas não se limitando ao disposto no art. 156 da Lei das Sociedades Anônimas e ao art. 25 do Estatuto Social. Além disso, divulga amplamente (para os membros dos órgãos de administração, conselheiros, empregados, estagiários, integrantes do Grupo Banrisul, parceiros de negócios, fornecedores e prestadores de serviços do Grupo Banrisul) o Código de Ética e Conduta. Na hipótese em que se configure algum potencial conflito de interesse, os membros do Conselho de Administração, do Comitê de Auditoria e da Comissão de Ética devem abster-se das deliberações nas quais ocorra esse conflito. Outro documento importante sobre o tema é a Política de Transações de Partes Relacionadas, que dita as condições para realização das operações de crédito e demais transações com partes relacionadas.
O item “RELAÇÕES DE SUBORDINAÇÃO, PRESTAÇÃO DE SERVIÇO OU CONTROLE ENTRE ADMINISTRADORES E CONTROLADAS, CONTROLADORES E OUTROS”, do Formulário de Referência, informa a participação dos administradores do Banrisul em outros cargos de administradores das empresas do Grupo Banrisul. O único acionista controlador é o Estado.
As transações com partes relacionadas, bem como as medidas tomas pelo Banrisul podem ser encontradas na Nota Explicativa 29, nas páginas 118 e 119 das Demonstrações Financeiras de 2022, disponíveis aqui.
Conflitos de interesse
GRI 2-15
2-15 a) Descrever os processos usados pelo mais alto órgão de governança para garantir que conflitos de interesse sejam prevenidos e mitigados;
Adotamos práticas rigorosas para prevenir e gerenciar conflitos de interesse, sempre em conformidade com a legislação vigente, como a Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto Social. Além disso, seguimos as diretrizes do nosso Código de Ética e Conduta e da Cartilha de Conflito de Interesses, que estão disponíveis para consulta de todos os públicos envolvidos. No caso das operações de crédito, o controle é reforçado pela Política de Transações com Partes Relacionadas, que define regras claras para a realização dessas transações.
2-15 b) Relatar se os conflitos de interesse são revelados aos stakeholders, incluindo, pelo menos, conflitos de interesse relacionados a:
2-15 b) i) Participação cruzada em outros órgãos de administração;
Informações sobre a participação cruzada nas empresas do Grupo Banrisul está disponível no item 7.6 do Formulário de Referência 2024 (Página 174).
2-15 b) ii) Participação acionária cruzada com fornecedores e outros stakeholders;
Não há participação acionária cruzada com fornecedores e demais públicos não relacionados. Informações disponibilizadas nas Demonstrações Financeiras de 2024, (página 35, BRgaap).
2-15 b) iii) Existência de acionistas controladores;
O único acionista controlador é o Estado.
2-15 b) iv) Partes relacionadas, suas relações, transações e saldos pendentes.
Quanto às transações bancárias com as partes relacionadas, tais como depósitos em conta corrente (não remunerados), depósitos remunerados, captações no mercado aberto, empréstimos e contratos de prestação de serviços, são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas nas Demonstrações Financeiras, atendendo normativos relacionados ao tema.
Conformidade com as leis e regulamentos
GRI 2-27
2-27 a) Informe o número total de casos significativos de não conformidade com leis e regulamentos durante o período de relato, discriminando este total por:
2-27 a) i) casos em que multas foram aplicadas;
2-27 a) ii) casos em que sanções não monetárias foram aplicadas.
Em 2023 não foram registradas ocorrências relevantes de não conformidade com leis e regulamentos.¹
¹Para o ano de 2023, buscando aprimorar o gerenciamento das informações, o escopo do indicador foi limitado a multas e sanções imputadas à instituição em relação à sua conduta direta nesses temas. No período, estão consideradas ocorrências de inconformidade que acarretem danos sociais, ambientais ou climáticos. Por este motivo, valores publicados para anos anteriores foram ajustados neste relatório. Tal reformulação fez com que os números de casos apresentados diminuíssem.
2-27 b) Relatar o número total e o valor monetário de multas para casos de não conformidade com leis e regulamentos que ocorreram durante o período de relato, discriminando este total por:
2-27 b) i) multas para casos de não conformidade com leis e regulamentos que ocorreram durante o período de relato atual;
2-27 b) ii) multas para casos de não conformidade com leis e regulamentos que foram pagas durante períodos de relato anteriores.
Casos de não conformidade com leis e regulamentos¹ |
|||
|---|---|---|---|
2023 |
Durante períodos de relato anteriores (2017 a 2022) |
||
Nº de casos |
Valor monetário (R$) |
Nº de casos |
Valor monetário (R$) |
1 |
8,0 mil |
3 |
49,0 mil |
¹Foram considerados como multas todos os eventos de perda com processos administrativos, judiciais, multas administrativas e danos a ativos físicos. Dessa forma, foram considerados, por exemplo, eventos associados a intempéries com danos a ativos físicos (escopo climático), tratamento de dados e superendividamento (escopo social).
2-27 c) Descreva casos significativos de não conformidade.
Casos significativos de não conformidade consistem no número total de eventos de risco operacional com escopo socioambiental e climático. Abrange multas, notificações, danos a ativos físicos, processos administrativos e judiciais (cíveis e trabalhistas) contra o Grupo Banrisul.
2-27 d) Descreva como foram determinados casos significativos de não conformidade.
Os eventos de não conformidade socioambiental e climática são identificados com base na Seção VIII – Do gerenciamento do risco social, do risco ambiental e do risco climático (artigos 38-A, 38-B, 38-C) da Resolução n. 4.557/17 do Conselho Monetário Nacional. Os artigos mencionados exemplificam eventos de natureza socioambiental e climática que podem acarretar perdas para a Instituição. Quando os eventos mencionados são identificados na base de perdas operacionais, é realizada a marcação de escopo social, ambiental ou climático.
Conformidade com leis e regulamentos
GRI 2-27
2-27 a) Relatar o número total de casos significativos de não conformidade com leis e regulamentos durante o período de relato, discriminando este total por:
i. Casos em que multas foram aplicadas;
ii. Casos em que sanções não monetárias foram aplicadas;
Em 2024, não foram registradas ocorrências relevantes de não conformidade com leis e regulamentos.
2-27 b) Relatar o número total e o valor monetário de multas para casos de não conformidade com leis e regulamentos que ocorreram durante o período de relato, discriminando este total por:
i. Multas para casos de não conformidade com leis e regulamentos que ocorreram durante o período de relato atual;
ii. Multas para casos de não conformidade com leis e regulamentos que foram pagas durante períodos de relato anteriores;
Em 2024, não foram registradas ocorrências relevantes de não conformidade com leis e regulamentos. Durante os períodos de relatos anteriores (2017 a 2023), o número de casos de não conformidade com leis e regulamentos foi quatro, resultando em R$ 54 mil em multas.
2-27 c) Descrever casos significativos de não conformidade;
São considerados casos significativos aqueles cujo impacto afete de maneira relevante o resultado, a imagem ou a reputação da Instituição.
2-27 d) Descrever como ela definiu casos significativos de não conformidade.
Os eventos de não conformidade socioambiental e climática são identificados com base na Seção VIII – Do gerenciamento do risco social, do risco ambiental e do risco climático (artigos 38-A, 38-B, 38-C) da Resolução 4.557/17 do Conselho Monetário Nacional.
Conhecimento coletivo do mais alto órgão de governança
GRI 2-17
Em cumprimento à Lei 13.303/16, anualmente, os Administradores eleitos participaram de treinamentos específicos sobre legislação societária e de mercado de capitais, divulgação de informações, controle interno, código de conduta, a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 (Lei Anticorrupção) e demais temas relacionados às atividades da empresa pública ou da sociedade de economia mista. Em 2022, o tema ESG foi incluído no rol dos assuntos. Adicionalmente, por interesse da Companhia, os Administradores podem participar de outros cursos/eventos com temas pertinentes às atribuições exercidas no respectivo órgão.
Conhecimento coletivo do mais alto órgão de governança
GRI 2-17
2-17 a) Relatar medidas tomadas para desenvolver o conhecimento coletivo, as habilidades e a experiência do mais alto órgão de governança sobre desenvolvimento sustentável.
Os Administradores realizam cursos específicos todos os anos sobre temas, como leis societárias e de mercado financeiro, divulgação de dados, controle interno, código de ética, Lei Anticorrupção e outros assuntos ligados às atividades do Banrisul. Em 2023, os temas de sustentabilidade e as diretrizes do ESG foram incluídos nas palestras, conforme pedido pela Administração.
Conhecimento coletivo do mais alto órgão de governança
GRI 2-17
2-17 a) Relatar medidas tomadas para desenvolver o conhecimento coletivo, as habilidades e a experiência do mais alto órgão de governança sobre desenvolvimento sustentável.
Os Administradores participam anualmente de cursos especializados, abordando temas como legislação societária, mercado financeiro, controle interno, código de ética, Lei Anticorrupção e outros assuntos relevantes às atividades da Companhia.
Declaração sobre a estratégia de desenvolvimento sustentável
GRI 2-22
2-22 a) Relatar uma declaração do mais alto órgão de governança ou do alto executivo mais importante da organização sobre a relevância do desenvolvimento sustentável para a organização e sua estratégia para contribuir com o desenvolvimento sustentável.
Ver resposta deste conteúdo no item de Mensagem do presidente do Relatório de sustentabilidade de 2023, que pode ser acessado na página de Relatório de sustentabilidade.
Declaração sobre a estratégia de desenvolvimento sustentável
GRI 2-22
A Mensagem da Administração pode ser encontrada no Relatório de Sustentabilidade, na página 4.
Declaração sobre estratégia de desenvolvimento sustentável
GRI 2-22
2-22 a) Relatar uma declaração do mais alto órgão de governança ou do alto executivo mais importante da organização sobre a relevância do desenvolvimento sustentável para a organização e sua estratégia para contribuir com o desenvolvimento sustentável.
A Mensagem da Administração pode ser encontrada no Relatório de Sustentabilidade.
Delegação da responsabilidade para a gestão dos impactos
GRI 2-13
2-13 a) Descrever como o mais alto órgão de governança delega a responsabilidade pela gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas, incluindo:
2-13 a) i) se ela nomeou algum alto executivo para ser responsável pela gestão dos impactos;
O Conselho de Administração responde pela orientação geral dos negócios, das diretrizes e dos objetivos institucionais do Banco, e é assessorado pelos Comitês de Auditoria, de Riscos, de Elegibilidade e Remuneração e de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, todos com funcionamento permanente.
O Superintendente Executivo de Riscos Corporativos responde ao Diretor de Riscos (CRO) pela gestão de riscos na Instituição. O executivo é responsável pela Unidade de Riscos Corporativos e pela coordenação do processo de gestão de capital e dos riscos de crédito, mercado, IRRBB, liquidez, operacional, social, ambiental e climático, contemplando todas as instituições do Conglomerado Prudencial. Considera também os possíveis impactos dos riscos associados às demais empresas controladas por companhias do Conglomerado e demais riscos relevantes identificados.
No ano, a Diretoria de Riscos incorporou a área de sustentabilidade à Gerência de Riscos Social, Ambiental e Climático (SAC), com a intenção de reforçar a importância do tema e proporcionar uma atuação integrada em riscos e oportunidades a ele relacionados. Assim, a gestão da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática alinha-se às diretrizes de riscos, integrando processos e direcionando o foco de suas iniciativas de riscos e responsabilidades.
2-13 a) ii) se delegou a responsabilidade pela gestão dos impactos para outros colaboradores.
O superintendente executivo de riscos corporativos responde ao diretor de riscos (CRO) pela gestão de riscos na Instituição.
2-13 b) Descrever o processo e a frequência com que altos executivos e outros colaboradores devem relatar ao mais alto órgão de governança sobre a gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
A Instituição desenvolve uma série de indicadores e sinalizadores para o acompanhamento do apetite por riscos, monitorados e reportados periodicamente à Alta Administração, por meio de relatórios e de um dashboard. A atualização da matriz de riscos ocorre de forma dinâmica e atenta aos riscos com maior exposição. O monitoramento dos processos é realizado conforme a frequência e o impacto dos respectivos riscos.
A Declaração de Apetite por Riscos (RAS), documentada para o Conglomerado Prudencial do Banrisul, é revisada anualmente, com o auxílio do Comitê de Riscos, da Diretoria e do diretor de riscos (CRO).
Delegação da responsabilidade para a gestão dos impactos
GRI 2-13
A Diretoria de Controle e Risco é o órgão responsável pela gestão de riscos corporativos na Instituição.
No âmbito da Gestão Integrada de Capital e de Riscos Corporativos, o Diretor de Riscos – CRO – é responsável pela Unidade de Gestão de Riscos Corporativos e tem como atribuição, dentre outras, assegurar que o processo de gestão monitore, controle, avalie, planeje metas e necessidade de capital e identifique, mensure, avalie, monitore, reporte, controle e mitigue os riscos de crédito, de mercado, IRRBB, de liquidez, operacional, social, ambiental e climático associados ao Conglomerado Prudencial, comunicando ao Comitê de Riscos, ao principal cargo executivo da Instituição, ao Conselho de Administração e aos órgãos reguladores.
O Superintendente Executivo de Riscos Corporativos responde ao CRO pela gestão de riscos na Instituição. Anualmente, no mínimo, são submetidos para apreciação do Conselho de Administração os relatórios de gerenciamento de riscos.
Delegação de responsabilidade pela gestão de impactos
GRI 2-13
2-13 a) Descrever como o mais alto órgão de governança delega a responsabilidade pela gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas, incluindo:
2-13 a) i) Se ela nomeou algum alto executivo para ser responsável pela gestão dos impactos;
A gestão executiva dos riscos é liderada pelo superintendente executivo de Riscos Corporativos, subordinado ao CRO.
2-13 a) ii) Se delegou a responsabilidade pela gestão dos impactos para outros empregados;
A gestão executiva dos riscos é liderada pelo superintendente executivo de Riscos Corporativos, subordinado ao CRO. Esse executivo coordena a unidade responsável pela condução da gestão integrada dos riscos de crédito, mercado, IRRBB (risco de taxa de juros em carteira bancária), liquidez, operacional, social, ambiental e climático, abrangendo todas as instituições do Conglomerado, incluindo empresas controladas.
2-13 b) Descrever o processo e a frequência com que altos executivos e outros empregados devem relatar ao mais alto órgão de governança sobre a gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
Com periodicidade trimestral, o Conselho de Administração aborda o tema de riscos e responsabilidade social, ambiental e climática, e os impactos relacionados, em conjunto com o Comitê de Responsabilidade Social Ambiental e Climática.
Detalhes da organização
GRI 2-1
2-1 a) Relatar seu nome jurídico.
Banrisul – Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.
2-1 b) Relatar sua estrutura societária e forma jurídica.
O Banrisul – Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. – é uma sociedade anônima de economia mista e capital aberto, com ações negociadas na bolsa de valores brasileira, Brasil, Bolsa, Balcão (B3) e listadas no Nível 1 de governança corporativa, além de serem comercializadas no mercado de balcão sob os tickers BRSR3, BRSR5 e BRSR6. Controlado pelo Estado do Rio Grande do Sul e vinculado à Secretaria da Fazenda do RS, o Banco é um órgão da Administração Pública Indireta.
2-1 c) Relatar a localização de sua sede.
Sua sede administrativa está localizada em Porto Alegre (RS).
2-1 d) Relatar os países em que opera.
Opera apenas no Brasil, com agências nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Detalhes da organização
GRI 2-1
2-1 a) Relatar seu nome jurídico.
Banrisul – Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.
2-1 b) Relatar sua estrutura societária e forma jurídica.
Sociedade anônima de economia mista e capital aberto, o Banrisul tem ações negociadas na B3 (a bolsa de valores brasileira), listadas no Nível 1 de Governança Corporativa e com ações negociadas no mercado de balcão sob os tickers BRSR3, BRSR5 e BRSR6.
Órgão da Administração Pública Indireta, o Banco é controlado pelo Estado do Rio Grande do Sul e vinculado à Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul.
2-1 c) Relatar a localização de sua sede.
Sua sede administrativa está localizada em Porto Alegre, RS.
2-1 d) Relatar os países em que opera.
Opera apenas no Brasil, com agências nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal. Em relação ao exterior, em maio de 2023 o Conselho de Administração aprovou o encerramento voluntário das atividades na ilha Grand Cayman.
Entidades incluídas no relato de sustentabilidade da organização
GRI 2-2
2-2 a) Listar todas as entidades incluídas em seu relato de sustentabilidade.
Integra dados do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (operações no País e, no exercício de 2023, a dependência no exterior), e empresas controladas: Banrisul Armazéns Gerais S.A., Banrisul S.A. Corretora de Valores Mobiliários e Câmbio, Banrisul S.A. Administradora de Consórcios, Banrisul Soluções em Pagamentos S.A. e Banrisul Seguridade Participações S.A.
2-2 b) Se a organização tiver demonstrações financeiras consolidadas auditadas ou informações financeiras registradas em registro público, especificar as diferenças entre as entidades incluídas em seu relato financeiro e a lista das incluídas em seu relato de sustentabilidade.
No Relatório de Sustentabilidade são relatadas informações consolidadas do Banrisul; não são consideradas outras entidades.
2-2 c) Se a organização for composta por várias entidades, explicar a abordagem usada para consolidar as informações, incluindo:
2-2 c) i) se a abordagem envolve ajustes de informações para participações minoritárias;
No Relatório de Sustentabilidade a abordagem é relacionada aos negócios e serviços da Empresa, não necessariamente por sua participação acionária.
2-2 c) ii) como a abordagem considera fusões, aquisições e alienações de entidades ou de partes de entidades;
Não houve processos de fusão, aquisição ou alienação no período.
2-2 c) iii) se e como a abordagem difere ao longo dos conteúdos nesta Norma e ao longo dos tópicos materiais.
Não difere.
Entidades incluídas no relato de sustentabilidade da organização
GRI 2-2
2-2 a) Listar todas as entidades incluídas em seu relato de sustentabilidade.
O conglomerado é composto pelo Banco do Estado do Rio Grande dos Sul e pelas seguintes empresas controladas e coligadas: Banrisul Armazéns Gerais S.A.; Banrisul S.A. Corretora de Valores Mobiliários e Câmbio; Banrisul S.A. Administradora de Consórcios; Banrisul Soluções em Pagamentos S.A.; e Banrisul Seguridade Participações S.A., e todas estão incluídos em seu relato, bem como nas demonstrações financeiras.
2-2 b) Se a organização tiver demonstrações financeiras consolidadas auditadas ou informações financeiras registradas em registro público, especificar as diferenças entre as entidades incluídas em seu relato financeiro e a lista das incluídas em seu relato de sustentabilidade.
No Relatório de Sustentabilidade são relatadas informações consolidadas do Banrisul, não são consideradas outras entidades.
2-2 c) Se a organização for composta por várias entidades, explicar a abordagem usada para consolidar as informações, incluindo:
No Relatório de Sustentabilidade a abordagem diz respeito ao negócio ou serviço da empresa, não necessariamente por sua participação acionária.
2-2 c) i) se a abordagem envolve ajustes de informações para participações minoritárias;
Não envolve.
2-2 c) ii) como a abordagem considera fusões, aquisições e alienações de entidades ou de partes de entidades;
Não houve fusões, alienações ou aquisições.
2-2 c) iii) se e como a abordagem difere ao longo dos conteúdos nesta Norma e ao longo dos tópicos materiais.
Não difere.
Entidades incluídas no relato de sustentabilidade da organização
GRI 2-2
As demonstrações financeiras consolidadas incluem as operações do Banrisul, das dependências no exterior, das empresas controladas (Banrisul Armazéns Gerais S.A., Banrisul S.A. Corretora de Valores Mobiliários e Câmbio, Banrisul S.A. Administradora de Consórcios, Banrisul Soluções em Pagamentos S.A., Banrisul Seguridade Participações S.A.) e das cotas de fundos de investimento em que o Banrisul assume ou retém, substancialmente, riscos e benefícios. Detalhamos a constituição do Grupo Banrisul, que é composto por seis empresas controladas e quatro empresas coligadas.
Estrutura de governança e composição
GRI 2-9
2-9 a) Descrever a estrutura de governança, incluindo os comitês do mais alto órgão de governança;
A governança do Banrisul é estruturada pela Assembleia Geral de Acionistas, com o Conselho Fiscal realizando fiscalização independente. O Conselho de Administração define as diretrizes estratégicas, políticas e objetivos, desenvolve aprova e atualiza a declaração de valores e missão além de supervisionar a alta gestão com apoio da Auditoria Interna e de comitês especializados, como os de Auditoria, Riscos, Elegibilidade e Remuneração, e Responsabilidade Social, Ambiental e Climática. A Presidência e a Vice-Presidência são responsáveis pela gestão operacional.
2-9 b) Listar os comitês do mais alto órgão de governança que são responsáveis pela tomada de decisões e pela supervisão da gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas;
O Conselho de Administração é responsável pelas decisões estratégicas da Organização, considerando os impactos econômicos, ambientais e sociais, e atua com o apoio de comitês especializados. São eles: Comitê de Auditoria; Comitê de Riscos; Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática e Comitê de Elegibilidade e Remuneração.
2-9 c) Descrever a composição do mais alto órgão de governança e dos seus comitês por:
i. Função executiva ou não executiva;
ii. Independência;
iii. Mandato dos membros do mais alto órgão de governança;
iv. Número de outros cargos e compromissos importantes de cada membro, bem como a natureza desses compromissos; e
v. Gênero.
Mais alto órgão de governança — Conselho de Administração (CA) |
||||
|---|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Número de outras funções e compromissos, bem como a natureza desses compromissos |
Itanielson Dantas Silveira Cruz (M) |
Presidente - função não executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Fernando Guerreiro de Lemos (M) |
Vice-presidente - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Presidência da Diretoria Executiva |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior (M) |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Diretoria de Riscos da Diretoria Executiva |
Luiz Gonzaga Veras Mota (M) |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Vice-Presidência e Diretoria de Finanças e Relações com Investidores na Diretoria Executiva |
Jorge Luís Tonetto (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Coordenador do Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática |
Eduardo Cunha da Costa (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Ramiro Silveira Severo (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2023 - 2025 |
- |
Urbano Schmitt (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2024 - 2025 |
Coordenador do Comitê de Auditoria |
Rafael Andréas Weber (M) |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023 - 2025 |
- |
Adriano Cives Seabra (M) |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023 - 2025 |
- |
Marcelo Willmsen (M) |
Conselheiro, indicado pelos empregados - função não executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Conselho Fiscal (CF) |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Pedro Capeluppi (M) |
Presidente - membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Pricilla Santana (F) |
Membro efetivo, eleita pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Mateus José de Lima Wesp(M) |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2024-2025 |
Eduardo Ludovico da Silva (M) |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Reginaldo Ferreira Alexandre(M) |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Micheli Tassiani Petry (F) |
Suplente, eleita pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Paulo Roberto Franceschi (M) |
Suplente, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Carlos Alexandre Souza e Silva (M) |
Suplente, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Paulo Roberto Dias Pereira (M) |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Comitê de Auditoria (Coaud) |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Urbano Schmitt (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2024- 2026 |
Carlos Biedermann (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
João Zani (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2024-2025 |
Comitê de Elegibilidade e Remuneração (Corem) |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Arnaldo Bonoldi Dutra (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2024-2026 |
José Luiz Castro Mendel (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2024-2026 |
Giusepe Lo Russo (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2024-2027 |
Comitê de Riscos (Coris) |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2024-2026 |
José Luis Campani Lourenzi(M) |
Membro - função não executiva |
Não |
2024-2026 |
Danielle Santos de Souza Calazans (F) |
Membro - função não executiva |
Não |
2024-2026 |
Paula Bicudo Magalhães (F) |
Membro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Luiz Carlos Caio Tomazeli(M) |
Membro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (CRSAC) |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Jorge Luís Tonetto (M) |
Coordenador - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Gabriel Ribeiro Fajardo (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Marilene de Oliveira Ramos(F) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Artur José de Lemos Junior (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2024-2026 |
Diretoria Executiva |
||||
|---|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Número de outras funções e compromissos, bem como a natureza desses compromissos |
Fernando Guerreiro de Lemos (M) |
Presidência - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Vice-presidente do Conselho de Administração |
Luiz Gonzaga Veras Mota (M) |
Vice-Presidência e Diretoria de Finanças e Relações com Investidores - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Conselheiro do Conselho de Administração |
Irany de Oliveira Sant'Anna (M) |
Diretoria de Riscos - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Conselheiro do Conselho de Administração |
Fernando Postal (M) |
Diretor comercial de distribuição e varejo - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Carlos Aluísio V. Malafaia (M) |
Diretoria de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Adriana Celestino (F) |
Diretoria de Atendimento e Operações de Canais- função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Ivanor Antonio Duranti (M) |
Diretor de crédito - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Elizabete Rejane S. Tavares (F) |
Diretora administrativa - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
2-9 c) vi) Grupos sociais sub-representados;
Indicadores - gênero |
|||||
|---|---|---|---|---|---|
Órgão da Administração |
Feminino |
Masculino |
Não binário |
Outros |
Prefere não responder |
Diretoria |
2 |
6 |
0 |
0 |
0 |
Conselho de Administração (CA) - efetivos |
0 |
8 |
0 |
0 |
0 |
Conselho Fiscal (CF) - efetivos e suplentes |
2 |
7 |
0 |
0 |
0 |
Comitê de Auditoria (Coaud) |
0 |
3 |
0 |
0 |
0 |
Comitê de Eligibilidade e Remuneração (Corem) |
0 |
3 |
0 |
0 |
0 |
Comitê de Risco (Coris) |
2 |
3 |
0 |
0 |
0 |
Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (RSAC) |
1 |
3 |
0 |
0 |
0 |
Total |
7 |
33 |
0 |
0 |
0 |
Indicadores - raça/cor |
|||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Órgão da Administração |
Amarelo |
Brancos |
Pretos |
Pardos |
Indígenas |
Prefere não responder |
Total |
Diretoria |
0 |
7 |
1 |
0 |
0 |
0 |
8 |
Conselho de Administração - efetivos |
0 |
8 |
0 |
0 |
0 |
0 |
8 |
Conselho Fiscal - efetivos e suplentes |
0 |
9 |
0 |
0 |
0 |
0 |
9 |
Comitê de Auditoria (Coaud) |
0 |
3 |
0 |
0 |
0 |
0 |
3 |
Comitê de Eligibilidade e Remuneração (Corem) |
0 |
3 |
0 |
0 |
0 |
0 |
3 |
Comitê de Risco (Coris) |
0 |
5 |
0 |
0 |
0 |
0 |
5 |
Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (RSAC) |
0 |
4 |
0 |
0 |
0 |
0 |
4 |
Total |
0 |
39 |
1 |
0 |
0 |
0 |
40 |
Indicadores - deficiência e pessoas LGBTQIA+ |
||||
|---|---|---|---|---|
Órgão da Administração |
PcD |
LGBTQIA+ |
Não se aplica |
Total |
Diretoria |
0 |
1 |
7 |
8 |
Conselho de Administração - efetivos |
0 |
1 |
7 |
8 |
Conselho Fiscal - efetivos e suplentes |
0 |
1 |
8 |
9 |
Comitê de Auditoria (Coaud) |
0 |
0 |
3 |
3 |
Comitê de Eligibilidade e Remuneração (Corem) |
0 |
0 |
3 |
3 |
Comitê de Risco (Coris) |
0 |
0 |
5 |
5 |
Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (RSAC) |
0 |
0 |
4 |
4 |
Total |
0 |
3 |
37 |
40 |
2-9 c) vii) Competências relevantes para os impactos da organização;
Durante o processo de elegibilidade, são avaliados a qualificação técnica e a experiência profissional dos candidatos, em conformidade com a Política de Nomeação e Sucessão da Instituição.
As competências relevantes envolvem conhecimentos a respeito de legislação societária, mercado de capitais, divulgação de informações, controle interno, código de conduta e Lei Anticorrupção.
2-9 c) viii) Representação de stakeholders.
O Conselho de Administração é composto por onze membros: oito indicados pelo acionista controlador, um pelos acionistas minoritários ordinários, um pelos preferencialistas e um eleito pelos colaboradores, conforme a legislação e o regulamento interno.
Estrutura de governança e composição
GRI 2-9

Posição 31/12/22
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Jorge Luís Tonetto |
Presidente - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Claudio Coutinho Mendes |
Vice-presidente - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Márcio Gomes Pinto Garcia |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Eduardo Cunha da Costa |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Ramiro Silveira Severo |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
João Verner Juenemann |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Rafael Andréas Weber |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Adriano Cives Seabra |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Márcio Kaiser |
Conselheiro, indicado pelos empregados - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
CONSELHO FISCAL
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Bruno Pinto de Freitas |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Rogério Costa Rokembach |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Gustav Penna Gorski |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Reginaldo Ferreira Alexandre |
Membro Efetivo, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Bruno Queiroz Jatene |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Tanha Maria Lauermann Schneider |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Vicente Jorge Soares Rodrigues |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Paulo Roberto Franceschi |
Suplente, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
COMITÊ DE AUDITORIA
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
João Verner Juenemann |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2020 - 2022 |
Carlos Biedermann |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Eraldo Soares Peçanha |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
COMITÊ DE ELEGIBILIDADE E REMUNERAÇÃO
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Arnaldo Bonoldi Dutra |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2024 |
José Luiz Castro Mendel |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2024 |
Giusepe Lo Russo |
Membro - função não executiva |
Não |
2021 - 2024 |
COMITÊ DE RISCOS
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
João Zani |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2022 - 2024 |
José Luis Campani Lourenzi |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2024 |
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva |
Membro - função não executiva |
Sim |
2022 - 2024 |
Luanda Pereira Antunes |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Márcio Gomes Pinto Garcia |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
COMITÊ DE RESPONSABILIDADE SOCIAL, AMBIENTAL E CLIMÁTICA
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Claíse Muller Rauber |
Coordenadora - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Wagner Lenhart |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Marcus Vinicius Feijó Staffen |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Jorge Luís Tonetto |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Marilene de Oliveira Ramos Murias dos Santos |
Santos Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2023¹ |
¹ Nomeada em fevereiro de 2023. |
|||
DIRETORIA EXECUTIVA
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Claudio Coutinho Mendes |
Presidência - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior |
Vice-Presidente e Diretor de Controle e Risco - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Claíse Muller Rauber |
Diretora de Produtos, Segmentos e Canais Digitais - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Fernando Postal |
Diretor Comercial de Distribuição e Varejo - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Jorge Fernando Krug Santos |
Diretor de TI e Inovação - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Marcus Vinícius Feijó Staffen |
Diretor de Finanças e Relações com Investidores - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Osvaldo Lobo Pires |
Diretor de Crédito - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Wagner Lenhart |
Diretor Institucional - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Marivania Ghisleni Fontana |
Diretora Administrativa - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Estrutura de governança e composição
GRI 2-9
2-9 a) Descreva a sua estrutura de governação, incluindo os comités do mais alto órgão de governação.
Conselho de Administração |
||||
|---|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Número de outras funções e compromissos, bem como a natureza desses compromissos |
Itanielson Dantas Silveira Cruz (M) |
Presidente - função não executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Fernando Guerreiro de Lemos (M) |
Vice-presidente - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Presidência da Diretoria Executiva |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior (M) |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Diretoria de Riscos da Diretoria Executiva |
Luiz Gonzaga Veras Mota (M) |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Vice-Presidência e Diretoria de Finanças e Relações com Investidores na Diretoria Executiva |
Jorge Luís Tonetto (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Coordenador do Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática |
Eduardo Cunha da Costa (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
- |
Ramiro Silveira Severo (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
- |
João Verner Juenemann (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Coordenador do Comitê de Auditoria |
Rafael Andréas Weber (M) |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
- |
Adriano Cives Seabra (M) |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
- |
Marcelo Willmsen (M) |
Conselheiro, indicado pelos empregados - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
- |
Conselho Fiscal ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Pedro Capeluppi (M) |
Presidente - Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Pricilla Santana (F) |
Membro efetivo, eleita pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Artur José de Lemos Júnior (M) |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Eduardo Ludovico da Silva (M) |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Reginaldo Ferreira Alexandre (M) |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Micheli Tassiani Petry (F) |
Suplente, eleita pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Paulo Roberto Franceschi (M) |
Suplente, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Carlos Alexandre Souza e Silva (M) |
Suplente, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Paulo Roberto Dias Pereira (M) |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Auditoria ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
João Verner Juenemann (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2022-2024 |
Carlos Biedermann (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Eraldo Soares Peçanha (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Elegibilidade e Remuneração ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Arnaldo Bonoldi Dutra (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2021-2024 |
José Luiz Castro Mendel (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021-2024 |
Giusepe Lo Russo (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021-2024 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Riscos ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2022-2024 |
José Luis Campani Lourenzi (M) |
Membro - função não executiva |
Não |
2022-2024 |
Danielle Santos de Souza Calazans (F) |
Membro - função não executiva |
Não |
2022-2024 |
Paula Bicudo Magalhães (F) |
Membro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Luiz Carlos Caio Tomazeli (M) |
Membro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Jorge Luís Tonetto (M) |
Coordenador - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Gabriel Ribeiro Fajardo (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Marilene de Oliveira Ramos (F) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Diretoria Executiva |
||||
|---|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Número de outras funções e compromissos, bem como a natureza desses compromissos |
Fernando Guerreiro de Lemos (M) |
Presidência - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Vice-Presidente do Conselho de Administração |
Luiz Gonzaga Veras Mota (M) |
Vice-Presidência e Diretoria de Finanças e Relações com Investidores - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Conselheiro do Conselho de Administração |
Irany de Oliveira Sant'Anna (M) |
Diretoria de Riscos - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Conselheiro do Conselho de Administração |
Fernando Postal (M) |
Diretor comercial de distribuição e varejo - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Carlos Aluísio V. Malafaia (M) |
Diretoria de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Adriana Celestino (F) |
Diretoria de Atendimento e Operações de Canais- função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Ivanor Antonio Duranti (M) |
Diretor de crédito - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Gaspar Saikoski (M) |
Diretoria Comercial e de Distribuição de Produtos e Serviços- função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Elizabete Rejane S. Tavares (F) |
Diretora administrativa - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
2-9 b) Liste os comitês do mais alto órgão de governança que são responsáveis pela tomada de decisões e supervisão da gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
O Conselho de Administração é responsável pela condução da atividade do Banco, das suas orientações e dos seus objectivos institucionais. É assessorado pelos Comités de Auditoria, de Risco, de Elegibilidade e Remunerações e de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, todos com funcionamento permanente.
2-9 c) Descreva a composição do mais alto órgão de governação e dos seus comités:
2-9 c) i) membros executivos e não executivos;
2-9 c) ii) independência;
2-9 c) iii) duração do mandato dos membros do órgão de administração;
2-9 c) iv) número de outros cargos e compromissos significativos detidos por cada membro e a natureza dos compromissos;
Respondido no item a.
2-9) v) gênero;
2-9) vi) grupo social sub-representado;
INDICADORES - GÊNERO |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
DADOS CONSOLIDADOS DE 2023 |
||||||
Órgão da Administração |
Feminino |
Masculino |
Não binário |
Outros |
Prefere não responder |
Total |
Diretoria |
2 |
7 |
9 |
|||
Conselho de Administração – efetivos |
0 |
11 |
11 |
|||
Conselho Fiscal - Efetivos e suplentes |
2 |
7 |
9 |
|||
Total administração |
4 |
25 |
0 |
0 |
0 |
29 |
INDICADORES - RAÇA/COR |
||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
DADOS CONSOLIDADOS DE 2023 |
||||||||
Órgão da Administração |
Amarelos |
Branco |
Pretos |
Pardo |
Indígenas |
Outros |
Prefere não responder |
Total |
Diretoria |
0 |
8 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
9 |
Conselho de Administração – efetivos |
0 |
11 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
11 |
Conselho Fiscal - Efetivos e suplentes |
0 |
9 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
9 |
Total administração |
0 |
28 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
29 |
INDICADORES – DEFICIÊNCIA e PESSOAS LGBTQIA+ |
|||||
|---|---|---|---|---|---|
DADOS CONSOLIDADOS DE 2023 |
|||||
Órgão da Administração |
PCD |
LGBTQIA+ |
Prefere não responder |
Não se aplica |
Total |
Diretoria |
0 |
1 |
0 |
8 |
9 |
Conselho de Administração – efetivos |
0 |
1 |
0 |
10 |
11 |
Conselho Fiscal - Efetivos e suplentes |
0 |
1 |
0 |
8 |
9 |
Total administração |
0 |
3 |
0 |
26 |
29 |
2-9 c) vii) competências relevantes para o impacto da organização;
As competências dos membros da administração são avaliadas durante o processo de elegibilidade, conforme informações apresentadas em seus currículos, em conformidade com a Política de Nomeação e Sucessão da Instituição. Além disso, anualmente são oferecidos treinamentos sobre a Lei 13.303 para abordar temas relevantes, possibilitando diversidade de pensamento e tomada de decisões mais informadas.
2-9 c) viii) representação das partes interessadas.
Das 11 cadeiras disponíveis no Conselho de Administração, uma (1) é reservada para acionistas minoritários ordinários, uma (1) é reservada para acionistas minoritários preferenciais e uma (1) é reservada para um representante dos empregados.
Incorporação de compromissos de política
GRI 2-24
2-24 a) Descrever a forma como incorpora cada um dos seus compromissos políticos para uma conduta empresarial responsável em todas as suas atividades e relações comerciais, incluindo:
2-24 a) i) Como delega responsabilidade de implementar os compromissos entre os diferentes níveis dentro da organização;
Atuamos por meio da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática do Banrisul (PRSAC) que estabelece premissas, objetivos, princípios e diretrizes que norteiam as ações de responsabilidade social, ambiental e climática das instituições do Conglomerado Prudencial do Banrisul e sua atuação junto às demais entidades controladas pelos integrantes do Conglomerado ou nas quais tenham participação. Classificados em aspectos de natureza social, ambiental e climática diversas ações são estabelecidas para afirmar o compromisso do Banco com os mais diversos temas e assuntos relacionados à sustentabilidade.
A sustentabilidade é tema transversal no Planejamento Estratégico do Banrisul, com foco na geração de impacto positivo, mitigação de riscos, desenvolvimento de soluções com viés sustentável e suporte à transição de seus clientes rumo a uma economia mais inclusiva, resiliente e de baixo carbono.
Temos também, outros compromissos relevantes como a Política de Educação Financeira, que promove a inclusão e o desenvolvimento sustentável por meio da capacitação financeira da população, com foco em microempreendedores e regiões vulneráveis.
2-24 a) ii) Como integra os compromissos nas estratégias organizacionais, nas políticas e procedimentos operacionais;
O Banrisul tem sua Comissão de Ética como órgão responsável pela implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do Código de Ética e de Conduta, de modo a assegurar sua eficácia e efetividade, além de analisar e julgar as questões a ela submetidas, recomendando correção de conduta ou sanções disciplinares.
A implementação da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC), assim como a Política de Gerenciamento de Riscos Social, Ambiental e Climático está atribuída a Diretoria de Riscos, que conduz e supervisiona as ações relacionadas aos temas social, ambiental e climático, incluindo a gestão de impactos.
Embora o processo de gestão integrada de impactos ainda esteja em consolidação no Banco, já existem processos internos de mitigação, e mecanismos de supervisão, incluindo a atuação da Auditoria Interna, que contribuem para a viabilização de ações efetivas.
O Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados foi responsável por fazer a integração dos compromissos com relação à proteção de dados.
2-24 a) iii) Como implementa os compromissos com e por meio das suas relações comerciais;
Os princípios de conduta institucional estão descritos em uma série de políticas institucionais, aprovadas pelo Conselho de Administração, que determinam a conduta esperada de colaboradores, prestadores de serviços e fornecedores. A comunicação dessas políticas ocorre via Instrução Administrativa.
2-24 a) iv) Treinamentos que a organização fornece para a implementação dos compromissos.
Todos os colaboradores recebem treinamentos sobre o Código de Conduta e Ética e o Código de Prevenção à Corrupção.
Com relação à proteção de dados, foi instituído, neste exercício, o Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados, composto por diversas frentes, entre elas o desenvolvimento de treinamentos internos, voltados a todos os colaboradores.
Em relação ao tema de sustentabilidade promovemos a divulgação das práticas sustentabilidade nos canais de comunicação com os públicos de interesse e oferta cursos EaD e eventos temáticos ao seu público interno.
Integração de compromissos políticos
GRI 2-24
2-24 a) Descrever a forma como incorpora cada um dos seus compromissos políticos para uma conduta empresarial responsável em todas as suas atividades e relações comerciais, incluindo:
No relacionamento com os diversos setores da sociedade, o Banrisul tem suas ações baseadas em princípios de conduta institucional, que buscam a valorização das pessoas e o respeito aos direitos humanos. Esses princípios estão descritos em uma série de políticas institucionais, aprovadas pelo Conselho de Administração, que determinam a conduta esperada de colaboradores, prestadores de serviços e fornecedores.
2-24 a) i) como delega responsabilidade de implementar os compromissos entre os diferentes níveis dentro da organização;
A Comissão de Ética, vinculada ao presidente da Instituição, é o órgão responsável pela implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do Código de Ética e de Conduta do Banrisul, de modo a assegurar sua eficácia e efetividade, além de analisar e julgar as questões a ela submetidas, recomendando correção de conduta ou sanções disciplinares. A Comissão é dotada de independência e autonomia funcionais, cabendo à Diretoria, no caso de conflito de interesses, a decisão final.
2-24 a) ii) como integra os compromissos nas estratégias organizacionais, nas políticas e procedimentos operacionais;
O Banrisul tem sua Comissão de Ética como órgão responsável pela implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do Código de Ética e de Conduta do Banrisul, de modo a assegurar sua eficácia e efetividade, além de analisar e julgar as questões a ela submetidas, recomendando correção de conduta ou sanções disciplinares. Sendo assim, cabe a Comissão de Ética realizar esse processo de integração, por meio de políticas e treinamentos.
Além disso, tivemos o Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados, que foi responsável por fazer a integração dos compromissos com relação à proteção de dados.
2-24 a) iii) como implementa os compromissos com e por meio das suas relações comerciais;
No relacionamento com os diversos setores da sociedade, o Banrisul tem suas ações baseadas em princípios de conduta institucional, que buscam a valorização das pessoas e o respeito aos direitos humanos. Esses princípios estão descritos em uma série de políticas institucionais, aprovadas pelo Conselho de Administração, que determinam a conduta esperada de colaboradores, prestadores de serviços e fornecedores. A comunicação dessas políticas ocorre via Instrução Administrativa.
2-24 a) iv) treinamentos que a organização fornece para a implementação dos compromissos.
Todos os colaboradores recebem treinamentos sobre o Código de Conduta e Ética e o Código de Prevenção à Corrupção.
Com relação à proteção de dados, foi instituído, neste exercício, o Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados, composto por diversas frentes, entre elas:
- Mapeamento de todas as atividades que envolvem o tratamento de dados pessoais, com identificação de seu ciclo de vida, da coleta à eliminação, e o devido enquadramento legal;
- Criação de um canal de atendimento aos titulares de dados pessoais, garantindo o pleno exercício de todos os direitos elencados na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD);
- Formalização, em normativo, de um fluxo para a adequação dos contratos com terceiros à LGPD, incluindo a definição de metodologia para auxiliar na identificação da relação Operador x Controlador x Controladores Conjuntos e definição de fluxo para indicação das cláusulas de LGPD para os contratos comerciais e administrativos;
- Implantação das metodologias Privacy by Design e Privacy by Default, de modo a garantir a privacidade e proteção de dados pessoais na concepção de novos produtos e serviços;
- Criação de diretrizes específicas para tratar ou responder a incidentes de segurança, envolvendo dados pessoais, à luz das exigências impostas pela LGPD e de forma complementar à Política de Segurança da Informação e Cibernética já existente no Banrisul; e
- Desenvolvimento de treinamentos internos, voltados a todos os colaboradores, com os principais pontos trazidos pela lei e seus impactos no ambiente de trabalho, bem como criação de página com divulgação de conteúdos que auxiliem na disseminação da cultura de proteção e privacidade de dados na Instituição.
Mecanismos para aconselhamento e apresentação de preocupações
GRI 2-26
2-26 a) Descrever os mecanismos para que indivíduos:
2-26 a) i) Busquem aconselhamento sobre como implementar as políticas e práticas da organização para uma conduta empresarial responsável;
Não existe um canal formal de aconselhamento, apenas o Canal de Denúncias para levantamento de suspeitas de condutas.
2-26 a) ii) Apresentem preocupações relativas à conduta empresarial da organização.
As suspeitas ou evidências de descumprimento dessas regras devem ser reportadas pelo Canal de Denúncias, que permite a descrição de irregularidades, com opção de anonimato, sigilo e proteção contra retaliações.
Mecanismos para obter conselhos e levantar preocupações
GRI 2-26
2-26 a) Descrever os mecanismos para que indivíduos:
2-26 a) i) busquem aconselhamento sobre como implementar as políticas e práticas da organização para uma conduta empresarial responsável;
Todos os colaboradores recebem treinamentos sobre o Código de Conduta e Ética e o Código de Prevenção à Corrupção. Além disso, existem normativos, regulamentos institucionais e Canal de Denúncias, disponível no site, que permite a descrição de irregularidades, com opção de anonimato, sigilo e proteção contrarretaliações.
2-26 a) ii) apresentem preocupações relativas à conduta empresarial da organização.
As suspeitas ou evidências de descumprimento dessas regras devem ser reportadas pelo Canal de Denúncias, que permite a descrição de irregularidades, com opção de anonimato, sigilo e proteção contrarretaliações.
Nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança
GRI 2-10
2-10 a) Descrever os processos de nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança e seus comitês.
Atualmente, o Conselho de Administração conta com 11 membros, dos quais (i) oito indicados pelo acionista controlador, seguindo a legislação vigente (Lei Federal 13.303/16; Lei Federal 6.404/46 e Decreto Estadual RS 54.110/18); (ii) um indicado pelos acionistas minoritários ordinários; (iii) um pelos acionistas minoritários preferencialistas; e (iv) um representante dos colaboradores, eleito internamente conforme regulamento.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração analisa os indicados, verificando os requisitos de elegibilidade presentes na Política de Indicação e Sucessão, que incluem capacidade, experiência, disponibilidade, diversidade, conhecimentos, comportamentos, cultura, idade e gênero. O Comitê manifesta-se à Procuradoria-Geral do Estado, que decide sobre o cumprimento dos requisitos e a inexistência de impedimentos. Se a indicação for aprovada, o processo de eleição é realizado pelo órgão competente.
2-10 b) Descrever os critérios adotados para selecionar e nomear os membros do mais alto órgão de governança, incluindo se e como os seguintes critérios são considerados:
2-10 b) i) opiniões dos stakeholders (incluindo acionistas);
O Conselho tem 11 vagas, sendo assegurada 1 para indicação dos acionistas minoritários ordinários, 1 para indicação dos acionistas minoritários preferencialistas e 1 para o representante dos colaboradores, eleito internamente conforme o regulamento.
2-10 b) ii) diversidade;
Para reforçar o compromisso público com a diversidade, a Organização tem o encargo de assegurar que, até o ano de 2030, pelo menos 30% das vagas ocupadas nos órgãos da Alta Administração, Conselho Fiscal e Comitês Estatutários sejam destinadas à diversidade, compromisso que se estende às empresas Controladas do Grupo, conforme determina o artigo 111, do Estatuto Social.
2-10 b) iii) independência;
Atualmente, o Conselho de Administração conta com 11 membros, dos quais (i) oito indicados pelo acionista controlador, seguindo a legislação vigente (Lei Federal 13.303/16; Lei Federal 6.404/46 e Decreto Estadual RS 54.110/18); (ii) um indicado pelos acionistas minoritários ordinários; (iii) um pelos acionistas minoritários preferencialistas; e (iv) um representante dos colaboradores, eleito internamente conforme regulamento. Através dessa composição, o Conselho está em compliance com o artigo 22 do Estatuto Social, que determina, entre outros assuntos, que 30% dos membros nomeados sejam independentes, critério considerado pelo Banrisul para selecionar os membros do mais alto órgão de governança.
2-10 b) iv) competências relevantes para os impactos da organização.
O atual processo de elegibilidade executado pelo Banrisul envolve diversas esferas. (Secretaria da Fazenda, Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado, entre outros), proporcionando segurança e confiabilidade a todos stakeholders.
Nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança
GRI 2-10
2-10 a) Descrever os processos de nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança e seus comitês.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração é responsável por avaliar a elegibilidade de candidatos à administração e comitês estatutários, com base na Política de Indicação e Sucessão, considerando critérios como experiência, disponibilidade, diversidade e cultura. Após parecer, a Procuradoria-Geral do Estado verifica a conformidade legal.
2-10 b) Descrever os critérios adotados para selecionar e nomear os membros do mais alto órgão de governança, incluindo se e como os seguintes critérios são considerados:
2-10 b) i) Opiniões dos stakeholders (incluindo acionistas);
2-10 b) ii) Diversidade; e
2-10 b) iii) Independência.
A Política de Indicação e Sucessão, elaborada na forma da Resolução CMN 4.878/2020, determina que, na eleição para seus membros do Conselho de Administração, o Banrisul observe a indicação de vagas destinadas à diversidade. A Política determina que, quando um acionista ou grupo detiver entre 25% e 40% das cadeiras do Conselho, ao menos uma seja destinada à diversidade, e que no mínimo 30% dos membros sejam independentes.
2-10 b) iv) Competências relevantes para os impactos da organização.
Os conselheiros devem ainda atender a requisitos legais e técnicos, como reputação ilibada e experiência profissional, conforme a Lei 13.303/2016 e a Lei Complementar 64/1990.
Nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança
GRI 2-10
Após a publicação da Proposta da Administração, os acionistas encaminham os nomes dos indicados ao cargo de Conselheiro de Administração, sendo submetidos, posteriormente, à Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Ocorrendo a aprovação prévia por essa Secretaria, o nome e os dados dos indicados serão encaminhados à Secretaria da Fazenda para abertura do processo administrativo, via PROA. Com o recebimento do PROA, se inicia a análise do indicado pelo Comitê de Elegibilidade e Remuneração, levando em consideração os requisitos de elegibilidade presentes na Política de Indicação e Sucessão, onde, para a composição do Conselho de Administração, serão analisados a capacidade e experiência dos indicados, sua disponibilidade de tempo para o exercício das funções, diversidade, conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. A manifestação deste Comitê é encaminhada à Procuradoria-Geral do Estado, para decisão final acerca dos preenchimentos dos requisitos e da ausência de vedações. Aprovada a indicação nos aspectos analisados pela Procuradoria-Geral do Estado, o processo retorna à Companhia, para que se proceda à eleição perante o órgão competente.
A cada dois exercícios, próximo à realização da Assembleia Geral Ordinária Extraordinária, os acionistas encaminham seus candidatos às vagas ao mais alto órgão de governança. O acionista controlador realiza as indicações considerando os critérios estabelecidos na legislação vigente (Lei Federal 13.303/16; Lei Federal 6404/46 e Decreto Estadual RS 54110/18).
Em 2022, a Política de Indicação de Sucessão foi atualizada, incluindo que na eleição para membros do Conselho de Administração do Banrisul deverá ser observada a indicação de vagas destinadas à Diversidade a partir de 2023, na seguinte forma: I – caberá ao acionista, ou grupo de acionistas, que possuir o direito de indicar entre 25% a 40% das cadeiras no Conselho de Administração do Banrisul, destinar no mínimo uma das vagas para membros de Diversidade; II – ao acionista, ou grupo de acionistas, que possuir o direito de indicar para o Conselho de Administração do Banrisul, qualquer percentual superior ao estabelecido no item I, deverá destinar duas ou mais vagas para membros de Diversidade; III – o Grupo Banrisul deverá adequar a composição do Conselhos de Administração, os quais deverão respeitar um percentual mínimo de 30% para as vagas destinadas à Diversidade, até 2030.
A independência é observada conforme disposto no art. 22 do Estatuto Social, que pode ser visualizado na íntegra aqui.
O atual processo de elegibilidade executado pelo Banrisul envolve diversas esferas (Secretaria da Fazenda, Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado, entre outros). Esse fluxo de verificação transmite segurança e confiabilidade a todos stakeholders.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da gestão de impactos
GRI 2-12
Na composição do Conselho de Administração, uma vaga é assegurada aos acionistas minoritários titulares de ações ordinárias, uma vaga assegurada aos acionistas minoritários titulares de ações preferências e uma vaga é assegurada ao representante dos empregados, a ser escolhido via eleição interna, de acordo com o regulamento interno aplicável. Desta forma, nas próprias reuniões do Conselho de Administração, ocorrerá o engajamento dos stakeholders.
O Conselho de Administração – CA é o órgão de orientação geral dos negócios, das diretrizes e dos objetivos Institucionais. Compete ao CA, no âmbito da Gestão Integrada de Capital e de Riscos Corporativos:
a) Fixar os níveis de apetite por riscos da Instituição na Declaração de Apetite por Riscos – RAS – e revisá-los, com o auxílio do Comitê de Riscos – CR -, da diretoria e do CRO;
b) Assegurar a aderência da Instituição às políticas, às estratégias e aos limites de gerenciamento de riscos;
c) Autorizar, quando necessário, exceções às políticas, aos procedimentos, aos limites e aos níveis de apetite por riscos fixados na RAS;
d) Garantir que a estrutura remuneratória adotada pela Instituição não incentive comportamentos incompatíveis com os níveis de apetite por riscos fixados na RAS;
e) Assegurar que a Instituição mantenha níveis adequados e suficientes de capital e de liquidez;
f) Ter compreensão abrangente e integrada dos riscos que podem impactar o capital.
Quanto a Gestão de Riscos Corporativos, o Conselho de Administração, o Comitê de Riscos, o CRO (Diretor de Risco) e a Diretoria da Instituição têm uma série de atribuições conjuntas, sendo elas:
a) Compreender, de forma abrangente e integrada, os riscos que podem impactar o capital e a liquidez da Instituição;
b) Entender as limitações das informações constantes dos relatórios e dos reportes relativos ao gerenciamento de capital e ao gerenciamento de riscos;
c) Garantir que o conteúdo da RAS seja observado pela Instituição;
d) Entender as limitações e as incertezas relacionadas à avaliação dos riscos, aos modelos, mesmo quando desenvolvidos por terceiros, e às metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos; e
e) Assegurar o entendimento e o contínuo monitoramento dos riscos pelos diversos níveis da Instituição.
O Conselho de Administração se reúne periodicamente para apreciar alterações nas políticas de gestão de capital e riscos corporativos, bem como relatórios de gerenciamento dos principais riscos a que a Instituição está exposta. Administrativamente, possui o apoio do Comitê de Riscos Corporativos e da Diretoria de Controle e Risco, e, estatutariamente, do Comitê de Riscos Estatutário.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da gestão de impactos
GRI 2-12
2-12 a) Descrever o papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança e pelos altos executivos no desenvolvimento, aprovação e atualização da declaração de valores e de missão, estratégias, políticas e objetivos relacionados ao desenvolvimento sustentável.
Dentro de suas atribuições de orientação geral dos negócios, diretrizes e objetivos, o Conselho de Administração revisa e aprova políticas, estratégias e limites de gerenciamento de riscos, e fixar os níveis de apetite por riscos na Declaração de Apetite por Riscos (RAS), documentada para o Conglomerado Prudencial do Banrisul. O Banco conta ainda com a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) , que estabelece as diretrizes para conduzir as ações de responsabilidade para cada área, de forma compatível com a natureza de suas atividades e a complexidade de seus produtos e serviços, em equilíbrio com as oportunidades de negócio, para contribuir com o desenvolvimento sustentável das regiões em que o Banrisul atua.
Com base na Resolução CVM 4945/21, a PRSAC estabelece também que a governança seja efetivamente atribuída como responsabilidade do CA e de um diretor responsável pela implementação das ações, com vistas a sua efetividade. Para monitorar e gerenciar as iniciativas relacionadas à sustentabilidade, há um Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (CRSAC), estatutário, que tem como atribuição propor recomendações ao Conselho de Administração e avaliar a aderência das ações implementadas relacionadas à política.
2-12 b) Descrever o papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da devida diligência da organização e de outros processos para identificar e gerenciar seus impactos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, incluindo:
2-12 b) i) se e como o mais alto órgão de governança se engaja com os stakeholders para apoiar estes processos;
Enquanto órgão máximo da Instituição em relação à Declaração de Apetite por Riscos (RAS), o Conselho de Administração fixa os níveis de apetite e revisa-os anualmente, com o auxílio do Chief Risk Officer (CRO), da Diretoria e do Comitê de Riscos.
2-12 b) ii) como o mais alto órgão de governança considera os resultados destes processos.
A Instituição desenvolve uma série de indicadores e sinalizadores para o acompanhamento do apetite por riscos, monitorados e reportados periodicamente à Alta Administração, por meio de relatórios e de um dashboard.
2-12 c) Descrever o papel do mais alto órgão de governança na análise da eficácia dos processos da organização conforme descrito no item 2-12-b e relatar a frequência desta análise.
O Conselho de Administração se reúne mensalmente para avaliar os relatórios de gerenciamento dos principais riscos a que a Instituição está exposta. Já as alterações nas políticas de gestão de capital e riscos corporativos são avaliadas anualmente pelo órgão. Administrativamente possui o apoio do Comitê de Riscos Corporativos e da Diretoria de Controle e Risco, e estatutariamente do Comitê de Riscos Estatutário.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da gestão de impactos
GRI 2-12
2-12 a) Descrever o papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança e pelos altos executivos no desenvolvimento, aprovação e atualização da declaração de valores e de missão, estratégias, políticas e objetivos relacionados ao desenvolvimento sustentável;
A governança do Banrisul é liderada pela Assembleia Geral de Acionistas, com o Conselho Fiscal realizando fiscalização independente. O Conselho de Administração define as diretrizes estratégicas, políticas e objetivos, desenvolve aprova e atualiza a declaração de valores e missão além de supervisionar a alta gestão com apoio da Auditoria Interna e de comitês especializados.
2-12 b) Descrever o papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da devida diligência da organização e de outros processos para identificar e gerenciar seus impactos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, incluindo:
2-12 b) i) Se e como o mais alto órgão de governança se engaja com os stakeholders para apoiar estes processos;
O mais alto órgão de governança não se engaja com stakeholders nos processos de supervisão de devida diligência.
2-12 b) ii) Como o mais alto órgão de governança considera os resultados destes processos;
O mais alto órgão de governança não se engaja com stakeholders nos processos de supervisão de devida diligência.
2-12 c) Descrever o papel do mais alto órgão de governança na análise da eficácia dos processos da organização conforme descrito no item 2-12-b e relatar a frequência desta análise.
O mais alto órgão de governança não se engaja com stakeholders nos processos de supervisão de devida diligência.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança no relato de sustentabilidade
GRI 2-14
Em atenção à Resolução CMN nº 4.945 de 15-09-2021, a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática do Banrisul (PRSAC) determina que à Diretoria Administrativa, instância definida pelo próprio Conselho de Administração, compete:
a) Prestação de subsídio e participação no processo de tomada de decisões relacionadas ao estabelecimento e à revisão da PRSAC, auxiliando o conselho de administração;
b) Prestar suporte à implementação de ações com vistas à efetividade da PRSAC;
c) Monitoramento e avaliação das ações implementadas;
d) Garantir que haja aperfeiçoamento das ações implementadas, quando identificadas eventuais deficiências;
e) Favorecer e impulsionar a divulgação adequada e fidedigna das informações de publicação obrigatória;
f) Realizar a gestão da PRSAC no Banrisul. Entre as atribuições do Conselho de Administração está a de assegurar a aderência da Instituição à PRSAC e às ações com vistas à sua efetividade.
O Banrisul possui o Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (CRSAC), órgão de assessoramento ao Conselho de Administração, lhe cabendo as seguintes atribuições e responsabilidades:
a) Propor recomendações ao Conselho de Administração sobre o estabelecimento e a revisão da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática;
b) Avaliar o grau de aderência das ações implementadas à Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática e, quando necessário, propor recomendações de aperfeiçoamento;
c) Manter registros de suas deliberações e decisões;
d) Avaliar e acompanhar o desempenho sustentável do Banco e a efetividade das ações previstas no Plano de Sustentabilidade do Banco;
e) Acompanhar a evolução do tema sustentabilidade, buscando identificar oportunidades e riscos, de forma a gerar valor para o Banco e seus públicos de interesse;
f) Propor e acompanhar a execução de iniciativas que melhorem o desempenho socioambiental do Banco;
g) Assessorar o Conselho de Administração na incorporação da sustentabilidade na estratégia dos negócios e nas práticas administrativas da Empresa e monitorar a sua evolução;
h) Analisar, acompanhar, emitir recomendações e pareceres para subsidiar as decisões do Conselho de Administração sobre políticas e práticas relacionadas à sua área de atuação;
i) Cumprir outras atribuições determinadas pelo Conselho de Administração.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança no relato de sustentabilidade
GRI 2-14
2-14 a) Relatar se o mais alto órgão de governança é responsável por analisar e aprovar as informações relatadas, incluindo os temas materiais da organização, e se for, descrever o processo de análise e aprovação das informações.
O Relatório de Sustentabilidade é submetido à aprovação da Diretoria e do Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática.
2-14 b) Se o mais alto órgão de governança não for responsável por analisar e aprovar as informações relatadas, incluindo os temas materiais da organização, explicar os motivos para isso.
Não aplicável pois o Conselho de Administração é responsável pela aprovação.
Participação em associações
GRI 2-28
2-28 a) Informar sua participação em associações nas quais participa com um papel significativo, podendo ser associações do setor ou outras associações, e em organizações nacionais ou internacionais de advocacy.
Para compartilhar e potencializar essas boas práticas, participamos de associações ligadas a temas relevantes para o nosso setor e para a sociedade, dentre elas destacamos:
• Associação Brasileira de Bancos (ABBC)
• Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE)
• Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)
• Câmara Americana de Comércio (Amcham)
• Comitê Avança Mulher Empreendedora
• Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
• Laboratório de Inovação Financeira
• Pacto Global
• Projeto Impacta Mais RS
Participação em associações
GRI 2-28
2-28 a) Informar sua participação em associações nas quais participa com um papel significativo, podendo ser associações do setor ou outras associações, e em organizações nacionais ou internacionais de advocacy.
O Banco participa com representantes nas Comissões e squads da Febraban, Comitê de ESG da AMCHAM e Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA).
Período do relatório, frequência e ponto de contato
GRI 2-3
2-3 a) Especificar o período de relato e a frequência do seu relatório de sustentabilidade.
Anual.
2-3 b) Especificar o período do seu relato financeiro e, se não se alinhar com o período do relatório de sustentabilidade, explicar a razão para isso.
O Relatório de Sustentabilidade abrange o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024, que corresponde ao mesmo período abrangido pelo relato financeiro.
2-3 c) Relatar a data de publicação do relatório ou das informações relatadas.
xx de outubro de 2025.
2-3 d) Especificar o contato para perguntas sobre o relatório ou sobre as informações reportadas.
Dúvidas podem ser encaminhadas à equipe de Relações com Investidores, pelos contatos:
Website: https://ri.banrisul.com.br/
E-mail: ri@banrisul-ri.com.br
Telefone: (51) 3215-3232
Período do relatório, frequência e ponto de contato
GRI 2-3
2-3 a) Especificar o período de relato e a frequência do seu relatório de sustentabilidade.
Anual.
2-3 b) Especificar o período do seu relato financeiro e, se não se alinhar com o período do relatório de sustentabilidade, explicar a razão para isso.
O relato financeiro compreende o período de 01/01/2023 a 31/12/2023, igual ao Relatório de Sustentabilidade.
2-3 c) Relatar a data de publicação do relatório ou das informações relatadas.
Agosto de 2024.
2-3 d) Especificar o contato para perguntas sobre o relatório ou sobre as informações reportadas.
Dúvidas podem ser encaminhadas à equipe de Relações com Investidores, pelos contatos:
Website: https://ri.banrisul.com.br/
E-mail: ri@banrisul-ri.com.br
Telefone: (51) 3215-3232
Políticas de remuneração
GRI 2-19
2-19 a) Descrever as políticas de remuneração aplicadas ao mais alto órgão de governança e altos executivos, incluindo:
2-19 a) i) Remuneração fixa e variável;
Definimos anualmente a remuneração da alta administração e dos Comitês Estatutários durante a Assembleia Geral Ordinária. A partir disso, cabe ao Conselho de Administração estabelecer a remuneração individual de seus membros, com base em critérios objetivos e transparentes.
Os membros do Conselho de Administração recebem 12 parcelas anuais exclusivamente a título de honorários, sem remuneração variável ou benefícios adicionais. Já os diretores recebem 13 parcelas anuais, verba de representação e benefícios como Participação nos Lucros e Resultados (PLR), plano de saúde, previdência complementar, auxílio-refeição, cesta alimentação e 30 dias de recesso remunerado a cada 12 meses de trabalho. A remuneração da Diretoria está atrelada ao cumprimento de metas estratégicas, refletindo diretamente nossa performance institucional. Em 2024, não havia metas específicas relacionadas à temática ESG.
2-19 a) ii) Bônus de atração ou pagamentos de incentivos ao recrutamento;
A política de remuneração não prevê bonificação ou pagamentos de incentivos ao recrutamento.
2-19 a) iii) Pagamentos de rescisão;
A política de remuneração não prevê pagamentos de rescisão.
2-19 a) iv) Devolução de bônus e incentivos (clawback);
A política de remuneração não prevê devolução de bônus e incentivos (clawback).
2-19 a) v) Benefícios de aposentadoria;
Planos de previdência complementar e seguros. Esses benefícios poderão variar conforme o perfil específico de cada profissional.
2-19 b) Descrever como as políticas de remuneração para membros do mais alto órgão de governança e para os altos executivos estão vinculadas aos seus objetivos e ao seu desempenho em relação à gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
Os membros do CA não recebem remuneração variável, que é concedida apenas a Diretoria e é baseada em indicadores de desempenho alinhados aos Objetivos Estratégicos do Banco, em conformidade com seu Planejamento Estratégico, estando condicionada ao atingimento de metas que refletem a performance institucional, abrangendo indicadores financeiros, relacionados à sustentabilidade da Companhia e a indicadores de performance vinculados ao desempenho das respectivas áreas de negócio da empresa.
Políticas de remuneração
GRI 2-19
2-19 a) Descrever as políticas de remuneração aplicadas ao mais alto órgão de governança e altos executivos, incluindo:
2-19 a) i) remuneração fixa e variável;
A remuneração global da Alta Administração e seus Comitês Estatutários é fixada anualmente pela Assembleia Geral, cabendo ao Conselho de Administração definir a remuneração individual de cada Órgão.
Os membros do Conselho de Administração recebem remuneração fixa mensal, a título de honorários, sem remuneração variável ou quaisquer benefícios.
Os membros da Diretoria recebem remuneração fixa mensal, uma verba de representação com direito a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e benefícios, como recesso remunerado, auxílio refeição, auxílio cesta alimentação e plano de saúde, além de remuneração variável, desde que compreendida na remuneração global mencionada acima, observados os limites fixados pela legislação vigente e baseada nos critérios que vierem a ser definidos pelo Conselho de Administração.
2-19 a) ii) bônus de atração ou pagamentos de incentivos ao recrutamento;
Não se aplica – a política não prevê esse tipo de bonificação.
2-19 a) iii) pagamentos de rescisão;
Não se aplica – a política não prevê esse tipo de pagamento.
2-19 a) iv) devolução de bônus e incentivos (clawbacks);
Não se aplica – a política não prevê esse tipo de devolução.
2-19 a) v) benefícios de aposentadoria.
Os diretores podem também aderir a planos de previdência complementar e seguros. Esses benefícios poderão variar conforme o perfil específico de cada profissional. Os diretores que eventualmente vierem do quadro de pessoal do Banrisul terão assegurados os planos de benefícios iniciados quando eram colaboradores.
2-19 b) Descrever como as políticas de remuneração para membros do mais alto órgão de governança e para os altos executivos estão vinculadas aos seus objetivos e ao seu desempenho em relação à gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
Além da Participação sobre Lucros e Resultados – PLR (conforme conversão coletiva da categoria), o Conglomerado Banrisul poderá pagar remuneração variável aos seus diretores, desde que compreendida na remuneração global aprovada em Assembleia Geral, observados os limites fixados pela legislação vigente e baseada nos critérios que vierem a ser definidos pelo Conselho de Administração.
Políticas de remuneração
GRI 2-19
Os membros do Conselho de Administração somente farão jus à remuneração fixa mensal, a título de honorários, e não receberão remuneração variável ou benefícios diretos e/ou indiretos. Os membros da Diretoria Executiva farão jus ao recebimento de remuneração mensal a título de honorários acrescida de verba de representação, cujo montante anual não deverá ultrapassar o valor global da remuneração dos administradores fixado pela AGOE, assim como terão direito à Participação sobre os Lucros e Resultados do Banrisul – PLR, calculada de acordo com regras estabelecidas pelo Conselho de Administração, considerando os critérios para pagamento de PLR a empregados, definidos pela Convenção Coletiva de Trabalho da Categoria Bancários. Além da PLR acima mencionada, o Conglomerado Banrisul poderá pagar remuneração variável aos seus Diretores, desde que compreendida na remuneração global aprovada em Assembleia Geral, observados os limites fixados pela legislação vigente e baseada nos critérios que vierem a ser definidos pelo Conselho de Administração.
Presidente do mais alto órgão de governança
GRI 2-11
O Presidente do Conselho de Administração não é alto executivo na Companhia.
Presidente do mais alto órgão de governança
GRI 2-11
2-11 a) Relatar se o presidente do mais alto órgão de governança é também um alto executivo da organização.
O presidente do Conselho de Administração não é alto executivo no Banrisul.
2-11 b) Se o presidente for também um alto executivo, descreva sua função na gestão da organização, os motivos para esse acúmulo de funções e como os conflitos de interesse são prevenidos e mitigados.
O presidente do Conselho de Administração não é alto executivo no Banrisul.
Presidente do mais alto órgão de governança
GRI 2-11
2-11 a) Se o presidente for também um alto executivo, descrever sua função na gestão da organização, os motivos para esse acúmulo de funções e como conflitos de interesse são prevenidos e mitigados.
2-11 b) Se o presidente for também um alto executivo, descreva sua função na gestão da organização, os motivos para esse acúmulo de funções e como os conflitos de interesse são prevenidos e mitigados.
O presidente do Conselho de Administração não é alto executivo no Banrisul.
Processo para determinação da remuneração
GRI 2-20
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração tem como atribuição:
(i) elaborar a política de remuneração dos Administradores do Banco e das subsidiárias, propondo aos Conselhos de Administração do Banco e das subsidiárias as diversas formas de remuneração fixa e variável, além de benefícios e programas especiais de recrutamento e desligamento;
(ii) propor aos Conselhos de Administração do Banco e das subsidiárias o montante de remuneração global dos administradores a ser submetido às respectivas Assembleias Gerais, na forma do art. 152, da Lei nº 6.404, de 1976;
(iii) avaliar os cenários futuros, internos e externos, e seus possíveis impactos sobre a política de remuneração dos Administradores do Banco e das subsidiárias;
(iv) analisar a política de remuneração dos Administradores do Banco e das subsidiárias em relação às práticas de mercado, com vistas a identificar discrepâncias significativas a empresas congêneres, propondo os ajustes necessários.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração, conforme Resolução CMN 3.921/10, tem a atribuição de auxiliar no processo de determinação da remuneração, sendo este órgão composto por três membros independentes, pessoas naturais residentes no país, com formação profissional de nível superior e capacitação técnica compatível com as atribuições do cargo, além de preencher as condições para o exercício de cargos em órgãos estatutários de instituições financeiras e outras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Os conselheiros se manifestam em reuniões ordinárias e extraordinárias, e suas considerações são registradas em ata. Especialmente quanto aos acionistas, os mesmos podem se manifestar na Assembleia Geral Ordinária/Extraordinária.
Processo para determinação da remuneração
GRI 2-20
2-20 a) Descrever o processo de desenvolvimento das políticas de remuneração e para determinação da remuneração, incluindo:
2-20 a) i) se membros independentes do mais alto órgão de governança ou um comitê de remuneração independente supervisiona o processo de determinação da remuneração;
Cabe ao Comitê assessorar o Conselho de Administração na determinação da remuneração, por meio da análise de cenários futuros, internos e externos, e seus possíveis impactos sobre a política de remuneração dos administradores do Banco e das empresas Controladas do Grupo. Para elaboração da Proposta de Remuneração, esse comitê analisa os números da Instituição em relação às práticas de mercado, busca identificar discrepâncias significativas em relação a organizações similares e propor os ajustes necessários.
2-20 a) ii) como as opiniões dos stakeholders (incluindo acionistas) relacionadas a remuneração são obtidas e consideradas;
Participam da definição das políticas de remuneração: membros independentes (Comitê de Elegibilidade e Remuneração), Conselho de Administração, Governo do Estado do RS (acionista controlador) e demais acionistas. Conselheiros e acionistas tem suas manifestações registradas em ata, em reuniões e assembleia ordinárias e extraordinárias. A definição da remuneração dos empregados inclui a participação de entidades representativas, por meio da convenção e acordo coletivo.
2-20 a) iii) se consultores de remuneração estão envolvidos na determinação da remuneração e, caso estejam, se eles são independentes da organização, do mais alto órgão de governança e de seus altos executivos.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração, conforme Resolução CMN 3.921/10, tem a atribuição de auxiliar no processo de determinação da remuneração, sendo este órgão composto por três membros independentes.
2-20 b) Relatar os resultados de votações de stakeholders (incluindo acionistas) nas políticas e propostas de remuneração, se aplicável.
O resultado individual de votações dos conselheiros ou membros de Comitê não estão disponíveis, por motivo de confidencialidade.
Processos para determinação da remuneração
GRI 2-20
2-20 a) Descrever o processo de desenvolvimento das políticas de remuneração e para determinação da remuneração, incluindo:
2-20 a) i) Se membros independentes do mais alto órgão de governança ou um comitê de remuneração independente supervisiona o processo de determinação da remuneração;
O comitê de Elegibilidade e Remuneração assessora o Conselho na política de remuneração, com base em análises internas, práticas de mercado e recomendações de ajustes. A política foi revisada em 2024 para reforçar critérios de competência e transparência.
2-20 a) ii) Como as opiniões dos stakeholders (incluindo acionistas) relacionadas a remuneração são obtidas e consideradas;
A proposta de remuneração é elaborada pelo Comitê de Elegibilidade, aprovada pelo Conselho de Administração e submetida à deliberação dos acionistas na Assembleia Geral Ordinária.
2-20 a) iii) Se consultores de remuneração estão envolvidos na determinação da remuneração e, caso estejam, se eles são independentes da organização, do mais alto órgão de governança e de seus altos executivos;
Não houve consultoria externa para determinação de remuneração.
2-20 b) Relatar os resultados de votações de stakeholders (incluindo acionistas) nas políticas e propostas de remuneração, se aplicável.
Todas essas informações incluindo critérios, composição e valores estão disponíveis em nosso site de Relações com Investidores, o que garante transparência, comparabilidade e acompanhamento contínuo.
Processos para remediar impactos negativos
GRI 2-25
2-25 a) Descrever os seus compromissos de promover ou cooperar na reparação dos impactos negativos que a organização identifica que causou ou contribuiu para causar.
2-25 b) Descrever a sua abordagem para identificar e abordar queixas, incluindo os mecanismos de queixas que a organização tenha estabelecido ou dos quais participa.
2-25 c) Descrever outros processos através dos quais a organização promove ou colabora com a reparação de impactos negativos que ela identifica que causou ou contribuiu para causar.
2-25 d) Descrever como os stakeholders que são os usuários-alvo dos mecanismos de queixas estão envolvidos na concepção, revisão, operação e melhoria desses mecanismos.
2-25 e) Descrever como a organização rastreia a eficácia dos mecanismos de queixas e de outros processos de reparação e como relata exemplos de sua eficácia, incluindo o feedback dos stakeholders.
Informação não disponível – A análise de impactos positivos e negativos está sob estudo técnico aprofundado, em que estão sendo mapeadas e definidas ações estratégicas de atuação para médio e longo prazos.
Processos para reparar impactos negativos
GRI 2-25
2-25 a) Descrever os seus compromissos de promover ou cooperar na reparação dos impactos negativos que a organização identifica que causou ou contribuiu para causar;
Nosso objetivo é avançar para uma gestão integrada e estabelecer monitoramento e ações para mitigação de impactos negativos e potencialização dos positivos. Em 2024, iniciamos uma frente de trabalho visando mapear os impactos gerados pelas atividades da organização, envolvendo a oferta de crédito e soluções de investimento, outros serviços financeiros, processos administrativos e ações institucionais. O objetivo foi a identificação de impactos decorrentes de todas as operações da Organização.
2-25 b) Descrever a sua abordagem para identificar e abordar queixas, incluindo os mecanismos de queixas que a organização tenha estabelecido ou dos quais participa;
O monitoramento de percepções negativas ocorre de maneira descentralizada, conforme o público-alvo e a fonte de informações. Os principais processos mapeados são as demandas de acionistas ou profissionais do mercado financeiro, recebidas pelo canal “Fale com o RI” ou por e-mail de analistas de mercado. As demandas do público em geral são realizadas nos canais de atendimento da Ouvidoria, recebidas e tratadas junto aos gestores de produtos e serviços do Banco. Também é acompanhado o Ranking de Reclamações do Banco Central do Brasil, que é formado a partir das reclamações do público registradas nos canais de atendimento do BCB (internet, correspondência, presencialmente ou telefone).
2-25 c) Descrever outros processos através dos quais a organização promove ou colabora com a reparação de impactos negativos que ela identifica que causou ou contribuiu para causar;
Atuamos, também, na identificação e remediação de possíveis danos sociais, ambientais e climáticos decorrentes de nossas atividades, com foco especial na concessão de crédito rural principalmente por meio da elaboração de projetos e orçamentos de financiamento com base em recomendações técnicas, considerando práticas sustentáveis e adequadas à realidade local dos produtores.
Nesse contexto, a análise de compliance socioambiental, realizada previamente à concessão de crédito rural, constitui uma medida de controle fundamental. Essa análise verifica se há impedimentos relacionados à área financiada ou ao tomador do crédito, considerando fatores como sobreposição com áreas indígenas, unidades de conservação, desmatamento, embargo ambiental (Ibama/ICMBio), inscrição em lista de trabalho análogo ao escravo, entre outros.
Nos casos em que são identificados impactos negativos reais, contamos com mecanismos internos que permitem respostas proporcionais à gravidade da situação, incluindo, quando aplicável, a interrupção do relacionamento comercial. Para evoluir nesse processo, projetamos implementar o compliance socioambiental para a fase posterior à contratação, abrangendo o acompanhamento da operação ao longo do ciclo produtivo.
2-25 d) Descrever como os stakeholders, que são os usuários-alvo dos mecanismos de queixas, estão envolvidos na concepção, revisão, operação e melhoria desses mecanismos;
As denúncias são avaliadas e, caso envolvam corrupção, são encaminhadas para os comitês da alta administração. Se envolverem colaboradores da Companhia, são analisadas pela Comissão de Ética para deliberações apropriadas. Relatórios semestrais sobre o Canal de Denúncias são enviados à alta administração, com informações quantitativas e qualitativas sobre os registros recebidos e com as análises efetuadas, facilitando a identificação de possíveis melhorias nos processos internos. Anualmente, o Relatório de Controles Internos e Compliance é também compartilhado com a alta administração, evidenciando nosso compromisso com a melhoria contínua de procedimentos e com as melhores práticas de governança.
2-25 e) Descrever como a organização rastreia a eficácia dos mecanismos de queixas e de outros processos de reparação e como relata exemplos de sua eficácia, incluindo o feedback dos stakeholders.
A Ouvidoria do Banrisul encara as reclamações como uma oportunidade de rever não somente seus próprios processos, como também para detectar necessidade de melhorias/correções em produtos e serviços da Instituição.
Por meio do Programa de Integridade, anualmente, realizamos uma avaliação minuciosa das ações planejadas, com o objetivo de identificar seus impactos reais e potenciais. Essa análise contínua é fundamental para nosso comprometimento com a melhoria constante e o aprimoramento das nossas práticas de governança e gestão.
Melhorias relevantes são apresentadas ao público externo através do Relatório Semestral da Ouvidoria, divulgado no site do Banrisul.
Proporção da remuneração total anual
GRI 2-21
2-21 a) Relatar a proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e a remuneração total anual média de todos os colaboradores (excluindo-se o mais bem pago).
A proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e a remuneração total anual média de todos os colaboradores (excluindo-se o mais bem pago) é 10%.
2-21 b) Relatar a proporção entre o aumento percentual na remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e o aumento percentual médio na remuneração total anual de todos os colaboradores (excluindo-se o mais bem pago).
A mediana da remuneração dos colaboradores, excluindo-se o mais pago, sofreu uma redução de 2022 para 2023, devido ao desligamento de 506 empregados através do Programa de Desligamento Voluntário, sendo assim não foi possível calcular a proporção do aumento percentual requisitado no item b.
2-21 c) Relatar informações contextuais para a compreensão dos dados relatados e como os dados foram compilados.
Nesse cálculo, o presidente não foi considerado, uma vez que houve troca de Diretoria. A referência foi o vice-presidente, que não é profissional do Banco. Na conta da remuneração dos totais de proventos foram incluídos: ordenados, gratificações, comissão de cargo, abono dedicação integral, anuênios, horas extras, prêmios de captação, auxílio à movimentação, diretoria, prêmio aposentadoria e plano de aposentadoria incentivada.
Proporção da remuneração total anual
GRI 2-21
A proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da Organização e a remuneração total anual média de todos os empregados é de 12,0%, enquanto a proporção entre o aumento percentual na remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da Organização e o aumento percentual médio na remuneração total anual de todos os empregados é de 0,8%.
Os aumentos anuais ocorrem nos meses de abril (promoções regulamentares retroativas a janeiro) e em setembro (dissídio bancário).
Para o cálculo, utilizou-se a informação do indivíduo mais bem pago como sendo o presidente, que não é empregado do Banco. Os demais trabalhadores não empregados não foram considerados no cálculo. Foram considerados no cálculo da remuneração os totais de proventos (ordenados, gratificações, comissão de cargo, abono dedicação integral, anuênios, horas extras, prêmios captação, auxílio à movimentação, diretoria, prêmio aposentadoria, plano de aposentadoria incentivada).
Proporção da remuneração total anual
GRI 2-21
2-21 a) Relatar a proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e a remuneração total anual média de todos os empregados (excluindo-se o mais bem pago);
Em 2024, a proporção entre o maior salário anual da Companhia e a média anual dos demais empregados (excluindo o mais bem remunerado) foi de 8,97%.
2-21 b) Relatar a proporção entre o aumento percentual na remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e o aumento percentual médio na remuneração total anual de todos os empregados (excluindo-se o mais bem pago);
O maior salário teve um aumento de 13,8%, enquanto a média dos demais sofreu uma redução de 1,8%, reflexo da exoneração de colaboradores com altos salários. O maior salário refere-se a cargos diferentes entre os anos de 2023 e 2024, em função da definição posterior ao relatório de todos os membros da Diretoria.
2-21 c) Relatar informações contextuais para a compreensão dos dados relatados e como os dados foram compilados.
O presidente da Companhia foi quem recebeu a maior remuneração no período, considerando proventos fixos e variáveis.
Reformulação de informações
GRI 2-4
2-4 a) Informar as reformulações de informações feitas em relatórios anteriores:
2-4 a) i) explicar as razões para as reformulações;
Nos indicadores GRI 305-1, 305-2 e 305-3, o ano-base utilizado para comparativo de emissões é 2021, data do primeiro inventário completo e assegurado. A informação de quantidade de emissões do ano anterior (2022) foi adequada, uma vez que não trazia as emissões corretas de 2021.
No indicador 302-1 foi incluído no cálculo de consumo de óleo diesel a quantia destinada aos veículos automotores, somando-se ao montante destinado aos geradores. Em função disso, valores de 2021 e 2022 diferem dos dados publicados em anos anteriores.
No indicador GRI 2-27, buscando aprimorar o gerenciamento das informações, o escopo em 2023 foi limitado a multas e sanções imputadas à instituição em relação à sua conduta direta nesses temas. No período, estão consideradas ocorrências de inconformidade que acarretem danos sociais, ambientais ou climáticos. Por este motivo, valores publicados para anos anteriores foram ajustados neste relatório.
2-4 a) ii) explicar o efeito das reformulações.
Com as reformulações, observa-se que houve um aumento de 0,03% de toneladas de CO2 das emissões de escopo 1 (Emissões Diretas) de gases de efeito estufa, assim como um aumento de 0,01% de toneladas de CO2 das emissões biogênicas de CO2. Relativo ao consumo de diesel, houve aumento de 424,3% no dado referente a 2021 e aumento de 117,2% no dado referente a 2022.
Além disso, a reformulação dos casos de não conformidade com leis e regulamentos fez com que os números de casos apresentados em 2023 diminuíssem.
Reformulação de informações
GRI 2-4
Não houve reformulações de informações em períodos anteriores de relato.
Reformulação de informações
GRI 2-4
2-4 a) Relatar reformulações de informações feitas em períodos de relato anteriores explique:
2-4 a) i) Os motivos das reformulações;
No indicador 306-5, no ano de 2024 foi utilizado o processo de incineração para disposição final de resíduos provenientes de agências atingidas pela inundação, sendo categorizados como resíduos não perigosos, destinados para disposição final, sem o aproveitamento de energia.
No indicador 306-4, para os resíduos destinados ao processo de coprocessamento, a partir de um entendimento aprofundado da Norma GRI e, conforme a hierarquia da gestão de resíduos estabelecida pela PNRS, esta categoria foi reclassificada para resíduos não perigosos, não destinados para disposição final.
No indicador 401-1, houve uma mudança na metodologia de cálculo. As taxas passaram a ser calculadas considerando o número total de admissões subtraindo o número total de desligamentos. Nos anos de 2022 e 2023, as taxas foram calculadas considerando apenas o total de colaboradores desligados.
No indicador 205-1, em razão da mudança de entendimento do termo “operação”, houve expressiva variação (aumento) no percentual de operações avaliadas. No entendimento anterior, apenas uma pequena parcela de “operações de crédito” era avaliada em relação a riscos de corrupção, abrangendo apenas operações de crédito acima de R$ 10 milhões. Ao considerar como “operação” os locais das atividades, o percentual de avaliação sobe para 100%.
2-4 a) ii) O efeito das reformulações.
Maior precisão à realidade operacional, incorporando melhorias no entendimento técnico, alinhamento com normas e eventos excepcionais que impactam a gestão dos indicadores mencionados.
Trabalhadores que não são colaboradores
GRI 2-8
2-8 a) Relatar o número total de trabalhadores que não são colaboradores e cujo trabalho é controlado pela organização:
3 adidos e 1.986 estagiários.
2-8 a) i) descrever os tipos mais comuns de trabalhadores e a sua relação contratual com a organização;
Estagiários: relação contratual é realizada através do agente de integração CIEE (Centro de Integração Empresa Escola); e adidos: convênio de cedência de empregados entre os órgãos.
2-8 a) ii) descrever o tipo de trabalho que realizam.
Prestar atendimento a usuários de serviços bancários, realizar operações de caixa, fornecer documentos aos clientes e executar atividades de cobrança. Apoiar as atividades das agências e demais setores do Banco, administrar fluxos de malotes, compensar documentos e controlar documentação de arquivos. Estabelecer comunicação com os clientes, prestando-lhes informações sobre os serviços bancários.
2-8 b) Descrever as metodologias e pressupostos utilizados para compilar os dados, incluindo se os números são comunicados:
2-8 b) i) contagem em equivalente a horário completo (full-time equivalent – FTE), ou utilizando outra metodologia;
2-8 b) ii) no final do período de referência, como média durante o período de referência, ou utilizando outra metodologia.
Consulta ao banco de dados – sistema interno, considerando os totais no encerramento do ano.
2-8 c) Descrever variações significativas no número de trabalhadores que não são colaboradores durante o período abrangido pelo relatório e entre os períodos abrangidos pelo relatório.
Houve uma redução de 9,7% do número de estagiários entre 2022 a 2023. A variação ocorre devido ao período do contrato do estagiário, cuja validade é de até 2 anos. Outro motivo foi o aumento de contratações de funcionários em decorrência do concurso público, refletindo na redução no numero de estagiários no período.
Trabalhadores que não são colaboradores
GRI 2-8
2-8 a) Relatar o número total de trabalhadores que não são empregados e cujo trabalho é controlado pela organização:
Informações de trabalhadores que não são empregados |
||||
|---|---|---|---|---|
Tipo de trabalhador |
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
Estagiário |
2.200 |
1.986 |
1.947 |
-2,0% |
Adido |
- |
3 |
1 |
-66,7% |
Total |
2.200 |
1.989 |
1.948 |
-2,1% |
2-8 a) i) Descrever os tipos mais comuns de trabalhadores e a sua relação contratual com a organização;
A contratação dos estagiários é realizada por meio de parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (Ciee). O adido, por sua vez, foi integrado ao nosso quadro via convênio de cedência de empregados entre órgãos públicos.
2-8 a) ii) Descrever o tipo de trabalho que realizam;
As atividades desempenhadas por esses colaboradores incluem atendimento a usuários de serviços bancários, operações de caixa, fornecimento de documentos aos clientes, apoio às atividades das agências e demais setores do Banco, entre outras funções administrativas. Já o adido foi integrado ao nosso quadro por meio de convênio de cessão de empregados entre órgãos públicos, exercendo funções conforme definidas pelo convênio.
2-8 b) Descrever as metodologias e premissas usadas para compilar os dados, incluindo se o número de trabalhadores que não são empregados está relatado:
i. No total de empregados, em equivalentes em tempo integral, ou usando outra metodologia;
ii. Ao término do período de relato, como uma média ao longo do período de relato, ou usando outra metodologia.
Os números foram obtidos em nosso banco de dados considerando os dados totais consolidados no encerramento do ano.
2-8 c) Descrever variações significativas no número de trabalhadores que não são empregados durante o período abrangido pelo relatório e entre os períodos abrangidos pelo relatório.
O total de estagiários representa uma redução de 2% em relação ao ano anterior. No caso dos adidos, dois se aposentaram ao longo do período, refletindo tanto a renovação do time quanto a valorização da experiência acumulada.
Verificação externa
GRI 2-5
2-5 a) Descrever a política e a prática correntes adotadas pela organização para submeter o relatório a uma verificação externa, incluindo se e como o mais alto órgão de governança e os altos executivos estão envolvidos.
Como forma de ratificar a credibilidade de suas informações, este relatório foi submetido à Asseguração Limitada externa e independente ao Banco, realizada pela firma de auditoria Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda.
2-5 b) Se o relatório tenha sido submetido a uma verificação externa:
2-5 b) i) fornecer um link ou a referência ao(s) relatório(s) de garantia externo(s) ou à(s) declaração(ões) de garantia;
O relatório de asseguração encontra-se anexado ao Relatório de Sustentabilidade 2023.
2-5 b) ii) descrever o que foi verificado e em que base, incluindo as normas de garantia utilizadas, o nível de garantia obtido, e quaisquer limitações do processo de verificação;
O escopo da asseguração encontra-se mencionado no Relatório de Asseguração, anexado ao Relatório de Sustentabilidade 2023.
2-5 b) iii) descrever a relação entre a organização e a parte responsável pela verificação externa.
O Banrisul trabalha com a Deloitte também nos processos de auditoria das Demonstrações Financeiras, sendo essa uma entidade externa independente.
Verificação externa
GRI 2-5
O Banrisul se preocupa com a credibilidade de suas informações divulgadas ao mercado e submete seu relatório de sustentabilidade à asseguração limitada externa independente, realizada pela empresa Deloitte, que também realiza a auditoria das Demonstrações Financeiras.
A carta de asseguração pode ser encontrada no Relatório de Sustentabilidade, na página 119.
Verificação externa
GRI 2-5
2-5 a) Descrever sua política e sua prática para obter verificação externa, incluindo como e se o mais alto órgão de governança e altos executivos estão envolvidos;
Aprovado pela Diretoria Executiva, pelo Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática e submetido à apreciação do Conselho de Administração. Para reforçar a confiabilidade das informações, o conteúdo foi submetido à asseguração limitada externa e independente ao Banco, realizada pela firma de auditoria Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda.
2-5 b) Se o relato de sustentabilidade da organização obteve verificação externa: fornecer um link ou referência para o(s) relatório(s) de verificação externa ou declaração(ões) de verificação;
2-5 b) i) Fornecer um link ou referência para o(s) relatório(s) de verificação externa ou declaração(ões) de verificação
O relatório de asseguração encontra-se anexado ao Relatório de Sustentabilidade 2024.
2-5 b) ii) Descrever o que foi verificado e com base em quê, incluindo as normas de verificação usadas, o nível de verificação obtido, bem como quaisquer limitações do processo de verificação;
O relatório de asseguração encontra-se anexado ao Relatório de Sustentabilidade 2024.
2-5 b) iii) Descrever a relação entre a organização e o prestador do serviço de verificação externa.
O Banrisul trabalha com a firma de auditoria Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. também nos processos de auditoria das Demonstrações Financeiras, sendo essa uma entidade externa independente.
Lista de tópicos materiais
GRI 3-2
Lista de temas materiais:
Inovação e tecnologia;
Governança corporativa e integridade;
Privacidade e segurança de dados;
Práticas de venda e satisfação dos clientes;
Produtos e negócios sustentáveis;
Gestão de parceiros e fornecedores;
Desenvolvimento de capital humano;
Ecoeficiência;
Diversidade e inclusão;
Inclusão e educação financeira;
Estratégia de riscos ambientais, sociais e climáticos.
Em relação a 2021, novos temas foram adicionados à lista, sendo esses “Diversidade e inclusão”, “Governança corporativa e integridade”, “Privacidade e segurança de dados”, “Gestão de parceiros e fornecedores”, “Desenvolvimento de capital humano”, “Ecoeficiência” e “Inclusão e educação financeira”.
Em 2022, os temas “Abordagem de riscos e oportunidades relacionadas às mudanças climáticas” e “Qualidade do atendimento e dos serviços prestados” foram incorporados nos temas “Estratégia de riscos ambientais, sociais e climáticos” e “Práticas de venda e satisfação dos clientes”, respectivamente. O tema “Gerenciamento de riscos que possam impactar significativamente os negócios” também foi incorporado em “Estratégia de riscos ambientais, sociais e climáticos”.
Além disso, os temas “Gestão do consumo de energia e da geração de resíduos sólidos”, “Critérios para concessão de financiamento, impacto positivo e inadimplência”, “Investimento social na comunidade externa” e “Estratégias de expansão dos negócios” foram excluídos nessa nova etapa.
Lista de tópicos materiais
GRI 3-2
3-2 a) Listar seus temas materiais.
- Inovação e tecnologia
- Governança corporativa e integridade
- Privacidade e segurança de dados
- Práticas de venda e satisfação dos clientes
- Produtos e negócios sustentáveis
- Gestão de parceiros e fornecedores
- Desenvolvimento de capital humano
- Ecoeficiência
- Diversidade e inclusão
- Inclusão e educação financeira
- Estratégia de riscos ambientais, sociais e climáticos
3-2 b) Relatar mudanças na lista de temas materiais em comparação ao período de relato anterior.
Em relação a 2021, novos temas foram adicionados à lista, sendo esses “Diversidade e inclusão”, “Governança corporativa e integridade”, “Privacidade e segurança de dados”, “Gestão de parceiros e fornecedores”, “Desenvolvimento de capital humano”, “Ecoeficiência” e “Inclusão e educação financeira”.
Em 2022, os temas “Abordagem de riscos e oportunidades relacionadas às mudanças climáticas” e “Qualidade do atendimento e dos serviços prestados” foram incorporados nos temas “Estratégia de riscos ambientais, sociais e climáticos” e “Práticas de venda e satisfação dos clientes”, respectivamente. O tema “Gerenciamento de riscos que possam impactar significativamente os negócios” também é incorporado em “Estratégia de riscos ambientais, sociais e climáticos”.
Além disso, os temas “Gestão do consumo de energia e da geração de resíduos sólidos”, “Critérios para concessão de financiamento, impacto positivo e inadimplência”, “Investimento social na comunidade externa” e “Estratégias de expansão dos negócios” foram excluídos nessa nova etapa.
Lista de tópicos materiais
GRI 3-2
3-2 a) Listar seus temas materiais;
Ética, transparência e compliance;
Privacidade e segurança de dados;
Inovação e tecnologia;
Produtos e negócios sustentáveis;
Desenvolvimento, retenção e bem-estar dos colaboradores;
Mudanças climáticas;
Diversidade e inclusão;
Inclusão e educação financeira.
3-2 b) Relatar mudanças na lista de temas materiais em comparação ao período de relato anterior.
Em relação a 2023, incluímos um novo tema: mudanças climáticas, que incorporou os temas materiais de estratégia de riscos ambientais, sociais, climáticos e ecoeficiência. Por outro lado, alguns temas deixaram de fazer parte da lista na matriz de materialidade: práticas de venda e satisfação dos clientes; gestão de parceiros e fornecedores.
Processo para determinar os tópicos materiais
GRI 3-1
Para definição dos temas materiais, realizou-se um estudo de materialidade completo em 2022, com benchmark dos temas de pares, além da análise de documentos internos da Companhia e setoriais como ratings e standards ESG. A partir disso, foi levantada uma lista de temas relevantes para o setor. Esta lista foi discutida e validada com stakeholders importantes para o negócio por meio de entrevistas (Presidência, Gerência de Sustentabilidade e Diretoria) e, posteriormente, passou por uma etapa de priorização através de pesquisa on-line com grupo maior de partes interessadas.
Paralelamente, com base em uma análise dos documentos internos de riscos, foram levantados os possíveis impactos relativos a cada tema, que foram devidamente classificados quanto a sua natureza e posteriormente foram agregados à consolidação dos resultados da materialidade.
Os resultados apurados passaram por uma metodologia de aplicação de pesos para as respostas, de acordo com cada grupo respondente. Os resultados da pesquisa on-line foram consolidados junto à análise de impactos dos temas consultados e chegou-se à lista final de temas materiais.
A votação on-line teve a participação total de 1.315 pessoas dos grupos:
Colaboradores;
Acionistas/investidores (prioritários);
Acionistas/investidores (pulverizados);
Mercado de capitais;
Clientes;
Fornecedores principais;
Governo;
Representante do 3º setor e/ou instituições sociais;
Mídia especializada;
Representante de sindicato;
Diretoria;
Conselho de Administração;
Comitê de sustentabilidade.
Priorização e aprovação final:
Gerência de sustentabilidade, Presidente e Diretoria Administrativa. O resultado da Materialidade foi apresentado também ao Comitê de Sustentabilidade, Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática e Diretoria.
Processo para determinar os tópicos materiais
GRI 3-1
3-1 a) Descrever o processo seguido para definição dos temas materiais, incluindo:
3-1 a) i) como foram identificados os impactos negativos e positivos reais e potenciais na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos, em todas as suas atividades e relações de negócios;
Para definição dos temas materiais, realizou-se um estudo de materialidade completo em 2022, com benchmark dos temas materiais de pares, além da análise de documentos internos da Companhia e setoriais como ratings e standards ESG. A partir disso, foi levantada uma lista de temas relevantes para o setor. Esta lista foi discutida com stakeholders importantes para o negócio por meio de entrevistas e, posteriormente, passou por etapa de priorização através de pesquisa on-line com grupo maior de partes interessadas. Os resultados apurados passaram por uma metodologia de aplicação de pesos para as respostas de acordo com cada grupo de stakeholder respondente. Os resultados da pesquisa online foram consolidados junto à análise de impactos dos temas consultados e chegou-se à lista final de temas materiais.
3-1 a) ii) como priorizou os impactos para a elaboração de relatórios com base na importância.
Com base em uma análise dos documentos internos de riscos, levantamos possíveis impactos relativos a cada tema, que foram devidamente classificados quanto a sua natureza e posteriormente agregados à consolidação dos resultados da materialidade. Dessa forma, a lista final de temas foi definida com base nos impactos relativos aos temas consultados.
3-1 b) Especificar os stakeholders e os especialistas cujos pontos de vista embasaram o processo de definição dos seus temas materiais.
Participaram das consultas para definição da materialidade representantes dos grupos:
- Colaboradores
- Acionistas/investidores
- Mercado de capitais
- Clientes
- Fornecedores
- Governo
- Terceiro setor e/ou instituições sociais
- Sindicato
- Diretoria
- Conselho de Administração
- Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática
A aprovação final dos temas materiais foi feita pelas áreas de Sustentabilidade, presidente e Diretoria. O resultado da Materialidade foi apresentado também ao Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática.
Processo para determinar os tópicos materiais
GRI 3-1
3-1 a) Descrever o processo seguido para definição dos temas materiais, incluindo:
Ao longo de 2024, conduzimos uma revisão do estudo de materialidade para identificar os temas mais relevantes à nossa atuação. Neste ano, exercitamos conceitos da dupla materialidade, que envolveu a análise do impacto financeiro de temas ESG para o Banrisul e uma análise do nosso impacto no meio ambiente e na sociedade. Para definir os temas para tal análise, o processo iniciou-se com um benchmark de temas materiais de outras instituições do setor e a análise de contexto setorial.
3-1 a) i) Como foram identificados os impactos negativos e positivos reais e potenciais na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos, em todas as suas atividades e relações de negócios;
Os impactos de cada tema foram avaliados a partir de relatórios de consultorias especializadas e documentos internos de gestão de riscos.
3-1 a) ii) Como priorizou os impactos para a elaboração de relatórios com base na importância;
Os impactos foram classificados quanto à sua natureza e seu efeito financeiro para a Companhia.
3-1 b) Especificar os stakeholders e os especialistas cujos pontos de vista embasaram o processo de definição dos seus temas materiais.
Os principais grupos envolvidos no processo de definição dos temas materiais foram: Presidência, área responsável pela gestão da sustentabilidade e Diretoria. A votação online, realizada em 2022, contou com a participação de 1.315 pessoas de diferentes grupos de stakeholders, incluindo colaboradores, acionistas/investidores, mercado de capitais, clientes, fornecedores, governo, representantes de ONGs e instituições sociais, mídia especializada, sindicatos, Diretoria, Conselho de Administração e Comitê de Sustentabilidade.
Forma de gestão
GRI 3-3
O Banrisul possui uma Unidade de Segurança de TI – USTI, vinculada à Diretoria de Tecnologia e Inovação. A USTI atua na cultura de segurança interna e externa e tem uma estrutura que permite dar suporte às Unidades do Banco na ideação de novas soluções e negócios. Também é responsável por propor melhorias nas soluções específicas de que envolvem a segurança da informação.
A Unidade participa dos Comitês de Riscos Corporativos, de Gestão de Controles Internos e Compliance e de Gestão de Tecnologia da Informação, avaliando se foram observadas as questões de segurança da informação e cibernética nas proposições, novas soluções de negócio, nos trabalhos de avaliação de controles internos e de riscos e nas implementações e projetos de TI.
Da mesma forma, define e mantém, com revisão mínima anual, toda a Política de Segurança da Informação e Cibernética baseada nas melhores práticas e padrões internacionais, reforçando a cultura interna de segurança e comunicação, estabelecendo padrões e normas para preservar os ativos do Banco e dos clientes.
Para atender as constantes e crescentes demandas da segurança de TI, bem como prevenir e mitigar potenciais impactos e remediar os reais, a USTI atua na:
- Elaboração e gestão do ciclo de vida das políticas de segurança, como a Política de Segurança da Informação e Cibernética, Plano de Continuidade de Negócios e Normativa Internas de Segurança de TI;
- Treinamento constante dos colaboradores que atuam em segurança de TI e ação junto a fornecedores de sistema;
- Campanhas de conscientização de segurança direcionadas a clientes e colaboradores, sendo de destaque a campanha Dia da Internet Segura e a Semana da Segurança Digital promovida pela FEBRABAN com o mote “Pare & Pense: pode ser golpe!;
- Monitoramento e combate à fraude nos Canais Eletrônicos, com atualização constante das ferramentas e recursos de proteção dos canais de atendimento;
- Criptografia e assinatura digital, Segurança na Adquirência e Canais;
- Gestão de vulnerabilidade, detecções de incidentes de segurança da informação do Banco e proteção contra softwares maliciosos, com análise de sites e aplicativos disponibilizados pelo Banco à clientes e colaboradores e nos sistemas do Banco;
- Gestão de Identidades para controlar o acesso e permissões dos colaboradores aos recursos de TI do Banrisul;
- Atuação em grupos de trabalho Bacen e FEBRABAN;
- Apoio às áreas do Banco que estão diretamente envolvidas com medidas de tratamento dos impactos negativos que incidentes de segurança possam gerar.
As referidas campanhas são realizadas anualmente e amplamente divulgadas para clientes nas redes sociais e no Portal do Banrisul, assim como para os colaboradores da empresa através da Intranet. Para o público interno foi adicionalmente lançado o Novo Curso Livre EAD Segurança da Informação, o qual inclui o Manual Orientações de Segurança no Teletrabalho. Do ponto de vista dos clientes, também existe um processo crescente de sensibilização. As proteções utilizadas têm contribuído para que os clientes não sofram golpes conhecidos como “Account Take Over” (ATO), em que o fraudador assume o controle da conta corrente.
Como resultado desse trabalho contínuo foi possível disseminar a cultura de segurança, sensibilizando e engajando todos os níveis hierárquicos, a começar pela alta administração. Para os clientes, houve boa aceitação dos processos e procedimentos de segurança para acesso aos canais, o que demonstra que a cultura de segurança está sendo incorporada no seu dia a dia.
Como impacto positivo destacam-se as oportunidades de participação do Banco em eventos de tecnologia que tratam do tema de segurança e o recebimento de premiação por soluções e produtos que possuem características de segurança que se destacam.
Os processos utilizados para constatar a eficácia das ações na área de segurança de TI estão em sua maioria relacionados ao atendimento da PSIC (Política de Segurança da Informação e Cibernética) e no feedback dos canais de negócios. A Política é um instrumento importante para o controle e gestão da segurança da informação e parte das medidas tomadas pelo Banrisul para proteção dos seus ativos de TI.
A eficiência das ações do Banco antifraude com relação a produtos, como os relacionados ao Open Banking e API Market Place, é demonstrada pelo fato de não ter havido incidentes de segurança relevantes nos últimos anos.
O estabelecimento de objetivos, metas e indicadores em Segurança da Informação representa um grande desafio, pois a grande maioria deles acaba sendo direta ou indiretamente suscetível a fatores externos ou a ações que dependem de múltiplos atores.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Perda de certificações de segurança da informação |
Negativo |
Potencial |
Longo prazo |
Pontual |
Média |
Provisão de recursos humanos, materiais e de infraestrutura de tecnologia para manter as certificações. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Comunidade, Operações Banrisul. |
Otimização e eficiência em processos |
Positivo |
Real |
Médio |
Sistêmico |
- |
Nas atividades e processos que disponibilizam serviços com maior praticidade e agilidade. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Operações Banrisul. |
Aumento da qualidade dos serviços prestados |
Positivo |
Real |
médio |
Sistêmico |
- |
Satisfação dos clientes e redução do número de reclamações. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Comunidade, Operações Banrisul. |
Maior necessidade de investimentos em novas tecnologias e processos de negócio |
Positivo |
Real |
Médio |
Sistêmico |
- |
Qualidade do serviço prestado. |
Acionistas e Investidores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Com o avanço tecnológico, a inovação se torna cada vez mais relevante e necessária, seja como diferencial competitivo para as organizações, seja como um fator de melhoria e entrega de bem-estar para a sociedade. O Banrisul percebe a inovação como um pilar para os seus negócios e sustentabilidade para o fomento do ecossistema e dos diversos agentes que o compõem. Sendo assim, atua com inovação fechada e inovação aberta de forma estruturada.
A consistente atuação em inovação aberta é comprovada pelo Banritech, programa de inovação aberta que promove a aceleração de startups e apoia iniciativas como o Instituto Caldeira (hub de conexão de grandes empresas e startups) e NAVI (hub para desenvolvimento de inteligência artificial). O Banritech funciona também como a conexão do Banco com o ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul e do Brasil, promovendo a colaboração e troca de informações, práticas e aprendizados.
Estar cada vez mais próximo e influente no ecossistema de inovação permite que o Banrisul também avance na transformação da sua cultura interna, visto que o contato direto com diferentes soluções e formatos de trabalho impacta a renovação e consolidação do pensamento inovador ao desenvolver produtos e serviços.
O desenvolvimento de uma estratégia de inovação sólida permite que o Banco foque nos seguintes compromissos internos: priorização de recursos, entrega de soluções inovadoras, conquista de mercado e impulsão da transformação.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
O Banrisul identificou possíveis falhas de segurança de TI e possíveis falhas de arquitetura como impactos negativos potenciais.
Para preveni-los, o Banco realiza diferentes medidas, como: a elaboração e divulgação de informativos e campanhas de segurança, visando capacitar os clientes e colaboradores do Banco; a atualização constante das ferramentas e recursos de proteção dos canais de atendimento e relacionamento com os clientes; a atualização e manutenção de políticas de segurança que atendem os organismos reguladores e as necessidades específicas do negócio, além das políticas necessárias para atender o negócio; a atualização constante das ferramentas de monitoramento; a operação e manutenção de sistemas presente na infraestrutura de TI e de sistemas de última geração para monitorar e bloquear atividades suspeitas na infraestrutura de TI; a operação e controle de um Sistema de Gestão de Identidades e ID Digital; a operação e manutenção de sistemas para monitorar transações suspeitas nos canais de atendimento aos clientes; a operação e controle dos data centers; o treinamento constante dos colaboradores que atuam em segurança de TI; a criação e desenvolvimento de projetos para melhoria e manutenção da infraestrutura; a atuação em grupos de trabalho BACEN e Febraban e em grupos de trabalho criados para análise e aprovação de projetos, para entrega de soluções ao negócio e junto a fornecedores de sistema, para garantir a proteção necessária tanto aos clientes como à infraestrutura interna; a atuação junto a fornecedores de hardware e software para garantia da entrega dos serviços de infraestrutura contratados; a contratação de produtos e serviços que obrigatoriamente observem as normas nacionais (INMETRO 170/2012 / ABNT) e internacionais, e certificações EPEAT, RoHS, ENERGY STAR, ISO 14024, IEEE 1680 e subdivisões; o painel de pilotagem de projetos; a criação da terceira rota de fibra para o data center; e, por fim, a aquisição de equipamentos energeticamente mais eficientes quando da substituição do parque existente.
Todas essas medidas buscam mitigar os impactos negativos potenciais do Banrisul.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
O Banco busca enfrentar os impactos negativos reais com diferentes processos, como a operação do sistema para monitorar transações suspeitas nos canais de atendimento aos clientes; a operação do Centro de Operações de Segurança (SOC), que atua na detecção de tentativas de acesso, violações e incidentes de segurança da informação do Banco; o apoio às áreas do Banco que estão diretamente envolvidas com medidas de tratamento dos impactos negativos que incidentes de segurança possam gerar; e, por fim, a participação na elaboração e na aplicação de Planos de Continuidade Operacional (PCOs), Planos de Recuperação de Desastres (PRDs), e Planos de Continuidade de Negócios (PCNs), em conjunto com outras unidades, principalmente de negócios.
Todas essas ações buscam cooperar na remediação dos impactos negativos reais.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Medidas que fomentem a cultura de inovação e a participação do Banrisul no Ecossistema de Inovação gaúcho e brasileiro são realizadas para gerar e gerenciar os impactos positivos.
A participação em eventos de tecnologia que tratam do tema de segurança e o eventual recebimento de alguma premiação por soluções e produtos que possuem características de segurança que se destacam são oportunidades de geração de impacto positivo no tema. Nessas oportunidades, o Banrisul atua juntamente com outras áreas para garantir a divulgação desses eventos nos canais internos e mídias externas, trazendo uma visibilidade positiva para o negócio através da segurança de TI.
Outras medidas incluem treinamentos de colaboradores sobre temas de inovação e sua participação em projetos/atividades, como no South Summit e Semana Caldeira. Em 2023, foram iniciados alguns programas, projetos e processos que irão ajudar a gerenciar os impactos positivos. São eles: Tese de Inovação (direcionador dos esforços de inovação), Pipeline de Inovação (processo para desenvolvimento de ideias inovadoras), Programa E SE?! (Programa de Geração de Ideias) Circuito de Inovação (Programa de Treinamento em Temas de Inovação para Colaboradores) e Laboratório de Inovação (local para experimentação de ideias/soluções).
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
O Banco faz o rastreamento da eficácia das ações por meio das entregas de projetos; crescimento e boa reputação das soluções digitais; e monitoramento de indicadores e relatórios mensais de escalabilidade e de disponibilidade, pelas auditorias realizadas anualmente e pelo feedback dos canais de negócios.
Como citado anteriormente, em 2023, o foco foi a construção de processos/artefatos para promover o pensamento inovador e a criação de produtos e serviços inovadores. Sendo assim, a eficácia desses projetos será avaliada a partir de 2024.
Em relação à inovação aberta, em 2023, a eficácia foi medida pelo acompanhamento dos resultados dos parceiros que têm fomento direto e indireto do Banrisul. Para 2024, está prevista a estruturação de uma Comunidade Banrisul, que permitirá o acompanhamento de indicadores mais assertivos para avaliar a eficácia das iniciativas.
Nos produtos, a eficácia é monitorada por meio de:
- Avaliação periódica, a cada uma ou duas semanas, por parte das áreas de negócio e demais interessados, da evolução de cada produto, por meio da cerimônia de review.
- Aplicação de métricas UX para avaliar o desempenho de soluções específicas no contexto do produto.
- Coleta e análise de feedbacks dos usuários do produto, por meio de pesquisas e ferramentas de avaliação.
Algumas ferramentas que contribuem para o rastreamento da eficácia:
- A SATI é o canal de entrada para as demandas envolvendo ativos e serviços de infraestrutura de tecnologia.
- Painel de Pilotagem – com agrupamento e cruzamento de informações de consulta e controle para tomada de decisão, que permite acompanhar o ciclo de vida da solução de TI e das iniciativas (desde a ideia até a obsolescência), gerando também alertas que direcionam a atenção para o que é mais relevante e urgente no período de análise em questão.
- CA Spectrum Reports – relatórios mensais de escalabilidade coletados e analisados por cada coordenação técnica.
- A substituição do parque de estações (Edital 424.2023), a qual diminui consideravelmente as interrupções por falhas de hardware e oferece desempenho superior aos colaboradores na execução de tarefas, e tem recebido destaque na Instituição pela eficiência e celeridade do processo.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
O estabelecimento de objetivos, metas e indicadores em segurança da informação representa um grande desafio, pois a grande maioria deles acaba sendo direta ou indiretamente suscetível a fatores externos ou a ações que dependem de múltiplos atores. Os fatores externos não são controláveis e, por isso, qualquer meta poderia apresentar desvios quantitativos significativos, porém sem que isso, na maioria das vezes, seja reflexo de uma piora ou melhora em segurança da informação.
Ainda assim, há um trabalho permanente no sentido de identificar objetivos, metas e indicadores que possam ser significativos ao mercado e refletir o alto grau de segurança da informação já alcançado, sem expor informações internas ou confidenciais.
No entanto, já trabalhamos com uma grande meta: não ter incidentes relevantes de segurança da informação, o que vem sendo alcançado até o momento.
Com relação a TI, anualmente são recebidas as metas vindas da Diretoria, e a partir delas são traçados a estratégia e o planejamento para o alcance dos objetivos. De forma análoga à segurança da informação, alguns desses objetivos representam um grande desafio, pois, além da complexidade, grande parte deles acaba sendo direta ou indiretamente suscetível a fatores externos ou a ações que dependem de múltiplos atores/fatores. Cabe à gestão e a seus colaboradores mitigar ao máximo as possibilidades para que os objetivos possam ser alcançados, uma vez que os fatores externos não são controláveis e podem influenciar negativamente a entrega do resultado.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Percebe-se a eficácia das ações na área de segurança de TI pelo feedback dos canais de negócios, pelo crescimento dos negócios, pela adoção e crescimento das soluções digitais, pelo monitoramento dos golpes e fraudes contra clientes e pelo monitoramento dos ataques cibernéticos contra a infraestrutura do Banco.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
A gestão e operação da segurança da informação de uma instituição bancária traz um aprendizado diário, que é compartilhado primeiramente com as equipes internas e depois documentado em manuais internos e/ou em normas corporativas, ou até mesmo na Política. As alterações são divulgadas para a audiência adequada, como os fóruns internos da unidade. Não raro, os aprendizados levam também à necessidade de manutenções e de investimentos.
Os aprendizados são incorporados constantemente, pois as áreas impactadas são envolvidas nas etapas de construção e aprovação dos programas e processos. Outra maneira de incorporar os aprendizados é através da conexão entre o Banrisul e agentes externos.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Para a proteção das informações e de sua infraestrutura de TI, tem-se como stakeholder a Diretoria do Banco, que apoia e promove as ações propostas. Por outro lado, a implementação das políticas e métodos que visam a segurança depende da ação e do patrocínio das Unidades de Tecnologia e Negócios, através de seus gerentes e superintendentes; assim, eles também estão na categoria de stakeholders. Esse grupo também tem realizado todos os esforços para colocar em prática as políticas e métodos previamente definidos, contribuindo para uma cultura geral de segurança na Instituição.
Devido aos projetos de inovação serem estratégicos e trabalharem a cultura de inovação, os stakeholders precisam ser incluídos durante todas as etapas do projeto, ou seja, desde a ideia até a implementação. A partir do retorno das avaliações dos stakeholders, o projeto vai sendo modelado.
Em relação ao relacionamento com parceiros no ecossistema de inovação, o contato com universidades, outras empresas e parceiros oferece um feedback que é constantemente avaliado e contribui para o planejamento das atividades e estratégias estabelecidas para atuação e fomento.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas destes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
Nossa Política de Segurança da Informação e Cibernética segue padrões internacionais e é revisada anualmente, com diretrizes para monitoramento contínuo, operação do Centro de Operações de Segurança (SOC), atuação junto a fornecedores e atualização constante das ferramentas de proteção de canais e sistemas. Também operamos um sistema de Gestão de Identidades e mantemos uma estrutura de prevenção a fraudes com atuação em grupos de trabalho do BC e da Febraban.
A inovação é um pilar estratégico para o desenvolvimento sustentável, a competitividade e a geração de valor para a sociedade. Nossas ações estão alinhadas a marcos internacionais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com destaque para os ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura) e 17 (Parcerias e Meios de Implementação), ao Manual de Oslo e às boas práticas recomendadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Implementamos, em 2024, um modelo ágil e flexível para a aprovação e execução de projetos de inovação. Por meio da criação de fluxos de trabalho simplificados, critérios para priorização de iniciativas e a definição de indicadores de desempenho para medir o impacto e a eficácia das ações.
A Unidade de Inovação realiza análises regulares para identificar e mitigar possíveis riscos associados aos projetos, garantindo que os impactos negativos sejam minimizados e que as iniciativas estejam alinhadas aos princípios de sustentabilidade e responsabilidade corporativa.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
No campo da segurança da informação, temos atuado de forma proativa diante do avanço dos ataques de engenharia social, que também passaram a utilizar IA para enganar usuários. Nossas campanhas de conscientização, como o Dia da Internet Segura e a Semana da Segurança Digital, foram fortalecidas em parceria com a Febraban. Renovamos a certificação PCI DSS, conforme a versão 4.0.1, garantindo nossa operação segura com cartões na rede Vero e assegurando o tratamento responsável de dados sensíveis.
Outras medidas foram o monitoramento de transações suspeitas 24 horas por dia, a operação de sistema de Gestão de Identidades e uma estrutura de prevenção a fraudes com atuação em grupos de trabalho do BC e da Febraban.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
São medidas relevantes a participação em eventos de tecnologia e o recebimento de premiações por soluções com destaque em segurança, adoção de iniciativas como a troca do parque de estações e a implantação da Plataforma Colaborativa na rede de agências.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Entre os processos utilizados para rastrear a eficácia, destacam-se o acompanhamento de feedback dos canais de negócios, retorno dos parceiros diretos e indiretos e avaliações periódicas com base na aplicação de metas UX, visam melhorar a usabilidade, satisfação e engajamento do usuário.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Entre os principais objetivos dos nossos programas de inovação, destacamos a gestão do desenvolvimento de novas tecnologias e canais digitais com foco na experiência dos clientes, além da governança sobre a efetivação, priorização e entrega de jornadas digitais.
Entre as metas para o ano de 2024 estão: construir manuais internos de processos da unidade; estruturar projetos de otimização (automatização ou eliminação) de processos da unidade; redução do valor do conjunto de contratos licitados e renovados; e assegurar a inexistência de incidentes relevantes de segurança da informação.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Para área de inovação financeira, nosso progresso em relação aos objetivos em 2024 não foi o esperado, pois apesar do tema ser estratégico para o Banco, ainda não se consolidou como disciplina na Instituição.
O processo de verificação da eficácia se dá por meio de feedback das áreas de negócio e demais stakeholders, pela reputação positiva das soluções digitais e monitoração de indicadores relacionados à infraestrutura do Banco.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
Devido a necessidade de fortalecer a cultura de inovação e o amadurecimento do tema na Instituição, o principal aprendizado do ano de 2024 foi desenvolver ações mais detalhadas, reduzindo a quantidade de iniciativas e aprofundando a relevância e impacto da entrega.Os aprendizados são compartilhados inicialmente com as equipes internas e depois documentado em manuais internos, normas corporativas, ou em Políticas Institucionais.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
A escuta ativa aos nossos clientes, combinada a reuniões frequentes com áreas parceiras e instâncias colegiadas, é essencial para embasar o desenvolvimento de soluções e medidas alinhadas às reais necessidades do mercado.A comunicação das medidas tomadas a partir dos feedbacks, assim como os resultados obtidos, são apresentados em reuniões com áreas parceiras, colegiado e durante a cerimônia de review. As informações apresentadas ficam disponíveis para consulta no Sharepoint, onde há também a indicação do e-mail do time para envio de dúvidas, feedbacks ou solicitações de informações adicionais.
Emissões diretas (Escopos 1, 2 e 3) de Gases de Efeito Estufa (GEE)
GRI 305-1, GRI 305-2, GRI 305-3
305-1 a) Total de emissões diretas (Escopo 1) de GEE em toneladas métricas de CO2 equivalente.
305-1 c) Emissões biogênicas de CO2 em toneladas métricas de CO2 equivalente.
305-2 a) Total de emissões indiretas (Escopo 2) de GEE provenientes da aquisição de energia em toneladas métricas de CO2 equivalente calculadas com base na localização.
305-3 a) Total de outras emissões indiretas (Escopo 3) de GEE em toneladas métricas de CO2 equivalente
305-3 c) Emissões biogênicas de CO2 em toneladas métricas de CO2 equivalente.
Toneladas de CO₂e por ano 123 |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Tipo de emissões |
2020 |
2021 |
2022 |
2023 |
2024 |
△ 2024/2023 |
Escopo 1 (emissões diretas) |
639,7 |
958,3 |
728,5 |
734,3 |
1.078,9 |
46,9% |
Emissões biogênicas de CO₂ |
6,9 |
28,4 |
33,4 |
60,5 |
73,6 |
21,7% |
Escopo 2 (emissões indiretas) |
2.067,6 |
4.641,9 |
1.446,8 |
1.352,4 |
1.721,5 |
27,3% |
Escopo 2 (Abordagem de escolha de compra) |
2.067,6 |
- |
- |
- |
- |
- |
Escopo 3 (outras emissões indiretas) |
- |
5.054,3 |
7.684,9 |
6.176,2 |
4.883,1 |
-20,9% |
Emissões biogênicas de CO₂ |
- |
843,2 |
1.430,1 |
1.454,1 |
1.103,6 |
-24,1% |
Outro - HCFC 22 (R22) |
- |
2.939,9 |
1.007,5 |
1.217,5 |
1.427,9 |
17,3% |
¹ Os Gases de Efeito Estufa (GEE) considerados no inventário, conforme a metodologia GHG Protocol, incluem CO₂, CH₄, N₂O, HFCs, PFCs, SF₆ e NF₃. O primeiro inventário completo e auditado foi realizado em 2021, conferindo maior assertividade e transparência às métricas e metas. As emissões no ano-base, 2021, totalizaram 958,9 toneladas de CO₂ equivalente. Esse inventário foi o primeiro realizado de forma integral e assegurado por uma terceira parte independente. O cálculo das emissões segue os fatores de emissão e índices definidos pela ferramenta de cálculo do GHG Protocol. As informações dos inventários consolidam as emissões de três empresas: Banco do Estado do Rio Grande do Sul, Banrisul Soluções em Pagamentos e Banrisul Armazéns Gerais. A metodologia de cálculo adota as abordagens de controle operacional e participação societária, conforme as diretrizes do GHG Protocol.
² No ano-base, registramos 4.642,3 tCO2 equivalentes no Escopo 2, seguindo a metodologia do GHG Protocol para a conversão de emissões para tCO₂e. Não foi identificada a necessidade de realização de novos cálculos para os dados registrados.
³ Foram considerados todos os Gases de Efeito Estufa conforme a metodologia do GHG Protocol, utilizando exclusivamente as categorias previstas pela referida metodologia. No ano de 2021, que serve como ano-base, registramos 5.054,4 tCO₂e no Escopo 3. Não foi identificada a necessidade de realizar novos cálculos para as emissões do ano-base.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas destes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
A Política de Gestão de Risco Social, Ambiental e Climático estabelece as diretrizes que norteiam a gestão desses riscos no Banrisul. O instrumento foi construído com base nos preceitos da Resolução CMN 4.557/17, que dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento de riscos e a estrutura de gerenciamento de capital.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Entre as principais iniciativas para redução das emissões, destacamos a migração do consumo para fontes 100% renováveis de energia, a implementação do processo de consumo de energia por geração distribuída e a continuidade do projeto de modernização dos aparelhos de ar-condicionado.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Através de ações estratégicas, como a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa e o investimento em energia renovável, buscamos minimizar nossa contribuição para o aquecimento global.
Programa Banrisul Reconstruir RS: esta iniciativa foi essencial para apoiar a reconstrução das comunidades afetadas pela inundação ocorrida em 2024, mobilizando recursos e estratégias para ações emergenciais e estruturantes. O programa incluiu medidas como apoio financeiro aos clientes, repactuação de dívidas, isenção de tarifas, linhas de crédito emergenciais e suporte integral aos colaboradores impactados. Essas ações foram fundamentais para garantir a continuidade dos serviços essenciais e para mitigar os impactos da tragédia.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
Mensuramos nossas emissões de GEE há quatro anos e temos aprimorado continuamente nossas práticas de gestão, mitigação e compensação. Em 2024, realizamos um diagnóstico climático detalhado da carteira de crédito e da cadeia de fornecedores, com o objetivo de identificar setores com maior impacto ambiental e mapear a exposição a riscos socioambientais.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Realizamos pesquisas periódicas, como o Net Promoter Score (NPS), para avaliar a satisfação e a lealdade de nossos clientes, garantindo a melhoria contínua de nossos produtos, serviços e processos.
Anualmente, é realizada uma auditoria do inventário de Gases de Efeito Estufa, por terceiro independente, de modo a verificar se as informações coletadas e o cálculo das emissões estão adequados à metodologia GHG Protocol, para posterior disponibilização dos resultados no Registro Público de emissões.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
No Plano de Mitigação e Compensação de Gases de Efeito Estufa, aprovado desde 2022, estabelecemos como meta reduzir em 25% as emissões de GEE dos escopos 1 e 2 até 2030, além de compensar integralmente as emissões remanescentes por meio do nosso projeto anual de carbono neutro. O plano prevê a compensação das emissões de Escopo 1 verificadas através do inventário de Gases de Efeito Estufa, com a aquisição equivalente de créditos de carbono e as emissões de Escopo 2, através de utilização de certificados de energia renovável para demonstrar a rastreabilidade da energia consumida pelo Banrisul, oriunda de fontes renováveis.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
A implementação da migração para o ambiente livre de contratação de energia resultou, em 2024, em mais de 48% da energia consumida produzida por fontes renováveis, evitando a emissão de aproximadamente 804 toneladas de CO2 equivalente.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
A percepção da necessidade de um acompanhamento permanente dos indicadores de emissões das categorias do inventário de Gases de Efeito Estufa exigiu que fossem implementadas rotinas de coletas dos dados juntos às áreas responsáveis, permitindo que, pelo menos, as emissões de Escopo 1 e 2, passassem a ser monitoradas mensalmente. Do mesmo modo, para categorias de Escopo 3, como viagens a negócios e emissões casa trabalho, os aprendizados em relação aos inventários de anos anteriores possibilitaram a implementação de melhorias nos processos com o objetivo de qualificar a base de dados de colaboradores e áreas específicas que fornecem os dados.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
O engajamento com stakeholders ocorre durante o processo de coleta de dados necessários ao monitoramento das emissões de Gases de Efeito Estufa. Diversos stakeholders são envolvidos nesse processo, desde colaboradores, prestadores de serviços, Conselho de Administração (CA) e Comitê de Riscos Social, Ambiental e Climático (CRSAC) no feedback e a avaliação dos reportes de sustentabilidade, sempre que necessário.
O CRSAC é atualizado com reportes climáticos periodicamente, emitindo seus respectivos feedbacks.
Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades decorrentes de mudanças climáticas
GRI 201-2
201-2 a) Riscos e oportunidades apresentados pelas mudanças climáticas com potencial de gerar mudanças substanciais nas operações, receitas ou despesas, incluindo:
I) Uma descrição do risco ou da oportunidade e sua classificação como físico(a), regulatório(a) ou de outra natureza;
Mais do que atender às exigências regulatórias, adotamos uma postura proativa na análise de riscos socioambientais. Riscos físicos de curto prazo incluem danos a ativos e à infraestrutura, além de possíveis impactos no relacionamento com setores carbono-intensivos.
Ao mesmo tempo, enxergamos oportunidades concretas. Intensificamos o apoio a projetos de adaptação climática e infraestrutura resiliente. No médio e longo prazo, queremos direcionar recursos a setores com menor risco climático e maior contribuição para a transição para uma economia de baixo carbono.
II) Uma descrição do impacto associado ao risco ou à oportunidade;
Reconhecemos que eventos extremos, como chuvas intensas ou longos períodos de seca, podem afetar diretamente tanto a capacidade de pagamento dos nossos clientes quanto a operação do próprio Banco. Riscos físicos de curto prazo incluem danos a ativos e à infraestrutura, além de possíveis impactos no relacionamento com setores carbono-intensivos.
III) As implicações financeiras do risco ou da oportunidade antes de serem tomadas medidas;
A concentração da carteira em setores vulneráveis pode comprometer a liquidez e a competitividade da nossa Instituição.
IV) Os métodos utilizados para gerenciar o risco ou a oportunidade;
Utilizamos tecnologia de georreferenciamento para monitorar as áreas financiadas, aplicando filtros que nos ajudam a identificar sobreposição com áreas protegidas, práticas inadequadas de uso do solo, indícios de desmatamento e outras questões sensíveis. Essas análises são parte essencial do nosso processo de concessão de crédito.
Monitoramos mensalmente a carteira de crédito, com atenção especial às operações de maior exposição. Avaliamos o setor de atuação, a capacidade de gestão de riscos dos clientes, a localização dos empreendimentos e os fatores que podem agravar ou mitigar impactos. Mantemos, ainda, um Plano de Contingência de Liquidez que considera cenários de estresse causados por riscos sociais, ambientais ou climáticos.
V) Os custos das medidas tomadas para gerenciar o risco ou a oportunidade.
Em 2024, as ações para gerenciamento de riscos e oportunidades somou R$ 719.276,32.
Publicações
Cobertura e frequência das auditorias para avaliar a implantação de políticas socioambientais e procedimentos de avaliação de risco
GRI G4 DMA
1) Se a organização implementou sistemas de auditoria para suas políticas de avaliação de riscos ambientais e sociais.
A área de Auditoria Interna do Banrisul está vinculada ao Conselho de Administração e atua com um escopo amplo, cobrindo todas as atividades do Banco e das empresas do conglomerado.
Entre os trabalhos conduzidos, destacam-se as auditorias voltadas ao cumprimento das Resoluções CMN 4.945/2021 e 4.557/2017, que tratam da Política de Responsabilidade Socioambiental e Climática (PRSAC) e da gestão dos riscos relacionados.
2) Quaisquer exclusões ou limitações à cobertura de auditoria de regiões ou produtos e serviços.
Não existem exclusões ou limitações à cobertura de auditoria relacionada a regiões ou produtos e serviços. Entre os trabalhos conduzidos, destacam-se as auditorias voltadas ao cumprimento das Resoluções CMN 4.945/2021 e 4.557/2017, que tratam da Política de Responsabilidade Socioambiental e Climática (PRSAC) e da gestão dos riscos relacionados.
3) Se a(s) auditoria(s) foi(são) realizada(s) por auditor(es) interno(s) ou externo(s).
Auditoria Interna.
4) Os nomes de quaisquer normas utilizadas para a auditoria.
Resolução CMN 4.945, de 15 de setembro de 2021;
Resolução CMN 4.557, de 23 de fevereiro de 2017.
5) Ações de acompanhamento (se houver) para constatações gerais da(s) auditoria(s).
Essas auditorias são feitas periodicamente e apresentadas à alta administração, garantindo transparência e alinhamento com as normas regulatórias.
Durante esse processo, foram identificadas oportunidades de melhoria na gestão do risco socioambiental e climático (RSAC), como a definição de limites de exposição e a criação de políticas e processos específicos. As ações corretivas nas empresas controladas estão em andamento, com previsão de conclusão até junho de 2025. Também estão sendo aprimorados os relatórios gerenciais e o processo de identificação, controle e mitigação desses riscos.
Descrição de abordagem para incorporação de fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) na análise de crédito
SASB FN-CB-410a.2
1) A entidade deve descrever a sua abordagem à incorporação de fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) na sua análise de crédito.
Incorporamos fatores ESG à gestão de risco de crédito, com análises setoriais, locacionais, do cliente e da operação. Utilizamos metodologia própria de Taxonomia de Riscos Social, Ambiental e Climático, alinhada à Taxonomia Verde da Febraban, para identificar setores sensíveis e definir protocolos específicos, como o de gestão do risco de desmatamento ilegal na cadeia da carne bovina.
3) A entidade deve descrever as políticas que determinam a sua abordagem em relação à incorporação de fatores ESG na análise de crédito.
Contamos com a Política de Gestão do Risco Social, Ambiental e Climático, que estabelece responsabilidades em todas as instâncias da Organização, da alta administração às áreas operacionais. A governança desses temas conta com o apoio da Auditoria Interna, Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, Diretoria de Riscos e áreas especializadas.
4) A entidade deve discutir a forma como incorpora os fatores do ESG ao estimar as perdas de crédito durante o prazo contratual dos ativos financeiros da entidade.
Incorporamos variáveis ESG no Programa de Testes de Estresse e nas análises microeconômicas, avaliando fatores como consumo de água e energia, conservação da biodiversidade e uso de recursos naturais nos setores financiados. Esses elementos também são considerados no cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD), garantindo maior consistência ao processo de concessão de crédito.
5) A entidade deve descrever a sua abordagem à implementação dos aspectos das práticas ESG.
Incorporamos fatores ESG à gestão de risco de crédito, com análises setoriais, locacionais, do cliente e da operação. Utilizamos metodologia própria de Taxonomia de Riscos Social, Ambiental e Climático, alinhada à Taxonomia Verde da Febraban, para identificar setores sensíveis e definir protocolos específicos, como o de gestão do risco de desmatamento ilegal na cadeia da carne bovina.
6) A entidade deve descrever sua abordagem de supervisão e responsabilidade para a incorporação de fatores ESG.
A Política de Gestão do Risco Social, Ambiental e Climático estabelece responsabilidades em todas as instâncias da Organização, da alta administração às áreas operacionais. A governança desses temas conta com o apoio da Auditoria Interna, Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, Diretoria de Riscos e áreas especializadas.
7) A entidade deve discutir se efetua uma análise de cenários e/ou modelização em que o perfil de risco das tendências futuras do ESG é calculado ao nível da carteira de exposição ao crédito comercial e industrial.
No processo metodológico da Taxonomia de Riscos Social, Ambiental e Climático, os setores são avaliados quanto à sua exposição. Para os aspectos sociais e ambientais, são consideradas informações com base em dados históricos de ocorrências. Para o risco climático, além dos dados históricos, são analisadas também tendências e fatores que impactam a atividade, especialmente no contexto da transição para uma economia de baixo carbono.
O Programa de Testes de Estresse realiza a avaliação de cenários futuros, nos quais essas exposições (sociais, ambientais e climáticas) são agravadas, verificando a resiliência da Instituição frente a eventos dessa natureza.
Mais informações sobre o Programa de Testes de Estresse estão disponíveis no Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas.
8) A entidade discutirá as tendências do ESG que considera como amplamente aplicáveis em termos do seu impacto nos sectores e indústrias, bem como as tendências que considera como setoriais ou específicas da indústria.
Em linha com as diretrizes estabelecidas em sua Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC), a Instituição possui restrição, total ou parcial, à concessão de crédito para determinados setores da economia, em decorrência de aspectos sociais, ambientais ou climáticos. A relação de setores econômicos sujeitos a restrições nos negócios, considera tanto a vulnerabilidade quanto o impacto desses setores em aspectos ESG.
Considerando a relação entre desmatamento e impactos climáticos decorrentes, a Instituição gerencia o risco de desmatamento ilegal da sua carteira de crédito. Assume o compromisso de garantir que suas operações de crédito com frigoríficos e matadouros de abate bovino sejam livres de desmatamento ilegal.
9) A entidade deve descrever concentrações significativas de exposição de crédito a fatores de ESG, incluindo, mas não se limitando, ativos relacionados com o carbono, regiões em estresse hídrico e riscos de cibersegurança.
Não foram identificadas concentrações significativas de crédito.
Mais informações sobre concentrações estão disponíveis no Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas.
10) A entidade deve descrever como os fatores ESG são incorporados na avaliação e influenciam as perspectivas da entidade.
Incorporamos variáveis ESG no Programa de Testes de Estresse e nas análises microeconômicas, avaliando fatores como consumo de água e energia, conservação da biodiversidade e uso de recursos naturais nos setores financiados. Esses elementos também são considerados no cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD), garantindo maior consistência ao processo de concessão de crédito.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos;
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios;
As respostas destes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
Nosso compromisso com os princípios ESG (ambiental, social e de governança) têm evoluído significativamente nos últimos anos, com o fortalecimento da governança corporativa por meio da formulação de políticas, da adequação estatutária e da consolidação de estruturas que apoiam a tomada de decisão com base em ética, transparência e responsabilidade.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não há impactos negativos potenciais referentes ao tema.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Em um ano profundamente marcado pela tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, adotamos, no período das enchentes, medidas emergenciais para apoiar a população, assegurar a continuidade das operações e contribuir com a reconstrução do Estado.
Utilizamos uma rede de técnicos conveniados para elaborar projetos e orçamentos de financiamento, levando em consideração práticas sustentáveis adaptadas às realidades locais dos produtores. Essa prática contribui para mitigar riscos, reduzir impactos negativos e permitir intervenções mais assertivas quando necessário.
Operações com maior exposição passam por avaliações mais detalhadas, incluindo verificação de licenças, compliance socioambiental, georreferenciamento e garantias.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
Nesse contexto, avançamos também de forma significativa na gestão de impactos positivos, conduzindo um trabalho estruturado com consultoria especializada para mapear nossas principais fontes de impacto e propor ações que potencializem os efeitos das nossas operações. Esse esforço é complementado pela atuação da Auditoria Interna, que contribui para a viabilização de ações efetivas, acompanhando não apenas a conformidade regulatória, mas também a eficácia das medidas de mitigação socioambiental adotadas.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Por meio de auditorias externas, consultorias especializadas, participação em Programas como o GHG Protocol e CDP e o desenvolvimento de relatórios técnicos e de sustentabilidade.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Em nosso Planejamento Estratégico 2024–2026, há o direcionamento de ações para reduzir emissões de CO2, aumentar a eficiência energética, conservar o solo e fortalecer a gestão socioambiental.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Embora o processo de gestão integrada de impactos ainda esteja em fase de consolidação, já contamos com mecanismos internos de mitigação e supervisão, incluindo a atuação da Auditoria Interna, que contribuem para a efetividade das ações.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
A revisão da nossa Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática em 2024 incorporou metodologias para enquadramento de produtos sustentáveis.Ao longo do ano, aprofundamos nosso conhecimento sobre finanças sustentáveis e incorporamos esses aprendizados em nossas práticas e políticas internas, alinhando nossa atuação às melhores práticas do setor.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
O feedback dos stakeholders é incorporado por meio de pesquisas de satisfação, canais de atendimento, canal de denúncias e diálogos constantes com investidores e reguladores. Esse retorno tem impacto direto na melhoria dos processos internos, como a adaptação de procedimentos e a inclusão de requisitos adicionais nas fichas de compliance, alinhando as práticas às expectativas de acionistas e investidores.Para garantir a eficácia dessas ações, contamos com um Plano de Comunicação que define as estratégias e os canais utilizados para fornecer informações claras e acessíveis aos nossos públicos de interesse.
Forma de gestão
GRI 3-3
As políticas ou compromissos para com o tema material são a PRSAC (Política de Responsabilidade Social Ambiental e Climática) que contempla processos e negócios de forma abrangente, mas, em breve, será implementado o Bureau Verde pelo BC (para o Agro), o qual permite que benefícios no crédito rural sejam concedidos aos clientes que possuírem os critérios de sustentabilidade enquadrados no Programa.
Em relação às medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, visando fortalecer a oferta de recursos voltados para o crédito rural, ampliou-se o Programa Sementes e a Operação 365, que estimulam a preservação e manutenção das qualidades químicas, física e biológicas do solo, elevando a produtividade. É ministrado treinamento para os colaboradores das agências, com periodicidade quase mensal sobre produtos sustentáveis do crédito rural, para apoiar no oferecimento de financiamento para produção de biofertilizantes.
Para a concessão de créditos, o Banrisul elabora o relatório de avaliação de riscos para operações de valor superior a R$ 10 milhões, com análise social, ambiental e climática da empresa, visando a melhoria constante desse processo para trazer agilidade, por meio da digitalização de documentos e da contratação do sistema de Compliance socioambiental das propostas de créditos.
Como medida de enfrentar os impactos negativos reais, o sistema de Compliance Socioambiental também é uma ferramenta usada para enfrentar os impactos negativos e reais, já que verifica se a empresa financiada possui alguma restrição para a concessão de crédito rural, como unidade de conservação, embargo IBAMA e ICMBio e estar inscrito em lista de trabalho escravo. Como apoio, o Banrisul também conta com uma rede de técnicos conveniados para elaboração de projetos/orçamentos.
Para o rastreamento das medidas tomadas, os dados levantados no sistema passam por auditorias interna e externa, benchmarks e inspeções do Bacen e BNDES. Também temos uma consultoria especializada no agronegócio para acompanhar as movimentações internas, sugerindo melhorias dos processos.
Com as medidas tomadas temos o objetivo de continuar atendendo as legislações ambientais e fazer mais uma revisão do normativo interno, a fim de mantê-lo atualizado. Foi possível progredir e aprimorar o conhecimento nas áreas de Compliance socioambiental, através de cursos, treinamento e verificação do sistema de Compliance em todas as áreas financeiras. Em relação aos impactos econômicos, no credito ao agronegócio, é observada a viabilidade das propostas por meio da conferência dos projetos e estimativa de fluxo de caixa.
No âmbito social, para gerenciar impactos positivos, não concedemos créditos para pessoas que tenham restrições e o Banco disponibiliza dotações específicas para pequenos e médios produtores. Há também gestão do seguro das lavouras Proagro Mais, que além da cobertura dos custos de produção, oferece verba para manutenção do custo do produtor em caso de problemas com a safra.
Estamos sempre analisando as tendências de mercado, propondo projetos para desenvolvimento ou reposicionamento de produtos, serviços e tarifas, com as demais áreas gestoras de produtos através de pesquisa, sugestões recebidas via ouvidoria e benchmarking com as áreas. A meta é aumentar a concessão de crédito rural com viés sustentável.
Ainda em 2022, o Banrisul, com vistas a viabilizar a criação do fundo de investimento que integre questões ESG, realizou reuniões com empresas de consultoria reconhecidas no mercado, para fazer o levantamento dos recursos necessários para a implementação do novo processo. Foi constituído um grupo de trabalho responsável pelo tema “sustentabilidade” na Companhia, que tem como atribuição avaliar mais profundamente o assunto e implementar as ações necessárias para a criação/inclusão de produtos de investimento ESG no portfólio.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Fomento ao micro e pequeno empreendedorismo |
Positivo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
O impacto será gerado conforme a finalidade do crédito concedido, geralmente, para capital de giro, que irá possibilitar a manutenção do empreendimento, melhorias e ampliações de pequeno porte. |
Acionistas e Investidores, Comunidade, Clientes, Operações Banrisul. |
Aumento de renda familiar |
Positivo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Após concessão de financiamento, quando este passa a dar retorno financeiro ao mutuário. |
Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Contaminação do solo, corpos d'água, e impacto na biodiversidade e saúde humana |
Negativo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
Média |
Causado indiretamente através da concessão de crédito ao produtor rural, que faz aplicação de insumos como agroquímicos no solo e gera o impacto. |
Comunidade, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Aumento do consumo de energias renováveis |
Positivo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
O produtor rural ao instalar as placas solares ou outro tipo de energia renovável em sua propriedade, contribuindo para aumento do consumo de energia limpa e redução do consumo de energia convencional. |
Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Expansão da fronteira agrícola, causando situações de desmatamento ou realização de atividades agropecuárias em áreas impedidas |
Negativo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
Média |
O produtor rural, seja, PF ou PJ, que desmata áreas sem permissão para aumentar a área cultivada, assim como aquele produtor que implanta seu empreendimento em alguma área restrita, como terras indígenas, áreas Quilombolas, unidades de conservação, entre outros. |
Comunidade, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Impacto no resultado do negócio por ainda não ter produtos de investimento ESG no portfólio |
Negativo |
Potencial |
Curto prazo |
Pontual |
Alta |
A Banrisul Corretora de Valores está atenta à possibilidade de perder clientes devido ao fato de ainda não ter produtos de investimento ESG no portfólio, já que os investidores, em especial as novas gerações, buscam se relacionar com empresas sustentáveis ou orientadas por propósitos. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
O incentivo às ações e práticas sustentáveis é um pilar estratégico do Banrisul. Há constante busca por facilitação da concessão de crédito a beneficiários que comprovadamente atuem de forma sustentável, implementando práticas e tecnologias capazes de reforçar a necessidade de atuação para não gerar impactos para futuras gerações, criando assim uma cultura de sustentabilidade.
Não há política específica quanto aos produtos com viés de sustentabilidade. No entanto, com a concessão dos produtos de crédito, espera-se que os recursos utilizados pelas empresas promovam a qualidade de vida dos seus colaboradores e das comunidades e reduzam impactos ambientais.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não foram identificados impactos negativos potenciais.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
O Banco utiliza uma rede de técnicos conveniados para a elaboração de projetos/orçamentos e libera financiamentos em conformidade com a recomendação técnica.
Para a adequada concessão de crédito, a Instituição adotou o processo de análise de compliance socioambiental de todas as propostas de crédito rural, com avaliação da regularidade ambiental, idoneidade dos entes e práticas agropecuárias, e com verificação de critérios ambientais, sociais e climáticos legais. Isso permite aferir se o tomador ou a área financiada possui alguma restrição para concessão de crédito rural, em algum dos aspectos.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
A gestão ambiental está baseada principalmente na conformidade regulatória, que dispõe de regras rígidas e irá se somar às determinações do Bureau Verde do Banco Central do Brasil (Bacen). Todas as operações de custeio estão incorporadas nas fichas de compliance e o Banco passa constantemente por auditorias interna e externa, além de inspeções do Bacen e BNDES.
Atenta à legislação, a Instituição revisou o normativo interno que trata da regularidade ambiental. Sua meta é aumentar a concessão de crédito rural com viés sustentável e, para tanto, prepara uma campanha de divulgação do crédito para a rede de agências e assistentes técnicos das linhas de crédito, por meio de cursos, palestras e participação em eventos, como feiras agropecuárias.
Por fim, o Banco possui parceria e convênio com assistentes técnicos, instituições de assistência técnica e revenda de máquinas e equipamentos, o que possibilita um atendimento mais ágil e com maior informação ao produtor rural.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
O Banco é constantemente auditado por auditoria interna e externa, além de inspeções do BACEN e BNDES. A Companhia possui uma consultoria especializada no agronegócio para acompanhar as movimentações internas e do mercado, realizando benchmarking para sugerir melhorias nos processos.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
A meta do Banco é aumentar a concessão de crédito rural com viés sustentável e, para tanto, prepara uma campanha de divulgação do crédito para a rede de agências e assistentes técnicos das linhas de crédito, por meio de cursos, palestras e participação em eventos, como feiras agropecuárias.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Quando uma nova legislação é publicada, é realizada uma análise de impactos e das providências necessárias, como ajustes sistêmicos, atualização de cláusulas contratuais, entre outros, da forma mais rápida possível. Quanto à eficácia das medidas, poderemos observar nos resultados de auditorias e ficha de compliance. Quanto ao aumento da carteira de crédito sustentável, poderemos verificar ao final do período quantos financiamentos “sustentáveis” foram concedidos a mais em relação ao período anterior.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Atenta à legislação, a Instituição revisou o normativo interno que trata da regularidade ambiental.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Os feedbacks recebidos são utilizados para melhorar ou adequar os processos, visando as melhores práticas.
Impactos econômicos indiretos significativos
GRI 203-2
O Banrisul está presente em cerca de 93% dos municípios. A sua capilaridade é composta por pontos de atendimento localizados tanto em cidades desenvolvidas e de grande potencial econômico, quanto em localidades de difícil acesso, pouco desenvolvidas e essencialmente rurais, permitindo superar 99% de cobertura do PIB do Estado, considerando Agências, Postos de Atendimento, Banripontos (Correspondentes Bancários) e PAEs (Pontos de Atendimento Eletrônico). Essa presença garante que a comunidade gaúcha tenha acesso às facilidades oferecidas pelo Banco no que tange a produtos e serviços financeiros, que garantam o financiamento de atividades pessoais ou empresariais, para o fomento da economia do Estado.
O Banco mantém a constante busca por prospecções nas localidades desassistidas ou menos favorecidas com a oferta de serviços bancários. Na tabela é possível visualizar a presença de pontos de atendimento no Estado.
Impactos econômicos indiretos significativos
Presença no Rio Grande do Sul |
Quantidade de municípios |
Cobertura Municípios |
Cobertura População |
Cobertura PIB |
|---|---|---|---|---|
Agência |
347 |
69,8% |
96,5% |
96,9% |
Posto de Atendimento |
81 |
16,3% |
2,1% |
1,9% |
Subtotal (Agências + Postos de Atendimento) |
428 |
86,1% |
98,6% |
98,8% |
Pontos de Atendimento Eletrônico e Banriponto |
6 |
1,2% |
0,1% |
0,1% |
Ponto de Atendimento Eletrônico |
15 |
3,0% |
0,3% |
0,2% |
Banriponto |
12 |
2,4% |
0,3% |
0,2% |
Subtotal (Pontos de Atendimento Eletrônico e Banriponto) |
33 |
6,6% |
0,7% |
0,6% |
Total |
461 |
92,8% |
99,3% |
99,3% |
Investimentos em infraestrutura e apoio a serviços
GRI 203-1
203-1 a) O nível de desenvolvimento de investimentos em infraestrutura e apoio a serviços que são significativos.
Em 2024, patrocinamos mais de 436 projetos e realizamos 25 doações, beneficiando diversas regiões do Estado.
203-1 b) Impactos atuais ou esperados nas comunidades e economias locais, incluindo impactos positivos e negativos, quando relevantes.
Mantemos nosso compromisso com o investimento em cultura, educação, esporte e inovação tecnológica. Avaliamos cada iniciativa com atenção, considerando sua relevância para os contextos sociais, culturais e econômicos das comunidades atendidas.
203-1 c) Se esses investimentos e serviços são comerciais, em espécie ou gratuitos.
Em espécie.
Percentual de ativos sujeitos a avaliação social ou ambiental, positiva e negativa
GRI-G4 FS11
Quando se trata das Linhas de Desenvolvimento, não há a utilização do critério de triagem positiva, contudo, considera-se a abordagem que exclui companhias em desconformidade, sejam elas ambientais ou trabalhistas, considerando a legislação aplicável e as exigências dos agentes repassadores (BNDES, FINEP e FGTS). Assim, a conformidade socioambiental legal do tomador é realizada na área técnica competente. Quanto aos critérios socioambientais, o Banrisul adota a prática da não concessão de crédito para empresas que realizam atividades em desconformidade ao órgão ambiental competente, ou seja, empresas que não possuem licença ambiental. Também é considerada uma restrição para o abono de crédito a presença do tomador na relação de empregadores do Ministério da Economia, que submetem seus trabalhadores a formas degradantes de trabalho ou os mantém em condições análogas ao trabalho escravo.
Para mitigar o risco socioambiental durante a vigência da operação, existem cláusulas contratuais de vencimento extraordinário ou antecipado para os casos de descumprimento da legislação, problemas com o licenciamento ambiental, crimes contra o meio ambiente, trabalho análogo ao escravo e ao trabalho infantil. Não existem exclusões ou limitações à cobertura de auditoria relacionada a regiões ou produtos e serviços.
Portfólio de produtos: Políticas com componentes socioambientais específicos aplicadas às linhas de negócios
GRI-G4 DMA
Na área do Agronegócio não há uma política de sustentabilidade específica para as linhas de crédito rural, no entanto, são observadas as obrigações legais e as diretrizes do Manual de Crédito Rural, que trata do compliance socioambiental para conceder o crédito. Os produtos gerenciados observam as políticas de crédito e de sustentabilidade do Banco, além das diretrizes dos agentes repassadores, sempre observando as novidades sustentáveis. Em consonância, há a Política de Responsabilidade (PRSAC), que possui a função de nortear as práticas, os processos e os negócios, em conjunto com a Gestão do Risco Social, Ambiental e Climático.
Portfólio de produtos: Políticas com componentes socioambientais específicos aplicadas às linhas de negócios
GRI-G4 DMA
Não há uma política de sustentabilidade específica para as linhas de crédito rural, contudo observa-se a legislação ambiental estadual e federal para a contratação das operações. Além disso, para a contratação das operações é seguido o regramento previsto no Manual de Crédito Rural, que trata do compliance socioambiental, a ser verificado em proposta antes de serem contratadas e durante sua vigência, bem como os critérios normatizados internamente. Também são observadas as políticas de Gestão do Risco Social, Ambiental e Climático e de Responsabilidade Socioambiental Banrisul.
Valor monetário de produtos e serviços desenvolvidos para oferecer um benefício social ou ambiental específico para cada linha de negócio, distribuído por finalidade
GRI-G4 FS7, GRI-G4 FS8
Setor |
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Valor monetário |
A proporção deste valor no valor total de produtos e serviços |
|---|---|---|---|---|---|
Agronegócio |
|||||
Banco de Varejo |
PRONAF Mais Alimentos |
Financia itens como: adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais, e exploração extrativista ecologicamente sustentável. |
Voltada para agricultores familiares enquadrados no PRONAF. |
240.410.881,70 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
PRONAMP – Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor |
Visa a promoção do desenvolvimento das atividades rurais produtivas dos médios produtores rurais, por meio de crédito para inversões fixas e semifixas em bens e serviços relacionados com a atividade agropecuária. Financia alguns itens como: proteção, correção e recuperação do solo; sistemas de geração de energias renováveis; sistemas orgânicos. |
Voltada para médios produtores rurais enquadrados no PRONAMP. |
103.666.523,40 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Moderagro |
Visa apoiar os setores da produção, beneficiamento, industrialização, acondicionamento e armazenamento de produtos da apicultura, aquicultura, avicultura, chinchilicultura, cunicultura, floricultura, fruticultura, olivicultura, horticultura, ovinocaprinocultura, ranicultura, sericicultura, suinocultura, pecuária leiteira e de palmáceas, erva-mate, nozes, pesca e cana-de-açúcar para produção de cachaça. Financia alguns itens como: execução de projeto de adequação sanitária e/ou ambiental, relacionado aos objetivos da linha. |
Voltada para produtores rurais e suas cooperativas de produção, enquadrados na agricultura empresarial. |
53.340.988,90 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Inovagro |
Visa apoiar investimentos necessários à incorporação de inovação tecnológica nas propriedades rurais (objetivando o aumento da produtividade), à adoção de boas práticas agropecuárias e de gestão da propriedade rural e à inserção competitiva dos produtores rurais nos diferentes mercados consumidores. Financia alguns itens como: sistemas para geração e distribuição de energia renovável (solar e de biomassa). |
Voltada para produtores rurais e suas cooperativas de produção enquadrados na agricultura empresarial. |
38.914.331,90 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Investimento Agro empresarial |
Visa financiar as mesmas finalidades atendidas pelos Programas com recursos repassados pelo BNDES é possível citar os seguintes itens voltados à sustentabilidade: regularização ambiental da propriedade rural, florestamento e reflorestamento, aquisição de placas solares. |
Voltada para produtores rurais, quer sejam pessoa física ou jurídica, enquadrados na agricultura empresarial. |
24.970.363,20 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Agroinvest 4.0 - Novas Tecnologias |
Visa o financiamento de drones, sensores, licenças de software de mapeamento, GPS (Sistema de Posicionamento Global), equipamentos para agricultura de precisão; assim como computadores, equipamentos e licenças de softwares para gestão, monitoramento ou automação da propriedade. Esta linha não é necessariamente voltada ao viés da sustentabilidade ambiental, mas social, por promover a modernização do campo e melhoria na qualidade de vida dos produtores. |
Voltada para produtores rurais pessoa física, enquadrados em qualquer categoria, com risco até 6. |
533.714,10 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Programa ABC |
Visa promover a redução da emissão dos gases de efeito estufa, reduzir o desmatamento, aumentar a produção agropecuária em bases sustentáveis, adequar as propriedades rurais à legislação ambiental, ampliar a área de florestas cultivadas, estimular a recuperação de áreas degradadas. |
Voltada para produtores rurais e suas cooperativas de produção enquadrados na agricultura empresarial. |
83.719.483,60 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
PRONAF Bioeconomia |
Visa financiar sistemas de exploração extrativistas, de produtos da sociobiodiversidade, energia renovável e sustentabilidade ambiental. |
Voltada para agricultores familiares enquadrados no PRONAF. |
9.526.854,80 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Agroinvest Sustentabilidade |
Visa o financiamento de placas e sistemas de conversão de energia solar, além de biodigestores. Linha com viés 100% sustentável. |
Produtores rurais pessoa física, enquadrados em qualquer categoria, com risco até 6. |
2.107.762,00 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
PRONAF Agroecologia |
Visa financiar sistemas de base agroecológica ou orgânicos, incluindo-se os custos relativos à implantação e manutenção do empreendimento. |
Voltada para agricultores familiares enquadrados no PRONAF. |
302.488,80 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Programa Fundo Clima (Agro) |
Visa financiar a aquisição e a produção de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuem para a redução de emissão de gases de efeito estufa, especificamente sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores de até 110kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência, coletores/ aquecedores solares. Não é uma linha específica do crédito rural, e é operacionalizada pela Unidade de Desenvolvimento, contudo, pode atender produtores rurais e, nesse caso, a operação precisa ser conduzida na Unidade Agro em função de a operação precisar passar pelo Sicor pelo fato do mutuário ser produtor rural. |
Voltada para produtores rurais, quer sejam pessoa física ou jurídica, inclusive cooperativas agropecuárias com Receita Bruta Operacional (ROB) de até R$ 4,8 milhões. |
Informação não disponível |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
PRONAF Mulher |
Não é uma linha com viés exclusivamente sustentável, mas financia alguns itens como: adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais e exploração extrativista ecologicamente sustentável. |
Voltada para mulheres agricultoras familiares enquadradas no PRONAF. |
Informação não disponível |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Custeio PRONAF |
Linha de custeio para produtos enquadrados no PRONAF, não possui viés 100% sustentável, mas é possível citar os seguintes empreendimentos: financiamentos de custeio realizados em área com plantio direto; empreendimentos inseridos em sistemas de produção de base agroecológica ou em transição para sistemas de base agroecológica; e exploração extrativista ecologicamente sustentável. |
Voltada para agricultores familiares enquadrados no PRONAF. |
Informação não disponível |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Custeio PRONAMP |
Linha de custeio para produtos enquadrados no PRONAMP, não possui viés 100% sustentável, mas é possível citar como sendo viés sustentável os financiamentos de custeio realizados em área com plantio direto. |
Voltada para agricultores familiares enquadrados no PRONAMP. |
Informação não disponível |
Informação não disponível |
Crédito geral |
|||||
Banco de Varejo |
CPB Crédito consciente |
Linha de crédito voltada à renegociação de dívidas vencidas evitando o superendividamento do cliente. |
Voltada para pessoas físicas com endividamento de até 60 dias |
126.256.833,50 |
0 |
Banco de Varejo |
CDC Universitário |
Linha de Crédito para o financiamento dos cursos de graduação. |
Voltada para pessoas físicas que estejam cursando ensino superior nas universidades parceiras do Banco. |
43.050.884,00 |
0 |
Banco de Varejo |
CPB Emergencial |
Modalidade de crédito oferecida em caráter emergencial para atender exclusivamente pessoas físicas, residentes em municípios, cujas residências foram atingidas por fenômenos da natureza (vendavais, inundações, chuvas etc.), desde que a Defesa Civil tenha decretado situação emergencial. |
Voltada para pessoas físicas que foram afetadas por calamidade pública. |
198.883,20 |
0 |
Banco de Varejo |
CPB Acessibilidade |
Linha de crédito que visa o financiamento de produtos que atendam às necessidades dos clientes portadores de deficiência. |
Voltada para pessoas físicas que sejam portadoras de deficiência física. |
32.719,70 |
0 |
Banco de Varejo |
CEB Crédito Empresarial Emergencial |
Modalidade de crédito para capital de giro oferecida em caráter emergencial para atender exclusivamente as pessoas jurídicas instaladas nos municípios atingidos por vendavais, inundações e chuvas de granizo, desde que a Defesa Civil tenha decretado situação de calamidade pública. |
Voltada para micro e pequenas empresas do RS e SC. |
0 |
0 |
Banco de Varejo |
CDC Material de Construção Emergencial (PF) |
Modalidade de crédito oferecida em caráter emergencial para atender exclusivamente pessoas físicas, residentes nos municípios, cujas residências foram atingidas por vendavais, inundações e chuvas de granizo, desde que a Defesa Civil tenha decretado situação de emergência. |
Voltada para pessoas físicas que foram afetadas por calamidade pública |
0 |
0 |
Banco de Varejo |
CDC Sustentabilidade |
Linhas de crédito voltada para o financiamento de equipamentos para captação e geração de energia solar e eólica, disponível desde 2012. É possível financiar 100% do valor do bem, incluindo mão de obra para instalação. |
Voltada para pessoas físicas e jurídicas. |
Aproximadamente 278.800.000 |
Informação não disponível |
Crédito para o desenvolvimento – longo prazo |
|||||
Banco de Varejo |
Programa Fundo Clima (Desenvolvimento) |
Linha de crédito destinada a financiar a aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuem para redução de emissão de gases de efeito estufa, como painéis solares. |
Voltada para pessoa física ou jurídica com renda ou faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. |
4.240.301,00 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
PRONAMPE |
Linha de crédito concedida no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - PRONAMPE , regulamentada inicialmente pela Lei nº 13.999/2020 e alterada pela Lei nº 14.161/2021, sendo garantida pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO) para o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios destinados a microempreendedores individuais (MEI) e empresas com faturamento bruto igual ou inferior a R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), considerando o auferido no ano de exercício imediatamente anterior ao da contratação. |
- |
706.510.160,90 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
FEB – Financiamento Especial Banrisul |
Linha de crédito destinada aos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul que estejam habilitados a contratar novos financiamentos de acordo com a legislação que dispõe sobre os limites de endividamento para o Setor Público. São financiáveis nesta linha bens de capital, como: sistema gerador de energia renovável, sistemas de computação/software e hardware, ônibus, caminhões, veículos, máquinas e equipamentos novos, produzidos no país ou já nacionalizados e preferencialmente aqueles constantes no Credenciamento de Fabricantes Informatizado – CFI do BNDES. Despesas com folha de pagamento, despesas com manutenção de imobilizado, material de expediente e consumo, são exemplos de despesas correntes do município que não são financiáveis. |
Municípios do Estado do Rio Grande do Sul. |
65.626.657,80 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Banrisul FAMPE Mais |
Linha de crédito destinada ao financiamento de capital de giro para microempreendedor individual (MEI) e micro e pequena empresa que conta com o Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (FAMPE) suprindo a necessidade de garantia do Banco, proporcionando mais facilidade no acesso ao crédito pelos empreendedores. Essa modalidade conta com o Crédito Assistido, disponibilizado em parceria com o Sebrae RS, com conteúdos disponibilizados gratuitamente a todos os clientes e consultorias em temas específicos, disponibilizada também, aos tomadores de crédito de forma gratuita, sendo totalmente custeada pelo Banrisul e Sebrae RS. |
Voltada para microempreendedor individual (MEI) e micro e pequena empresa. |
14.834.846,60 |
Informação não disponível |
Banco de Varejo |
Programa Saneamento Para Todos |
Linha de crédito destinada a promover a melhoria das condições de saúde e qualidade de vida da população urbana e rural, por meio de investimentos em saneamento integrados e articulados com outras políticas setoriais, atuando com base em sistemas operados por prestadores públicos ou privados, através de ações e empreendimentos destinados à universalização e à melhoria dos serviços públicos de saneamento básico, conforme atos normativos que regem os programas de aplicação e carteiras administradas do FGTS, na forma regulamentada pelo gestor da aplicação. Os empreendimentos devem adotar soluções técnicas que busquem ganhos de eficiência econômica e soluções de gestão que promovam serviços eficazes e incorporem o controle social e a participação da sociedade. |
Voltada para municípios do Estado do Rio Grande do Sul. |
- |
Informação não disponível |
Setor |
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Número de clientes |
A proporção deste valor no valor total de produtos e serviços (em milhões) |
Cartão de crédito |
|||||
CARTÃO SERVIDOR PÚBLICO |
Cartão de crédito diferenciado que oferece taxas de juros reduzidas, maior prazo para pagamento e desconto do valor do pagamento mínimo direto na folha de pagamento. |
Visa proporcionar benefício social ao servidor público viabilizando uma experiência diferenciada com taxas de juros reduzidas, maior prazo para pagamento e desconto em folha de pagamento. |
Voltada para servidores públicos. |
86.189,00 |
990,2 |
CARTÃO LIBRE |
Todos os meses a fatura do cartão de crédito é arredondada para o valor inteiro, imediatamente superior, e os centavos são doados para instituições beneficentes. |
Visa contribuir para instituições beneficentes através do repasse da doação de valores arrecadados no Programa de Arredondamento de Fatura. |
Voltada para o Fundo Estadual do Idoso e para o Fundo Estadual da Criança e Adolescente. |
226.714,00 |
846 |
CARTÃO UNIVERSITÁRIO |
Emissão de cartão de crédito para o cliente universitário com comprovante de matrícula, sem necessidade de comprovar renda, incentivando a educação financeira. |
Visa promover a inicialização e educação financeira ao cliente universitário através do uso do cartão de crédito. |
Voltada para universitários com ou sem renda. |
37.524,00 |
372 |
CARTÃO CONSIGNADO INSS |
Cartão de crédito destinado a aposentados e pensionistas, permitindo consignação de 5% do comprometimento mensal da renda, previamente autorizado através de averbação na DATAPREV. |
Visa proporcionar benefício social aos aposentados e pensionistas, conforme legislação, permitindo consignação de 5% do comprometimento mensal da renda, com taxas de juros diferenciadas. |
Voltada para aposentados e pensionistas do INSS. |
192.109,00 |
237 |
Valor monetário dos produtos e serviços criados para proporcionar um benefício ambiental específico para cada linha de negócios, separados por finalidade
GRI G4-FS7, GRI G4-FS8
1) Lista de produtos e serviços discriminados por linha de negócio (banco de varejo, banco comercial e corporativo, seguros) para cada um dos tópicos abaixo.
Produtos com benefícios sociais e ambientais |
||
|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Valor monetário, em 2024 (R$ milhões) |
A proporção desse valor em relação ao valor monetário total |
Agronegócio |
||
Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) |
R$2.281,3 |
3,68% |
Renovagro - Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis |
R$23,9 |
0,04% |
Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido (Proirriga) |
R$7,1 |
0,01% |
Crédito para o Agro e o Desenvolvimento e Longo Prazo |
||
Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos - Fundo Clima (Finame) |
R$48,8 |
0,08% |
Crédito para o Desenvolvimento e Longo Prazo |
||
Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) |
R$655,0 |
1,06% |
Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) |
R$647,9 |
1,04% |
Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) SOLIDÁRIO RS (com e sem subvenção) |
R$336,9 |
0,54% |
Banrisul FAMPE Mais - Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa¹ |
R$23,7 |
0,04% |
Saneamento para todos |
R$20,4 |
0,03% |
Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos- Baixo Carbono |
R$17,5 |
0,03% |
Desenrola Brasil |
R$2,3 |
0,00% |
Fomento à Eficiência Energética |
R$0,4 |
0,00% |
Crédito Comercial |
||
CDC Sustentabilidade Energias Solar e Eólica PF e PJ |
R$354,4 |
0,57% |
Programa FUNAFIR - Fundo de Apoio Financeiro e de Recuperação dos Hospitais Privados, Sem Fins Lucrativos e Hospitais Públicos |
R$121,1 |
0,20% |
Carteira sustentável Total |
R$4.540,6 |
7,32% |
Carteira de crédito Total² |
R$65.045,2 |
100% |
¹ Adotamos a nomenclatura vigente dos produtos sustentáveis, mas a finalidade e o saldo contábil englobam o registro histórico da linha.
² Refere-se à carteira de crédito do Banco.
Produtos com benefícios sociais e ambientais |
||
|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Agronegócio |
||
Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) |
O Pronaf destina-se ao custeio e investimentos em implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços oferecidos no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando a geração de renda e a melhora do uso da mão de obra familiar. Também estão contemplados financiamentos nas modalidades de: Agroindústria, Máquinas e Equipamentos, Mais Alimentos e Investimento. |
Agricultores familiares enquadrados no Pronaf. |
Renovagro - Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis |
Linha de crédito que visa promover a redução da emissão dos Gases de Efeito Estufa, reduzir o desmatamento, aumentar a produção agropecuária em bases sustentáveis, adequar as propriedades rurais à legislação ambiental, ampliar a área de florestas cultivadas, estimular a recuperação de áreas degradadas. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido (Proirriga) |
Linha de crédito destinada a financiar investimentos relacionados com todos os itens inerentes aos sistemas de irrigação, inclusive infraestrutura elétrica, reserva de água e equipamento para monitoramento da umidade no solo; aquisição, implantação e recuperação de equipamentos e instalações para proteção de cultivos inerentes à olericultura, fruticultura, floricultura, cafeicultura e produção de mudas de espécies florestais; e estações meteorológicas e softwares necessários à sua operação. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
Crédito para o Agro e o Desenvolvimento e Longo Prazo |
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Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos - Fundo Clima (Finame) |
Linha de crédito destinada a financiar a aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuem para redução de emissão de Gases de Efeito Estufa, como painéis solares. É um programa de financiamento que visa a implantação de sistemas de geração de energias renováveis, reflorestamentos, sistemas orgânicos, entre outros. |
Voltada para pessoa física ou jurídica, incluindo produtores rurais, com renda ou faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. |
Crédito para o Desenvolvimento e Longo Prazo |
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Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) |
O Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) visa facilitar o acesso ao crédito por meio da disponibilização de garantia para as operações de crédito pelo Fundo Garantidor FGI-PEAC. |
MEI, micro, pequenas, médias empresas. |
Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) |
Linha de crédito concedida no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) , regulamentada inicialmente pela Lei 13.999/2020 e alterada pela Lei 14.161/2021, sendo garantida pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO) para o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios destinados a Microempreendedores Individuais (MEI) e empresas com faturamento bruto igual ou inferior a R$ 4.800.000,00, considerando o auferido no ano de exercício imediatamente anterior ao da contratação |
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. |
Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) SOLIDÁRIO RS (com e sem subvenção) |
Linha de crédito destinada ao financiamento da atividade empresarial nos municípios do Rio Grande do Sul: - Sem subvenção: que tenham Estado de Calamidade Pública ou Situação de Emergência reconhecidos pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. - Com subvenção: para empresas localizadas em área identificada por georreferenciamento, realizado através da realizada pela Empresa de Tecnologia e Informação da Previdência - Dataprev S.A., como efetivamente atingido pelos eventos climáticos extremos ocorridos no Estado do Rio Grande do Sul. |
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. |
Banrisul FAMPE Mais - Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa |
Linha de crédito destinada ao financiamento de capital de giro para Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa que conta com o Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), suprindo a necessidade de garantia do Banco e proporcionando mais facilidade no acesso ao crédito pelos empreendedores. Essa modalidade conta com o Crédito Assistido, disponibilizado em parceria com o Sebrae RS, com conteúdos disponibilizados gratuitamente a todos os clientes e consultorias em temas específicos, disponibilizada também aos tomadores de crédito de forma gratuita, sendo totalmente custeada pelo Banrisul e Sebrae RS. |
Voltada para o Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa. |
Saneamento para todos |
O objetivo do programa é promover a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população urbana e rural por meio de investimentos em saneamento, integrados e articulados, com outras políticas setoriais, atuando com base em sistemas operados por prestadores públicos ou privados, por meio de ações e empreendimento destinados à universalização e à melhoria dos serviços públicos de saneamento básico. |
Municípios enquadrados no regramento pela CEF ou Conselho do FGTS para o produto. |
Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos- Baixo Carbono |
Linha de crédito destinada a financiar a aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética. |
Pessoas jurídicas de direito privado, com sede e administração no país. Condomínios edilícios instituídos no país, ainda que não exerçam atividade econômica/produtiva. Pessoas físicas residentes e domiciliadas no país. |
Desenrola Brasil |
O Desenrola Brasil é o Programa de Renegociação de Créditos Inadimplidos, criado pelo Governo Federal, com o objetivo de recuperar as condições de crédito de devedores que possuam dívidas negativadas. |
Devedores, pessoas físicas com renda bruta mensal de até dois salários-mínimos ou que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Podem ser renegociadas as dívidas que tenham sido negativadas de 2019 a 2022, e cujo valor atualizado seja inferior a R$ 20 mil. |
Fomento à Eficiência Energética |
Linha de crédito destinada a financiar projetos de eficiência energética com garantia do fundo FG Energia, que promovam o uso eficiente e racional de energia, mediante aprovação no Modelo de Avaliação de Eficiência Energética do BNDES. |
Micro, pequenas, médias empresas. |
Crédito Comercial |
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CDC Sustentabilidade Energias Solar e Eólica PF e PJ |
Financiar a aquisição de placas solares e geradores de energia éolica, visando a geração de energias limpas; a aquisição de produtos voltados para a conservação de recursos energéticos, o reaproveitamento do uso da água e a promoção da mobilidade urbana sustentável. |
Pessoas físicas e jurídicas. |
Programa FUNAFIR - Fundo de Apoio Financeiro e de Recuperação dos Hospitais Privados, Sem Fins Lucrativos e Hospitais Públicos |
Em parceria com o Governo do Estado do RS, linha de crédito com taxas subsidiadas a hospitais privados sem fins lucrativos conveniados ao SUS. Os recursos são utilizados prioritariamente para quitação de dívidas e posteriormente para capital de giro, permitindo a continuidade dos serviços de saúde prestados à população em contextos de fragilidade financeira. |
Hospitais privados sem fins lucrativos conveniados ao SUS, o programa beneficia a população em contextos de fragilidade financeira. |
Valor monetário dos produtos e serviços criados para proporcionar um benefício social e ambiental específico para cada linha de negócios, separados por finalidade
GRI-G4 FS7, GRI-G4 FS8
Agronegócio 1 |
||||
|---|---|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Valor monetário (para produtos) ou número de transações ou de clientes (para serviços) |
|
2023 |
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Banco de Varejo |
PRONAF |
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) destina-se ao custeio e investimentos em implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços oferecidos no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando a geração de renda e a melhora do uso da mão de obra familiar. |
Agricultores familiares enquadrados no PRONAF |
R$ 2.174.729.637,2 |
FUNDO CLIMA |
Programa de financiamento que visa a implantação de sistemas de geração de energias renováveis, reflorestamentos, sistemas orgânicos, entre outros. |
Produtores Rurais |
R$ 47.859.562,5 |
|
PROGRAMA ABC+ |
Linha de crédito que visa promover a redução da emissão dos gases de efeito estufa, reduzir o desmatamento, aumentar a produção agropecuária em bases sustentáveis, adequar as propriedades rurais à legislação ambiental, ampliar a área de florestas cultivadas, estimular a recuperação de áreas degradadas. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
R$ 27.800.850,0 |
|
MODERAGRO |
Linha de crédito de investimento para apoiar os setores da produção, beneficiamento, industrialização, acondicionamento e armazenamento de produtos da apicultura, aquicultura, avicultura, chinchilicultura, cunicultura, floricultura, fruticultura, olivicultura, horticultura, ovinocaprinocultura, ranicultura, sericicultura, suinocultura, pecuária leiteira, e de palmáceas, erva-mate, nozes, pesca e cana-de-açúcar para produção de cachaça. Financia alguns itens como: execução de projeto de adequação sanitária e/ou ambiental, relacionado aos objetivos da linha. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
R$ 16.549.140,1 |
|
INOVAGRO |
Linha de crédito que apoia investimentos necessários à incorporação de inovação tecnológica nas propriedades rurais, visando o aumento da produtividade, à adoção de boas práticas agropecuárias e de gestão da propriedade rural, e à inserção competitiva dos produtores rurais nos diferentes mercados consumidores. Financia alguns itens como: sistemas para geração e distribuição de energia renovável (solar e de biomassa). |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
R$ 3.018.709,3 |
|
AGROINVEST |
Linha de crédito para o financiamento de placas e sistemas de conversão de energia solar, além de biodigestores. |
Produtores rurais pessoa física. |
R$ 45.433.757,7 |
|
PROIRRIGA |
Linha de crédito destinada a financiar investimentos relacionados com todos os itens inerentes aos sistemas de irrigação, inclusive infraestrutura elétrica, reserva de água e equipamento para monitoramento da umidade no solo; aquisição, implantação e recuperação de equipamentos e instalações para proteção de cultivos inerentes à olericultura, fruticultura, floricultura, cafeicultura e produção de mudas de espécies florestais; e estações meteorológicas e softwares necessários à sua operação. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
R$ 13.786.150,2 |
|
PCA |
Linha de crédito para projetos de ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns destinados à guarda de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
R$ 2.520.871,7 |
|
MODERFROTA |
Linha de crédito que financia tratores e implementos associados, colheitadeiras e suas plataformas de corte, máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação, novos (nacionais ou importados) ou usados (nacionais). |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção, cuja receita operacional bruta/renda anual ou anualizada seja de até R$ 45 milhões. |
R$ 87.315.992,6 |
|
Total |
R$ 2.419.014.671,4 |
|||
¹Linhas de crédito de agronegócios classificadas como sustentáveis, conforme critérios definidos internamente, considerando adicionalidades social, ambiental e/ou climática, , pois direcionam recursos que contribuem para: redução de desigualdade de renda, geração de emprego, acesso a saúde e educação, fomento agricultura familiar, inclusão e saúde financeira, melhoria da eficiência energética, fomento a energia renovável, gestão sustentável de água e esgoto. Valores monetários registrados na Matriz de Dados de Crédito Rural, do Banco Central do Brasil.
Crédito geral e Emergencial¹ |
||||
|---|---|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Valor monetário (para produtos) ou número de transações ou de clientes (para serviços) 2023 |
|
Banco de Varejo |
CDC Universitário. |
A linha de crédito é destinada ao financiamento de todas as modalidades e cursos de Ensino Superior presencial ou semipresencial (híbrido) das universidades conveniadas. São 13 universidades conveniadas com o Banrisul: FACCAT, FEEVALE, IMED, PUCRS, UNISINOS, URI, UNISC, UNIJUI, UNIVATES, URCAMP, UCS, UCPEL e UPF, atendendo vários estudantes do Rio Grande do Sul. |
Estudantes dos cursos de graduação. |
R$ 102.217.812,1 |
CDC Sustentabilidade Outros PF e PJ. |
Financiar a aquisição de produtos voltados para a conservação de recursos energéticos e reaproveitamento de uso da água e promover a mobilidade urbana sustentável. |
Pessoas físicas e jurídicas. |
R$ 2.970.545,7 |
|
CDC Sustentabilidade Energias Solar e Eólica PF e PJ. |
Financiar a aquisição de placas solares e geradores de energia eólica, visando a geração de energias limpas. |
Pessoas físicas e jurídicas. |
R$ 474.248.109,6 |
|
CPB Acessibilidade. |
Financiar a aquisição de bens e serviços voltados para pessoas com deficiência. |
Pessoas físicas portadoras de necessidades especiais. |
R$ 65.365,9 |
|
CEB Hospitais – Giro – Investimento. |
Linha de crédito destinada a ofertar capital de giro e investimento destinado a hospitais privados sem fins lucrativos, clínicas e laboratórios do RS, que possuam prestação de serviço e faturamento mensal pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e demais planos de saúde públicos ou privados. |
Toda a comunidade atendida pelos hospitais. |
R$ 171.702.819,0 |
|
CPB Crédito Consciente |
Refinanciar operações para clientes que estejam precisando readequar seu fluxo de pagamentos, mantendo a saúde financeira |
Pessoas Físicas |
R$ 245.573.994,3 |
|
CPB Emergencial |
Financiar valores para clientes atingidos por eventos climáticos relacionados às enchentes de 2023 |
Pessoas Físicas |
R$ 9.341.133,3 |
|
Total |
R$ 1.006.119.779,8 |
|||
¹Linhas de crédito classificadas como sustentáveis, conforme critérios definidos internamente, considerando adicionalidades social, ambiental e/ou climática, pois direcionam recursos que contribuem para: redução de desigualdade de renda, geração de emprego, acesso a saúde e educação, fomento agricultura familiar, inclusão e saúde financeira, melhoria da eficiência energética, fomento a energia renovável, gestão sustentável de água e esgoto.
Crédito para o desenvolvimento¹ – longo prazo |
||||
|---|---|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Valor monetário (para produtos) ou número de transações ou de clientes (para serviços) 2023 |
|
Banco de Varejo |
FEB – Financiamento Especial Banrisul. |
Linha de crédito destinada aos municípios do Estado do Rio Grande do Sul que estejam habilitados a contratar novos financiamentos, de acordo com a legislação que dispõe sobre os limites de endividamento para o setor público. São financiáveis, nesta linha, bens de capital, como por exemplo: sistema gerador de energia renovável, sistemas de computação/software e hardware, ônibus, caminhões, veículos, máquinas e equipamentos novos, produzidos no país ou já nacionalizados, e preferencialmente aqueles constantes no Credenciamento de Fabricantes Informatizado (CFI) do BNDES. |
Municípios do Estado do Rio Grande do Sul. |
R$ 109.336.584,4 |
Banrisul FAMPE Mais - Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa¹. |
Linha de crédito destinada ao financiamento de capital de giro para Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa que conta com o Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), suprindo a necessidade de garantia do Banco, proporcionando mais facilidade no acesso ao crédito pelos empreendedores. Essa modalidade conta com o Crédito Assistido, disponibilizado em parceria com o Sebrae RS, com conteúdos disponibilizados gratuitamente a todos os clientes e consultorias em temas específicos, disponibilizadas também aos tomadores de crédito de forma gratuita, sendo totalmente custeadas pelo Banrisul e Sebrae RS. |
Voltada para Microempreendedor Individual (MEI) e Micro e Pequena Empresa. |
R$ 67.028.965,5 |
|
Pronampe. |
Linha de crédito concedida no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE), sendo garantida pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO) para o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios destinados a Microempreendedores Individuais (MEI) e empresas com faturamento bruto igual ou inferior a R$ 4,8 milhões, considerando o auferido no ano de exercício imediatamente anterior ao da contratação. |
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. |
R$ 1.003.873.053,6 |
|
Fundo Clima. |
Linha de crédito destinada a financiar a aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuem para a redução da emissão de gases de efeito estufa, como painéis solares. |
Voltada para pessoa física ou jurídica com renda ou faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. |
R$ 4.627.729,0 |
|
Total |
R$ 1.184.866.332,6 |
|||
¹Linhas de crédito classificadas como sustentáveis, conforme critérios definidos internamente, considerando adicionalidades social, ambiental e/ou climática, pois direcionam recursos que contribuem para: redução de desigualdade de renda, geração de emprego, acesso a saúde e educação, fomento agricultura familiar, inclusão e saúde financeira, melhoria da eficiência energética, fomento a energia renovável, gestão sustentável de água e esgoto.
Cartões de crédito¹ |
||||
|---|---|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Valor monetário² |
|
Cartão Libre |
Todos os meses, a fatura do cartão de crédito é arredondada para o valor inteiro imediatamente superior, e os centavos são doados para instituições beneficentes. |
Contribuição a instituições beneficentes através do repasse da doação de valores arrecadados no Programa de Arredondamento de Fatura. |
Instituições beneficentes. |
R$ 407.553.848,7 |
Cartão Universitário |
Emissão de cartão de crédito para o cliente universitário com comprovante de matrícula, sem necessidade de comprovar renda, incentivando a inicialização e educação financeiras. |
Promover a inicialização e educação financeiras ao cliente universitário através do uso do cartão de crédito. |
Universitários com ou sem renda. |
R$ 34.964.323,2 |
Cartão Servidor Público |
Cartão de crédito diferenciado que oferece taxas de juros reduzidas, maior prazo para pagamento e desconto do valor do pagamento mínimo direto na folha de pagamento. |
Proporcionar benefício social ao servidor público, viabilizando uma experiência diferenciada, com taxas de juros reduzidas, maior prazo para pagamento e desconto em folha de pagamento. |
Servidores públicos. |
R$ 277.970.249,8 |
Cartão Consignado INSS |
Cartão de crédito destinado a aposentados e pensionistas, permitindo consignação de 5% do comprometimento mensal da renda, previamente autorizado através de averbação na DATAPREV. |
Proporcionar benefício social aos aposentados e pensionistas, conforme legislação, permitindo consignação de 5% do comprometimento mensal da renda. |
Aposentados e pensionistas do INSS. |
R$ 129.975.672,3 |
Total |
R$ 850.464.094,0 |
|||
¹Linhas de crédito classificadas como sustentáveis, conforme critérios definidos internamente, considerando adicionalidades social, ambiental e/ou climática, pois direcionam recursos que contribuem para: redução de desigualdade de renda, geração de emprego, acesso a saúde e educação, fomento agricultura familiar, inclusão e saúde financeira, melhoria da eficiência energética, fomento a energia renovável, gestão sustentável de água e esgoto.
²Saldo contábil em 31.12.2024.
Valor monetário dos produtos e serviços criados para proporcionar um benefício socioambiental específico para cada linha de negócios, separados por finalidade
GRI-G4 FS7, GRI-G4 FS8
Nome do Produto |
Valor monetário |
% Carteira de Crédito Banrisul |
|---|---|---|
Linhas de Crédito para Agronegócios |
5,48% |
|
Programa ABC+ |
R$28.582.438,7 |
0,06% |
Pronaf ABC+ Bioeconomia |
R$23.331.764,0 |
0,05% |
Pronaf Mais Alimentos |
R$208.166.706,2 |
0,42% |
Pronaf Agroindústria |
R$5.509.827,3 |
0,01% |
Pronamp |
R$29.185.719,7 |
0,06% |
Moderagro |
R$41.819.775,9 |
0,09% |
Inovagro |
R$9.695.855,5 |
0,02% |
Proirriga |
R$69.708.249,4 |
0,14% |
PCA |
R$26.877.667,1 |
0,05% |
Investimento Agro Empresarial |
R$64.863.709,4 |
0,13% |
Agroinvest 4.0 - Novas tecnologias |
R$1.065.246,0 |
0,00% |
Agroinvest Sustentabilidade |
R$29.502.272,4 |
0,06% |
Custeio com sistema de plantio direto |
R$ 2.151.555.320,74 |
4,38% |
Linhas de Crédito Comercial |
2,00% |
|
CDC Universitário |
R$68.006.326,0 |
0,14% |
CDC Sustentabilidade Outros PF e PJ |
R$3.170.021,0 |
0,01% |
CDC Sustentabilidade Energias Solar e Eólica PF e PJ |
R$565.902.465,1 |
1,15% |
CPB Acessibilidade |
R$10.164,4 |
0,00% |
CEB Hospitais - Giro - Investimento |
R$206.865.259,0 |
0,42% |
CPB Crédito Consciente |
R$141.248.746,4 |
0,29% |
CPB Emergencial |
R$93.757,1 |
0,00% |
Linhas de Financiamento de Longo Prazo |
2,54% |
|
FEB – Financiamento Especial Banrisul |
R$ 88.205.698,4 |
0,18% |
PRONAMPE- Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte |
R$ 1.032.711.573,7 |
2,10% |
Programa Saneamento Para Todos |
R$ 30.324.429,6 |
0,06% |
Banrisul FAMPE Mais - Microempreendedor Individual (ME) e Micro e pequena Empresa |
R$ 79.339.259,0 |
0,16% |
Fundo Clima |
R$ 15.425.769,8 |
0,03% |
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
|---|---|---|
Linhas de Crédito para Agronegócios |
||
Programa ABC+ |
Linha de crédito que visa promover a redução da emissão dos gases de efeito estufa, reduzir o desmatamento, aumentar a produção agropecuária em bases sustentáveis, adequar as propriedades rurais à legislação ambiental, ampliar a área de florestas cultivadas, estimular a recuperação de áreas degradadas. |
Agricultores familiares enquadrados no Pronaf. |
Pronaf ABC+ Bioeconomia |
Linha de crédito de investimento em Sistemas de Exploração Extrativistas, de Produtos da Sociobiodiversidade, Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
Pronaf Mais Alimentos |
Linha de Crédito para investimentos destinados a estimular a geração de renda e a melhorar o uso da mão de obra familiar, podendo citar itens sustentáveis como inovação tecnológica em energia renovável, como uso da energia solar, biomassa e eólica. |
Agricultores familiares enquadrados no Pronaf. |
Pronaf Agroindústria |
Linha de crédito para Investimentos, inclusive em infraestrutura, que visem o beneficiamento, à armazenagem, o processamento e a comercialização da produção agropecuária, de produtos florestais e do extrativismo, de produtos artesanais e a exploração de turismo rural. |
Agricultores familiares enquadrados no Pronaf, seus empreendimentos familiares e cooperativas da agricultura familiar. |
Pronamp |
Linha de crédito visando a promoção do desenvolvimento das atividades rurais produtivas dos médios produtores rurais, por meio de crédito para inversões fixas e semifixas em bens e serviços relacionados com a atividade agropecuária. Financia alguns itens como: proteção, correção e recuperação do solo; sistemas de geração de energias renováveis; implantação de florestamento e reflorestamento. |
Médios produtores rurais enquadrados no Pronamp. |
Moderagro |
Linha de crédito de investimento para apoiar os setores da produção, beneficiamento, industrialização, acondicionamento e armazenamento de produtos da apicultura, aquicultura, avicultura, chinchilicultura, cunicultura, floricultura, fruticultura, olivicultura, horticultura, ovinocaprinocultura, ranicultura, sericicultura, suinocultura, pecuária leiteira, e de palmáceas, erva-mate, nozes, pesca e cana-de-açúcar para produção de cachaça. Financia alguns itens como: execução de projeto de adequação sanitária e/ou ambiental, relacionado aos objetivos da linha. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
Inovagro |
Linha de crédito que apoia investimentos necessários à incorporação de inovação tecnológica nas propriedades rurais, visando o aumento da produtividade, à adoção de boas práticas agropecuárias e de gestão da propriedade rural, e à inserção competitiva dos produtores rurais nos diferentes mercados consumidores. Financia alguns itens como: sistemas para geração e distribuição de energia renovável (solar e de biomassa). |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
Proirriga |
Linha de crédito para financiar investimentos relacionados com todos os itens inerentes aos sistemas de irrigação, inclusive infraestrutura elétrica, reserva de água e equipamento para monitoramento da umidade no solo; aquisição, implantação e recuperação de equipamentos e instalações para proteção de cultivos inerentes à olericultura, fruticultura, floricultura, cafeicultura e produção de mudas de espécies florestais; e estações meteorológicas e softwares necessários à sua operação. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
PCA |
Linha de crédito para projetos para ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns destinados à guarda de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar. |
Médios ou grandes produtores rurais e suas cooperativas de produção. |
Investimento Agro Empresarial |
Linha de crédito para financiar as mesmas finalidades atendidas pelos Programas com Recursos Repassados pelo BNDES, podemos citar os seguintes itens voltados à sustentabilidade: regularização ambiental da propriedade rural, florestamento e reflorestamento, aquisição de placas solares. |
Produtores rurais enquadrados na agricultura empresarial. |
Agroinvest 4.0 - Novas tecnologias |
Linha de crédito para o financiamento de drones, sensores, licenças de software de mapeamento, GPS (Sistema de Posicionamento Global), equipamentos para agricultura de precisão; assim como computadores, equipamentos e licenças de softwares para gestão, monitoramento ou automação da propriedade. Pomove a modernização do campo e melhoria na qualidade de vida dos produtores. |
Produtores rurais pessoa física, enquadrados em qualquer categoria, com risco até 6. |
Agroinvest Sustentabilidade |
Linha de crédito para o financiamento de placas e sistemas de conversão de energia solar, além de biodigestores. Linha com viés 100% sustentável. |
Produtores rurais pessoa física, enquadrados em qualquer categoria, com risco até 6. |
Custeio com sistema de plantio direto |
Linha de crédito que se destina ao atendimento das despesas normas do ciclo produtivo de lavouras utilizando o plantio direto como forma de manejo. |
Produtores rurais |
Linhas de Crédito Comercial |
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CDC Universitário |
Linha de crédito destinada ao financiamento de todas as modalidades e cursos de ensino superior presencial ou semipresencial (híbrida) das universidades conveniadas: São 13 universidades conveniadas com o Banrisul: FACCAT, FEEVALE, IMED, PUCRS, UNISINOS, URI, UNISC, UNIJUI, UNIVATES, URCAMP, UCS, UCPEL e UPF, atendendo vários estudantes do Rio Grande do Sul. |
Estudantes dos cursos de graduação |
CDC Sustentabilidade Outros PF e PJ |
Financia a aquisição de produtos voltados para a conservação de recursos energéticos, reaproveitamento de uso da água e promover a mobilidade urbana sustentável. |
Pessoas Físicas e Jurídicas. |
CDC Sustentabilidade Energias Solar e Eólica PF e PJ |
Financia a aquisição de Placas solares e geradores de energia éolica, visando a geração de energias limpas. |
Pessoas Físicas e Jurídicas. |
CPB Acessibilidade |
Financia a aquisição de bens e serviços voltados para pessoas com deficiência. |
Pessoas físicas portadoras de necessidades especiais. |
CEB Hospitais - Giro - Investimento |
Linha de crédito destinada a ofertar Capital de Giro e Investimento destinado a hospitais privados sem fins lucrativos, clínicas e laboratórios do RS, que possuam prestação de serviço e faturamento mensal pelo Sistema Único de Saúde - SUS e demais planos de saúde públicos ou privados. |
Toda a comunidade atendida pelos Hospitais. |
CPB Crédito Consciente |
Linha de crédito voltada à renegociação de dívidas vencidas evitando o superendividamento do cliente. |
Voltada para pessoas físicas com endividamento de até 60 dias. |
CPB Emergencial |
Modalidade de crédito oferecida em caráter emergencial para atender exclusivamente pessoas físicas, residentes em municípios, cujas residências foram atingidas por fenômenos da natureza (vendavais, inundações, chuvas etc.), desde que a Defesa Civil tenha decretado situação emergencial. |
Voltada para pessoas físicas que foram afetadas por calamidade pública. |
Linhas de Financiamento de Longo Prazo |
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FEB – Financiamento Especial Banrisul |
Linha de crédito destinada aos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul que estejam habilitados a contratar novos financiamentos, de acordo com a legislação que dispõe sobre os limites de endividamento para o Setor Público. São financiáveis nesta linha bens de capital, exemplificando: sistema gerador de energia renovável, sistemas de computação/software e hardware, ônibus, caminhões, veículos, máquinas e equipamentos novos, produzidos no país ou já nacionalizados e preferencialmente aqueles constantes no Credenciamento de Fabricantes Informatizado – CFI do BNDES. Não são financiáveis as despesas correntes (exemplos: despesas com folha de pagamento, despesas com manutenção de imobilizado, material de expediente e consumo) do município. |
Municípios do Estado do Rio Grande do Sul. |
PRONAMPE- Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte |
Linha de crédito concedida no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - PRONAMPE , regulamentada inicialmente pela Lei nº 13.999/2020 e alterada pela Lei nº 14.161/2021, sendo garantida pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO) para o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios destinados a microempreendedores individuais (MEI) e empresas com faturamento bruto igual ou inferior a R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), considerando o auferido no ano de exercício imediatamente anterior ao da contratação. |
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. |
Programa Saneamento Para Todos |
Linha de crédito destinada a promover a melhoria das condições de saúde e qualidade de vida da população urbana e rural por meio de investimentos em saneamento, integrados e articulados com outras políticas setoriais, atuando com base em sistemas operados por prestadores públicos ou privados por meio de ações e empreendimentos destinados à universalização e à melhoria dos serviços públicos de saneamento básico, conforme atos normativos que regem os programas de aplicação e carteiras administradas do FGTS, na forma regulamentada pelo gestor da aplicação. Os empreendimentos devem adotar soluções técnicas que objetivem ganhos de eficiência econômica e soluções de gestão que promovam serviços eficazes e incorporem o controle social e a participação da sociedade. |
Municípios do Estado do Rio Grande do Sul. |
Banrisul FAMPE Mais - Microempreendedor Individual (ME) e Micro e pequena Empresa |
Linha de crédito destinada ao financiamento de capital de giro para microempreendedor individual (MEI) e micro e pequena empresa que conta com o Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (FAMPE) suprindo a necessidade de garantia do Banco, proporcionando mais facilidade no acesso ao crédito pelos empreendedores. Essa modalidade conta com o Crédito Assistido, disponibilizado em parceria com o Sebrae RS, com conteúdos disponibilizados gratuitamente a todos os clientes e consultorias em temas específicos, disponibilizada também, aos tomadores de crédito de forma gratuita, sendo totalmente custeada pelo Banrisul e Sebrae RS. |
Voltada para microempreendedor individual (MEI) e micro e pequena empresa. |
Fundo Clima |
Linha de crédito destinada a financiar a aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuem para redução de emissão de gases de efeito estufa, como painéis solares. |
Voltada para pessoa física ou jurídica com renda ou faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. |
CARTÕES DE CRÉDITO |
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|---|---|---|
Cartões de Crédito |
Valor Monetário |
Clientes |
Cartão Libre |
R$ 1.259,4 milhões |
265.099 |
Cartão Universitário |
R$ 314 milhões |
34.467 |
Cartão Servidor Público |
R$ 1.109,05 milhões |
79.502 |
Cartão Consignado INSS |
R$ 248,5 milihões |
173.365 |
CARTÕES DE CRÉDITO |
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|---|---|---|
Descrição do produto/serviço |
Finalidade |
Grupo social alvo |
Todos os meses a fatura do cartão de crédito é arredondada para o valor inteiro imediatamente superior e os centavos são doados para instituições beneficentes. |
contribuição a Instituições Beneficentes através do repasse da doação de valores arrecadados no Programa de Arredondamento de Fatura. |
Instituições Beneficentes |
Emissão de cartão de crédito para o cliente Universitário com comprovante de matrícula, sem necessidade de comprovar renda, incentivando a inicialização e Educação Financeira. |
promover a inicialização e Educação Financeira ao cliente Universitário através do uso do cartão de crédito. |
Universitários com ou sem renda |
Cartão de crédito diferenciado que oferece taxas de juros reduzidas, maior prazo para pagamento e desconto do valor do pagamento mínimo direto na folha de pagamento. |
proporcionar benefício social ao Servidor Público viabilizando uma experiência diferenciada com taxas de juros reduzidas, maior prazo para pagamento e desconto em folha de pagamento. |
Servidores Públicos |
Cartão de crédito destinado a aposentados e pensionistas, permitindo consignação de 5% do comprometimento mensal da renda, previamente autorizado através de averbação na DATAPREV. |
proporcionar benefício social aos Aposentados e Pensionistas, conforme legislação, permitindo consignação de 5% do comprometimento mensal da renda. |
Aposentados e Pensionistas do INSS |
Avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança
GRI 2-18
2-18 a) Descrever os processos de avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança no que diz respeito à supervisão da gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
O Conselho passa por avaliação de desempenho formal, com o objetivo de aferir a efetividade e aperfeiçoar a governança do Banrisul – avaliação similar à aplicada, com a mesma periodicidade, à Diretoria e Presidência. O processo de avaliação atende à Lei 13.303/16 e o Decreto Estadual 54.110/18, desenvolvendo aspectos de autoavaliação e comparação dos resultados obtidos com as metas estabelecidas, dentre outros.
2-18 b) Relatar se essa avaliação é independente ou não e com que frequência ela é realizada.
A avaliação de desempenho é realizada anualmente, de forma anônima, individual e não independente.
2-18 c) Descrever as medidas tomadas em resposta às avaliações, incluindo mudanças na composição do mais alto órgão de governança e em práticas organizacionais.
Todas as respostas dos questionários de avaliação são compiladas no formato de relatório, disponibilizado ao Comitê de Elegibilidade e Remuneração para análise prévia, e após apresentado ao Conselho de Administração para considerações. O próprio órgão sugere melhorias na execução de suas atribuições.
Avaliação do desempenho do mais alto órgão de governança
GRI 2-18
A avaliação de desempenho constitui uma etapa fundamental para aferir a efetividade, contribuindo para o aperfeiçoamento da governança da Organização. O Conselho de Administração realiza anualmente avaliação formal do seu próprio desempenho, do desempenho da Diretoria e do Presidente da Diretoria. Entre os questionamentos presentes na avaliação de desempenho do Conselho, existem perguntas de autoavaliação. O processo de avaliação será realizado conforme procedimentos previamente definidos pelo próprio Conselho de Administração.
A avaliação de desempenho é realizada anualmente, de forma anônima e individual.
Todas respostas dos questionários de avaliação são compiladas no formato de relatório, disponibilizado ao Comitê de Elegibilidade e Remuneração para análise prévia e depois disso é apresentado ao Conselho de Administração para considerações. O próprio órgão sugere melhorias na execução de suas atribuições.
Casos confirmados de corrupção e medidas tomadas
GRI 205-3
Em sentido estrito, quanto a corrupção apresentar-se na forma de oferta ou solicitação de alguma vantagem indevida, não foram identificados casos. Não possuímos contratos rescindidos ou não renovados em virtude de envolvimento ou possível envolvimento de correspondente em corrupção, e não existem processos judiciais relacionados à corrupção movidos contra a Organização ou seus empregados.
Comunicação de preocupações cruciais
GRI 2-16
As suspeitas ou evidências que configurem descumprimento ao Código de Ética e de Conduta do Banrisul, às políticas, normativos e regulamentos institucionais vigentes devem ser reportadas por meio do Canal de Denúncias, onde poderá ser descrita a denúncia de irregularidades, sendo facultativa a identificação do denunciante, garantindo-se o direito ao sigilo e proteção contra retaliações. Os canais internos e externos estão divulgados, respectivamente, na Intranet Corporativa e no site do Banrisul – www.banrisul.com.br – e são destinados a registros de denúncias e manifestações por parte de empregados e demais partes interessadas. A Unidade de Controles e Compliance é a área independente responsável pela gestão do referido canal.
O Conselho de Administração aprecia semestralmente o Relatório de Canal de Denúncias do Banrisul. Em atendimento ao art. 3º, § 2º, da Resolução CMN 4.859/2020, a Unidade de Controle e Compliance elabora no relatório, no mínimo:
I – o número de comunicações recebidas;
II – a natureza das comunicações;
III – as áreas competentes pelo tratamento da situação;
IV – o prazo médio de tratamento; e
V – as medidas adotadas pela Instituição.
Comunicação de preocupações cruciais
GRI 2-16
2-16 a) Descrever se e como as preocupações cruciais são comunicadas ao mais alto órgão de governança.
Em suas reuniões ordinárias ou extraordinárias, o Conselho de Administração recebe e delibera quanto às preocupações reportadas pela Diretoria Executiva e pelos Comitês Estatutários de Auditoria; de Elegibilidade e Remuneração; de Riscos; e de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática. Além destas, as preocupações cruciais recebidas no Canal de Denúncias são comunicadas ao CA por meio de relatórios que devem conter, no mínimo, o número e natureza das comunicações recebidas, as áreas competentes pelo tratamento da situação, o prazo médio para o tratamento e as medidas adotadas pela Instituição. Se comprovada a participação de colaboradores, as denúncias são levadas ao conhecimento da Comissão de Ética.
2-16 b) Relatar o número total e a natureza das preocupações cruciais comunicadas ao mais alto órgão de governança durante o período de relato.
O número e a natureza das preocupações cruciais são considerados confidenciais pelo Banrisul.
Comunicação e capacitação em políticas e procedimentos de combate à corrupção
GRI 205-2
A Unidade de Parcerias de Negócios e Open Banking vem realizando um trabalho constante junto a Bem Promotora no que tange ao tema Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo (PLDFT). Em setembro de 2022, foi divulgada a Nova Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo e da Proliferação de Armas de Destruição em Massa, com leitura obrigatória para todos os operadores vinculados aos correspondentes ativos. Esse documento teve confirmação de leitura por 1.440 operadores.
Conflitos de interesse
GRI 2-15
2-15 a) Descrever os processos usados pelo mais alto órgão de governança para garantir que conflitos de interesse sejam prevenidos e mitigados.
O Banrisul reconhece e gerencia os conflitos de interesse em todas as atividades, inclusive em relação ao Conselho de Administração, seguindo as normas legais aplicáveis, dentre elas o disposto no Artigo 156 da Lei das Sociedades Anônimas e o Artigo 25 do Estatuto Social.
Além das normas legais, também conta com o Código de Ética e Conduta e a Cartilha de Conflito de Interesses para todos os envolvidos no Grupo Banrisul, documentos amplamente divulgados.
Quando se trata de operações de crédito, o compliance abrange ainda a Política de Transações de Partes Relacionadas, que define as condições para essas operações e outras transações sejam efetivadas.
2-15 b) Relatar se os conflitos de interesse são revelados aos stakeholders, incluindo, pelo menos, conflitos de interesse relacionados a:
2-15 b) i) participação cruzada em outros órgãos de administração;
Informamos a participação dos administradores em outros cargos nas empresas do Grupo Banrisul no item 7.6 do Formulário de Referência 2023.
2-15 b) ii) participação acionária cruzada com fornecedores e outros stakeholders;
Não há participação acionária com fornecedores e demais públicos não relacionados nas Demonstrações Financeiras de 2023, página 38.
2-15 b) iii) existência de acionistas controladores;
O único acionista controlador é o Estado.
2-15 b) iv) partes relacionadas, suas relações, transações e saldos pendentes.
Referenciamos a Nota Explicativa 29, das Demonstrações Financeiras de 2023. Nota 29 – transações com partes relacionadas:
(a) As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento ao Pronunciamento Técnico CPC 05(R1) e Resolução CMN 4.818/20.
Os saldos de contas referentes às transações entre as empresas consolidadas são eliminados nas demonstrações contábeis consolidadas e consideram, ainda, a ausência de risco. Em relação às transações realizadas com o Governo do Estado e entidades controladas, de modo pleno ou compartilhado, por esse órgão, optamos pela isenção parcial concedida pela Resolução CMN 4.818/20. Nesse caso, são divulgadas apenas as transações mais significativas. Realizamos transações bancárias com as partes relacionadas, tais como depósitos em conta corrente (não remunerados), depósitos remunerados, captações no mercado aberto, empréstimos e contratos de prestação de serviços. Essas operações são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade.
Conflitos de interesse
GRI 2-15
No âmbito do Conselho de Administração, o Banrisul identifica e administra os conflitos de interesse baseando-se em normas legais aplicáveis, mas não se limitando ao disposto no art. 156 da Lei das Sociedades Anônimas e ao art. 25 do Estatuto Social. Além disso, divulga amplamente (para os membros dos órgãos de administração, conselheiros, empregados, estagiários, integrantes do Grupo Banrisul, parceiros de negócios, fornecedores e prestadores de serviços do Grupo Banrisul) o Código de Ética e Conduta. Na hipótese em que se configure algum potencial conflito de interesse, os membros do Conselho de Administração, do Comitê de Auditoria e da Comissão de Ética devem abster-se das deliberações nas quais ocorra esse conflito. Outro documento importante sobre o tema é a Política de Transações de Partes Relacionadas, que dita as condições para realização das operações de crédito e demais transações com partes relacionadas.
O item “RELAÇÕES DE SUBORDINAÇÃO, PRESTAÇÃO DE SERVIÇO OU CONTROLE ENTRE ADMINISTRADORES E CONTROLADAS, CONTROLADORES E OUTROS”, do Formulário de Referência, informa a participação dos administradores do Banrisul em outros cargos de administradores das empresas do Grupo Banrisul. O único acionista controlador é o Estado.
As transações com partes relacionadas, bem como as medidas tomas pelo Banrisul podem ser encontradas na Nota Explicativa 29, nas páginas 118 e 119 das Demonstrações Financeiras de 2022, disponíveis aqui.
Conhecimento coletivo do mais alto órgão de governança
GRI 2-17
Em cumprimento à Lei 13.303/16, anualmente, os Administradores eleitos participaram de treinamentos específicos sobre legislação societária e de mercado de capitais, divulgação de informações, controle interno, código de conduta, a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 (Lei Anticorrupção) e demais temas relacionados às atividades da empresa pública ou da sociedade de economia mista. Em 2022, o tema ESG foi incluído no rol dos assuntos. Adicionalmente, por interesse da Companhia, os Administradores podem participar de outros cursos/eventos com temas pertinentes às atribuições exercidas no respectivo órgão.
Conhecimento coletivo do mais alto órgão de governança
GRI 2-17
2-17 a) Relatar medidas tomadas para desenvolver o conhecimento coletivo, as habilidades e a experiência do mais alto órgão de governança sobre desenvolvimento sustentável.
Os Administradores realizam cursos específicos todos os anos sobre temas, como leis societárias e de mercado financeiro, divulgação de dados, controle interno, código de ética, Lei Anticorrupção e outros assuntos ligados às atividades do Banrisul. Em 2023, os temas de sustentabilidade e as diretrizes do ESG foram incluídos nas palestras, conforme pedido pela Administração.
Delegação da responsabilidade para a gestão dos impactos
GRI 2-13
2-13 a) Descrever como o mais alto órgão de governança delega a responsabilidade pela gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas, incluindo:
2-13 a) i) se ela nomeou algum alto executivo para ser responsável pela gestão dos impactos;
O Conselho de Administração responde pela orientação geral dos negócios, das diretrizes e dos objetivos institucionais do Banco, e é assessorado pelos Comitês de Auditoria, de Riscos, de Elegibilidade e Remuneração e de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, todos com funcionamento permanente.
O Superintendente Executivo de Riscos Corporativos responde ao Diretor de Riscos (CRO) pela gestão de riscos na Instituição. O executivo é responsável pela Unidade de Riscos Corporativos e pela coordenação do processo de gestão de capital e dos riscos de crédito, mercado, IRRBB, liquidez, operacional, social, ambiental e climático, contemplando todas as instituições do Conglomerado Prudencial. Considera também os possíveis impactos dos riscos associados às demais empresas controladas por companhias do Conglomerado e demais riscos relevantes identificados.
No ano, a Diretoria de Riscos incorporou a área de sustentabilidade à Gerência de Riscos Social, Ambiental e Climático (SAC), com a intenção de reforçar a importância do tema e proporcionar uma atuação integrada em riscos e oportunidades a ele relacionados. Assim, a gestão da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática alinha-se às diretrizes de riscos, integrando processos e direcionando o foco de suas iniciativas de riscos e responsabilidades.
2-13 a) ii) se delegou a responsabilidade pela gestão dos impactos para outros colaboradores.
O superintendente executivo de riscos corporativos responde ao diretor de riscos (CRO) pela gestão de riscos na Instituição.
2-13 b) Descrever o processo e a frequência com que altos executivos e outros colaboradores devem relatar ao mais alto órgão de governança sobre a gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
A Instituição desenvolve uma série de indicadores e sinalizadores para o acompanhamento do apetite por riscos, monitorados e reportados periodicamente à Alta Administração, por meio de relatórios e de um dashboard. A atualização da matriz de riscos ocorre de forma dinâmica e atenta aos riscos com maior exposição. O monitoramento dos processos é realizado conforme a frequência e o impacto dos respectivos riscos.
A Declaração de Apetite por Riscos (RAS), documentada para o Conglomerado Prudencial do Banrisul, é revisada anualmente, com o auxílio do Comitê de Riscos, da Diretoria e do diretor de riscos (CRO).
Delegação da responsabilidade para a gestão dos impactos
GRI 2-13
A Diretoria de Controle e Risco é o órgão responsável pela gestão de riscos corporativos na Instituição.
No âmbito da Gestão Integrada de Capital e de Riscos Corporativos, o Diretor de Riscos – CRO – é responsável pela Unidade de Gestão de Riscos Corporativos e tem como atribuição, dentre outras, assegurar que o processo de gestão monitore, controle, avalie, planeje metas e necessidade de capital e identifique, mensure, avalie, monitore, reporte, controle e mitigue os riscos de crédito, de mercado, IRRBB, de liquidez, operacional, social, ambiental e climático associados ao Conglomerado Prudencial, comunicando ao Comitê de Riscos, ao principal cargo executivo da Instituição, ao Conselho de Administração e aos órgãos reguladores.
O Superintendente Executivo de Riscos Corporativos responde ao CRO pela gestão de riscos na Instituição. Anualmente, no mínimo, são submetidos para apreciação do Conselho de Administração os relatórios de gerenciamento de riscos.
Descrição das políticas e procedimentos do denunciante
SASB FN-CB-510a.2
O Canal de Denúncias do Banrisul é um instrumento de comunicação por meio do qual funcionários, clientes, usuários, parceiros ou fornecedores reportam situações com indícios de ilicitude, de qualquer natureza, relacionadas às atividades da Instituição que afetem a imagem e atentem contra os controles internos e o Programa de Compliance do Banrisul. O canal de denúncias está disponível no site institucional ou pela intranet do Banco, onde está disponível um formulário para registro, sendo facultado o preenchimento de forma totalmente anônima.
Os canais internos e externos destinados ao registro de denúncias e manifestações de que trata esta Política estão divulgados, respectivamente, na Intranet Corporativa e no site do Banrisul – www.banrisul.com.br, sob o nome de Canal de Denúncias.
Em caso de descumprimento desta Política e normativos correlacionados, serão adotadas medidas conforme o nível de relacionamento do transgressor com o Banco:
-se Empregado(a), serão adotadas as penalidades previstas no item Penalidades do Regulamento do Pessoal, apropriadas ao tratamento da desconformidade;
-se Diretor(a) ou Membro de Conselho/Comitê, a desconformidade será reportada pela Auditoria Interna ao Conselho de Administração, observado no que é aplicável à Política do Canal de Denúncias do Banrisul;
-se Estagiário(a) ou Terceiro(a), serão adotadas as penalidades previstas em contrato.
Caso gestores, outros(as) empregados(as) e/ou demais relacionados, se tomarem conhecimento de violação ocorrida e não comunicarem o fato à Unidade de Administração de Pessoas ou ao Canal de Denúncias também serão passíveis de responsabilização.
Independentemente do grau de relacionamento com o Banrisul e da penalidade adotada, aquele que descumprir o estabelecido nas políticas organizacionais poderá ser responsabilizado civil ou criminalmente sobre as violações comprovadas.
Descrição das políticas e procedimentos do denunciante
SASB FN-CB-510a.2
1. A entidade deve descrever os processos e políticas estabelecidos em seu programa de denúncias, incluindo, entre outros, programas internos de conformidade, detalhes da linha direta de denúncias (por exemplo, se for gerenciado por um terceiro independente), referência e publicação do número da linha direta (por exemplo, nos manuais de conformidade corporativa ou código de ética), incentivos ao denunciante para relatar violações e métodos para enviar dicas.
O Banco mantém um Canal de Denúncias, disponível na Intranet Corporativa e no site do Banrisul, dentro da opção Atendimento. Destinado aos colaboradores, clientes, usuários, parceiros ou fornecedores, o Canal recebe denúncias e comunicações sobre situações com indícios de ilicitude, de qualquer natureza, relacionadas às atividades do Banco, que afetem a imagem da Instituição e atentem contra os controles internos e o Programa de Compliance. Dentro do Canal de Denúncias está disponível um formulário para registro, sendo facultado o preenchimento de forma totalmente anônima.
2. A divulgação deve incluir a conformidade da entidade com os regulamentos de denúncia aplicáveis, incluindo, entre outros:
Os canais internos e externos destinados ao registro de denúncias e manifestações sobre o que trata esta Política, estão divulgados, respectivamente, na Intranet Corporativa e no site – www.banrisul.com.br, sob o nome de Canal de Denúncias.
3. A divulgação deve incluir uma discussão sobre quaisquer violações dos regulamentos de denúncias e quaisquer ações corretivas que a entidade tenha implementado como resultado de violações.
Em caso de descumprimento desta Política e normativos correlacionados, serão adotadas medidas conforme o nível de relacionamento do transgressor com o Banco: – se empregado(a), serão adotadas as penalidades previstas no item Penalidades do Regulamento do Pessoal, apropriadas ao tratamento da desconformidade; – se diretor(a) ou membro de conselho/comitê, a desconformidade será reportada pela Auditoria Interna ao Conselho de Administração, observado no que aplicável à Política do Canal de Denúncias do Banrisul; – se estagiário(a) ou terceiro(a), serão adotadas as penalidades previstas em contrato. Caso gestores, outros(as) colaboradores(as) e/ou demais relacionados, tomarem conhecimento de violação ocorrida e não comunicarem o fato à Unidade de Administração de Pessoas ou ao Canal de Denúncias, também serão passíveis de responsabilização. Independentemente do grau de relacionamento com o Banrisul e da penalidade adotada, aquele que descumprir o estabelecido nas políticas organizacionais poderá ser responsabilizado civil ou criminalmente sobre as violações comprovadas.
Estrutura de governança e composição
GRI 2-9

Posição 31/12/22
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Jorge Luís Tonetto |
Presidente - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Claudio Coutinho Mendes |
Vice-presidente - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Márcio Gomes Pinto Garcia |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Eduardo Cunha da Costa |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Ramiro Silveira Severo |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
João Verner Juenemann |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Rafael Andréas Weber |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Adriano Cives Seabra |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Márcio Kaiser |
Conselheiro, indicado pelos empregados - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
CONSELHO FISCAL
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Bruno Pinto de Freitas |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Rogério Costa Rokembach |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Gustav Penna Gorski |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Reginaldo Ferreira Alexandre |
Membro Efetivo, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Bruno Queiroz Jatene |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Tanha Maria Lauermann Schneider |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Vicente Jorge Soares Rodrigues |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Paulo Roberto Franceschi |
Suplente, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
COMITÊ DE AUDITORIA
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
João Verner Juenemann |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2020 - 2022 |
Carlos Biedermann |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Eraldo Soares Peçanha |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
COMITÊ DE ELEGIBILIDADE E REMUNERAÇÃO
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Arnaldo Bonoldi Dutra |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2024 |
José Luiz Castro Mendel |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2024 |
Giusepe Lo Russo |
Membro - função não executiva |
Não |
2021 - 2024 |
COMITÊ DE RISCOS
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
João Zani |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2022 - 2024 |
José Luis Campani Lourenzi |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2024 |
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva |
Membro - função não executiva |
Sim |
2022 - 2024 |
Luanda Pereira Antunes |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
Márcio Gomes Pinto Garcia |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021 - 2023 |
COMITÊ DE RESPONSABILIDADE SOCIAL, AMBIENTAL E CLIMÁTICA
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Claíse Muller Rauber |
Coordenadora - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Wagner Lenhart |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Marcus Vinicius Feijó Staffen |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Jorge Luís Tonetto |
Membro - função não executiva |
Não |
2022 - 2023 |
Marilene de Oliveira Ramos Murias dos Santos |
Santos Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2023¹ |
¹ Nomeada em fevereiro de 2023. |
|||
DIRETORIA EXECUTIVA
Membro |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
|---|---|---|---|
Claudio Coutinho Mendes |
Presidência - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior |
Vice-Presidente e Diretor de Controle e Risco - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Claíse Muller Rauber |
Diretora de Produtos, Segmentos e Canais Digitais - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Fernando Postal |
Diretor Comercial de Distribuição e Varejo - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Jorge Fernando Krug Santos |
Diretor de TI e Inovação - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Marcus Vinícius Feijó Staffen |
Diretor de Finanças e Relações com Investidores - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Osvaldo Lobo Pires |
Diretor de Crédito - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Wagner Lenhart |
Diretor Institucional - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Marivania Ghisleni Fontana |
Diretora Administrativa - função executiva |
Não |
2021 - 2023 |
Estrutura de governança e composição
GRI 2-9
2-9 a) Descreva a sua estrutura de governação, incluindo os comités do mais alto órgão de governação.
Conselho de Administração |
||||
|---|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Número de outras funções e compromissos, bem como a natureza desses compromissos |
Itanielson Dantas Silveira Cruz (M) |
Presidente - função não executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Fernando Guerreiro de Lemos (M) |
Vice-presidente - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Presidência da Diretoria Executiva |
Irany de Oliveira Sant’Anna Junior (M) |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Diretoria de Riscos da Diretoria Executiva |
Luiz Gonzaga Veras Mota (M) |
Conselheiro - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Vice-Presidência e Diretoria de Finanças e Relações com Investidores na Diretoria Executiva |
Jorge Luís Tonetto (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Coordenador do Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática |
Eduardo Cunha da Costa (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
- |
Ramiro Silveira Severo (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
- |
João Verner Juenemann (M) |
Conselheiro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Coordenador do Comitê de Auditoria |
Rafael Andréas Weber (M) |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
- |
Adriano Cives Seabra (M) |
Conselheiro eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
- |
Marcelo Willmsen (M) |
Conselheiro, indicado pelos empregados - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
- |
Conselho Fiscal ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Pedro Capeluppi (M) |
Presidente - Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Pricilla Santana (F) |
Membro efetivo, eleita pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Artur José de Lemos Júnior (M) |
Membro efetivo, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Eduardo Ludovico da Silva (M) |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Reginaldo Ferreira Alexandre (M) |
Membro efetivo, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Micheli Tassiani Petry (F) |
Suplente, eleita pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Paulo Roberto Franceschi (M) |
Suplente, eleito pelos acionistas detentores de ações preferenciais - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Carlos Alexandre Souza e Silva (M) |
Suplente, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Paulo Roberto Dias Pereira (M) |
Suplente, eleito pela maioria acionária - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Auditoria ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
João Verner Juenemann (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2022-2024 |
Carlos Biedermann (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Eraldo Soares Peçanha (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Elegibilidade e Remuneração ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Arnaldo Bonoldi Dutra (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2021-2024 |
José Luiz Castro Mendel (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021-2024 |
Giusepe Lo Russo (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2021-2024 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Riscos ¹ |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva (M) |
Coordenador - função não executiva |
Sim |
2022-2024 |
José Luis Campani Lourenzi (M) |
Membro - função não executiva |
Não |
2022-2024 |
Danielle Santos de Souza Calazans (F) |
Membro - função não executiva |
Não |
2022-2024 |
Paula Bicudo Magalhães (F) |
Membro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Luiz Carlos Caio Tomazeli (M) |
Membro - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
¹Os membros não têm outras obrigações ou compromissos a comunicar.
Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática |
|||
|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Jorge Luís Tonetto (M) |
Coordenador - função não executiva |
Não |
2023-2025 |
Gabriel Ribeiro Fajardo (M) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Marilene de Oliveira Ramos (F) |
Membro - função não executiva |
Sim |
2023-2025 |
Diretoria Executiva |
||||
|---|---|---|---|---|
Membro (M/F) |
Função executiva ou não executiva |
Independência |
Mandato |
Número de outras funções e compromissos, bem como a natureza desses compromissos |
Fernando Guerreiro de Lemos (M) |
Presidência - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Vice-Presidente do Conselho de Administração |
Luiz Gonzaga Veras Mota (M) |
Vice-Presidência e Diretoria de Finanças e Relações com Investidores - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Conselheiro do Conselho de Administração |
Irany de Oliveira Sant'Anna (M) |
Diretoria de Riscos - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
Conselheiro do Conselho de Administração |
Fernando Postal (M) |
Diretor comercial de distribuição e varejo - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Carlos Aluísio V. Malafaia (M) |
Diretoria de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Adriana Celestino (F) |
Diretoria de Atendimento e Operações de Canais- função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Ivanor Antonio Duranti (M) |
Diretor de crédito - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Gaspar Saikoski (M) |
Diretoria Comercial e de Distribuição de Produtos e Serviços- função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
Elizabete Rejane S. Tavares (F) |
Diretora administrativa - função executiva |
Não |
2023 - 2025 |
- |
2-9 b) Liste os comitês do mais alto órgão de governança que são responsáveis pela tomada de decisões e supervisão da gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
O Conselho de Administração é responsável pela condução da atividade do Banco, das suas orientações e dos seus objectivos institucionais. É assessorado pelos Comités de Auditoria, de Risco, de Elegibilidade e Remunerações e de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, todos com funcionamento permanente.
2-9 c) Descreva a composição do mais alto órgão de governação e dos seus comités:
2-9 c) i) membros executivos e não executivos;
2-9 c) ii) independência;
2-9 c) iii) duração do mandato dos membros do órgão de administração;
2-9 c) iv) número de outros cargos e compromissos significativos detidos por cada membro e a natureza dos compromissos;
Respondido no item a.
2-9) v) gênero;
2-9) vi) grupo social sub-representado;
INDICADORES - GÊNERO |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
DADOS CONSOLIDADOS DE 2023 |
||||||
Órgão da Administração |
Feminino |
Masculino |
Não binário |
Outros |
Prefere não responder |
Total |
Diretoria |
2 |
7 |
9 |
|||
Conselho de Administração – efetivos |
0 |
11 |
11 |
|||
Conselho Fiscal - Efetivos e suplentes |
2 |
7 |
9 |
|||
Total administração |
4 |
25 |
0 |
0 |
0 |
29 |
INDICADORES - RAÇA/COR |
||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
DADOS CONSOLIDADOS DE 2023 |
||||||||
Órgão da Administração |
Amarelos |
Branco |
Pretos |
Pardo |
Indígenas |
Outros |
Prefere não responder |
Total |
Diretoria |
0 |
8 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
9 |
Conselho de Administração – efetivos |
0 |
11 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
11 |
Conselho Fiscal - Efetivos e suplentes |
0 |
9 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
9 |
Total administração |
0 |
28 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
29 |
INDICADORES – DEFICIÊNCIA e PESSOAS LGBTQIA+ |
|||||
|---|---|---|---|---|---|
DADOS CONSOLIDADOS DE 2023 |
|||||
Órgão da Administração |
PCD |
LGBTQIA+ |
Prefere não responder |
Não se aplica |
Total |
Diretoria |
0 |
1 |
0 |
8 |
9 |
Conselho de Administração – efetivos |
0 |
1 |
0 |
10 |
11 |
Conselho Fiscal - Efetivos e suplentes |
0 |
1 |
0 |
8 |
9 |
Total administração |
0 |
3 |
0 |
26 |
29 |
2-9 c) vii) competências relevantes para o impacto da organização;
As competências dos membros da administração são avaliadas durante o processo de elegibilidade, conforme informações apresentadas em seus currículos, em conformidade com a Política de Nomeação e Sucessão da Instituição. Além disso, anualmente são oferecidos treinamentos sobre a Lei 13.303 para abordar temas relevantes, possibilitando diversidade de pensamento e tomada de decisões mais informadas.
2-9 c) viii) representação das partes interessadas.
Das 11 cadeiras disponíveis no Conselho de Administração, uma (1) é reservada para acionistas minoritários ordinários, uma (1) é reservada para acionistas minoritários preferenciais e uma (1) é reservada para um representante dos empregados.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Faz parte do Programa de Integridade a Política de Prevenção à Corrupção, Código de Ética e de Conduta, a Política do Canal de Denúncias e Relatório de Controles Internos e de Conformidade.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
A gestão é feita pela Unidade de Controles, Compliance e Inspetoria, em conjunto com as demais áreas do Banco, tendo políticas, treinamentos e o canal de denúncias como medidas para inibir atos de corrupção e mitigar o risco de integridade.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
O Banco mantém um Canal de Denúncias, disponível na Intranet Corporativa e no site do Banrisul, dentro da opção Atendimento. Destinado aos colaboradores, clientes, usuários, parceiros ou fornecedores, o Canal recebe denúncias e comunicações sobre situações com indícios de ilicitude, de qualquer natureza, relacionadas às atividades do Banco, que afetem a imagem da Instituição e atentem contra os controles internos e o programa de compliance.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Manutenção constante e aprimoramento das boas práticas relacionadas a prevenção de atos de ilicitude, bem como treinamentos constantes aos interessados.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
O gerenciamento do Canal está sob a responsabilidade da área independente, a Unidade de Controles e Compliance, que envia semestralmente um relatório com as denúncias recebidas no período para apreciação do Conselho de Administração, descrevendo o número e a natureza das comunicações recebidas, as áreas competentes pelo tratamento da situação, o prazo médio de tratamento e as medidas adotadas. Ainda, anualmente é encaminhado à Alta Administração o Relatório de Controles Internos e Compliance.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
- Construção conjunta de uma agenda estratégica de sustentabilidade para 2023, todas as diretorias diretamente envolvidas e aprovações em todas as instâncias. A diretriz maior é o planejamento estratégico do Banco, firmado pelo pilar ESG.
- Constante melhoria dos procedimentos relativos ao Programa de Integridade, como treinamentos e elaboração de relatórios.
- Indicador da Política: a Política prevê a atualização anual.
- Canal de Denúncias: o indicador prevê o atendimento das denúncias dentro do prazo de até 45 dias e o relatório é pautado semestralmente para a Alta Administração.
- Treinamento: o indicador prevê que o treinamento sobre o tema integridade é obrigatório e deve ser realizado por todos os colaboradores do Banco.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Ainda não são conhecidas, pois o Banrisul apenas possuirá os resultados após a implementação efetiva da Agenda 2030.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
A construção coletiva dos compromissos, indicadores e metas propostos pelas áreas do Banco vem demonstrando maior amadurecimento do tema na Instituição e na visão das lideranças, e pretende-se manter constante atualização das políticas com base nas normativas vigentes.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
A metodologia utilizada para a construção da agenda proporcionou maior engajamento das unidades e diretorias, que precisaram trabalhar em conjunto e ampliar seus conhecimentos. O processo ainda está em desenvolvimento, mas já é possível notar avanços nas pautas em nível de governança.
A cada atualização de normativos são divulgadas as informações através de instruções administrativas, que ficam disponíveis para todos os colaboradores.
O Banco mantém um Canal de Denúncias, disponível na Intranet Corporativa e no site do Banrisul, dentro da opção Atendimento. Destinado aos colaboradores, clientes, usuários, parceiros ou fornecedores e, se comprovada a participação de colaboradores, as denúncias são levadas ao conhecimento da Comissão de Ética.
Forma de gestão
GRI 3-3
A construção coletiva dos compromissos, indicadores e metas propostos pelas áreas do Banco vem demonstrando maior amadurecimento do tema na Instituição e na visão das lideranças. A diretriz maior é o planejamento estratégico do Banco, firmado pelo pilar ESG.
A metodologia utilizada para a construção da agenda proporcionou maior engajamento das unidades e diretorias, que precisaram trabalhar em conjunto e ampliar seus conhecimentos. O processo ainda está em desenvolvimento, mas já é possível notar avanços na evolução das pautas em nível de governança. A definição da Agenda ESG avaliou informações internas e externas à empresa com o objetivo de fornecer um panorama geral do esforço necessário para que o Banrisul se posicione de forma compatível com a expectativa do mercado. Os dados utilizados foram obtidos a partir de entrevistas com a alta liderança e pesquisa on-line com stakeholders para a elaboração da matriz de materialidade e em reuniões e workshops com áreas-chave para a captura de considerações sobre ações, metas e indicadores sugeridos.
A eficácia das medidas ainda não é conhecida, pois os resultados das medidas adotadas virão após a implementação efetiva da Agenda 2030.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Despriorização da Agenda ESG pela Alta Liderança |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
Média |
Na definição da estratégia da empresa. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Falta de informações ESG ao mercado |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Sistêmico |
Alta |
Na elaboração de conteúdo externo. |
Acionistas e Investidores, Operações Banrisul. |
Conflito de interesses, resultando em gestão controversa |
Negativo |
Potencial |
Curto prazo |
Sistêmico |
Média |
Nos processos e atividades da alta gestão. |
Acionistas e Investidores, Operações Banrisul. |
Governança, controle e gestão de risco fiscal
GRI 207-2
Cabe ao Conselho Fiscal fiscalizar, por qualquer de seus membros, os atos dos administradores e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutários, conforme Regimento Interno do Conselho Fiscal.
O Banrisul não possui uma política própria de gestão de riscos fiscais. Alguns riscos são identificados, geridos e monitorados com o enfoque no Risco Operacional, a exemplos dos eventos de regularidade com legislação e normas.
Os riscos identificados pela área de Risco Operacional têm sua conformidade de controles avaliadas pela área de Controles e Compliance. Além disso, existe o canal de denúncia, mas o escopo é generalista, podendo abranger tributos.
Não possuímos uma política própria de gestão de riscos fiscais. Alguns riscos são identificados, geridos e monitorados com enfoque no Risco Operacional, a exemplo dos eventos de regularidade com legislação e normas. Cabe ao Conselho Fiscal o monitoramento e a avaliação, por qualquer de seus membros, dos atos dos administradores e verificação do cumprimento dos seus deveres legais e estatutários, conforme Regimento Interno do Conselho Fiscal. Os riscos identificados pela área de Risco Operacional têm sua conformidade de controles avaliadas pela área de Controles e Compliance.
Nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança
GRI 2-10
2-10 a) Descrever os processos de nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança e seus comitês.
Atualmente, o Conselho de Administração conta com 11 membros, dos quais (i) oito indicados pelo acionista controlador, seguindo a legislação vigente (Lei Federal 13.303/16; Lei Federal 6.404/46 e Decreto Estadual RS 54.110/18); (ii) um indicado pelos acionistas minoritários ordinários; (iii) um pelos acionistas minoritários preferencialistas; e (iv) um representante dos colaboradores, eleito internamente conforme regulamento.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração analisa os indicados, verificando os requisitos de elegibilidade presentes na Política de Indicação e Sucessão, que incluem capacidade, experiência, disponibilidade, diversidade, conhecimentos, comportamentos, cultura, idade e gênero. O Comitê manifesta-se à Procuradoria-Geral do Estado, que decide sobre o cumprimento dos requisitos e a inexistência de impedimentos. Se a indicação for aprovada, o processo de eleição é realizado pelo órgão competente.
2-10 b) Descrever os critérios adotados para selecionar e nomear os membros do mais alto órgão de governança, incluindo se e como os seguintes critérios são considerados:
2-10 b) i) opiniões dos stakeholders (incluindo acionistas);
O Conselho tem 11 vagas, sendo assegurada 1 para indicação dos acionistas minoritários ordinários, 1 para indicação dos acionistas minoritários preferencialistas e 1 para o representante dos colaboradores, eleito internamente conforme o regulamento.
2-10 b) ii) diversidade;
Para reforçar o compromisso público com a diversidade, a Organização tem o encargo de assegurar que, até o ano de 2030, pelo menos 30% das vagas ocupadas nos órgãos da Alta Administração, Conselho Fiscal e Comitês Estatutários sejam destinadas à diversidade, compromisso que se estende às empresas Controladas do Grupo, conforme determina o artigo 111, do Estatuto Social.
2-10 b) iii) independência;
Atualmente, o Conselho de Administração conta com 11 membros, dos quais (i) oito indicados pelo acionista controlador, seguindo a legislação vigente (Lei Federal 13.303/16; Lei Federal 6.404/46 e Decreto Estadual RS 54.110/18); (ii) um indicado pelos acionistas minoritários ordinários; (iii) um pelos acionistas minoritários preferencialistas; e (iv) um representante dos colaboradores, eleito internamente conforme regulamento. Através dessa composição, o Conselho está em compliance com o artigo 22 do Estatuto Social, que determina, entre outros assuntos, que 30% dos membros nomeados sejam independentes, critério considerado pelo Banrisul para selecionar os membros do mais alto órgão de governança.
2-10 b) iv) competências relevantes para os impactos da organização.
O atual processo de elegibilidade executado pelo Banrisul envolve diversas esferas. (Secretaria da Fazenda, Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado, entre outros), proporcionando segurança e confiabilidade a todos stakeholders.
Nomeação e seleção para o mais alto órgão de governança
GRI 2-10
Após a publicação da Proposta da Administração, os acionistas encaminham os nomes dos indicados ao cargo de Conselheiro de Administração, sendo submetidos, posteriormente, à Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Ocorrendo a aprovação prévia por essa Secretaria, o nome e os dados dos indicados serão encaminhados à Secretaria da Fazenda para abertura do processo administrativo, via PROA. Com o recebimento do PROA, se inicia a análise do indicado pelo Comitê de Elegibilidade e Remuneração, levando em consideração os requisitos de elegibilidade presentes na Política de Indicação e Sucessão, onde, para a composição do Conselho de Administração, serão analisados a capacidade e experiência dos indicados, sua disponibilidade de tempo para o exercício das funções, diversidade, conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. A manifestação deste Comitê é encaminhada à Procuradoria-Geral do Estado, para decisão final acerca dos preenchimentos dos requisitos e da ausência de vedações. Aprovada a indicação nos aspectos analisados pela Procuradoria-Geral do Estado, o processo retorna à Companhia, para que se proceda à eleição perante o órgão competente.
A cada dois exercícios, próximo à realização da Assembleia Geral Ordinária Extraordinária, os acionistas encaminham seus candidatos às vagas ao mais alto órgão de governança. O acionista controlador realiza as indicações considerando os critérios estabelecidos na legislação vigente (Lei Federal 13.303/16; Lei Federal 6404/46 e Decreto Estadual RS 54110/18).
Em 2022, a Política de Indicação de Sucessão foi atualizada, incluindo que na eleição para membros do Conselho de Administração do Banrisul deverá ser observada a indicação de vagas destinadas à Diversidade a partir de 2023, na seguinte forma: I – caberá ao acionista, ou grupo de acionistas, que possuir o direito de indicar entre 25% a 40% das cadeiras no Conselho de Administração do Banrisul, destinar no mínimo uma das vagas para membros de Diversidade; II – ao acionista, ou grupo de acionistas, que possuir o direito de indicar para o Conselho de Administração do Banrisul, qualquer percentual superior ao estabelecido no item I, deverá destinar duas ou mais vagas para membros de Diversidade; III – o Grupo Banrisul deverá adequar a composição do Conselhos de Administração, os quais deverão respeitar um percentual mínimo de 30% para as vagas destinadas à Diversidade, até 2030.
A independência é observada conforme disposto no art. 22 do Estatuto Social, que pode ser visualizado na íntegra aqui.
O atual processo de elegibilidade executado pelo Banrisul envolve diversas esferas (Secretaria da Fazenda, Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado, entre outros). Esse fluxo de verificação transmite segurança e confiabilidade a todos stakeholders.
Operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção
GRI 205-1
Conforme a Política de Prevenção à Corrupção do Banrisul, todos os sujeitos à Política são responsáveis por fomentar uma cultura ética e de estabelecer um ambiente permanente de controle e prevenção à corrupção, no âmbito do qual seja possível monitorar e identificar, através de procedimentos de Due Diligence, operações de clientes e não clientes, pessoas físicas e jurídicas, ações ou suspeitas de cometimento do crime de corrupção, bem como fazer cumprir os mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e a aplicação efetiva desta Política e do Código de Ética e de Conduta do Banrisul.
Complementarmente, no ano de 2021, foi desenvolvido um questionário de avaliação de RSAC para operações acima de R$ 10 milhões, o qual contempla o questionamento referente ao tema.
O gerenciamento dos riscos operacionais contempla a identificação e avaliação de eventos de fraude interna, quanto à possibilidade de ação irregular de empregado que ofereça ou obtenha vantagem indevida, e falhas operacionais na elaboração dos processos de apuração ou identificação de operações suspeitas.
O Banco está sujeito a legislações anticorrupção brasileira e estrangeiras. Essas legislações requerem adoção de procedimentos de integridade, visando mitigar o risco de que qualquer pessoa, agindo em nome do Banco, possa oferecer vantagem indevida a agente público, visando auferir benefícios de qualquer ordem. As legislações de alcance transnacional, incluindo, mas sem limitação, a U.S. Foreign Corrupt Practices Act de 1977 e o UK Bribery Act de 2000, além da Lei Federal nº 12.846/13, preveem a adoção de políticas e procedimentos específicos para a prevenção e o combate a atos ilícitos ligados à corrupção de entes da administração pública e de representantes do governo, que tenham como finalidade assegurar qualquer tipo de vantagem e requerem que o Banco mantenha seus livros e registros corretos e um sistema de controles internos para certificar a veracidade desses livros e registros e prevenir atividades ilegais.
Operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção
GRI 205-1
205-1 a) Número total e percentual de operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção.
Ao todo, o Banrisul teve cinco operações avaliadas pela Unidade de Riscos Corporativos em 2023. Não foi medido esse valor em percentual do total de operações.
205-1 b) Riscos significativos relacionados à corrupção identificados por avaliação de riscos.
O gerenciamento dos riscos operacionais contempla a identificação e avaliação de eventos de fraude interna, quanto à possibilidade de ação irregular de empregado que ofereça ou obtenha vantagem indevida, e falhas operacionais na elaboração dos processos de apuração ou identificação de operações suspeitas.
A gestão é feita pela Unidade de Controles, Compliance e Inspetoria, em conjunto com as demais áreas do Banco, tendo políticas, treinamentos e o canal de denúncias como medidas para inibir atos de corrupção e mitigar o risco de integridade. As políticas são revisadas anualmente, de acordo com as atualizações dos normativos e instruções administrativas.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da gestão de impactos
GRI 2-12
Na composição do Conselho de Administração, uma vaga é assegurada aos acionistas minoritários titulares de ações ordinárias, uma vaga assegurada aos acionistas minoritários titulares de ações preferências e uma vaga é assegurada ao representante dos empregados, a ser escolhido via eleição interna, de acordo com o regulamento interno aplicável. Desta forma, nas próprias reuniões do Conselho de Administração, ocorrerá o engajamento dos stakeholders.
O Conselho de Administração – CA é o órgão de orientação geral dos negócios, das diretrizes e dos objetivos Institucionais. Compete ao CA, no âmbito da Gestão Integrada de Capital e de Riscos Corporativos:
a) Fixar os níveis de apetite por riscos da Instituição na Declaração de Apetite por Riscos – RAS – e revisá-los, com o auxílio do Comitê de Riscos – CR -, da diretoria e do CRO;
b) Assegurar a aderência da Instituição às políticas, às estratégias e aos limites de gerenciamento de riscos;
c) Autorizar, quando necessário, exceções às políticas, aos procedimentos, aos limites e aos níveis de apetite por riscos fixados na RAS;
d) Garantir que a estrutura remuneratória adotada pela Instituição não incentive comportamentos incompatíveis com os níveis de apetite por riscos fixados na RAS;
e) Assegurar que a Instituição mantenha níveis adequados e suficientes de capital e de liquidez;
f) Ter compreensão abrangente e integrada dos riscos que podem impactar o capital.
Quanto a Gestão de Riscos Corporativos, o Conselho de Administração, o Comitê de Riscos, o CRO (Diretor de Risco) e a Diretoria da Instituição têm uma série de atribuições conjuntas, sendo elas:
a) Compreender, de forma abrangente e integrada, os riscos que podem impactar o capital e a liquidez da Instituição;
b) Entender as limitações das informações constantes dos relatórios e dos reportes relativos ao gerenciamento de capital e ao gerenciamento de riscos;
c) Garantir que o conteúdo da RAS seja observado pela Instituição;
d) Entender as limitações e as incertezas relacionadas à avaliação dos riscos, aos modelos, mesmo quando desenvolvidos por terceiros, e às metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos; e
e) Assegurar o entendimento e o contínuo monitoramento dos riscos pelos diversos níveis da Instituição.
O Conselho de Administração se reúne periodicamente para apreciar alterações nas políticas de gestão de capital e riscos corporativos, bem como relatórios de gerenciamento dos principais riscos a que a Instituição está exposta. Administrativamente, possui o apoio do Comitê de Riscos Corporativos e da Diretoria de Controle e Risco, e, estatutariamente, do Comitê de Riscos Estatutário.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da gestão de impactos
GRI 2-12
2-12 a) Descrever o papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança e pelos altos executivos no desenvolvimento, aprovação e atualização da declaração de valores e de missão, estratégias, políticas e objetivos relacionados ao desenvolvimento sustentável.
Dentro de suas atribuições de orientação geral dos negócios, diretrizes e objetivos, o Conselho de Administração revisa e aprova políticas, estratégias e limites de gerenciamento de riscos, e fixar os níveis de apetite por riscos na Declaração de Apetite por Riscos (RAS), documentada para o Conglomerado Prudencial do Banrisul. O Banco conta ainda com a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) , que estabelece as diretrizes para conduzir as ações de responsabilidade para cada área, de forma compatível com a natureza de suas atividades e a complexidade de seus produtos e serviços, em equilíbrio com as oportunidades de negócio, para contribuir com o desenvolvimento sustentável das regiões em que o Banrisul atua.
Com base na Resolução CVM 4945/21, a PRSAC estabelece também que a governança seja efetivamente atribuída como responsabilidade do CA e de um diretor responsável pela implementação das ações, com vistas a sua efetividade. Para monitorar e gerenciar as iniciativas relacionadas à sustentabilidade, há um Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (CRSAC), estatutário, que tem como atribuição propor recomendações ao Conselho de Administração e avaliar a aderência das ações implementadas relacionadas à política.
2-12 b) Descrever o papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança na supervisão da devida diligência da organização e de outros processos para identificar e gerenciar seus impactos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, incluindo:
2-12 b) i) se e como o mais alto órgão de governança se engaja com os stakeholders para apoiar estes processos;
Enquanto órgão máximo da Instituição em relação à Declaração de Apetite por Riscos (RAS), o Conselho de Administração fixa os níveis de apetite e revisa-os anualmente, com o auxílio do Chief Risk Officer (CRO), da Diretoria e do Comitê de Riscos.
2-12 b) ii) como o mais alto órgão de governança considera os resultados destes processos.
A Instituição desenvolve uma série de indicadores e sinalizadores para o acompanhamento do apetite por riscos, monitorados e reportados periodicamente à Alta Administração, por meio de relatórios e de um dashboard.
2-12 c) Descrever o papel do mais alto órgão de governança na análise da eficácia dos processos da organização conforme descrito no item 2-12-b e relatar a frequência desta análise.
O Conselho de Administração se reúne mensalmente para avaliar os relatórios de gerenciamento dos principais riscos a que a Instituição está exposta. Já as alterações nas políticas de gestão de capital e riscos corporativos são avaliadas anualmente pelo órgão. Administrativamente possui o apoio do Comitê de Riscos Corporativos e da Diretoria de Controle e Risco, e estatutariamente do Comitê de Riscos Estatutário.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança no relato de sustentabilidade
GRI 2-14
2-14 a) Relatar se o mais alto órgão de governança é responsável por analisar e aprovar as informações relatadas, incluindo os temas materiais da organização, e se for, descrever o processo de análise e aprovação das informações.
O Relatório de Sustentabilidade é submetido à aprovação da Diretoria e do Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática.
2-14 b) Se o mais alto órgão de governança não for responsável por analisar e aprovar as informações relatadas, incluindo os temas materiais da organização, explicar os motivos para isso.
Não aplicável pois o Conselho de Administração é responsável pela aprovação.
Papel desempenhado pelo mais alto órgão de governança no relato de sustentabilidade
GRI 2-14
Em atenção à Resolução CMN nº 4.945 de 15-09-2021, a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática do Banrisul (PRSAC) determina que à Diretoria Administrativa, instância definida pelo próprio Conselho de Administração, compete:
a) Prestação de subsídio e participação no processo de tomada de decisões relacionadas ao estabelecimento e à revisão da PRSAC, auxiliando o conselho de administração;
b) Prestar suporte à implementação de ações com vistas à efetividade da PRSAC;
c) Monitoramento e avaliação das ações implementadas;
d) Garantir que haja aperfeiçoamento das ações implementadas, quando identificadas eventuais deficiências;
e) Favorecer e impulsionar a divulgação adequada e fidedigna das informações de publicação obrigatória;
f) Realizar a gestão da PRSAC no Banrisul. Entre as atribuições do Conselho de Administração está a de assegurar a aderência da Instituição à PRSAC e às ações com vistas à sua efetividade.
O Banrisul possui o Comitê de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (CRSAC), órgão de assessoramento ao Conselho de Administração, lhe cabendo as seguintes atribuições e responsabilidades:
a) Propor recomendações ao Conselho de Administração sobre o estabelecimento e a revisão da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática;
b) Avaliar o grau de aderência das ações implementadas à Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática e, quando necessário, propor recomendações de aperfeiçoamento;
c) Manter registros de suas deliberações e decisões;
d) Avaliar e acompanhar o desempenho sustentável do Banco e a efetividade das ações previstas no Plano de Sustentabilidade do Banco;
e) Acompanhar a evolução do tema sustentabilidade, buscando identificar oportunidades e riscos, de forma a gerar valor para o Banco e seus públicos de interesse;
f) Propor e acompanhar a execução de iniciativas que melhorem o desempenho socioambiental do Banco;
g) Assessorar o Conselho de Administração na incorporação da sustentabilidade na estratégia dos negócios e nas práticas administrativas da Empresa e monitorar a sua evolução;
h) Analisar, acompanhar, emitir recomendações e pareceres para subsidiar as decisões do Conselho de Administração sobre políticas e práticas relacionadas à sua área de atuação;
i) Cumprir outras atribuições determinadas pelo Conselho de Administração.
Políticas de remuneração
GRI 2-19
Os membros do Conselho de Administração somente farão jus à remuneração fixa mensal, a título de honorários, e não receberão remuneração variável ou benefícios diretos e/ou indiretos. Os membros da Diretoria Executiva farão jus ao recebimento de remuneração mensal a título de honorários acrescida de verba de representação, cujo montante anual não deverá ultrapassar o valor global da remuneração dos administradores fixado pela AGOE, assim como terão direito à Participação sobre os Lucros e Resultados do Banrisul – PLR, calculada de acordo com regras estabelecidas pelo Conselho de Administração, considerando os critérios para pagamento de PLR a empregados, definidos pela Convenção Coletiva de Trabalho da Categoria Bancários. Além da PLR acima mencionada, o Conglomerado Banrisul poderá pagar remuneração variável aos seus Diretores, desde que compreendida na remuneração global aprovada em Assembleia Geral, observados os limites fixados pela legislação vigente e baseada nos critérios que vierem a ser definidos pelo Conselho de Administração.
Políticas de remuneração
GRI 2-19
2-19 a) Descrever as políticas de remuneração aplicadas ao mais alto órgão de governança e altos executivos, incluindo:
2-19 a) i) remuneração fixa e variável;
A remuneração global da Alta Administração e seus Comitês Estatutários é fixada anualmente pela Assembleia Geral, cabendo ao Conselho de Administração definir a remuneração individual de cada Órgão.
Os membros do Conselho de Administração recebem remuneração fixa mensal, a título de honorários, sem remuneração variável ou quaisquer benefícios.
Os membros da Diretoria recebem remuneração fixa mensal, uma verba de representação com direito a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e benefícios, como recesso remunerado, auxílio refeição, auxílio cesta alimentação e plano de saúde, além de remuneração variável, desde que compreendida na remuneração global mencionada acima, observados os limites fixados pela legislação vigente e baseada nos critérios que vierem a ser definidos pelo Conselho de Administração.
2-19 a) ii) bônus de atração ou pagamentos de incentivos ao recrutamento;
Não se aplica – a política não prevê esse tipo de bonificação.
2-19 a) iii) pagamentos de rescisão;
Não se aplica – a política não prevê esse tipo de pagamento.
2-19 a) iv) devolução de bônus e incentivos (clawbacks);
Não se aplica – a política não prevê esse tipo de devolução.
2-19 a) v) benefícios de aposentadoria.
Os diretores podem também aderir a planos de previdência complementar e seguros. Esses benefícios poderão variar conforme o perfil específico de cada profissional. Os diretores que eventualmente vierem do quadro de pessoal do Banrisul terão assegurados os planos de benefícios iniciados quando eram colaboradores.
2-19 b) Descrever como as políticas de remuneração para membros do mais alto órgão de governança e para os altos executivos estão vinculadas aos seus objetivos e ao seu desempenho em relação à gestão dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas.
Além da Participação sobre Lucros e Resultados – PLR (conforme conversão coletiva da categoria), o Conglomerado Banrisul poderá pagar remuneração variável aos seus diretores, desde que compreendida na remuneração global aprovada em Assembleia Geral, observados os limites fixados pela legislação vigente e baseada nos critérios que vierem a ser definidos pelo Conselho de Administração.
Presidente do mais alto órgão de governança
GRI 2-11
2-11 a) Relatar se o presidente do mais alto órgão de governança é também um alto executivo da organização.
O presidente do Conselho de Administração não é alto executivo no Banrisul.
2-11 b) Se o presidente for também um alto executivo, descreva sua função na gestão da organização, os motivos para esse acúmulo de funções e como os conflitos de interesse são prevenidos e mitigados.
O presidente do Conselho de Administração não é alto executivo no Banrisul.
Presidente do mais alto órgão de governança
GRI 2-11
O Presidente do Conselho de Administração não é alto executivo na Companhia.
Processo para determinação da remuneração
GRI 2-20
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração tem como atribuição:
(i) elaborar a política de remuneração dos Administradores do Banco e das subsidiárias, propondo aos Conselhos de Administração do Banco e das subsidiárias as diversas formas de remuneração fixa e variável, além de benefícios e programas especiais de recrutamento e desligamento;
(ii) propor aos Conselhos de Administração do Banco e das subsidiárias o montante de remuneração global dos administradores a ser submetido às respectivas Assembleias Gerais, na forma do art. 152, da Lei nº 6.404, de 1976;
(iii) avaliar os cenários futuros, internos e externos, e seus possíveis impactos sobre a política de remuneração dos Administradores do Banco e das subsidiárias;
(iv) analisar a política de remuneração dos Administradores do Banco e das subsidiárias em relação às práticas de mercado, com vistas a identificar discrepâncias significativas a empresas congêneres, propondo os ajustes necessários.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração, conforme Resolução CMN 3.921/10, tem a atribuição de auxiliar no processo de determinação da remuneração, sendo este órgão composto por três membros independentes, pessoas naturais residentes no país, com formação profissional de nível superior e capacitação técnica compatível com as atribuições do cargo, além de preencher as condições para o exercício de cargos em órgãos estatutários de instituições financeiras e outras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Os conselheiros se manifestam em reuniões ordinárias e extraordinárias, e suas considerações são registradas em ata. Especialmente quanto aos acionistas, os mesmos podem se manifestar na Assembleia Geral Ordinária/Extraordinária.
Processo para determinação da remuneração
GRI 2-20
2-20 a) Descrever o processo de desenvolvimento das políticas de remuneração e para determinação da remuneração, incluindo:
2-20 a) i) se membros independentes do mais alto órgão de governança ou um comitê de remuneração independente supervisiona o processo de determinação da remuneração;
Cabe ao Comitê assessorar o Conselho de Administração na determinação da remuneração, por meio da análise de cenários futuros, internos e externos, e seus possíveis impactos sobre a política de remuneração dos administradores do Banco e das empresas Controladas do Grupo. Para elaboração da Proposta de Remuneração, esse comitê analisa os números da Instituição em relação às práticas de mercado, busca identificar discrepâncias significativas em relação a organizações similares e propor os ajustes necessários.
2-20 a) ii) como as opiniões dos stakeholders (incluindo acionistas) relacionadas a remuneração são obtidas e consideradas;
Participam da definição das políticas de remuneração: membros independentes (Comitê de Elegibilidade e Remuneração), Conselho de Administração, Governo do Estado do RS (acionista controlador) e demais acionistas. Conselheiros e acionistas tem suas manifestações registradas em ata, em reuniões e assembleia ordinárias e extraordinárias. A definição da remuneração dos empregados inclui a participação de entidades representativas, por meio da convenção e acordo coletivo.
2-20 a) iii) se consultores de remuneração estão envolvidos na determinação da remuneração e, caso estejam, se eles são independentes da organização, do mais alto órgão de governança e de seus altos executivos.
O Comitê de Elegibilidade e Remuneração, conforme Resolução CMN 3.921/10, tem a atribuição de auxiliar no processo de determinação da remuneração, sendo este órgão composto por três membros independentes.
2-20 b) Relatar os resultados de votações de stakeholders (incluindo acionistas) nas políticas e propostas de remuneração, se aplicável.
O resultado individual de votações dos conselheiros ou membros de Comitê não estão disponíveis, por motivo de confidencialidade.
Proporção da remuneração total anual
GRI 2-21
A proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da Organização e a remuneração total anual média de todos os empregados é de 12,0%, enquanto a proporção entre o aumento percentual na remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da Organização e o aumento percentual médio na remuneração total anual de todos os empregados é de 0,8%.
Os aumentos anuais ocorrem nos meses de abril (promoções regulamentares retroativas a janeiro) e em setembro (dissídio bancário).
Para o cálculo, utilizou-se a informação do indivíduo mais bem pago como sendo o presidente, que não é empregado do Banco. Os demais trabalhadores não empregados não foram considerados no cálculo. Foram considerados no cálculo da remuneração os totais de proventos (ordenados, gratificações, comissão de cargo, abono dedicação integral, anuênios, horas extras, prêmios captação, auxílio à movimentação, diretoria, prêmio aposentadoria, plano de aposentadoria incentivada).
Proporção da remuneração total anual
GRI 2-21
2-21 a) Relatar a proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e a remuneração total anual média de todos os colaboradores (excluindo-se o mais bem pago).
A proporção entre a remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e a remuneração total anual média de todos os colaboradores (excluindo-se o mais bem pago) é 10%.
2-21 b) Relatar a proporção entre o aumento percentual na remuneração total anual do indivíduo mais bem pago da organização e o aumento percentual médio na remuneração total anual de todos os colaboradores (excluindo-se o mais bem pago).
A mediana da remuneração dos colaboradores, excluindo-se o mais pago, sofreu uma redução de 2022 para 2023, devido ao desligamento de 506 empregados através do Programa de Desligamento Voluntário, sendo assim não foi possível calcular a proporção do aumento percentual requisitado no item b.
2-21 c) Relatar informações contextuais para a compreensão dos dados relatados e como os dados foram compilados.
Nesse cálculo, o presidente não foi considerado, uma vez que houve troca de Diretoria. A referência foi o vice-presidente, que não é profissional do Banco. Na conta da remuneração dos totais de proventos foram incluídos: ordenados, gratificações, comissão de cargo, abono dedicação integral, anuênios, horas extras, prêmios de captação, auxílio à movimentação, diretoria, prêmio aposentadoria e plano de aposentadoria incentivada.
Descrição das políticas e procedimentos do denunciante
SASB FN-CB-510a.2
1) A entidade deve descrever os processos e políticas estabelecidos em seu programa de denúncias, incluindo, entre outros, programas internos de conformidade, detalhes da linha direta de denúncias (por exemplo, se for gerenciado por um terceiro independente), referência e publicação do número da linha direta (por exemplo, nos manuais de conformidade corporativa ou código de ética), incentivos ao denunciante para relatar violações e métodos para enviar dicas.
A Política de Prevenção à Corrupção do Banrisul estabelece diretrizes, procedimentos e controles destinados a prevenir e coibir atos de corrupção. Atualizada periodicamente, em conformidade com a legislação vigente, a política busca o constante aprimoramento dos controles internos e a adesão às melhores práticas do mercado.
O gerenciamento de riscos operacionais contempla a identificação e avaliação de eventos relacionados a fraudes internas, como condutas irregulares de colaboradores que possam oferecer ou receber vantagens indevidas, além de falhas em processos de apuração ou identificação de operações suspeitas.
Gerenciamos internamente o Canal de Denúncias, garantindo o sigilo das informações e a proteção contra qualquer forma de retaliação àqueles que o utilizarem de boa-fé, independentemente do resultado da apuração.
Divulgamos amplamente os canais disponíveis em nossos ambientes institucionais, reafirmando nosso compromisso com a transparência, a escuta ativa e a condução responsável das nossas relações.
Mais informações estão disponíveis em nosso site: www.banrisul.com.br.O descumprimento da política ou de normativos correlatos implica a adoção de medidas proporcionais ao vínculo do infrator com o Banrisul:
- Colaboradores(as): aplicação das penalidades previstas no Regulamento do Pessoal, conforme a gravidade da infração;
- Diretores(as) e membros de conselhos ou comitês: a Auditoria Interna reportará o caso ao Conselho de Administração, nos termos da Política do Canal de Denúncias;
- Estagiários(as) ou terceiros(as): aplicação das sanções previstas nos contratos firmados.
A omissão diante de irregularidades também é passível de responsabilização. Gestores, colaboradores ou demais públicos que tiverem conhecimento de violações e deixarem de comunicá-las à Unidade de Estratégia e Administração de Pessoas ou ao Canal de Denúncias poderão responder por conivência.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas destes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
O Programa de Integridade do Banrisul é fundamentado em práticas de transparência e responsabilidade, abrangendo a Política de Prevenção à Corrupção, o Código de Ética e de Conduta, a Política do Canal de Denúncias e o Relatório de Controles Internos e de Conformidade.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não houve impactos negativos potenciais referentes ao tema.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
São realizados monitoramentos e apuradas denúncias oriundas do Canal de Denúncias da instituição. O Canal de Denúncias está disponível no site e na intranet para que todos os nossos públicos, que incluem colaboradores, clientes, usuários, fornecedores e parceiros de negócios, possam reportar situações com indícios de ilicitude de qualquer natureza, falhas de controle, descumprimento de políticas internas e suspeitas de violação do Código de Ética e de Conduta do Banrisul.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
São realizados treinamentos aos colaboradores, além de revisão e atualização do Código de Ética e de Conduta do Banrisul.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Relatórios semestrais sobre o Canal de Denúncias são enviados à alta administração, com informações quantitativas e qualitativas sobre os registros recebidos e com as análises efetuadas no Canal de Denúncias, facilitando a identificação de possíveis melhorias nos processos internos. Anualmente, o Relatório de Controles Internos e Compliance é também compartilhado com a alta administração.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
As normas e políticas relacionadas ao nosso Programa de Integridade preveem a revisão e atualização anual, além do treinamento de integridade obrigatório para todos os nossos colaboradores. A Política do Canal de Denúncias, informa que as denúncias devem ser tratadas em até 45 dias.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
A eficácia das medidas é avaliada por meio das informações quantitativas e qualitativas, incluindo a análise dos registros do Canal de Denúncias, que constam nos relatórios semestrais.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
As normas e políticas relacionadas ao nosso Programa de Integridade preveem revisão e a atualização anual, incorporando os aprendizados adquiridos.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
O Canal de Denúncias, disponível em nosso site e também na intranet corporativa, é o meio do qual os empregados, administradores, membros de comitês estatutários, clientes, usuários, parceiros ou fornecedores podem reportar situações relacionados às atividades do Grupo Banrisul, com indícios de ilicitude de qualquer natureza, falhas de controle, descumprimento de políticas internas e suspeitas de violação do Código de Ética e de Conduta do Banrisul. A comunicação da eficácia das medidas é realizada por meio dos relatórios semestrais sobre o Canal de Denúncias e do Relatório de Controles Internos e Compliance, de periodicidade anual, que são compartilhados com a alta administração, evidenciando nosso compromisso com a melhoria contínua de procedimentos e com as melhores práticas de governança.
Operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção
GRI 205-1
205-1 a) Número total e percentual de operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção.
Em 2024, 47 unidades administrativas foram 100% avaliadas, considerando a avaliação de risco operacional, que é acompanhada pela identificação de controles e abrange o risco de fraude interna. Já em relação à inspeção da conformidade nos processos, 494 agências, ou seja, 100%, foram avaliadas. Quanto às empresas controladas, 100% são avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção.
205-1 b) Riscos significativos relacionados à corrupção identificados por avaliação de riscos.
O gerenciamento de riscos operacionais contempla a identificação e avaliação de eventos relacionados a fraudes internas, como condutas irregulares de colaboradores que possam oferecer ou receber vantagens indevidas, além de falhas em processos de apuração ou identificação de operações suspeitas.
Publicações
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas a estes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
Não há uma política específica atrelada ao tema, pois as diretrizes de desenvolvimento de capital humano perpassam diversos programas institucionais no Banco. Acreditamos que o desenvolvimento do Banrisul está diretamente ligado às pessoas. Por isso, promovemos um ambiente de trabalho seguro, respeitoso e equitativo, que estimula o engajamento e valoriza cada colaborador.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Oferecemos a todos os colaboradores o plano de saúde de autogestão Cabergs, com cobertura em diversas regiões; fornecemos ações anuais de vacinação contra a gripe e orientações sobre saúde; além de ações como a Doação de Sangue e a Quinta da Saúde, que promove palestras sobre diversos temas.
Disponibilizamos, também, diversos programas voltados ao bem-estar dos colaboradores, como o Programa de Acidentes do Trabalho (Proat); o Programa de Prevenção e Tratamento dos Problemas Relacionados ao Uso de Álcool e Outras Drogas (PAD); o Programa de Atenção e Acompanhamento a Empregados em Situação de Estresse (Pass); o Protocolo de Acolhimento e Acompanhamento de Empregado PcD no ambiente de trabalho; o Programa de Ginástica Laboral; e, ainda, os grupos de corrida (Banrirunners), de caminhada e de ciclismo (Banribike).
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
As ações ocorrem por meio do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, através de exames médicos ocupacionais. Para facilitar o acesso do usuário, os exames periódicos são realizados preferencialmente no próprio ambiente de trabalho, evitando transtornos de deslocamento e possibilitando a análise do ambiente de trabalho pelo profissional contratado. Quando não é possível, buscar uma clínica ocupacional/consultório médico o mais próximo possível é uma opção. Esse escopo abrange apenas empregados Banrisul. No que tange aos trabalhadores terceirizados, o serviço é implementado pelo Sesmt da contratada.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
Programa de Formação para equipes da rede de agências e da Direção Geral, com trilhas de aprendizagem presenciais e remotas. Além disso, ampliamos a plataforma EaD Banrisul, inserindo novos conteúdos.
Há, ainda, o Programa de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento de Doenças Profissionais e Acidentes de Trabalho (Proat) e o Programa de Atenção e Acompanhamento a Empregados em Situação de Estresse (Pass), além da promoção de campanha de vacinação contra a gripe.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Estamos em conformidade com as normativas de segurança estabelecidas por diversas entidades, o que garante a segurança de todos nas agências e em todas as nossas unidades.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
O progresso é avaliado através de indicadores como número de participantes de cursos e campanhas, número de horas de treinamento de colaboradores, nível de satisfação dos cursos e depoimentos de colaboradores.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Periodicamente, os dados quantitativos de colaboradores capacitados são compartilhados com Diretoria e colaboradores via matérias em portal interno.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
Promovemos aprendizado através de cursos sobre educação financeira, com foco em temas como planejamento de gastos, reserva de emergência, dívidas e financiamentos. Também incorporamos aprendizados como o da ampliação da presença de tradutores e intérpretes de Libras em eventos, reuniões e treinamentos, reforçando nosso compromisso com a inclusão.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
O Programa de Integração de Novos Empregados, bem como o Programa de Formações para avanço na carreira foram concebidos a partir da coprodução articulada pela Universidade Corporativa, envolvendo unidades administrativas, Rede de Agências e empresas coligadas do Grupo Banrisul. A divulgação de nossas ações ocorre através do Programa de Integração dos Novos Empregados, premiado no Top Ser Humano ABRH em 2024.
Média de horas de capacitação por ano, por empregado
GRI 404-1
404-1 a) Média de horas de capacitação realizada pelos empregados da organização durante o período coberto pelo relatório, discriminada por:
i. gênero;
ii. categoria funcional.
Média de horas de capacitação por empregado, por gênero¹ ² ³ |
||||
|---|---|---|---|---|
Gênero |
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
Masculino |
67,0 |
86,3 |
84,5 |
-2,1% |
Feminino |
65,3 |
81,3 |
79,3 |
-2,5% |
Total |
66,1 |
84,1 |
82,3 |
-2,1% |
¹ Para calcular a média de horas, foi utilizado o número total de horas de capacitação por empregado dividido pela quantidade de colaboradores por gênero.
² Estagiários não são contabilizados nesse cálculo.
³ Os números de 2024 foram impactados pela inundação ocorrida em maio, que exigiu a atuação do Banrisul em regime de contingência por cerca de 30 dias. A inundação também causou suspensão de eventos no RS, danos ao aeroporto de Porto Alegre e restrições a viagens interestaduais, afetando a participação em eventos até dezembro de 2024.
Média de horas de capacitação por empregado, por categoria funcional¹ |
||||
|---|---|---|---|---|
Categoria funcional |
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
Superintendente |
44,3 |
41,6 |
60,2 |
52,6% |
Gerente |
114,7 |
134,5 |
109,7 |
-18,7% |
Analista |
39,6 |
29,9 |
32,8 |
-6,4% |
Assistente |
31,3 |
0 |
0 |
- |
Sem função comissionada |
64,3 |
86,6 |
82,6 |
-4,7% |
Estagiários |
55,8 |
40,2 |
13,8 |
-62,4% |
Outros |
65,9 |
105,6 |
146,0 |
38,3% |
Média total de horas de treinamento |
66,1 |
76,3 |
67,1 |
-10,6% |
¹ Para calcular a média de horas, foi utilizado o número total de horas de capacitação por empregado dividido pela quantidade de colaboradores por categoria funcional.
Novas contratações e rotatividade de empregados
GRI 401-1
401-1 a) Número total e taxa de novas contratações de empregados durante o período coberto pelo relatório, discriminados por faixa etária, gênero e região.
Novas contratações, por gênero¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Gênero |
2022 |
2023 |
2024 |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Feminino |
2 |
50,0 |
340 |
26,5 |
197 |
29,6 |
Masculino |
2 |
50,0 |
942 |
73,5 |
469 |
70,4 |
Total |
4 |
100 |
1.282 |
100 |
666 |
100 |
¹ As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores contratados.
Novas contratações, por faixa etária¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Faixa etária |
2022 |
2023 |
2024 |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Abaixo de 30 anos |
0 |
0,0 |
606 |
47,3 |
290 |
43,5 |
De 30 a 50 anos |
3 |
75,0 |
637 |
49,7 |
362 |
54,4 |
Acima de 50 anos |
1 |
25,0 |
39 |
3,0 |
14 |
2,1 |
Total |
4 |
100 |
1.282 |
100 |
666 |
100 |
¹ As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores contratados.
Novas contratações, por região¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Região |
2022 |
2024 |
2023 |
|||
Número total |
% |
Número total |
Número total |
% |
Número total |
|
Sul |
4 |
100 |
1.280 |
99,8 |
666 |
100 |
Centro-Oeste |
0 |
0,0 |
2 |
0,2 |
0 |
0,0 |
Total |
4 |
100 |
1.282 |
100 |
666 |
100 |
¹ As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores contratados.
b. Número total e taxa de rotatividade de empregados durante o período coberto pelo relatório, discriminados por faixa etária, gênero e região.
Rotatividade, por faixa etária |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Faixa etária |
2022 |
20232 |
20241 |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Abaixo de 30 anos |
32 |
9,2 |
46 |
5,4 |
240 |
64,2 |
De 30 a 50 anos |
219 |
62,9 |
209 |
24,6 |
220 |
58,8 |
Acima de 50 anos |
97 |
27,9 |
596 |
70,0 |
-86 |
-23,0 |
Total |
348 |
100 |
851 |
100 |
374 |
100 |
¹ Em 2024, houve uma mudança na metodologia de cálculo. As taxas passaram a ser calculadas com base na diferença entre o número total de admissões e o número total de desligamentos. Nos anos de 2022 e 2023, as taxas foram calculadas considerando apenas o total de colaboradores desligados. Devido a essa reformulação, os resultados de 2024 podem apresentar variações em relação aos anos anteriores. | GRI 2-4
² A quantidade maior em 2023 ocorreu devido ao desligamento de 504 empregados em função do Programa de Desligamento Voluntário (PDV).
Rotatividade, por gênero |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Gênero |
2022 |
20232 |
20241 |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Feminino |
127 |
36,5 |
372 |
43,7 |
107 |
28,6 |
Masculino |
221 |
63,5 |
479 |
56,3 |
267 |
71,4 |
Total |
348 |
100 |
851 |
100 |
374 |
100 |
¹ Em 2024, houve uma mudança na metodologia de cálculo. As taxas passaram a ser calculadas com base na diferença entre o número total de admissões e o número total de desligamentos. Nos anos de 2022 e 2023, as taxas foram calculadas considerando apenas o total de colaboradores desligados. Devido a essa reformulação, os resultados de 2024 podem apresentar variações em relação aos anos anteriores. | GRI 2-4
² A quantidade maior em 2023 ocorreu devido ao desligamento de 504 empregados em função do Programa de Desligamento Voluntário (PDV).
Rotatividade, por região |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Região |
2022 |
20232 |
20241 |
|||
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
|
Sul |
344 |
98,9 |
848 |
99,6 |
377 |
100,8 |
Sudeste |
1 |
0,3 |
2 |
0,2 |
-2 |
-0,5 |
Centro-Oeste |
3 |
0,9 |
1 |
0,1 |
-1 |
-0,3 |
Total |
348 |
100 |
851 |
100 |
374 |
100 |
¹ Em 2024, houve uma mudança na metodologia de cálculo. As taxas passaram a ser calculadas com base na diferença entre o número total de admissões e o número total de desligamentos. Nos anos de 2022 e 2023, as taxas foram calculadas considerando apenas o total de colaboradores desligados. Devido a essa reformulação, os resultados de 2024 podem apresentar variações em relação aos anos anteriores. | GRI 2-4
² A quantidade maior em 2023 ocorreu devido ao desligamento de 504 empregados em função do Programa de Desligamento Voluntário (PDV).
Programas para aperfeiçoamento de competências dos empregados e de assistência para transição de carreira
GRI 404-2
404-2 a) Tipo e escopo de programas implementados e de assistência prestada para aperfeiçoar as competências dos empregados.
Criamos a Banrieduca, uma nova plataforma externa de cursos gratuitos voltada à comunidade Banrisul. Iniciamos com cinco cursos sobre educação financeira, com foco em temas como planejamento de gastos, reserva de emergência, dívidas e financiamentos. Além da capacitação em libras para atendimento na rede de agências, também ampliamos a presença de tradutores e intérpretes de Libras em eventos, reuniões e treinamentos.
Entre as ações voltadas ao público interno em 2024, destacamos os investimentos em capacitação por meio do Programa de Formação para equipes da rede de agências e da Direção Geral, com trilhas de aprendizagem presenciais e remotas. Ampliamos a plataforma EaD Banrisul com novos conteúdos e encerramos o ciclo com cursos específicos nas áreas de agronegócio e câmbio. Também oferecemos capacitações em previdência complementar, em parceria com a UniAbrapp.
404-2 b) Programas de assistência para transição de carreira oferecidos visando facilitar a empregabilidade continuada e a gestão de final de carreira devido a aposentadoria ou rescisão do contrato de trabalho.
Não há cursos específicos para transição de carreira.
Promoção da saúde do trabalhador
GRI 403-6
403-6 a) Uma explicação de como a organização facilita o acesso dos trabalhadores a serviços médicos e de saúde não relacionados ao trabalho, e o escopo do acesso oferecido.
Para questões de saúde não relacionadas ao trabalho, oferecemos a todos os colaboradores o plano de saúde de autogestão Cabergs, com cobertura em diversas regiões.
403-6 b) Uma descrição dos serviços e programas de promoção da saúde oferecidos aos trabalhadores para tratar de importantes riscos à saúde não relacionados ao trabalho, inclusive os riscos específicos à saúde tratados, e como a organização facilita o acesso dos trabalhadores a esses serviços e programas.
Disponibilizamos uma série de serviços e programas de promoção da saúde direcionados ao bem-estar geral dos trabalhadores, incluindo a prevenção e o tratamento de riscos à saúde não relacionados diretamente ao trabalho. Entre os principais, estão: Programa de Prevenção e Tratamento de Problemas Relacionados ao Uso de Álcool e Outras Drogas (PAD); Programa de Atenção e Acompanhamento a Empregados em Situação de Estresse (Pass); Programa de Ginástica Laboral; além de ações anuais de vacinação contra a gripe e grupos de corrida (Banrirunners), caminhada e ciclismo (Banribike). Os colaboradores ainda contam com incentivos para participação em competições e eventos esportivos, como corridas de rua e maratonas.
Publicações
Sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho
GRI 403-1
403-1 a) Uma declaração sobre se foi implementado um sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho, incluindo se:
I) O sistema foi implementado devido a exigências legais e, nesse caso, uma lista das exigências;
Para nós, a saúde, segurança e bem-estar de nossos colaboradores são elementos fundamentais, refletindo diretamente tanto na qualidade de vida de todos quanto nos resultados da nossa Instituição. Com o objetivo de garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável, implementamos um sistema de gestão de segurança, supervisionado pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).
Dentre as exigências legais em SST contempladas pelo nosso programa, destacamos a Norma Regulamentadora – NR 01 – Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
II) O sistema foi implementado com base em normas/diretrizes reconhecidas de gestão de riscos e/ou sistema de gestão e, nesse caso, uma lista das normas/diretrizes.
Estamos em conformidade com as normativas de segurança estabelecidas por diversas entidades, o que garante a segurança de todos nas agências e em todas as nossas unidades. As principais entidades incluem:
- Ministério do Trabalho e Previdência;
- Ministério Público do Trabalho;
- Fundacentro;
- Anvisa;
- Occupational Safety and Health Administration (OSHA);
- National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH);
- Conferência Americana de Higienistas (ACGIH);
- Acordo Coletivo de Trabalho.
b) Uma descrição do escopo de trabalhadores, atividades e locais de trabalho abrangidos pelo sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho e uma explicação de se quaisquer trabalhadores, atividades ou locais de trabalho não são abrangidos e, em caso positivo, por que não o são.
Todos os trabalhadores da Instituição são abrangidos pelas mesmas iniciativas de proteção ao trabalhador, em todas as unidades do Banco.
Trabalhadores com alta incidência ou alto risco de doenças relacionadas à sua ocupação
GRI 403-3
403-3) A organização relatora deverá relatar as seguintes informações para empregados e para trabalhadores que não são empregados mas cujo trabalho e/ou local de trabalho é controlado pela organização:
a) Uma descrição das funções dos serviços de saúde do trabalho que contribuem para identificação e eliminação de periculosidade e minimização de riscos, e uma explicação de como a organização garante a qualidade desses serviços e facilita o acesso dos trabalhadores a eles.
Com o objetivo de garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável, implementamos um sistema de gestão de segurança, supervisionado pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Esse sistema abrange um amplo conjunto de ações e de iniciativas que compreendem, principalmente, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e Análises Ergonômicas do Trabalho (AET), que protegem todos os nossos colaboradores, das unidades administrativas à alta gestão.
Diversidade em órgãos de governança e colaboradores
GRI 405-1
405-1 a) Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança da organização em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
405-1 a) i) gênero;
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por gênero.

405-1 a) ii) faixa etária: abaixo de 30 anos, de 30 a 50 anos, acima de 50 anos.
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por faixa etária nos anos de 2021 e 2022¹.

¹Não há indivíduos que integram os órgãos de governança abaixo de 30 anos nos anos de 2021 e 2022.
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por cor ou raça¹ |
|||
|---|---|---|---|
Cor ou raça |
2021 |
2022 |
2023 |
Preta |
0,0% |
0,0% |
2,3% |
Branca |
100% |
100% |
97,7% |
¹Não há indivíduos que integram os órgãos de governança pardos, indígenas e amarelos.
Não há pessoas com deficiência que integram os órgãos de governança.
405-1 b) Percentual de colaboradores por categoria funcional em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
405-1 b) i) gênero;
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por gênero |
||||
|---|---|---|---|---|
Categoria funcional |
Gênero |
2021 |
2022 |
2023 |
Superintendente |
Homens |
66,2% |
66,7% |
70,1% |
Mulheres |
33,8% |
33,3% |
29,9% |
|
Gerente |
Homens |
61,1% |
60,0% |
60,3% |
Mulheres |
38,9% |
40,0% |
39,7% |
|
Analista |
Homens |
61,4% |
60,5% |
60,3% |
Mulheres |
38,6% |
39,5% |
39,7% |
|
Assistente |
Homens |
63,5% |
55,8% |
53,7% |
Mulheres |
36,5% |
44,2% |
46,3% |
|
Sem função comissionada |
Homens |
50,2% |
49,7% |
54,9% |
Mulheres |
49,8% |
50,3% |
45,1% |
|
Estagiários |
Homens |
43,2% |
39,5% |
35,3% |
Mulheres |
56,8% |
60,5% |
64,7% |
|
Outros |
Homens |
55,7% |
54,8% |
54,8% |
Mulheres |
44,3% |
45,2% |
45,2% |
|
Total |
Homens |
52,9% |
51,6% |
53,2% |
Mulheres |
47,1% |
48,4% |
46,8% |
|
405-1 b) ii) faixa etária: abaixo de 30 anos, de 30 a 50 anos, acima de 50 anos;
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por faixa etária |
||||
|---|---|---|---|---|
Categoria funcional |
Faixa etária |
2021 |
2022 |
2023 |
Superintendente |
Abaixo de 30 anos |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
De 30 a 50 anos |
32,4% |
31,9% |
37,3% |
|
Acima de 50 anos |
67,6% |
68,1% |
62,7% |
|
Gerente |
Abaixo de 30 anos |
1,6% |
1,7% |
1,1% |
De 30 a 50 anos |
69,0% |
71,3% |
77,0% |
|
Acima de 50 anos |
29,5% |
27,0% |
21,9% |
|
Analista |
Abaixo de 30 anos |
2,0% |
1,3% |
0,9% |
De 30 a 50 anos |
65,3% |
67,0% |
69,0% |
|
Acima de 50 anos |
32,7% |
31,7% |
30,1% |
|
Assistente |
Abaixo de 30 anos |
2,0% |
0,0% |
0,0% |
De 30 a 50 anos |
68,9% |
66,2% |
65,7% |
|
Acima de 50 anos |
29,1% |
33,8% |
34,3% |
|
Sem função comissionada |
Abaixo de 30 anos |
4,2% |
2,2% |
11,8% |
De 30 a 50 anos |
68,5% |
66,9% |
65,4% |
|
Acima de 50 anos |
27,3% |
30,9% |
22,8% |
|
Estagiários |
Abaixo de 30 anos |
89,4% |
88,0% |
85,9% |
De 30 a 50 anos |
10,6% |
11,6% |
13,5% |
|
Acima de 50 anos |
0,1% |
0,4% |
0,6% |
|
Outros |
Abaixo de 30 anos |
0,5% |
0,5% |
0,3% |
De 30 a 50 anos |
57,1% |
57,4% |
64,4% |
|
Acima de 50 anos |
42,4% |
42,1% |
35,3% |
|
Total |
Abaixo de 30 anos |
18,1% |
19,2% |
21,1% |
De 30 a 50 anos |
57,3% |
55,9% |
58,3% |
|
Acima de 50 anos |
24,6% |
24,9% |
20,6% |
|
405-1 b) iii) outros indicadores de diversidade, quando relevantes (tais como minorias ou grupos vulneráveis).
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por cor ou raça |
||||
|---|---|---|---|---|
Categoria funcional |
Cor ou raça |
2021 |
2022 |
2023 |
Superintendente |
Preta |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
Parda |
1,5% |
1,4% |
3,0% |
|
Branca |
98,5% |
98,6% |
97,0% |
|
Indígena |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Não informado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Gerente |
Preta |
1,5% |
1,8% |
1,6% |
Parda |
2,1% |
2,6% |
6,1% |
|
Branca |
96,2% |
95,3% |
92,1% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,2% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Não informado |
0,1% |
0,2% |
0,1% |
|
Analista |
Preta |
2,5% |
2,7% |
3,2% |
Parda |
2,7% |
2,9% |
6,2% |
|
Branca |
94,4% |
94,1% |
89,9% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,3% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,1% |
|
Não informado |
0,3% |
0,2% |
0,3% |
|
Assistente |
Preta |
4,7% |
2,6% |
1,5% |
Parda |
2,0% |
1,3% |
3,0% |
|
Branca |
93,2% |
96,1% |
95,5% |
|
Indígena |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Não informado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Sem função comissionada |
Preta |
2,2% |
2,0% |
3,6% |
Parda |
3,0% |
2,7% |
6,9% |
|
Branca |
94,5% |
95,1% |
88,8% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,2% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Não informado |
0,2% |
0,2% |
0,3% |
|
Estagiários |
Preta |
2,2% |
2,3% |
2,4% |
Parda |
3,2% |
2,9% |
1,0% |
|
Branca |
94,3% |
94,5% |
7,8% |
|
Indígena |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Não informado |
0,2% |
0,3% |
88,8% |
|
Outros |
Preta |
2,2% |
2,1% |
2,2% |
Parda |
2,8% |
2,7% |
5,8% |
|
Branca |
94,8% |
94,9% |
91,8% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,3% |
|
Não informado |
0,2% |
0,2% |
0,0% |
|
Total |
Preta |
2,1% |
1,8% |
2,9% |
Parda |
4,5% |
2,3% |
5,5% |
|
Branca |
79,4% |
79,0% |
75,2% |
|
Indígena |
0,0% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,2% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Não informado |
13,8% |
16,8% |
16,1% |
|
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por PCDs |
||||
|---|---|---|---|---|
Categoria funcional |
PCD |
2021 |
2022 |
2023 |
Superintendente |
Pessoa com deficiência |
1,5% |
1,4% |
1,5% |
Pessoa sem deficiência |
98,5% |
98,6% |
98,5% |
|
Gerente |
Pessoa com deficiência |
0,6% |
0,5% |
0,6% |
Pessoa sem deficiência |
99,4% |
99,5% |
99,4% |
|
Analista |
Pessoa com deficiência |
1,1% |
1,0% |
1,2% |
Pessoa sem deficiência |
98,9% |
99,0% |
98,8% |
|
Assistente |
Pessoa com deficiência |
1,4% |
2,6% |
1,5% |
Pessoa sem deficiência |
98,6% |
97,4% |
98,5% |
|
Sem função comissionada |
Pessoa com deficiência |
0,9% |
1,0% |
3,0% |
Pessoa sem deficiência |
99,1% |
99,0% |
97,0% |
|
Estagiários |
Pessoa com deficiência |
0,0% |
0,0% |
0,3% |
Pessoa sem deficiência |
0,0% |
0,0% |
99,7% |
|
Não informado |
100% |
100% |
0,0% |
|
Outros |
Pessoa com deficiência |
1,7% |
1,8% |
1,9% |
Pessoa sem deficiência |
98,3% |
98,2% |
98,1% |
|
Total |
Pessoa com deficiência |
0,8% |
0,8% |
1,8% |
Pessoa sem deficiência |
81,9% |
79,0% |
98,2% |
|
Não informado |
17,4% |
20,3% |
0,0% |
|
Diversidade em órgãos de governança e empregados
GRI 405-1
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por gênero
Gênero |
2020 |
2021 |
2022 |
|---|---|---|---|
Homens |
85,0% |
90,0% |
88,1% |
Mulheres |
15,0% |
10,0% |
11,9% |
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por faixa etária
Faixa etária |
2020 |
2021 |
2022 |
|---|---|---|---|
Abaixo de 30 anos |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
30 a 50 anos |
32,5% |
27,5% |
26,2% |
Acima de 50 anos |
67,5% |
72,5% |
73,8% |
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por gênero
Categoria funcional |
Gênero |
2020 |
2021 |
2022 |
|---|---|---|---|---|
Superintendente |
Homens |
70,1% |
66,2% |
66,7% |
Mulheres |
29,9% |
33,8% |
33,3% |
|
Gerente |
Homens |
61,8% |
61,1% |
60,1% |
Mulheres |
38,2% |
38,9% |
39,9% |
|
Analista |
Homens |
62,7% |
61,4% |
60,5% |
Mulheres |
37,3% |
38,6% |
39,5% |
|
Assistente |
Homens |
55,9% |
63,5% |
55,8% |
Mulheres |
44,1% |
36,5% |
44,2% |
|
Sem função comissionada |
Homens |
51,2% |
50,2% |
49,7% |
Mulheres |
48,8% |
49,8% |
50,3% |
|
Estagiários |
Homens |
43,0% |
43,2% |
39,5% |
Mulheres |
57,0% |
56,8% |
60,5% |
|
Outros |
Homens |
53,7% |
55,7% |
54,8% |
Mulheres |
46,3% |
44,3% |
45,2% |
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por faixa etária
Categoria funcional |
Faixa etária |
2020 |
2021 |
2022 |
|---|---|---|---|---|
Superintendente |
Abaixo de 30 anos |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
30 a 50 anos |
37,3% |
32,4% |
31,9% |
|
Acima de 50 anos |
62,7% |
67,6% |
68,1% |
|
Gerente |
Abaixo de 30 anos |
2,0% |
1,6% |
1,7% |
30 a 50 anos |
68,2% |
69,0% |
69,9% |
|
Acima de 50 anos |
29,9% |
29,5% |
28,4% |
|
Analista |
Abaixo de 30 anos |
2,0% |
2,0% |
2,1% |
30 a 50 anos |
61,7% |
65,3% |
66,2% |
|
Acima de 50 anos |
36,2% |
32,7% |
31,7% |
|
Assistente |
Abaixo de 30 anos |
7,2% |
2,0% |
0,0% |
30 a 50 anos |
69,7% |
68,9% |
66,2% |
|
Acima de 50 anos |
23,0% |
29,1% |
33,8% |
|
Sem função comissionada |
Abaixo de 30 anos |
7,3% |
4,2% |
2,2% |
30 a 50 anos |
67,9% |
68,5% |
67% |
|
Acima de 50 anos |
24,8% |
27,3% |
30,8% |
|
Estagiários |
Abaixo de 30 anos |
86,7% |
89,4% |
88,0% |
30 a 50 anos |
12,8% |
10,6% |
11,6% |
|
Acima de 50 anos |
0,5% |
0,1% |
0,4% |
|
Outros |
Abaixo de 30 anos |
1,8% |
0,5% |
0,5% |
30 a 50 anos |
59,8% |
57,1% |
57,4% |
|
Acima de 50 anos |
38,4% |
42,4% |
42,1% |
Percentual de colaboradores por categoria funcional, por cor ou raça¹
Categoria funcional |
Cor ou raça |
2020 |
2021 |
2022 |
|---|---|---|---|---|
Superintendente |
Preta |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
Parda |
0,0% |
1,5% |
1,4% |
|
Branca |
100% |
98,5% |
98,6% |
|
Indígena |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Gerente |
Preta |
1,4% |
1,5% |
1,8% |
Parda |
2,1% |
2,1% |
2,6% |
|
Branca |
96,3% |
96,2% |
95,3% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,1% |
0,1% |
0,2% |
|
Analista² |
Preta |
2,4% |
2,5% |
2,7% |
Parda |
2,2% |
2,7% |
2,9% |
|
Branca |
94,9% |
94,4% |
94,1% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,3% |
0,3% |
0,2% |
|
Assistente |
Preta |
4,3% |
4,7% |
2,6% |
Parda |
2,6% |
2,0% |
1,3% |
|
Branca |
93,1% |
93,2% |
96,1% |
|
Indígena |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Sem função comissionada |
Preta |
2,3% |
2,2% |
2,0% |
Parda |
3,2% |
3,0% |
2,7% |
|
Branca |
94,3% |
94,5% |
95,1% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,2% |
0,2% |
0,2% |
|
Outros |
Preta |
2,4% |
2,2% |
2,3% |
Parda |
2,8% |
3,2% |
2,9% |
|
Branca |
94,6% |
94,3% |
94,5% |
|
Indígena |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,2% |
0,2% |
0,3% |
¹Estagiários não são contabilizados neste cálculo.
²3 analistas optaram por não informar a raça.
Diversidade em órgãos de governança e empregados
GRI 405-1
405-1 a) Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança da organização em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
405-1 a) i) Gênero;
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por gênero |
|||
|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
|
Masculino |
88,1% |
83,7% |
81,6% |
Feminino |
11,9% |
16,3% |
18,4% |
405-1 a) ii) Faixa etária: abaixo de 30 anos, de 30 a 50 anos, acima de 50 anos;
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por faixa etária |
|||
|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
|
Abaixo de 30 anos |
0,0% |
2,3% |
0,0% |
30 a 50 anos |
26,2% |
27,9% |
34,2% |
Acima de 50 anos |
73,8% |
69,8% |
65,8% |
405-1 a) iii) Outros indicadores de diversidade, quando relevantes (tais como minorias ou grupos vulneráveis).
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança, por cor ou raça |
|||
|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
|
Preta |
0,0% |
2,3% |
2,6% |
Branca |
100,0% |
97,7% |
97,4% |
¹ Atualmente, não há pessoas autodeclaradas pardas, indígenas, amarelas ou com deficiência entre os integrantes dos nossos órgãos de governança.
405-1 b) Percentual de empregados por categoria funcional em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
405-1 b) i) Gênero;
Percentual de empregados por categoria funcional, por gênero |
||||
|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
||
Superintendente |
Masculino |
66,7% |
70,1% |
71,0% |
Feminino |
33,3% |
29,9% |
29,0% |
|
Gerente |
Masculino |
60,0% |
60,3% |
60,4% |
Feminino |
40,0% |
39,7% |
39,6% |
|
Analista |
Masculino |
60,5% |
60,3% |
59,9% |
Feminino |
39,5% |
39,7% |
40,1% |
|
Assistente |
Masculino |
55,8% |
53,7% |
55,6% |
Feminino |
44,2% |
46,3% |
44,4% |
|
Sem função comissionada |
Masculino |
49,7% |
54,9% |
56,0% |
Feminino |
50,3% |
45,1% |
44,0% |
|
Estagiários |
Masculino |
39,5% |
35,3% |
36,7% |
Feminino |
60,5% |
64,7% |
63,3% |
|
Outros |
Masculino |
54,8% |
54,8% |
55,8% |
Feminino |
45,2% |
45,2% |
44,2% |
|
Total |
Masculino |
51,6% |
53,2% |
54,1% |
Feminino |
48,4% |
46,8% |
45,9% |
|
405-1 b) ii) Faixa etária: abaixo de 30 anos, de 30 a 50 anos, acima de 50 anos;
Percentual de empregados por categoria funcional, por faixa etária |
||||
|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
||
Superintendente |
Abaixo de 30 anos |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
30 a 50 anos |
31,9% |
37,3% |
40,6% |
|
Acima de 50 anos |
68,1% |
62,7% |
59,4% |
|
Gerente |
Abaixo de 30 anos |
1,7% |
1,1% |
0,8% |
30 a 50 anos |
71,3% |
77,0% |
77,3% |
|
Acima de 50 anos |
27,0% |
21,9% |
21,9% |
|
Analista |
Abaixo de 30 anos |
1,3% |
0,9% |
0,6% |
30 a 50 anos |
67,0% |
69,0% |
69,2% |
|
Acima de 50 anos |
31,7% |
30,1% |
30,2% |
|
Assistente |
Abaixo de 30 anos |
0,0% |
0,0% |
0,0% |
30 a 50 anos |
66,2% |
65,7% |
66,7% |
|
Acima de 50 anos |
33,8% |
34,3% |
33,3% |
|
Sem função comissionada |
Abaixo de 30 anos |
2,2% |
11,8% |
13,5% |
30 a 50 anos |
66,9% |
65,4% |
64,6% |
|
Acima de 50 anos |
30,9% |
22,8% |
21,9% |
|
Estagiários |
Abaixo de 30 anos |
88,0% |
85,9% |
83,5% |
30 a 50 anos |
11,6% |
13,5% |
15,8% |
|
Acima de 50 anos |
0,4% |
0,6% |
0,7% |
|
Outros |
Abaixo de 30 anos |
0,5% |
0,3% |
0,6% |
30 a 50 anos |
57,4% |
64,4% |
60,1% |
|
Acima de 50 anos |
42,1% |
35,3% |
39,3% |
|
Total |
Abaixo de 30 anos |
19,2% |
21,1% |
20,9% |
30 a 50 anos |
55,9% |
58,3% |
58,7% |
|
Acima de 50 anos |
24,9% |
20,6% |
20,4% |
|
405-1 b) iii) Outros indicadores de diversidade, quando relevantes (tais como minorias ou grupos vulneráveis).
Percentual de empregados por categoria funcional, por cor e/ou raça |
||||
|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
||
Superintendente¹ |
Preta |
0,0% |
0,0% |
1,4% |
Parda |
1,4% |
3,0% |
2,9% |
|
Branca |
98,6% |
97,0% |
95,7% |
|
Gerente |
Preta |
1,8% |
1,6% |
1,6% |
Parda |
2,6% |
6,0% |
6,3% |
|
Branca |
95,3% |
92,1% |
91,8% |
|
Indígena |
0,1% |
0,0% |
0,0% |
|
Amarela |
0,0% |
0,2% |
0,2% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,1% |
0,0% |
|
Não informado |
0,2% |
0,1% |
0,2% |
|
Analista |
Preta |
2,7% |
3,2% |
3,2% |
Parda |
2,9% |
6,2% |
6,2% |
|
Branca |
94,1% |
89,9% |
89,8% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,0% |
0,3% |
0,3% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,1% |
0,1% |
|
Não informado |
0,2% |
0,3% |
0,4% |
|
Assistente¹ |
Preta |
2,6% |
1,5% |
1,6% |
Parda |
1,3% |
3,0% |
3,2% |
|
Branca |
96,1% |
95,5% |
93,7% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,0% |
1,6% |
|
Sem função comissionada |
Preta |
2,0% |
3,6% |
4,4% |
Parda |
2,7% |
6,9% |
7,7% |
|
Branca |
95,1% |
88,8% |
87,2% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Amarela |
0,0% |
0,2% |
0,2% |
|
Não informado |
0,2% |
0,3% |
0,3% |
|
Estagiários¹ |
Preta |
2,3% |
2,4% |
5,1% |
Parda |
2,9% |
1,0% |
3,6% |
|
Branca |
94,5% |
7,8% |
22,1% |
|
Não informado |
0,3% |
88,8% |
69,2% |
|
Outros² |
Preta |
2,1% |
2,2% |
2,1% |
Parda |
2,7% |
5,8% |
5,2% |
|
Branca |
94,9% |
91,8% |
92,3% |
|
Indígena |
0,1% |
0,0% |
0,0% |
|
Anonimizado |
0,0% |
0,3% |
0,3% |
|
Não informado |
0,2% |
0,0% |
0,0% |
|
Total |
Preta |
1,7% |
2,9% |
3,8% |
Parda |
2,2% |
5,5% |
6,4% |
|
Branca |
77,5% |
75,2% |
77,4% |
|
Indígena |
0,1% |
0,1% |
0,1% |
|
Não informado |
16,8% |
16,1% |
12,1% |
|
¹ Nos cargos de superintendente, assistente e estagiário, não há pessoas amarelas e indígenas.
² Na categoria Outros, não há pessoas amarelas.
Percentual de empregados PcD por categoria funcional |
|||
|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
|
Superintendente |
1,4% |
1,5% |
1,4% |
Gerente |
0,5% |
0,6% |
0,8% |
Analista |
1,0% |
1,2% |
1,6% |
Assistente |
2,6% |
1,5% |
1,6% |
Sem função comissionada |
1,0% |
3,0% |
3,6% |
Estagiários |
0,0% |
0,3% |
1,2% |
Outros |
1,8% |
1,9% |
3,1% |
Total |
0,8% |
1,8% |
2,4% |
Forma de gestão
GRI 3-3
O ano de 2022 foi um ano muito importante para o avanço da pauta de Diversidade, Equidade & Inclusão, visto que foi institucionalizado internamente o tema, bem como formalizada uma Governança para dar andamento ao trabalho. E, para trazer a diversidade e a colaboração que o assunto exige, foram criados três Grupos de Afinidade iniciais: Grupo de Afinidade de Equidade de Gênero que tem como principal objetivo a busca pela equidade de gênero; o Grupo PcD+ tem com objetivo principal promover a inclusão dos colegas PcDs e também o Grupo de Raça com a finalidade de promover a equidade racial.
Para dar suporte aos Grupos de Afinidade, bem como realizar a sua coordenação, foi criada também uma Comissão de Diversidade, Equidade & Inclusão, composta por membros multidisciplinares e pelos coordenadores dos Grupos de Afinidade, garantindo a diversidade e a representatividade necessária para tratar as pautas. Os indicadores de diversidade ainda estão em elaboração, com o intuito de subsidiar o monitoramento dos impactos relacionados ao tema.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Reputação e imagem do Banco |
Positivo |
Potencial |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Gestão do tema na Organização, desde a oferta do concurso público à saída do colaborador da Empresa. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Aumento da representatividade grupos minorizados na Organização e em cargos de liderança |
Positivo |
Potencial |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Gestão do tema na Organização, desde a oferta do concurso público à saída do colaborador da Empresa. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Operações Banrisul. |
Melhoria da conscientização dos colaboradores em relação ao tema |
Positivo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Gestão do tema na Organização, desde a oferta do concurso público à saída do colaborador da Empresa. |
Acionistas Investidores, Colaboradores, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Desenvolvimento de uma liderança mais humana e inclusiva |
Positivo |
Potencial |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Formação de lideranças. |
Colaboradores, Clientes, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Não aplicável. Não há políticas ou compromissos específicos sobre o tema.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não aplicável. Não há impactos negativos potenciais relatados.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
O Banco instituiu uma gerência com profissionais dedicados à Diversidade e criou Grupos de Afinidade, como o Grupo de Equidade de Gênero, Grupo de Raça e Etnia, Grupo PCD, Grupo LGBT+ e uma Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão, com o objetivo de planejar e implementar ações nessa área, acompanhar indicadores e capacitar líderes e colaboradores no tema.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Acompanhamento dos indicadores de Diversidade, equidade e inclusão e Capacitação de líderes e colaboradores.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
A Comissão, que conta com 11 membros de áreas diversas, realiza encontros mensais para abordar as ações e planejamentos relacionados às intenções do Banrisul sobre o tema e recebe as demandas dos grupos de afinidade. Em 2023, a Comissão coordenou diversas ações visando a promoção de mudanças na comunicação interna, com divulgações mensais sobre os temas pertinentes aos grupos de afinidade e webinars.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
O Banrisul assumiu o compromisso de adoção de uma política de inclusão e sucessão para que até 2030 tenha 30% das vagas nos órgãos da Alta Administração, Conselho Fiscal e Comitês Estatutários preenchidas por critérios de diversidade.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
No encerramento do exercício social, o Conselho de Administração contava com 20% dos assentos preenchidos pela diversidade.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Houve mudanças na comunicação interna, implantação de ações mensais sobre os temas pertinentes aos grupos de afinidade, webinars abordando a temática da diversidade.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Através da criação da Comissão com a participação de 11 membros de áreas diversas, incluindo representantes dos grupos de afinidade e a realização de pesquisas de engajamento, bem como a criação de grupos de afinidade.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas a estes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
Não há políticas ou compromissos específicos sobre o tema.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não há impactos negativos potenciais referentes ao tema.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
O Banrisul criou uma gerência dedicada à diversidade e estabeleceu grupos de afinidade (gênero, raça e etnia, PcD e LGBT+), além de uma Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão. Essa estrutura visa planejar ações, monitorar indicadores e promover capacitações para fomentar o diálogo sobre diversidade e inclusão.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
É realizado o acompanhamento de dados demográficos relacionadas a indicadores de diversidade, equidade e inclusão.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
A Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão realiza encontros mensais que abordam ações e planejamentos relacionadas às intenções da Instituição sobre o tema.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
É determinado que, quando um acionista ou grupo detiver entre 25% e 40% das cadeiras, ao menos uma vaga seja destinada à diversidade.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Por meio de grupos de afinidade e acompanhamento de indicadores de diversidade, as ações de diversidade são reportadas anualmente e incorporadas nas práticas de promoção interna, reforçando a inclusão nas políticas de Recursos Humanos.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
Os aprendizados geraram mudanças na comunicação interna, implantação de ações mensais sobre os temas pertinentes aos grupos de afinidade e webinares abordando a diversidade.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
As ações de diversidade são reportadas em reuniões anualmente e incorporadas nas práticas de promoção interna, reforçando a inclusão nas políticas de Recursos Humanos.
Forma de gestão
GRI 3-3
O processo de gestão deste tema iniciou com a estruturação da Unidade de Gestão de Dados e Analytics, em 2019, e contou com a nomeação do DPO – Encarregado de Proteção de Dados, responsável pela condução das atividades internas para conformidade à LGPD e ponto focal entre a organização, os titulares de dados pessoais e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD.
O Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados foi instituído como meio para mitigar impactos negativos potenciais. Como parte do Programa, é enviado relatório trimestral à Auditoria Interna para reporte de conformidade. Diversas frentes são abrangidas por ele, dentre elas:
• Mapeamento de todas as atividades envolvendo o tratamento de dados pessoais, identificando seu ciclo de vida, da coleta à eliminação, bem como o devido enquadramento legal;
• Criação de um canal de atendimento aos titulares de dados pessoais, garantindo o pleno exercício de todos os direitos elencados na LGPD;
• Formalização em Normativo de fluxo para adequação dos contratos com terceiros à LGPD, incluindo a definição de metodologia para auxiliar na identificação da relação Operador x Controlador x Controladores Conjuntos e definição de fluxo para indicação das cláusulas de LGPD para os contratos comerciais e administrativos;
• Implantação da metodologia Privacy by Design e Privacy by Default, de modo a garantir a privacidade e proteção de dados pessoais na concepção de novos produtos e serviços;
• Criação de diretrizes específicas para tratar ou responder a incidentes de segurança envolvendo dados pessoais, à luz das exigências impostas pela LGPD e de forma complementar à Política de Segurança da Informação e Cibernética já existente no Banrisul;
• Desenvolvimento de treinamentos internos voltados a todos os colaboradores com os principais pontos trazidos pela Lei e seus impactos no ambiente de trabalho, bem como criação de página com divulgação de conteúdos que auxiliem na disseminação da cultura de proteção e privacidade de dados na instituição.
Para enfrentar os impactos negativos reais, foi aprovado fluxo à comunicação de incidentes relacionados a violação de dados, e foram criadas Diretrizes para Prevenção e Resposta a Incidentes com Dados Pessoais. Tais documentos tem por objetivo garantir a prevenção a incidentes envolvendo dados pessoais relacionados ao Banrisul e seus clientes, incluindo os meios/processos que devem ser implementados com vistas a minorar e/ou sanar os seus eventuais impactos adversos, bem como dar resposta e tratamento adequados.
Para rastrear a eficácia das ações é realizado reporte trimestral ao Comitê Auditoria, além de atendimento a eventuais auditorias internas. É organizado anualmente cronograma de atividades do Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados, contemplando todos objetivos e metas do período.
O planejamento é traçado com base na Agenda Regulatória da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), bem como nas melhores práticas do mercado, levando em conta os aspectos de sustentabilidade. No planejamento anual do Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados são definidos indicadores, após aprovação da Diretoria são submetidos e acompanhados pela Unidade de Estratégia e Planejamento. O Programa funciona de maneira contínua.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Incidentes com dados pessoais de clientes e colaboradores |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Sistêmico |
Média |
Nas atividades ou banco de informações que utilizam dados pessoais de clientes, em eventual falha em sistemas de segurança de dados. |
Acionistas e Investidores, Clientes, Operações Banrisul. |
Credibilidade dos processos e no compartilhamento de dados pessoais |
Positivo |
Real |
Curto prazo |
Sistêmico |
- |
Nos controles dos fluxos da informação, por meio da preservação da confidencialidade e integridade da informação. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Maior autonomia acerca do controle dos dados pessoais ao titular |
Positivo |
Real |
Curto prazo |
Sistêmico |
- |
Disponibilidade da informações, estando sempre protegidas, mantidas íntegras e disponíveis apenas àqueles com direito de acessá-las. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Maior transparência em relação ao acesso e uso dos dados pessoais dos titulares |
Positivo |
Real |
Curto prazo |
Sistêmico |
- |
Disponibilidade e autorização do uso das informações apenas àqueles com direito de acessá-las. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Perda de mercado e competitividade devido a incidentes de segurança da informação |
Negativo |
Potencial |
Curto prazo |
Pontual |
Média |
Manutenção da Segurança da Informação. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Há um Normativo formal que determina o fluxo para a adequação dos contratos com terceiros à LGPD, incluindo a definição de metodologia para auxiliar na identificação da relação Operador x Controlador x Controladores Conjuntos e definição de fluxo para indicação das cláusulas de LGPD para os contratos comerciais e administrativos.
Também foram criadas diretrizes específicas para tratar ou responder a incidentes de segurança, envolvendo dados pessoais, à luz das exigências impostas pela LGPD e de forma complementar à Política de Segurança da Informação e Cibernética já existente no Banrisul.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não foram identificados impactos negativos potenciais.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Neste ano, foi instituída a Comissão de Crise para Incidentes com Dados Pessoais e aprovado o fluxo para a comunicação de incidentes relacionados à violação de dados, por meio das Diretrizes para Prevenção e Resposta a Incidentes com Dados Pessoais. A formalização desse processo visa garantir a prevenção, resposta e tratamento adequados a incidentes com dados pessoais relacionados ao Banrisul e seus clientes, incluindo os meios/processos que devem ser implementados para minorar e/ou sanar os impactos adversos.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Confidencialidade: estas informações não são divulgadas ao público externo, sob pena de ferir segredo de negócio.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Foi realizada verificação pela Auditoria Interna, além do reporte trimestral ao Comitê de Auditoria, com a intenção de avaliar os procedimentos, regras e mecanismos adotados para assegurar a proteção e privacidade dos dados pessoais, em conformidade com a LGPD.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
No planejamento anual do Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados são definidos indicadores que, após aprovação da Diretoria, são submetidos e acompanhados pela Unidade de Estratégia e Planejamento.
Os objetivos e metas não estão disponíveis para divulgação, por confidencialidade. Confidencialidade: estas informações não são divulgadas ao público externo, sob pena de ferir segredo de negócio.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Anualmente, o Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados é revisado para checar se os objetivos definidos no ano anterior foram atingidos e determinar as metas do ano seguinte, para que funcione de maneira contínua.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Ao final de cada ano, as ações planejadas para o ciclo são contabilizadas para identificação das iniciativas que apresentaram impactos reais e potenciais.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Para o sucesso desse Programa, é crucial o engajamento dos stakeholders tanto no papel da Alta Administração, com a anuência e garantia de aplicação, quanto no papel das unidades que atendem ao estabelecido no Programa, em busca de conformidade com a lei.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas a estes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
A privacidade e a segurança dos dados são valores fundamentais para nós, no Banrisul. Reconhecemos nossa responsabilidade como instituição financeira e o impacto social que exercemos na região Sul do país, o que nos motiva a manter uma atuação ética, segura e transparente.
Como parte desse compromisso, estruturamos o Programa de Governança em Privacidade e Proteção de Dados Pessoais, além de mantermos nossas Políticas de Privacidade e Proteção de Dados permanentemente atualizadas.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
- Mapeamento completo das atividades que envolvem o tratamento de dados pessoais, desde a coleta até a eliminação, garantindo o devido enquadramento legal.
- Criação de um canal de atendimento aos titulares de dados pessoais, assegurando transparência e acesso a informações.
- Implementação da metodologia privacy by design e privacy by default, para garantir que a privacidade seja considerada desde a concepção de novos projetos e processos.
- Estabelecimento de diretrizes para tratar e responder a incidentes de segurança relacionados a dados pessoais.
- Desenvolvimento de treinamentos internos para capacitar todos os colaboradores sobre os principais pontos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e seus impactos no ambiente de trabalho.
- Ações de comunicação direcionadas também ao público externo, com o objetivo de sensibilizar e informar sobre os direitos relacionados à privacidade e à proteção de dados.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Formação de uma Comissão de Crise para lidar com incidentes envolvendo dados pessoais. A formalização desse processo tem por objetivo garantir a prevenção, resposta e tratamento adequados a incidentes envolvendo dados pessoais relacionados ao Banrisul e seus clientes, incluindo os meios/processos que devem ser implementados com vistas a minorar e/ou sanar os seus eventuais impactos adversos.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
Anualmente, elaboramos um plano de comunicação, que inclui publicações nas redes sociais da Instituição com foco na privacidade e proteção de dados. Além disso, atualiza a Política de Privacidade com as informações mais recentes.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Em 2024, mantivemos o reporte trimestral ao Comitê de Auditoria, com o objetivo de avaliar as práticas, regras e mecanismos adotados pelo Banrisul.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Os objetivos e metas não estão disponíveis para divulgação por razões de confidencialidade.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
A Auditoria Interna atestou que os procedimentos adotados pela Unidade de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Governança em Privacidade atingiram seus objetivos, garantindo uma gestão eficaz do tema.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
Ao final de cada ano, realizamos uma avaliação minuciosa das ações planejadas, com o objetivo de identificar seus impactos reais e potenciais. As ações que apresentaram resultados favoráveis são mantidas e, quando necessário, repetidas no ano seguinte.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Em 2024, foi dado enfoque tanto à comunicação interna quanto externa, alinhado ao nosso cuidado no engajamento com stakeholders. A proteção de dados foi uma das áreas em que concentramos esforços, com um foco particular na proteção digital. Para comunicação interna, nossas iniciativas incluem treinamentos EaD e divulgação das ações na página da intranet sobre gestão e proteção de dados. Para o público externo, realizamos divulgações no site do Banrisul (menu Segurança e Privacidade) e das empresas controladas (Banrisul Consórcio, Banrisul Corretora e Banrisul Cartões).
Perdas de fraude relacionadas a cartões de (1) fraude de cartão não presente e (2) cartão presente e outras fraudes
SASB FN-CB-230a.1, SASB FN-CF-230a.2
O valor total das perdas por fraude relacionadas a cartões incorridas durante o período de relatório é de R$ 1, 8 milhão.
Perdas de fraude relacionadas a cartões de (1) fraude de cartão não presente e (2) cartão presente e outras fraudes
SASB FN-CF-230a.2
1. A entidade deve divulgar o valor das perdas por fraude relacionadas a cartões incorridas durante o período de relatório.
O valor das perdas por fraude relacionadas a cartões incorridas durante o período de relatório é de R$ 177.910,2.
Perdas de fraudes relacionadas a cartões: (1) fraude de cartão não presente; e (2) cartão presente e outras fraudes
SASB FN-CF-230a.2
1) A entidade deve divulgar o valor das perdas por fraude relacionadas a cartões incorridas durante o período de relatório.
Em 2024, registramos R$ 25,6 mil em perdas decorrentes de ocorrências de fraude interna e R$ 2,8 milhões relacionadas a fraudes em cartões nas carteiras de pessoa física e jurídica.
2) A entidade deve divulgar perdas por fraude relacionadas a cartões como (1) cartão não presente (CNP) e (2) cartão presente e outras perdas por fraude.
O Banrisul não faz diferenciação entre fraudes por cartões presente e não presente. O valor informado se refere ao total desses dois tipos de fraudes.
Queixas comprovadas relativas a violação da privacidade e perda de dados de clientes
GRI 418-1
418-1 a) Número total de queixas comprovadas relativas à violação da privacidade do cliente, categorizadas por:
418-1 a) i) queixas recebidas de partes externas e comprovadas pela organização;
Foram registradas, neste exercício social, sete demandas de clientes envolvendo sigilo bancário e/ou LGPD nos canais de atendimento da Ouvidoria, incluindo órgãos externos.
418-1 a) ii) queixas de agências reguladoras.
A Ouvidoria não recebeu nenhuma demanda proveniente de agência reguladora, apenas duas do Bacen, que também foram julgadas improcedentes por aquela autarquia. Ou seja, a partir do tratamento das referidas demandas não foi identificada violação de dados.
418-1 b) Número total de vazamentos, furtos ou perdas de dados de clientes que foram identificados.
Todos os casos foram classificados como improcedentes.
418-1 c) Se a organização não tiver identificado nenhuma queixa comprovada, uma breve declaração desse fato será suficiente.
Foram identificadas queixas comprovadas, conforme relatado nos itens anteriores.
Queixas comprovadas relativas a violação da privacidade e perda de dados de clientes
GRI 418-1
418-1 a) Número total de queixas comprovadas relativas a violação da privacidade do cliente, categorizadas por:
I) queixas recebidas de partes externas e comprovadas pela organização;
II) queixas de agências reguladoras.
b) Número total de vazamentos, furtos ou perdas de dados de clientes que foram identificados.
c) Se a organização não tiver identificado nenhuma queixa comprovada, uma breve declaração desse fato será suficiente.
Número total de queixas comprovadas relativas a violação da privacidade do cliente² ³ |
||
|---|---|---|
2023 |
2024 |
|
Queixas recebidas de partes externas e comprovadas pela organização¹ |
7 |
3 |
¹ A Ouvidoria classifica as demandas recepcionadas nos seus canais através de tema, item e causa raiz. Para o assunto, há o item “sigilo bancário”, que pertence no tema “outros temas”, e a causa raiz “LGPD” (Lei Geral de Proteção de Dados). No ano de 2024, foram registradas 3 demandas de clientes envolvendo sigilo bancário e/ou LGPD nos canais de atendimento da Ouvidoria, incluindo órgãos externos, sendo que todas as demandas foram classificadas como improcedentes; inclusive há demandas registradas junto ao BC, cuja classificação de procedência ou não é realizada pelo próprio BC.
² A Ouvidoria não recebeu, no ano de 2024, demanda proveniente de agência reguladora, apenas de entidade reguladora – BC. A demanda recebida via BC, entretanto, foi julgada improcedente por aquela autarquia.
³ Das três demandas recebidas via canais de atendimento da Ouvidoria classificadas no item “Número total de vazamentos, furtos ou perdas de dados de clientes que foram identificados” ou na causa raiz LGPD, nenhuma foi considerada procedente. Ou seja, a partir do tratamento das referidas demandas, não foi identificada qualquer violação de dados.
Queixas comprovadas relativas à violação da privacidade e perda de dados de clientes
GRI 418-1
A Ouvidoria classifica as demandas recepcionadas nos seus canais através de tema, item e causa raiz. Para o assunto há o item “sigilo bancário” que pertence ao tema “outros temas” e a causa raiz “LGPD” (Lei Geral de Proteção de Dados). No ano de 2022, foram registradas 5 (cinco) demandas de clientes envolvendo sigilo bancário e/ou LGPD, incluindo órgãos externos, sendo que quatro demandas foram classificadas como improcedentes e apenas uma foi enquadrada como procedente (não solucionada). Nessa última, houve comprovação de violação de dados.
A demanda classificada como procedente foi recepcionada através do Procon/RS (órgão externo).
Forma de gestão
GRI 3-3
As políticas e compromissos para com o tema material são as estratégias de educação financeira tanto para público interno quanto público externo, que tem como referência o Comunicado Bacen nº 34.201/2019, a Política de Responsabilidade de Risco Socioambiental da Organização e o compromisso assumido junto à Agenda Estratégica de Sustentabilidade Banrisul.
Para gerenciar o temas e seus impactos, a estratégia de educação de financeira é conduzida pela Unidade de Desenvolvimento de Pessoas – Universidade Corporativa, articulando Grupo de Trabalho com colaboradores ligados a áreas técnicas diversas, bem como rede de agências.
Como prevenção de impactos negativos potenciais entre as iniciativas junto aos jovens e comunidade em geral, estão: criação conjunta de estratégia de acompanhamento de jovens aprendizes com as instituições Formadoras conveniadas ao Banrisul, com propósito de trabalhar organização e planejamento financeiro; módulos para jovens do Projeto Pescar e Programa Jovem Aprendiz. Além disso, são desenvolvidos webinars e conteúdos na plataforma Moodle, abrangendo todos os colaboradores, incluindo estagiários.
Em relação aos impactos negativos reais, além das iniciativas citadas, a partir das experiências desenvolvidas por gestores de agências, é feita cocriação entre grupo de trabalho e representantes da rede de agências para preparação de multiplicadores de educação financeira junto às comunidades, considerando conteúdos, atividades e linguagem adequada a diferentes perfis de público.
Para os impactos positivos, também é feito diagnóstico a cada estratégia a ser desenvolvida, tanto com público interno quanto externo, identificando perfil e potencial de vulnerabilidade a fim de adequação de conteúdo e linguagem.
Para rastrear a eficácia das medidas, são desenvolvidas enquetes via mídias sociais institucional com foco em público externo. Pesquisa na intranet junto aos colaboradores, favorecendo a definição de temas para webinars e elaboração de conteúdos para plataforma Moodle. Para palestras, oficinas, workshops com público interno on-line ou presencial. A pesquisa é aplicada imediatamente após a conclusão da ação e para o público externo são realizadas pesquisas pré e pós-evento. Em 2022, entre os objetivos alcançados estão: lançamento da trilha de educação financeira na plataforma Moodle aos colaboradores, desenvolvimento de posts em mídias sociais e a estratégia de acompanhamento dos jovens aprendizes junto às instituições conveniadas ao Programa.
Acompanhamento dos investimentos
Ano |
R$ |
Abrangência |
|---|---|---|
2020 |
Sem custo |
- Elaboração de cartilha institucional; - Aula desenvolvida à Turma Projeto Pescar 2020, por integrantes da Universidade Corporativa (UC). |
2021 |
R$ 2.524,00 |
- Vídeos na programação da Global Money Week para jovens em nível nacional; - Webinars para estagiários Banrisul; - Aula desenvolvida à Turma Projeto Pescar 2021 e Projeto Aprendiz 2021, por integrantes do GT. |
2022 |
R$ 7.140,00 |
- Webinars para estagiários Banrisul; - Produção de curso de Educação Financeira pela equipe de colaboradores do GT; - Aula desenvolvida à Turma Projeto Pescar 2022 e Projeto Aprendiz 2022, por integrantes do GT. |
A condução das estratégias de educação financeira e respectivos indicadores passam a integrar a Agenda Estratégica de Sustentabilidade Banrisul. As reuniões para cocriação de estratégias com Instituições conveniadas do Programa Jovem Aprendiz favoreceu identificar alternativas para fortalecer o vínculo e o acompanhamento dos jovens pela oferta de educação financeira. Além disso, as demandas de comunidades oriundas da rede de Agências impulsionou a proposição de programa para capilaridade com multiplicadores.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Acessibilidade de classes vulneráveis e mercados não atendidos a produtos e serviços financeiros |
Positivo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
- |
A aquisição de produtos bancários, a partir da organização e planejamento financeiro. |
Comunidade, Clientes, Operações Banrisul. |
Uso consciente do crédito e melhor planejamento financeiro |
Positivo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
- |
Através do Programa de Educação Financeira Banrisul, voltado para público interno e externo, incluindo jovens do Projeto Pescar e Jovem Aprendiz. |
Colaboradores, Comunidade, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
As estratégias de educação financeira, tanto para o público interno quanto externo, têm como referência o Comunicado Bacen 34.201/2019 e a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática. Com a publicação da Resolução Conjunta 8, do BC e CMN, o Banco tem participado de discussões em grupo de trabalho junto à Febraban, para entendimento e boas práticas no cumprimento das obrigações previstas na resolução e construção de indicadores para medição do impacto das ações desenvolvidas.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
A estratégia de educação financeira é conduzida pela Unidade de Desenvolvimento de Pessoas – Universidade Corporativa, que articula grupos de trabalho com colaboradores ligados a áreas técnicas diversas e com a rede de agências. As principais iniciativas junto aos jovens e a comunidade são, em geral, palestras e workshops educativos com crianças, jovens e adultos, com o propósito de trabalhar a conscientização da importância da organização e do planejamento financeiro. Além disso, há realização de webinars e desenvolvimento de conteúdos na plataforma Moodle, abrangendo todos os colaboradores, incluindo estagiários.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Além das iniciativas citadas no item 3-3-d i, a partir das experiências desenvolvidas por gestores de agências, há cocriação entre grupo de trabalho e representantes da rede de agências para preparação de multiplicadores de educação financeira junto às comunidades, considerando conteúdos, atividades e linguagem adequada a diferentes perfis de público.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Desenvolvimento de diagnóstico a cada estratégia a ser desenvolvida, tanto com público interno quanto externo, identificando perfil e potencial de vulnerabilidade a fim de adequação de conteúdo e linguagem.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Em palestras, oficinas e workshops com público interno online ou presencial, é aplicada a pesquisa de avaliação imediatamente após a conclusão da ação; e para o público externo são realizadas pesquisas pré-evento, permitindo analisar o nível de conhecimento e interesse e as necessidades em relação a educação financeira, bem como reflexões, feedbacks e a aplicabilidade do conteúdo após o evento.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Os maiores objetivos alcançados em 2023 foram: a disponibilização de podcasts na plataforma Moodle; a produção de 3 vídeos e 2 podcasts para a Global Money Week; produção de post em mídias sociais com a temática da Semana Nacional de Educação Financeira; workshops educativos para jovens do Projeto Pescar Banrisul e Nova Geração Caldeira; palestra de Educação Financeira para líderes artesãs do Moda Alegre, de comunidades periféricas de Porto Alegre; workshop para crianças em Guaporé; atualização de cartilha educativa disponibilizada online no site do Banco, com 70.000 unidades impressas para utilização em ações presenciais no ano de 2024; e inscrição de voluntários para compor a rede de multiplicadores Banrisul, com 42 voluntários inscritos.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Atividade |
Encontros e participação |
|---|---|
Aula desenvolvida com a Turma Projeto Pescar 2023 |
2 encontros - 30 jovens |
Global Money Week para jovens em nível nacional |
3 vídeos e 2 podcasts |
Webinars para estagiários e colaboradores do Banrisul |
1 webinar - 210 registros |
Post para Instagram |
1 post – alcance de 2.405 |
Cartaz Educativo |
1 cartaz |
Torneio Banrieduca com jovens do Nova Geração Caldeira |
4 turmas - 87 jovens |
Palestra Educação Financeira NG Festival |
1 palestra - 372 jovens |
Ampliação do GT de Educação Financeira |
Mais de 42 voluntários |
Atualização e impressão de cartilha institucional |
70 mil unidades impressas |
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
A mensuração dos indicadores de impacto relacionados à Educação Financeira é um desafio para o mercado financeiro como um todo. O Banrisul participa do grupo de discussões da Febraban e busca acompanhar o que vem sendo praticado no mercado em termos de ações e acompanhamentos.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
As demandas de comunidades oriundas da rede de agências do Banrisul vêm sendo atendidas de maneira receptiva. Entretanto, a experiência adquirida com o trabalho nos mais diversos públicos permite a criação de um planejamento mais robusto, para ampliar a capilaridade com multiplicadores. As pesquisas de briefing para mapeamento de público e o feedback após o encerramento das atividades permitem lapidar ações conforme as expectativas e necessidades sinalizadas.
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos:
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios:
As respostas a estes conteúdos estão disponíveis na seção de impactos, na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;
Nos orientamos por meio da Política Institucional de Educação Financeira do Banrisul, definida pelo Conselho de Administração e revisada anualmente. Trata-se de uma política interna, cujas ações relacionadas visam orientar o público interno para que possa auxiliar nossos clientes no planejamento do orçamento pessoal e familiar, na formação de poupança e resiliência financeiras, e na prevenção do inadimplemento e superendividamento.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Não foram identificados impactos negativos potenciais.
3-3 d) ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
A implementação da Política Institucional de Educação Financeira do Banrisul é apoiada por multiplicadores de educação financeira, indicados pelas Superintendências Regionais, e pelo uso da plataforma Moodle Banrisul, que possibilita o registro de evidências e o intercâmbio de boas práticas entre as equipes.
3-3 d) iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;
Uso da plataforma Moodle Banrisul, que possibilita o registro de evidências e o intercâmbio de boas práticas entre as equipes.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Realizamos pesquisas pré e pós-ação educativa, identificando a contribuição dos conhecimentos adquiridos e sua aplicabilidade. Buscamos, também, mensurar o impacto de postagens de dicas de organização financeira e monitoramos o engajamento dos clientes, como curtidas e compartilhamentos.
3-3 e) ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Entre as metas de 2024, destacam-se a atualização da Política de Educação Financeira, com sua divulgação a todo o quadro funcional; o fortalecimento das ações, por meio de multiplicadores; e a criação de brindes específicos para apoiar a educação financeira.
3-3 e) iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
A Política Institucional de Educação Financeira impulsionou a participação de gestores das agências como multiplicadores nas comunidades. Por meio dessas ações, buscamos garantir que nossos clientes e comunidades tenham acesso a informações financeiras relevantes.
3-3 e) iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;
Destaca-se a elaboração de Instrução Administrativa às agências, a fim de adotarem a estratégia de educação financeira, iniciando pela semana do servidor público.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
O engajamento com stakeholders embasou medidas como a escolha de temas e materiais promocionais, por meio de pesquisas de interesse. Informamos a eficácia das medidas através de reuniões com multiplicadores, buscando impressões, aprendizados e desafios para avançarmos com mais assertividade no programa de educação financeira.
Iniciativas para melhorar o acesso aos serviços financeiros para pessoas desfavorecidas
GRI-G4 FS14
a) Relate a lista de iniciativas para tornar as instalações e serviços acessíveis a pessoas desfavorecidas.
Iniciativas para melhorar o acesso dos serviços financeiros para pessoas desfavorecidas |
||
|---|---|---|
O grupo-alvo desfavorecido |
O grau em que é aplicado em toda a Instituição |
Progresso feito em relação à iniciativa |
Pessoas com Deficiência (PcDs) |
Adequações relacionadas à NBR 9050/2020. |
Ao final de 2024, totalizamos 57 agências que atendem à NBR 9050/2020, sendo 46 com laudo de acessibilidade emitido e 11 com o laudo em andamento. Em razão da inundação que atingiu o Estado, a Engenharia priorizou esforços para restabelecer as operações em todos os inúmeros pontos de atendimento afetados. Por este motivo, não foi possível executar todos os projetos e obras que estavam no planejamento de 2024. |
Dada a atualização do Normativo SARB 4 para a SARB 27, em 2023, com a consolidação dos normativos de relacionamento com o consumidor, o monitoramento à adequação é realizado através do processo de Auditoria da Febraban. |
No ano de 2024, o Banrisul atingiu o percentual de 95% de conformidade, assumindo a segunda posição entre as Instituições financeiras no Ciclo 10 de Auditorias da Febraban, com 59% das agências auditadas com pontuação 100%. |
|
Funcionários capacitados em Libras. |
1.291. |
|
Pessoas com deficiência visual |
Todos os caixas eletrônicos de autoatendimento do Banrisul atendem à NBR 15250/2005. Quantidade total atendida: 2.377 ATMS em 31/12/2024. |
No ano de 2024, não foram implantadas melhorias no sistema de comunicação, permanecendo o sistema atual de operação. Teve início o processo de implantação das recicladoras que apresentam aspectos de sustentabilidade, pois o cliente tem a facilidade de se autoatender no local de sua conveniência, otimizando o uso de combustível e evitando o deslocamento para outro local a fim de realizar o seu depósito. |
Desde 2018, a criação dos novos sites do Banrisul e empresas do grupo é realizada através do publicador CMB (BOM), que permite a inclusão de imagens pelo usuário, juntamente com a sua descrição (texto alternativo para quando a imagem não é carregada, por algum problema técnico, e legível por leitores de telas para deficientes visuais), campo de preenchimento obrigatório. |
Não foram apresentadas melhorias implementadas no ano de 2024. |
|
Desde 2018, passamos a disponibilizar a todos os nossos clientes com deficiência visual o Kit Cartão de Débito e Crédito, que, além do cartão tradicional em plástico, traz informações em sistema Braille e em caracteres ampliados. |
No ano de 2024, foram disponibilizados 129 kits de cartões de crédito e 463 cartões de débito. Não foram apresentadas melhorias implementadas no último ano. |
|
Toda Instituição, atendimento à Febraban. |
Em 2024, reforçamos o compromisso com a inclusão do acesso às pessoas com deficiência visual aos canais de internet e app. As ações implementadas visaram reduzir as barreiras estruturais e digitais que ainda limitam o acesso aos serviços para estes públicos. O IBM-C mantém os padrões de acessibilidade para todas as entregas atuais, buscando melhorias quando serviços antigos são revisados. |
|
Pessoas com deficiência auditiva |
Funcionários capacitados para atendimento a clientes com deficiência auditiva na rede de agências. Houve remodelagem e contratação para desenvolvimento de novas edições para capacitação para o ano de 2025. |
Em 2024, totalizamos 1.291 capacitados em Libras). Nova modelagem e contratação do curso; está em realização o projeto-piloto de Libras em 10 agências, estendo o suporte aos colegas capacitados em Libras no atendimento aos clientes com deficiência auditiva com intérprete de Libras, via plataforma online. |
Iniciativas para melhorar o acesso dos serviços financeiros para pessoas desfavorecidas
GRI-G4 FS14
Grupo alvo desfavorecido |
Grau em que é aplicado em toda a Instituição¹ |
Progresso feito em relação à iniciativa² |
|---|---|---|
PCDs. |
Adequações relacionadas à NBR 9050/2000. |
A norma NBR 9050/2000 passou por revisões periódicas para acompanhar o avanço tecnológico e as demandas sociais, buscando garantir acessibilidade para todas as pessoas. A última atualização foi no ano de 2020 e incorpora a errata 1 de 25/01/2021. O Banco vem trabalhando para adequar suas unidades de atendimento, acompanhando as adequações necessárias ao longo destas revisões. |
Pessoas com deficiência visual. |
Sistemas de comunicação por voz em todos os caixas eletrônicos de autoatendimento do Banrisul, observando-se a NBR 15250/2005. |
Já disponível em todo o parque de ATMs. |
Pessoas com deficiência visual. |
Uso de um publicador desenvolvido internamente para criar os sites do Grupo Banrisul. O primeiro site externo que publicamos usando este publicador foi o site da Banrisul Consórcio, em 2018; na sequência, foram desenvolvidos outros seis. Para facilitar o uso da tag alt, foi incluído um campo para preenchimento obrigatório, com a descrição de imagens. |
Entre 2022 e 2023, criamos os novos sites da Banrisul Corretora de Seguros e da Vero, os quais foram criados automaticamente com essa tag. |
PCDs. |
No ano de 2022, chegamos a 92% das agências em conformidade com a norma. Com o fechamento de agências, chegamos ao final de 2023 com um percentual de 87% das agências em conformidade. |
No ano de 2023, foram realizadas atividades para trabalhar fortemente a disseminação das normas e da SARB 004, Febraban, através da realização de dois webinars e da sensibilização e orientação da rede de agências. |
Pessoas com deficiência auditiva. |
No final de 2021, contabilizamos 1.296 colaboradores capacitados, buscando o objetivo de ter ao menos 2 colaboradores com conhecimento em Libras para cada uma das agências. |
Ao longo de 2023, foram treinados 107 colaboradores no curso de Libras, totalizando, ao final do ano, 1.283 colaboradores do quadro treinados. Houve contratação de empresa prestadora de serviços para tradução e interpretação em Libras para público interno e público externo, contemplando eventos, treinamento e reuniões, com base em pesquisa de necessidades. |
PCDs. |
No final de 2021, tínhamos 30% dos colaboradores treinados. No final de 2023, totalizamos 43,96% do quadro funcional com o curso EAD Acessibilidade concluído. |
No final de 2023, observamos aumento no número de colaboradores treinados, com 4.008 colaboradores treinados, sendo que 992 realizaram o curso durante o ano de 2023. |
Pessoas com deficiência visual. |
Atendendo regulamentação da Febraban, o Banrisul desenvolveu projetos para integração dos canais de Internet Banking ao leitor de tela NVDA (NonVisual Desktop Access ). O primeiro grande projeto de TI tratou da revisão das telas de instalação do Complemento Banrisul, da Extensão Banrisul, da ferramenta de segurança Trusteer Rapport , bem como de todas as telas após a autenticação do cliente nos canais de Internet Banking, e modificações gerais de estrutura dos canais, visando permitir a leitura completa dos itens descritos em todas as telas e janelas de confirmação contidas nos canais. Além da revisão, esse projeto contemplou a habilitação das teclas básicas de navegação do NVDA para funcionamento durante a jornada de acesso aos canais de Internet Banking do Banco. |
O primeiro grande projeto de acessibilidade nos canais de Internet Banking teve seu início em março de 2021 e, até sua finalização, em novembro de 2023, apresentou entregas graduais periodicamente, além de ter realizado a integração completa do leitor NVDA aos canais. |
As ações implementadas demonstram o compromisso da Companhia com a promoção da inclusão e garantia de que as instalações, produtos e serviços do Banco sejam acessíveis às pessoas com deficiência e com outras necessidades especiais. A adoção de padrões reconhecidos busca garantir que as práticas estejam alinhadas com as melhores práticas do mercado, demonstrando responsabilidade social corporativa e possibilitando o aumento da base de clientes e uma imagem positiva do Banco junto à sociedade.
Número de participantes em iniciativas de alfabetização financeira para clientes não bancarizados, sem conta bancária ou mal atendidos
SASB FN-CB-240a.4
In 2022, there were 276 participants in financial education strategies, including lectures, webinars, gymkhanas and workshops directly developed by Banrisul employees.
Stakeholder |
Participants |
|
|---|---|---|
2021 |
2022 |
|
Projeto Pescar |
40 |
40 |
Young Apprentice |
20 |
70 |
Students |
- |
116 |
Nova Geração Caldeira |
- |
50 |
Número de participantes em iniciativas de alfabetização financeira para clientes não bancarizados, sem conta bancária ou mal atendidos
SASB FN-CB-240a.4
1. A entidade deve divulgar o número de indivíduos que participaram de iniciativas de alfabetização financeira para clientes não bancários, subbancários ou mal atendidos.
Público |
Participações |
|---|---|
Projeto Pescar |
30 |
Estudantes |
372 |
Nova Geração Caldeira |
87 |
2. A entidade deve calcular o número total de indivíduos únicos documentados como tendo participado de pelo menos uma iniciativa conduzida pela entidade durante o período de relatório.
Em 2023, ocorreram 489 participações em estratégias de educação financeira.
3. O escopo da divulgação deve incluir clientes individuais de varejo e clientes comerciais relevantes (por exemplo, pequenas e médias empresas e empresas de propriedade de minorias).
Em 2023, não houve divulgação a clientes individuais de varejo e a clientes comerciais relevantes.
4. O escopo da divulgação deve incluir iniciativas de educação financeira fornecidas pela entidade diretamente, bem como por terceiros para os quais exista um acordo contratual para fornecer tais iniciativas com a entidade.
Entre as estratégias, estão: palestra, webinar, gincanas e oficinas desenvolvidas diretamente pelos colaboradores do Banrisul.
Número de participantes em iniciativas de alfabetização financeira para clientes não bancarizados, sem conta bancária ou mal atendidos
SASB FN-CB-240a.4
1) A entidade deve divulgar o número de indivíduos que participaram em iniciativas de literacia financeira para clientes sem conta bancária, com acesso limitado a serviços bancários ou mal servidos.
Número de participantes por iniciativa |
||||
|---|---|---|---|---|
Público |
Participantes |
|||
2021 |
2022 |
2023 |
2024 |
|
Projeto Pescar |
40 jovens |
40 jovens |
30 jovens |
30 jovens |
Estudantes |
- |
116 jovens |
372 jovens |
200 jovens |
Nova Geração Caldeira |
- |
50 jovens |
87 jovens |
33 jovens |
Ação com Mulheres¹ |
- |
- |
- |
26 mulheres |
¹ A Ação com Mulheres ocorreu apenas em 2024.
Pontos de acesso em áreas com baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas, discriminados por tipo
GRI-G4 FS13
Número total e percentual do total de pontos de acesso disponíveis em áreas de baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas por região e por tipo de acesso.
Abaixo Taxa de Urbanização |
Quantidade |
|---|---|
Quantidade de municípios |
404 |
Com atendimento |
372 |
Cobertura |
92,1% |
Quantidade de pontos |
870 |
Fornecer contexto a esses dados em relação ao acesso geral a serviços financeiros nas regiões relatadas/fornecer quaisquer benchmarks.
A classificação que a organização relatora usou para classificar as regiões.
Foi utilizada a taxa de urbanização média do Rio Grande do Sul, que é de 85,1%, sendo que 404 localidades apresentaram urbanização inferior a este parâmetro. Deste total, 92% (372) apresentam algum tipo de atendimento do Banrisul. A quantidade de pontos nesses municípios é de 870, somando agências, postos, PAEs e Banripontos.
Pontos de acesso em áreas com baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas, discriminados por tipo
GRI-G4 FS13
1) Número total e percentual do total de pontos de acesso disponíveis em áreas de baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas por região e por tipo de acesso.
Número total e percentual de pontos de acesso disponíveis em áreas de baixa urbanização, e por tipo de acesso |
||
|---|---|---|
Baixa taxa de urbanização¹ |
Quantidade² |
|
2023 |
2024 |
|
Quantidade de municípios |
404 |
412 |
Com atendimento |
372 |
370 |
Cobertura |
92,1% |
89,8% |
Quantidade de pontos |
870 |
890 |
¹ A taxa de urbanização do Rio Grande do Sul, com referência média de 87,5%, foi utilizada para identificar 412 localidades com índices abaixo desse valor. Os dados são do Censo 2022 do IBGE.
² Não há dados disponíveis referente ao ano de 2022.
Cobertura e frequência das auditorias para avaliar a implantação de políticas socioambientais e procedimentos de avaliação de risco
GRI-G4 DMA
Se a organização implementou sistemas de auditoria para suas políticas de avaliação de riscos ambientais e sociais.
Em sua estrutura organizacional, o Banco dispõe de uma área de Auditoria Interna, subordinada diretamente ao Conselho de Administração, cujo escopo considera todas as funções do Banco e das demais empresas integrantes do conglomerado, observando as diretrizes da Resolução CMN 4.879/2020.
Tanto a auditoria concluída quanto a verificação em andamento foram realizadas pela Auditoria Interna, baseada nas resoluções CMN 4.945, de 15 de setembro de 2021, e CMN 4.557, de 23 de fevereiro de 2017. Os apontamentos se referem majoritariamente à efetividade e implementação da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC).
Para o ano de 2024, há previsão de atuação, novamente, no âmbito da Resolução CMN nº 4.945/2021.
Quaisquer exclusões ou limitações à cobertura de auditoria de regiões ou produtos e serviços.
Não existem exclusões ou limitações à cobertura de auditoria relacionada a regiões ou produtos e serviços.
Se a(s) auditoria(s) foi(são) realizada(s) por auditor(es) interno(s) ou externo(s).
Tanto a auditoria concluída quanto a que está em andamento foram realizadas pela Auditoria Interna.
Os nomes de quaisquer normas utilizadas para a auditoria.
Resolução CMN nº 4.945, de 15 de setembro de 2021.
Resolução CMN nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017.
Ações de acompanhamento (se houver) para constatações gerais da(s) auditoria(s).
Dentre as ações de acompanhamento para constatações gerais da auditoria, há as ações com vistas à efetividade da PRSAC, a divulgação de informações completas e atualizadas e a implementação da PRSAC.
Cobertura e frequência de auditorias para avaliar a implementação de políticas ambientais e sociais e avaliação de riscos de procedimentos
GRI-G4 DMA
O Banrisul possui instituída, em sua estrutura organizacional, área de Auditoria Interna subordinada ao Conselho de Administração. O escopo da atividade da Auditoria Interna considera todas as funções do Banrisul e das demais empresas integrantes do conglomerado, observando as diretrizes da Resolução CMN nº 4.879/2020.
Assim, a partir da publicação da Resolução CMN nº 4.945, de 15 de setembro de 2021, foi incluída previsão de auditoria no planejamento da Auditoria Interna de 2022. O trabalho iniciou no mês de agosto/2022 e foi encerrado em fevereiro/2023. Para o ano de 2023 está prevista auditoria no tema de gestão de risco social, ambiental e climático, sob a égide da Resolução CMN nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017.
Tanto a auditoria realizada quanto a prevista foram/serão realizadas pela Auditoria Interna:
-Resolução CMN nº 4.945, de 15 de setembro de 2021;
-Resolução CMN nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017.
A seguir constatações da Auditoria Interna cujas ações estão em acompanhamento. Destacamos que todas as constatações/apontamentos emitidos pela Auditoria Interna observam as diretrizes contidas na Política de Gestão dos Apontamentos da Auditoria Interna, aprovada pelo Conselho de Administração do Conglomerado:
-Ações com Vistas à Efetividade da PRSAC: construção/elaboração e validação de indicadores pertinentes à Agenda de Sustentabilidade. Previsão de contratação de consultoria externa para auxílio. Cronograma/prazos em estabelecimento pela área gestora;
-Divulgação de Informações Completas e Atualizadas: ações conjuntas entre a Gerência de Sustentabilidade e as demais áreas de negócios da Instituição, além da criação de grupos de trabalho para mapeamento de produtos sustentáveis e de setores sensíveis em relação aos aspectos de natureza social, ambiental ou climática, bem como a previsão de contratação de consultoria externa para auxiliar. Cronograma/prazos em estabelecimento pela área gestora;
-Implementação da PRSAC: iniciativas para viabilizar a implementação dos princípios e diretrizes de responsabilidade social, ambiental e climática estabelecidos na PRSAC, bem como para assegurar sua compatibilidade e integração às demais políticas estabelecidas pela Instituição. Previsão de contratação de consultoria externa para auxílio. Cronograma/prazos em estabelecimento pela área gestora.
Emissões
GRI 305-1, GRI 305-2, GRI 305-3
305-1 a) Total de emissões diretas (escopo 1) de GEE em toneladas métricas de CO2 equivalente.
305-1 c) Emissões biogênicas de CO2 em toneladas métricas de CO2 equivalente.
305-2 a) Total de emissões indiretas (escopo 2) de GEE provenientes da aquisição de energia em toneladas métricas de CO2 equivalente calculadas com base na localização.
305-3 a) Total de outras emissões indiretas (escopo 3) de GEE em toneladas métricas de CO2 equivalente.
305-3 c) Emissões biogênicas de CO2 em toneladas métricas de CO2 equivalente.
Toneladas de CO2 por ano 1 2 3 6 |
|||||
|---|---|---|---|---|---|
Tipo de emissões |
2021 |
2022 |
2023 |
△ 2023/2022 |
△ 2023/2021 |
Escopo 1 (emissões diretas) |
958,9 |
728,5 |
734,3 |
0,8% |
-23,4% |
Escopo 2 (emissões indiretas) 4 |
4.642,3 |
1.446,8 |
1.352,4 |
-6,5% |
-70,9% |
Escopo 3 (outras emissões indiretas) |
5.054,4 |
7.684,9 |
6.176,2 |
-19,6% |
22,2% |
Total de emissões (escopos 1, 2 e 3) |
10.655,6 |
9.860,1 |
8.262,9 |
-16,2% |
-22,5% |
Total de emissões biogênicas de CO 2 5 |
900,3 |
1.463,5 |
1.514,6 |
3,5% |
68,2% |
Outro - HCFC 22 (R22) |
3.010,0 |
1.007,5 |
1.217,5 |
20,8% |
-59,6% |
1O escopo 2 teve uma redução, tanto em 2022 quanto em 2023, em função da redução do fator de conversão do Sistema Integrado Nacional (SIN) que é utilizado pela metodologia GHG para converter consumo de MWh em tCO2.
2No que se refere às emissões biogênicas, a variação se deve ao aperfeiçoamento da coleta dos dados de emissões casa-trabalho, sendo que em 2023 passamos a considerar também as emissões dos funcionários em trabalho remoto que, até então, não vinham sendo mensuradas em razão das incertezas quanto à metodologia adequada.
3Quanto às emissões não Quioto (R22), a redução se deve em face da continuidade da implementação do projeto de renovação do parque de aparelhos de ar-condicionado dos ambientes do Banrisul, com o objetivo de reduzir a idade média dos equipamentos e, por consequência, a redução das emissões fugitivas de GEE.
4Para o escopo 2, somente o gás CO2 foi incluído no cálculo.
5Considera emissões dos escopos 1 e 3.
6A asseguração do inventário referente ao ano de 2023 foi realizada pelo Instituto Totum, empresa de auditoria independente, em acordo ás normas do Programa Brasileiro GHG Protocol e à família da NBR ISO 14064.
305-1 b) Se disponível, os gases incluídos no cálculo: CO2; CH4; N2O; HFCs; PFCs; SF6; NF3; ou todos.
Todos.
305-1 d) Ano-base para o cálculo, se aplicável, incluindo:
305-1 d) i) a justificativa para sua escolha;
O Banrisul realizou em 2021 seu primeiro inventário de gases de efeito estufa, mensurando as emissões do ano de 2020, com base na metodologia GHG. Contudo, o primeiro inventário completo e assegurado por terceira parte refere-se ao exercício de 2021. Por esta razão, o ano-base utilizado como medida para monitorarmos as emissões ao longo do tempo é o ano de 2021.
305-1 d) ii) emissões no ano-base;
958,9 tCO2.
305-1 d) iii) o contexto de quaisquer mudanças significativas em emissões que geraram a necessidade de novos cálculos de emissões no ano-base;
O ano-base utilizado para comparativo de emissões é o ano de 2021, por ter sido o primeiro inventário completo e assegurado. Nesse sentido, corrigimos a informação de quantidade de emissões do ano anterior (2022), que não trazia as emissões do ano-base correto (2021).
305-1 e) Fonte dos fatores de emissão e índices de potencial de aquecimento global (GWP) usados ou uma referência à fonte de GWP.
Fatores de emissão e índices utilizados conforme a ferramenta de cálculo do GHG Protocol.
305-1 f) A abordagem de consolidação escolhida para as emissões (participação acionária, controle financeiro ou controle operacional).
Controle operacional.
305-1 g) Normas, metodologias, premissas e/ou ferramentas de cálculo adotadas.
Para a realização do inventário, utilizou-se a metodologia de cálculo do GHG Protocol, sendo verificado por auditoria independente.
305-2 b) Se aplicável, o total de emissões indiretas de GEE (escopo 2) provenientes da aquisição de energia em toneladas métricas de CO2 equivalente calculadas com base no mercado.
1.352,402 tCO2 equivalentes, mensuradas considerando o ano de 2023 em todas as empresas do Banrisul.
305-2 c) Se disponível, os gases incluídos no cálculo: CO2; CH4; N2O; HFCs; PFCs; SF6; NF3; ou todos.
Para o escopo 2, somente CO2.
305-2 d) Ano-base para o cálculo, se aplicável, incluindo:
305-2 d) i) a justificativa para sua escolha;
O Banrisul realizou em 2021 seu primeiro inventário de gases de efeito estufa, mensurando as emissões do ano de 2020, com base na metodologia GHG. Contudo, o primeiro inventário completo e assegurado por terceira parte refere-se ao exercício de 2021. Por esta razão, o ano-base utilizado como medida para monitorarmos as emissões ao longo do tempo é o ano de 2021.
305-2 d) ii) emissões no ano-base;
4.642,3 tCO2 equivalentes identificados nas emissões do ano 2021, conforme metodologia GHG Protocol.
305-2 d) iii) o contexto de quaisquer mudanças significativas em emissões que geraram a necessidade de novos cálculos de emissões no ano-base.
O ano-base utilizado para comparativo de emissões é o ano de 2021, por ter sido o primeiro inventário completo e assegurado. Nesse sentido, corrigimos a informação de quantidade de emissões do ano anterior (2022), que não trazia as emissões do ano base correto (2021).
305-2 e) Fonte dos fatores de emissão e índices de potencial de aquecimento global (GWP) usados ou uma referência à fonte de GWP.
Fatores de emissão e índices utilizados conforme a ferramenta de cálculo do GHG Protocol.
305-2 f) A abordagem de consolidação adotada para as emissões (participação acionária, controle financeiro ou controle operacional).
Controle operacional.
305-2 g) Normas, metodologias, premissas e/ou ferramentas de cálculo adotadas.
Para a realização do inventário, utilizou-se a metodologia de cálculo do GHG Protocol, sendo verificado por auditoria independente.
305-2 Se disponível, inclua as metas para o próximo ciclo.
O Banco está em processo de migração de consumo de energia para fontes renováveis. Em função disso, apresenta 11.417,989 certificados de I-RECs, o que equivale a 11.417,989 MWh de eletricidade gerada a partir de fontes renováveis. Tal ação permitiu a redução de 465,054 tCO2 equivalentes de emissões de gases de efeito estufa, reforçando o compromisso da Companhia com uma matriz energética mais limpa e sustentável.
305-3 b) Se disponível, os gases incluídos no cálculo: CO2; CH4; N2O; HFCs; PFCs, SF6; NF3; ou todos.
Todos, conforme ferramenta GHG Protocol.
305-3 d) Outras categorias e atividades de emissões indiretas (escopo 3) de GEE incluídas no cálculo.
Somente foram utilizadas as categorias previstas na ferramenta da metodologia GHG Protocol.
305-3 e) Ano-base para o cálculo, se aplicável, incluindo:
305-3 e) i) a justificativa para sua escolha;
O Banrisul realizou em 2021 seu primeiro inventário de gases de efeito estufa, mensurando as emissões do ano de 2020, com base na metodologia GHG. Contudo, o primeiro inventário completo e assegurado por terceira parte refere-se ao exercício de 2021. Por esta razão, o ano-base utilizado como medida para monitorarmos as emissões ao longo do tempo é o ano de 2021.
305-3 e) ii) emissões no ano-base;
5.054,4 tCO2 equivalentes no escopo 3 em 2021.
305-3 e) iii) o contexto de quaisquer mudanças significativas em emissões que geraram a necessidade de novos cálculos de emissões no ano-base.
O ano-base utilizado para comparativo de emissões é o ano de 2021, por ter sido o primeiro inventário completo e assegurado. Nesse sentido, corrigimos a informação de quantidade de emissões do ano anterior (2022), que não trazia as emissões do ano base correto (2021).
305-3 f) Fonte dos fatores de emissão e índices de potencial de aquecimento global (GWP) usados ou uma referência à fonte de GWP.
Fatores de emissão e índices utilizados conforme a ferramenta de cálculo do GHG Protocol.
305-3 g) Normas, metodologias, premissas e/ou ferramentas de cálculo adotadas.
Para a realização do inventário, utilizou-se a metodologia de cálculo do GHG Protocol, sendo verificado por auditoria independente.
Emissões diretas (Escopo 1) de gases de efeito estufa (GEE); Emissões indiretas (Escopo 2) de gases de efeito estufa (GEE) provenientes da aquisição de energia; e Outras emissões indiretas (Escopo 3) de gases de efeito estufa (GEE)
GRI 305-1, GRI 305-2, GRI 305-3
Toneladas de CO2 por ano |
||||
|---|---|---|---|---|
Tipo de emissões |
2020 |
2021 |
2022 |
△ 2022/2021 |
Escopo 1 (Emissões Diretas) |
639,7 |
958,9 |
728,3 |
-24,0% |
Escopo 2 (Emissões indiretas) |
2.067,6 |
4.642,3 |
1.446,8 |
-68,8% |
Escopo 3 (Outras emissões indiretas) |
31,0 |
5.054,4 |
7.685,0 |
52,0% |
Total de emissões (Escopo 1, 2 e 3) |
2.738,3 |
10.655,6 |
9.860,2 |
-7,5% |
Total de emissões biogênicas de CO2¹ |
13,8 |
900,3 |
1.463,4 |
62,6% |
Outro - HCFC 22 (R22) |
2.970,7 |
3.010,0 |
1.007,5 |
-66,5% |
¹Considera emissões do escopo 1 e 3.
Na categoria de emissões fugitivas, que estão englobadas no Escopo 1, o Banrisul iniciou um processo de modernização de seus aparelhos de ar condicionado. Uma das consequências desse processo será a redução das emissões fugitivas de gases. Nesse sentido, entendemos já ser possível verificar uma leve redução nas emissões fugitivas em função desse programa.
Na categoria combustão móvel, ao longo do ano de 2023, será feita a migração dos abastecimentos dos veículos da frota própria e locada para o etanol. O objetivo é que toda a frota passe a utilizar tal combustível, sempre dentro do disponível (uma vez que nem todos os postos de combustível possuem tal combustível para oferecer, principalmente quando os veículos encontrarem-se em municípios menores), de modo a reduzir a quantidade de emissões em combustão móvel.
A redução das emissões verificadas no ano base 2022, tem justificativa na redução do fator de conversão referência, utilizado pela ferramenta do GHG Protocol. Em 2021, o fator médio anual (tCO2/MWH) era de 0,1264. Já em 2022 esse fator foi de 0,0426, o que explica a redução nas emissões de tCO2 equivalentes.
A mensuração do Escopo 3 evolui ano após ano. Para o inventário de 2022 foram agregadas informações adicionais na categoria Transporte Upstream, referente a veículos leves de manutenção de caixas eletrônicos e que não constavam nos inventários anteriores. Da mesma forma, aumentaram significativamente os transportes de numerário e de transporte de malotes, considerando em números absolutos de litros de combustível de 562.557 em 2021 para 986.962 em 2022, grande parte em função da retomada gradativa da economia após o arrefecimento da pandemia.
Não há metas de redução definidas, uma vez que a tendência é aumentar a quantidade de categorias incluídas na mensuração do Escopo 3, fazendo que as emissões aumentem.
Forma de gestão
GRI 3-3
Para políticas e compromissos para com o tema material, foi aprovada no Conselho de Administração e publicada em junho de 2022, a PRSAC (Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática), que tem como finalidade estabelecer diretrizes que norteiam as ações de responsabilidade social, ambiental e climática do Banco e das empresas controladas do Grupo Banrisul, de forma compatível com a natureza de suas atividades e a complexidade dos seus produtos e serviços. A PRSAC busca a promoção da sustentabilidade, equilibrando as oportunidades de negócio com as responsabilidades social, econômica, ambiental e climática, contribuindo para o desenvolvimento sustentável nas regiões onde o Banrisul atua.
A Política Institucional de Gestão de Risco Social, Ambiental e Climático, atualizada em 2022, com base nas novas diretrizes regulatórias, tem como objetivo estabelecer o processo de gerenciamento, buscando minimizar esses riscos e, consequentemente, salvaguardar o patrimônio e os interesses de seus clientes, acionistas, empregados e demais partes interessadas.
Para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionado, o Banrisul atua de maneira a gerenciar os riscos sociais, ambientais e climáticos, realizando a identificação, a mensuração, a avaliação, o monitoramento, o reporte, o controle e a mitigação de maneira integrada aos demais riscos corporativos, mantendo sua exposição adequada ao nível de riscos que a Instituição está disposta a assumir e garantindo a aderência a suas Políticas Institucionais.
O controle e a mitigação dos impactos negativos potenciais são realizados por meio de ações e estratégias que visam manter a exposição aos riscos sociais, ambientais e climáticos em níveis adequados. As opções de tratamento de riscos são descritas e formalizadas por meio de ações que podem conter um ou mais procedimentos e mitigar um ou mais riscos.
O Banrisul adota uma série de medidas mitigatórias em relação a impactos negativos potenciais, especialmente à exposição de suas operações de crédito, quando aplicáveis, a exemplo de:
-Cláusulas contratuais evidenciando a obrigação do tomador em observar a legislação pertinente e adotar monitoramento periódico;
-Cláusulas contratuais prevendo a possibilidade de vencimento antecipado das operações em caso de irregularidades desta natureza;
-Verificação da validade das licenças e certidões ambientais;
-Exigência de Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB), emitido pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio);
-Aplicação do formulário de Levantamento de Indícios de Contaminação em Imóveis Urbanos (LIC);
-Aplicação de questionário de análise de risco social, ambiental e climático, para operações acima de R$ 10 milhões;
-Monitoramento das operações de crédito de agronegócios com sistema de Compliance Socioambiental.
Em relação às suas atividades, mitiga sua exposição a impactos negativos potenciais, adotando, dentre outras, a medida listada:
-Nos processos de contratações e compras relevantes, identifica a matriz de riscos da contratação e exigências de natureza socioambientais.
A identificação e remediação de impactos negativos reais Sociais, Ambientais e Climáticos (SAC) é realizada a partir da consulta de informações em listas públicas e verificação das atividades, produtos e serviços sujeitos à legislação socioambiental. Em relação às operações, são identificados Riscos SAC inerentes ao setor econômico da atividade, com base no código CNAE – Cadastro Nacional de Atividade Econômica.
Em relação ao conjunto da carteira de crédito, está em elaboração o modelo de teste de estresse climático, que objetiva mensurar o impacto de eventos climáticos no índice de capital geral, demonstrando o impacto financeiro e a definição de novas estratégias de eventos significativos.
São avaliadas as características de produtos, serviços, atividades e processos da Instituição e atividades desempenhadas por suas contrapartes, entidades controladas e fornecedores e prestadores de serviços terceirizados relevantes quanto ao potencial risco de: violação de direitos e garantias fundamentais ou atos lesivos a interesse comum; degradação do meio ambiente, incluindo o uso excessivo de recursos naturais; e mudanças em padrões climáticos.
A Base de Dados de Perdas Operacionais contém, para cada evento de risco operacional, a identificação, quando aplicável, das perdas operacionais ligadas a Risco Social, Ambiental e Climático (SAC). A sinalização deste escopo é inclusa em processos judiciais cíveis e trabalhistas, processos administrativos, multas e outros eventos.
Para gerenciar os impactos positivos, é monitorado, mensalmente, o indicador “Contribuição para Economia Verde”, que tem por objetivo medir a composição da carteira de crédito pessoa jurídica nos setores econômicos que possuam determinado grau de contribuição ambiental e/ou social. O monitoramento é realizado por meio do acompanhamento da variação percentual. Quanto maior o valor apresentado, maior o saldo ativo em financiamentos a setores com impacto social e/ou ambiental positivo, representando maior contribuição da Instituição.
Os processos para rastrear a eficiência das ações são avaliados periodicamente, incluindo análise das auditorias interna e externa, monitoramentos realizados pela área de Controles e Compliance, ciclos de análise de riscos operacionais, entre outros procedimentos. A exposição da Instituição ao risco climático é monitorada, mensalmente, por meio do acompanhamento do saldo ativo de sua carteira de crédito pessoa jurídica, alocado em setores de alto e moderado impacto climático.
Na FEBRABAN, o Banrisul participa ativamente de Comissões e Grupos de Trabalho, onde debate diretrizes atuais relevantes para o tema, participa de consultas públicas, realiza trocas de melhores práticas com outras instituições do setor.
Para os objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso a partir das recomendações da Agenda ESG Banrisul, foram definidos temas e pilares estratégicos, com a proposição de indicadores e metas para o fortalecimento da gestão de riscos social, ambiental e climático e redução do risco climático.
Embora o Banco possua uma gestão de riscos robusta, ainda existem muitas oportunidades para o avanço da gestão dos riscos social, ambiental e climático, especialmente na definição de setores sensíveis e no estabelecimento de política de restrições. As recomendações da Agenda ESG se baseiam nas ações/projetos em curso ou planejados pelo Banrisul e nas ações de destaque/mais adotadas pelo setor financeiro.
A definição da Agenda ESG avaliou informações internas e externas à empresa com o objetivo de fornecer um panorama geral do esforço necessário para que o Banrisul se posicione de forma compatível com a expectativa do mercado. Os dados utilizados foram obtidos a partir de entrevistas com a alta liderança e pesquisa on-line com stakeholders para a elaboração da matriz de materialidade em e reuniões e workshops com áreas chaves para a captura de considerações sobre ações, metas e indicadores sugeridos.
Além disso, o Banrisul aderiu ao CDP (Carbon Disclosure Project) e ao programa Brasileiro GHG Protocol, com o objetivo de incrementar a capacidade técnica e institucional no gerenciamento de emissões de gases de efeito estufa para cálculo e reporte.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Efeitos da mudança climática nas operações e na venda de produtos e serviços do Banco (risco para o agro - inadimplência) |
Negativo |
Real |
Médio prazo |
Pontual |
Média |
Concessão de crédito para o agronegócio.A alta concentração da carteira de crédito em clientes, cujo setor econômico tem maior probabilidade de sofrer impactos financeiros relacionados às mudanças climáticas aumenta a exposição do Banco ao risco climático físico. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Violação de direitos e garantias fundamentais ou atos lesivos a interesse comum |
Negativo |
Potencial |
Longo prazo |
Sistêmico |
Média |
Financiamento de clientes listados como empregadores de trabalho análogo ao escravo. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Contribuição para economia verde |
Positivo |
Real |
Curto prazo |
Sistêmico |
- |
Concessão de crédito baseada em modelo de economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez ecológica. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Eventos associados ao processo de transição para uma economia de baixo carbono |
Negativo |
Potencial |
Longo prazo |
Sistêmico |
Média |
A alta concentração da carteira de crédito em clientes cuja atividade econômica está ligada a altas emissões de GEE aumenta a exposição do Banco ao risco climático de transição. |
Acionistas e Investidores, Clientes, Fornecedores, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Redução dos níveis de exposição à perdas |
Positivo |
Real |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Transição da carteira de crédito para setores menos intensivos em carbono. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Impacto operacional, financeiro e de imagem pelo tempo de resposta a eventos críticos (relacionado ao risco operacional e de crédito) |
Negativo |
Potencial |
Curto prazo |
Pontual |
Média |
Relacionamento comercial com setores sensíveis e carbono intensivo. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
A organização dispõe de uma Política formalizada de gerenciamento de riscos, descrita no documento “Estruturas e Políticas Institucionais de Gestão de Capital e de Riscos Corporativos”. Nele, estão contempladas a gestão de capital e os riscos de crédito, mercado, IRRBB, liquidez, operacional, social, ambiental e climático.
O Banco atua alinhado aos normativos emitidos pela Federação Brasileira de Bancos no sistema de autorregulação, entre eles o normativo 14/2014 (Política de Responsabilidade Socioambiental e Gestão de Riscos Socioambientais) e o normativo 26/2023 (gestão do risco de desmatamento ilegal na cadeia de carne bovina).
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Na concessão de crédito agrícola, o Banrisul iniciou, em 2023, o monitoramento das áreas por sensoriamento remoto e contratou uma empresa especializada para fazer compliance socioambiental das áreas financiadas, processo constantemente aprimorado. Outra medida prática já foi operacionalizada: propiciar meio ponto de redução na taxa de juros das operações de crédito a produtores rurais, para áreas que tenham o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para providenciar sua reparação ou cooperar com ela;
Não foram identificados impactos negativos reais.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Ao longo de 2023, adotamos inúmeras medidas para gerenciar riscos ou oportunidades como realizar consultoria técnica para a elaboração de gestão estratégica da sustentabilidade e do plano de redução e mitigação de emissão de gases de efeito estufa, iniciar a implementação da agenda de sustentabilidade, participar do programa brasileiro GHG Protocol, aderir ao CDP e adquirir crédito de carbono e certificados de energia renovável. Os custos das medidas tomadas para gerenciar esses riscos ou oportunidades atreladas às questões climáticas e à sustentabilidade, em 2023, somou R$ 526.398,7.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Os processos são avaliados periodicamente, incluindo análise das auditorias interna e externa, monitoramentos realizados pela área de Controles e Compliance, ciclos de análise de riscos operacionais, entre outros procedimentos.
O Banrisul é membro ativo de Comissões e Grupos de Trabalho na Federação Brasileira de Bancos (Febraban), debatendo diretrizes atuais relevantes para o tema de riscos e responsabilidade social, ambiental e climática, além de participar de consultas públicas e realizar trocas de melhores práticas com outras instituições do setor financeiro.
Por meio de reportes voluntários (tais como CDP, GHG, Pacto Global, GRI) e relatórios de conformidade, demonstramos o nível de aderência aos normativos vigentes e às melhores práticas de mercado. A instituição também tem seus processos supervisionados pelo Banco Central do Brasil, que emite recomendações e apontamentos, quando identificadas oportunidades de melhoria e correções necessárias.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
O Banco busca o aprimoramento contínuo da gestão do risco social, ambiental e climático, espelhando-se nas diretrizes de frameworks internacionais e melhores práticas de mercado, além do arcabouço regulatório nacional.
Destaca-se o monitoramento do risco de desmatamento na cadeia da carne bovina, compromisso assumido voluntariamente pelo Banco como signatário do sistema de autorregulação da Febraban. O Banco passa a exigir desses clientes que, até dezembro de 2025, adotem sistema de rastreabilidade de seus rebanhos, que demonstre a não aquisição de gado associado ao desmatamento ilegal de fornecedores diretos e indiretos.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
A gestão de riscos do Banrisul, em especial quanto aos riscos social, ambiental e climático, vem sendo aprimorada para assegurar a adesão aos comandos do Banco Central e do sistema de Autorregulação da Federação Brasileira de Bancos. Embora já tenha uma gestão de riscos robusta, ainda existem oportunidades de melhoria, especialmente na definição de setores sensíveis e no estabelecimento de política de restrições.
As ações desenvolvidas se mostraram efetivas, visto que tivemos avanço na temática de riscos reconhecido junto ao CDP, em que o Banco passou de nota C no ano de 2022 para nota A em gestão de riscos e nota B em reporte de riscos em 2023.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Os esforços envolvidos na qualificação da gestão de riscos demonstraram a necessidade de formalizar em políticas internas processos já desenvolvidos, bem como a importância do estabelecimento de controles robustos e sistematização de monitoramento.
Um passo importante para o avanço na gestão de riscos é identificar os impactos relevantes para a Instituição, permitindo que os gestores priorizem ações de mitigação e correção. Nesse sentido, está em andamento um projeto executado em conjunto com assessoria técnica especializada em avaliação de impactos dos produtos e serviços disponibilizados ao público.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Enquanto área de riscos corporativos, o Banrisul interage com as demais áreas administrativas e de negócios, realizando capacitações e auxiliando os gestores de primeira linha no desenvolvimento de ferramentas para a adequada gestão de riscos. Para a contínua qualificação das equipes de risco, são disponibilizados treinamentos internos e externos.
Visando captar a percepção do mercado e do sistema financeiro, são realizadas reuniões com representantes de outras instituições, participação em grupos de trabalho na temática de risco. Também são utilizados como insumos os relatórios de Ouvidoria, que oportunizam o tratamento das demandas destacadas pelos clientes.
Quando recebidas demandas de investidores referentes aos temas, o tratamento é realizado em conjunto com a área especializada.
Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades decorrentes de mudanças climáticas
GRI 201-2
201-2 a) Riscos e oportunidades apresentados pelas mudanças climáticas com potencial de gerar mudanças substanciais nas operações, receitas ou despesas, incluindo:
201-2 a) i) uma descrição do risco ou da oportunidade e sua classificação como físico(a), regulatório(a) ou de outra natureza;
Risco climático físico de curto prazo: comprometimento da capacidade de pagamento dos clientes diante da ocorrência de eventos climáticos extremos, como chuvas intensas e períodos de seca, incluindo riscos relacionados à vulnerabilidade climática nas operações de crédito de agronegócios.
Risco climático físico de médio prazo: concentração da carteira de crédito em setores econômicos com maior probabilidade de sofrer impactos relacionados a eventos climáticos extremos, com risco de comprometer a liquidez e o nível de competitividade do Banco.
Risco climático de transição: relacionamento comercial com setores sensíveis e carbono intensivos. No longo prazo, ao manter relacionamento comercial com esses setores podemos ser afetados negativamente por mudanças nas preferências dos consumidores, bem como por restrição, limitação e até proibição de processos produtivos financiados.
201-2 a) ii) uma descrição do impacto associado ao risco ou à oportunidade;
No curto prazo, eventos extremos, como chuvas intensas e períodos de seca, podem comprometer a capacidade dos clientes honrarem seus compromissos com a Instituição, especialmente nos setores mais suscetíveis aos efeitos das mudanças climáticas.
No médio prazo, a concentração da carteira de crédito em setores econômicos com maior probabilidade de sofrer impactos relacionados a eventos climáticos extremos pode comprometer a liquidez e o nível de competitividade da Instituição.
No longo prazo, a Instituição, ao manter relacionamento comercial com setores sensíveis e carbono intensivos, pode ser afetada negativamente por mudanças nas preferências dos consumidores, bem como por restrição, limitação e até proibição de processos produtivos financiados.
201-2 a) iii) as implicações financeiras do risco ou da oportunidade antes de serem tomadas medidas;
Comprometimento da capacidade dos clientes de honrarem seus compromissos financeiros com a Instituição.
201-2 a) iv) os métodos utilizados para gerenciar o risco ou a oportunidade;
A estratégia de negócios visa minimizar os riscos aos quais estamos expostos, para proteger o patrimônio e os interesses de clientes, acionistas, colaboradores e demais partes interessadas. A Declaração de Apetite por Riscos (RAS) é o instrumento que define o nível de riscos que a Instituição está disposta a aceitar para atingir seus objetivos, monitorando e reportando periodicamente às instâncias superiores o status dos indicadores de acompanhamento dos riscos social, ambiental e climático.
O gerenciamento de capital é tratado como um processo contínuo, compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão da exposição a riscos.
Para alterações relevantes ou desenvolvimento de novos produtos e serviços, é realizada análise de RSAC a partir das informações fornecidas pela área de negócios demandante. Quando necessárias, são realizadas recomendações de melhoria, visando mitigar possíveis riscos social, ambiental e climático.
Quando aplicável, são analisados critérios RSAC em operações de crédito por meio do emprego de formulário específico, em que são avaliadas características setoriais, locacionais, legais e gerenciais da contraparte e da operação.
Oportunidades de negócios estão sendo desenvolvidas por meio da ampliação da oferta de produtos sustentáveis, como, por exemplo, a linha CDC Sustentabilidade, que financia projetos de energia renovável, estações de recarregamento elétrico, projetos de eficiência energética, scooters elétricas, dentre outros.
Na análise de risco de crédito, quando aplicável, o resultado da avaliação dos riscos social, ambiental e climático é considerado em um conjunto de variáveis que impactam na definição do limite de risco dos clientes.
201-2 a) v) os custos das medidas tomadas para gerenciar o risco ou a oportunidade.
Os custos das medidas tomadas para gerenciar esses riscos ou oportunidades atreladas às questões climáticas e à sustentabilidade, em 2023, somou R$ 348,3 mil.
Outros riscos e oportunidades decorrentes de mudanças climáticas
GRI 201-2
A gestão das mudanças climáticas no Banrisul, compreende o Risco Climático, em suas vertentes de transição e físicos, conforme definido na Res. CMN 4.943/21:
Risco climático de transição: possibilidade de ocorrência de perdas para a Instituição ocasionadas pelos processos de transição para uma economia de baixo carbono;
Exemplificando como eventos de risco climático, no âmbito de transição: alterações legais e regulatórias; inovações tecnológicas; alterações na oferta ou na demanda de produtos e serviços; percepção desfavorável dos clientes, do mercado financeiro ou da sociedade em geral; associados à transição para uma economia de baixo carbono e que impactem negativamente a Instituição;
Risco climático físico: possibilidade de ocorrência de perdas para a Instituição ocasionadas pelas intempéries frequentes e severas de curto e médio prazo ou a alterações ambientais de longo prazo, relacionadas a mudanças em padrões climáticos.
Os eventos de risco climático, podem resultar em perdas financeiras, reputacionais, ineficiência de processos. Podem ser identificadas possibilidades de perdas associadas às demais modalidades de risco as quais a Instituição está exposta, em especial aos riscos operacional e ao risco de crédito.
Além do monitoramento do ambiente regulatório e da percepção dos clientes, a gestão inclui a consulta de informações em listas públicas e verificação das atividades, produtos e serviços sujeitos à legislação socioambiental. Em relação às operações, são identificados Riscos SAC inerentes ao setor econômico da atividade, com base no código CNAE (Cadastro Nacional de Atividade Econômica). Os custos para gerenciamento dos riscos climáticos não são apurados de forma individualizada, sendo considerados juntamente com os recursos alocados na gestão de riscos da Instituição.
Consumo de energia dentro da Organização
GRI 302-1
Consumo de energia dentro da Organização (GJ) |
||||
|---|---|---|---|---|
2020 |
2021 |
2022 |
∆2021/2022 |
|
Combustíveis não renováveis (óleo diesel) |
94,8 |
270,2 |
218,1 |
-19,3% |
Consumo de Eletricidade da concessionária¹ |
120.590,6 |
132.062,5 |
122.276,3 |
-7,4% |
Consumo total de energia |
120.685,4 |
132.332,7 |
122.494,4 |
-7,4% |
¹Em 2020, por tratar-se do primeiro inventário realizado pelo instituição, foram verificados somente os consumos de energia do Banrisul, sem considerar as demais empresas do grupo (Bagergs e Banrisul Pagamentos), o que passou ser mensurado a partir dos inventários seguintes.
Consumo de energia dentro da organização
GRI 302-1
302-1 a) Consumo total de combustíveis dentro da organização oriundos de fontes não renováveis, em joules ou seus múltiplos, inclusive os tipos de combustíveis usados.
302-1 b) Consumo total de combustíveis dentro da organização oriundos de fontes renováveis, em joules ou seus múltiplos, inclusive os tipos de combustíveis usados.
302-1 c) Em joules, watts-hora ou múltiplos, o total do seguinte:
302-1 c) i) consumo de eletricidade;
302-1 c) ii) consumo de aquecimento;
302-1 c) iii) consumo de resfriamento;
302-1 c) iv) consumo de vapor
302-1 d) Em joules, watts-hora ou múltiplos, o total do seguinte:
302-1 d) i) eletricidade vendida;
302-1 d) ii) aquecimento vendido;
302-1 d) iii) resfriamento vendido;
302-1 d) iv) vapor vendido
302-1 e) Consumo total de energia dentro da organização em joules ou seus múltiplos.
Consumo de energia dentro da organização (GJ)1 |
2021 |
2022 |
2023 |
∆2022/2023 |
|---|---|---|---|---|
Combustíveis não renováveis |
2.836,5 |
4.897,9 |
3.007,3 |
-38,6% |
Gasolina (automotiva) |
1.693,0 |
2.527,3 |
2.055,3 |
-18,7% |
Óleo diesel³ |
1.143,5 |
587,0 |
544,2 |
-7,3% |
GLP² |
0,0 |
1.783,6 |
407,8 |
-77,1% |
Combustíveis renováveis |
0,0 |
1,0 |
787,4 |
- |
Etanol hidratado |
0,0 |
1,0 |
787,4 |
- |
Consumo de |
132.062,5 |
122.276,4 |
126.994,4 |
3,9% |
Eletricidade concessionária |
132.062,5 |
122.276,4 |
84.995,3 |
-30,5% |
Eletricidade gerada por painéis solares4 |
0,0 |
0,0 |
414,7 |
- |
Eletricidade de mercado livre (renovável) |
0,0 |
0,0 |
41.584,5 |
- |
Consumo total de energia |
134.899,0 |
127.175,3 |
130.789,1 |
2,8% |
¹Não houve venda de energia.
²Medida em toneladas, unidade padrão na metodologia do GHG Protocol.
Em relação à tabela “Consumo de energia dentro da organização”, cabe salientar três pontos:
– Os veículos próprios e locados em 2023 passaram a utilizar o etanol como combustível, em razão de sua menor emissão de gases de efeito estufa. Isso gerou redução de 18,7% no consumo de gasolina (automotiva).
– Desde o início de 2023, foi incluído no cálculo de consumo de óleo diesel a quantia destinada aos veículos automotores, somando-se ao montante destinado aos geradores. Em função disso, valores de 2021 e 2022 diferem dos dados publicados em anos anteriores [GRI 2-4].
– Desde meados de 2023, a Banrisul Armazéns Gerais, empresa do grupo Banrisul, vêm produzindo energia a partir de painéis solares, em suas unidades de armazenamento. Essa energia é consumida pela empresa e o restante é injetado na rede da concessionária. Em 2023, entre julho e dezembro, foram produzidos 346.170,7 Kwh. Desse total, 230.979,0 Kwh foram injetados na rede da concessionária e 115.191,7 Kwh destinados ao consumo.
Forma de gestão
GRI 3-3
Como compromisso com o tema material, o Banrsisul utiliza energia de fonte renovável. Aderimos ao CDP (Carbon Disclosure Project) e ao programa Brasileiro GHG Protocol com o objetivo de incrementar a capacidade técnica e institucional no gerenciamento de emissões de gases de efeito estufa para cálculo e reporte.
Eficiência Energética e ESG na cadeia de fornecedores: o compromisso de gerenciar o tema é um posicionamento da Organização, enquanto a análise da qualidade é baseada na conformidade regulatória da Lei Federal 13.589/2018.
O mapeamento adequado destes processos com a definição da destinação de cada tipo de resíduo gerado vai além do cumprimento da legislação ambiental, pois demonstra na prática o compromisso social e ambiental que a Organização tem com a comunidade em que está inserida e com os recursos naturais consumidos.
Para gerenciar a eficiência energética e ESG na cadeia de fornecedores são utilizados critérios ESG para elaboração de projetos e execução de obras e serviços de engenharia (atividade realizada pelas gerências de Obras e Manutenção), análise de qualidade do ar, gestão do contrato realizada pela Gerência de Manutenção e publicação dos certificados aos usuários.
A Gestão de Resíduos do Banrisul é realizada pela Gerência de Sustentabilidade, vinculada administrativamente à Unidade de Gestão Patrimonial. Tal gerência é responsável por definir os processos inerentes à gestão adequada dos resíduos sólidos produzidos pela Organização, bem como quanto aos processos internos de tomada de decisão, que são validados por comitês específicos, quando necessário.
A fim de prevenir e mitigar impactos negativos e potenciais, o Banrisul possui um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), desde 2018, onde descreve e indica o encaminhamento adequado dos resíduos gerados e os procedimentos de rotina necessários para o cumprimento das exigências legais em relação ao meio ambiente.
Além disso possui controles de quantidades mensais de resíduos gerados e realiza o preenchimento obrigatório do documento Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) exigido pelo órgão ambiental estadual – FEPAM -, onde os dados dos resíduos transportados ficam registrados. Para cada encaminhamento são gerados documentos específicos para a destinação como o Manifesto de Transporte de Resíduos e, ao final da operação, o Certificado de Destinação Final (CDF), que relatam todos os dados relativos aos resíduos encaminhados.
Além disso, os processos de destinação de resíduos incluem também a preocupação com as partes envolvidas, uma vez que alguns dos resíduos tem a destinação vinculada a algum projeto de impacto social, como trabalho com apenados, no caso da descaracterização de móveis inservíveis, ou com a capacitação de públicos vulneráveis como ocorre na destinação dos resíduos eletroeletrônicos, através do Programa Sustentare, conduzido pelo Governo do Estado do RS, do qual o Banrisul é parceiro desde o início da iniciativa.
No que tange ao público interno, aos mesmos são informados através da disponibilização cursos em EAD sobre sustentabilidade e gestão de resíduos, palestras presenciais e campanhas informativas no ambiente da intranet.
Um dos pressupostos identificados para melhorarmos os processos de gestão de resíduos é a atualização do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, em que será possível rever todas as práticas já incorporadas, bem como avaliar se existem lacunas a serem trabalhadas, uma vez que este processo é realizado por consultoria contratada para esta finalidade específica.
Da mesma forma, foi identificada a necessidade de manter visível à todo o público interno a versão mais atualizado do PGRS, bem como de reforçar as campanhas para disseminação do conhecimento quanto às práticas adequadas de separação dos resíduos.
A fim de demonstrar um feedback positivo de um stakeholder em relação à eficácia das ações da gestão de resíduos, temos como exemplo a destinação de resíduos eletroeletrônicos ao Programa Sustentare, do Governo do Estado do RS, que realiza a celebração de convênios com empresas, entidades e associações que tenham interesse na execução do trabalho de recondicionamento e/ou reciclagem dos ativos eletroeletrônicos.
O rastreamento da eficácia da utilização de energia de fonte renovável é feita através de relatórios que são apresentados à Diretoria Administrativa de forma recorrente. Para a eficiência energética é feito o acompanhamento do consumo de energia das edificações. Enquanto para a análise de qualidade do ar são analisados os laudos emitidos por laboratórios. A eficácia do ESG na cadeia de fornecedores é rastreada através da fiscalização das obras e serviços com emissão de relatório técnico de acompanhamento.
O Banrisul realizou a migração de unidades consumidoras para o ACL (Ambiente de Contratação Livre) de outubro a dezembro de 2022. Entregou também ambientes com elementos e equipamentos com maior eficiência energética, por exemplo: sensores de presença para acionamento e desligamento de iluminação, painéis LED, equipamentos de climatização inverter e instalação de brises. Para a análise da qualidade do ar foi feita a implantação do procedimento semestral de coleta e análise do ar nos ambientes do Banrisul (com e sem atendimento ao público). Os resíduos gerados pela Organização não possuem geração constante, o que dificulta o estabelecimento de metas individuais.
Foi identificada a necessidade de se manter uma gestora já contratada para acompanhamento dos procedimentos operacionais e suporte na emissão de relatórios, para controlar e rastrear a utilização de energia de fonte renovável e eficiência energética. Para qualidade de ar identificou-se a necessidade de acompanhamento de publicações de resoluções e normas dos órgãos reguladores e fiscalizadores.
O plano de mitigação de gases de efeito estufa, prevê reduzir a emissão de GEE dos escopos 1 e 2 , além de compensar 100% das emissões remanescentes com projeto anual de carbono neutro; manter os equipamentos de ares-condicionados das agências em sua vida útil (10 a 15 anos) até 2030; manter melhorias em projetos de ecoeficiência. O acompanhamento da gestão é realizado através de indicadores mensais do volume de resíduos, que incluem o controle individual de cada tipo de resíduo.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Aumento da utilização de energia de fonte renovável |
Positivo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
- |
Durante a compra de energia. |
Acionistas e Investidores, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Eficiência Energética |
Positivo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
- |
Através de compra de insumos e contratação de fornecedores. |
Acionistas e Investidores, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Incentivo à práticas ESG na cadeia de fornecedores |
Positivo |
Potencial |
Longo prazo |
Sistêmico |
- |
Durante a gestão e operação dos contratos de terceiros. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Meio Ambiente, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
O Banrisul aderiu ao Carbon Disclosure Project (CDP) e passou a utilizar energia de fonte renovável, com a manutenção da participação no Programa Brasileiro GHG Protocol, com o objetivo de incrementar a capacidade técnica e institucional de seus profissionais no gerenciamento de emissões de gases de efeito estufa, para cálculo e reporte.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
A eficiência energética e ESG também são considerados na cadeia de fornecedores. Para elaborar projetos e executar obras e serviços de engenharia, são solicitadas análises de qualidade do ar, com a implantação do procedimento semestral de coleta e análise do ar nos ambientes do Banrisul com e sem atendimento ao público, e analisados os laudos emitidos pelos laboratórios.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Não foram identificados impactos reais que necessitaram de ações para sua remediação.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Não foram identificadas medidas para gerenciar impactos positivos reais ou potenciais.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Utilização de energia de fonte renovável: acompanhamento através de relatórios que são apresentados à Diretoria Administrativa de forma recorrente.
Eficiência energética: através do acompanhamento do consumo de energia das edificações.
Análise de qualidade do ar: através da análise dos laudos emitidos pelos laboratórios.
ESG na cadeia de fornecedores: através da fiscalização das obras e serviços com emissão de relatório técnico de acompanhamento.
O Banrisul mantém controles internos da geração de resíduos, onde constam individualmente os volumes gerados de cada espécie de resíduo e as datas em que foram destinados às empresas parceiras responsáveis pela destinação final. Além disso, para cada encaminhamento são gerados documentos específicos para a destinação, como o Manifesto de Transporte de Resíduos e, ao final da operação, o Certificado de Destinação Final (CDF), que relatam todos os dados relativos aos resíduos encaminhados.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Conforme o planejamento de ações, as metas incluem reduzir a emissão de GEE dos escopos 1 e 2 em 25% até 2030, tomando como base 2020 (metas de redução de emissões calculadas a partir da ferramenta SBTi – 2021), compensar 100% das emissões remanescentes com o projeto anual de carbono neutro, manter os equipamentos de ar-condicionado das agências em sua vida útil (10 a 15 anos) até 2030 e buscar melhorias em projetos de ecoeficiência.
Com relação aos resíduos gerados, a quantidade não é constante pois dependem de fatores não recorrentes, o que dificulta o estabelecimento de metas individuais. A exemplo dos resíduos gerados pela substituição das lâmpadas fluorescentes, que ocorrem em função das manutenções e reformas nos diversos ambientes de trabalho. No entanto, há o compromisso do Banrisul em realizar a substituição de todas as lâmpadas fluorescentes, na realização de reforma de agências, por lâmpadas de LED.
Da mesma forma, quanto aos móveis inservíveis, não há metas estabelecidas na sua geração, contudo, há o compromisso do Banco de dar a destinação adequada a todo o mobiliário que não é mais utilizado pela Instituição.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Utilização de energia de fonte renovável: migração de 70 unidades consumidoras para o ACL de outubro a dezembro de 2023.
Eficiência energética: entrega de ambientes com elementos e equipamentos com maior eficiência energética, como, por exemplo, sensores de presença para acionamento e desligamento de iluminação, painéis LED, equipamentos de climatização inverter e instalação de brises.
Análise de qualidade do ar: implantação do procedimento semestral de coleta e análise do ar nos ambientes (com e sem atendimento ao público).
ESG na cadeia de fornecedores: realização de benchmarking.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Com a recente atualização do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos em 2023, foi possível rever os fluxos referentes a sua destinação, bem como avaliar as lacunas a serem trabalhadas. Atualmente, o Banco está na fase de execução do plano de ação resultante desta atualização.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
A pauta ESG permeou pelos diversos níveis através de reuniões, de divulgação de metas, de comunicação externa ao mercado e de comunicação interna.
Gestão de impactos significativos relacionados a resíduos
GRI 306-2
O Banrisul adotou, a partir de 2021, a utilização de um manual de critérios de sustentabilidade para compras e licitações. Tal ferramenta permitiu que fosse incluída, no fluxo das contratações realizadas pela Organização, a análise dos produtos e serviços no que tange à avaliação dos materiais utilizados para a produção. No âmbito da cadeia upstream, o Banrisul instituiu, em 2022, o Manual do Fornecedor, que é um documento com diretrizes gerais que diz respeito ao relacionamento da Instituição com seus fornecedores, dedicando um capítulo exclusivo à responsabilidade ambiental, incluindo orientações quanto à gestão adequada de resíduos do fornecedor, sempre em observância à legislação ambiental vigente.
Por sua vez, a temática dos resíduos gerados nas próprias atividades ganhou relevância a partir de 2001 com o início do programa Reciclar, que tem por objetivo estimular e promover a coleta e a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos gerados pela Instituição, buscando reduzir o impacto ambiental negativo das atividades.
Por outro lado, com o objetivo de reduzir a geração de resíduos de plástico de uso único, iniciou-se a fase de implementação de um projeto denominado Copinho Zero, em que todos os colaboradores passaram a utilizar canecas e garrafas reutilizáveis em substituição aos copos plásticos para consumo de água e café. O Banrisul também possui um projeto para racionalização de backoffice em suas agências, com o objetivo de reduzir o consumo de papel na emissão de relatórios. No caso dos cofres que não são mais utilizados pela Instituição, busca-se a doação para que os mesmos possam ser reaproveitados ou, quando isso não é possível, são destinados à descaracterização, para posterior reciclagem ou reaproveitamento dos materiais resultantes
desse processo.
Os resíduos eletroeletrônicos gerados pela rede de agências e unidades são destinados ao Programa Sustentare/RS que se vale de três trilhas de destinação: doação, recondicionamento e reciclagem. Buscando dar a destinação adequada ao mobiliário que a Instituição não utiliza mais, o Banrisul busca destinar estes itens, através de doação a instituições sem fins lucrativos com interesse no seu reaproveitamento. O Banrisul também realiza o descarte ambientalmente adequado de lâmpadas fluorescentes por meio da destinação destes componentes a uma empresa contratada para esta finalidade, sendo encaminhadas para reciclagem, no ano de 2022, 2.734 unidades de lâmpadas fluorescentes.Também existem práticas de logística reversa destinada a materiais como baterias, cabos estruturados e refis de toner de impressoras.
Quanto aos resíduos orgânicos gerados na Organização, estes são destinados à coleta pública nas localidades onde agências estão inseridas. Os resíduos gerados pela Organização tem a gestão centralizada pelo próprio Banrisul por meio da Gerência de Sustentabilidade, área de gestão de resíduos, a qual é responsável pela gestão dos contratos relacionados aos resíduos, bem como pelo recebimento, armazenamento temporário e destinação ambientalmente correta dos mesmos, através de parceiros devidamente contratados para cada espécie de resíduo. Os resíduos destinados ao descarte são controlados através da emissão de Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) e Certificação de Destinação Final de Resíduos (CDF).Todos os resíduos destinados à gestão de resíduos do Banco são mensurados quantitativamente através de planilhas de controle para, posteriormente, serem destinados, conforme o tipo do resíduo, ao descarte adequado. As evidências da destinação são demonstradas através da emissão de manifestos de transporte de resíduos e certificados de destinação final.
Gestão de impactos significativos relacionados a resíduos
GRI 306-2
306-2 a) Medidas tomadas, inclusive medidas de circularidade, para evitar a geração de resíduos nas próprias atividades da organização e upstream e downstream em sua cadeia de valor, também para gerir impactos significativos dos resíduos gerados.
Os processos de gestão de resíduos são descritos em normativa interna, revisada em 2023, e definem os tipos de resíduos gerados pelo Banco, os fluxos de destinação, as áreas responsáveis por sua execução e as medidas de acompanhamento, alinhadas ao Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Esse gerenciamento é executado com o levantamento mensal dos indicadores de volumes de resíduos gerados e o controle dos contratos com empresas e parceiros para a destinação final adequada e a doação de itens inservíveis.
Em 2023, concluímos o Programa Copinho Zero, que visa reduzir a geração de resíduos de plástico de uso único através da substituição, por todos os colaboradores, de copos plásticos por canecas e garrafas reutilizáveis para o consumo de água e café. Na rede de agências, emitimos uma instrução administrativa para que adquiram copos produzidos a partir de materiais sustentáveis, para disponibilizar aos clientes, mitigando assim o impacto ambiental negativo desses resíduos.
306-2 b) Se os resíduos gerados pela organização em suas próprias atividades são gerenciados por um terceiro, uma descrição do processo usado para determinar se o gerenciamento dos resíduos é realizado em conformidade com obrigações contratuais ou legais.
São mantidos controles internos da geração de resíduos, onde constam individualmente os volumes gerados de cada espécie de resíduo e as datas em que foram destinados às empresas parceiras responsáveis pela destinação final. Para cada encaminhamento são gerados documentos específicos para a destinação, como o Manifesto de Transporte de Resíduos, e, ao final da operação, o Certificado de Destinação Final (CDF), que relatam todos os dados relativos aos resíduos encaminhados.
306-2 c) Os processos usados para coletar e monitorar dados relacionados a resíduos.
A gestão de resíduos do Banco é realizada de forma centralizada, internamente, e os materiais são mensurados quantitativamente para posterior destinação, conforme o tipo do resíduo, ao descarte adequado.
Resíduos Gerados, Resíduos destinados para disposição final e Resíduos não destinados para disposição final
GRI 306-3, GRI 306-4, GRI 306-5
Resíduos gerados por tipo e por destinação (t) |
|||
|---|---|---|---|
2020 |
2021 |
2022 |
|
Resíduos perigosos - Classe I - não destinados para disposição final |
|||
Pilhas e baterias - Reciclagem |
0,0 |
0,0 |
0,1 |
Resíduos não perigosos - Classe II - não destinados para disposição final |
|||
Banners, cartões triturados e acrílico - Reciclagem |
0 |
2,8 |
0 |
Cabos estruturados de rede - Logística reversa |
0 |
0 |
0,1 |
Cofres - Reciclagem¹ |
0 |
10,4 |
- |
Eletroeletrônicos - Reciclagem e reaproveitamento |
49,7 |
93,4 |
31,4 |
Papel/papelão - Reciclagem |
128,5 |
206,6 |
233,5 |
Sucatas Metálicas - Reciclagem |
45,4 |
114,1 |
76,4 |
A) Total de resíduos não destinados para disposição final |
224 |
427,3 |
341,6 |
Resíduos não perigosos - Classe II - destinados para disposição final |
|||
Coprocessamento |
0,3 |
1,5 |
0 |
Resíduos destinados para aterro sanitário² |
0 |
0 |
125,0 |
B) Total de resíduos destinados para disposição final |
0,3 |
1,5 |
125,0 |
Total de Resíduos gerados em toneladas (A+B) |
223,9 |
428,8 |
466,6 |
¹Em 2022, não tivemos cofres enviados para reciclagem, ocorrendo somente a doação destes itens para reaproveitamento. Nesse caso, por tratar-se de doação, os mesmos estão considerados em unidades no item que trata da doação de mobiliário.
²Os resíduos sólidos orgânicos gerados na organização são destinados à coleta pública nas localidades onde as agências estão presentes. No Edifício da sede administrativa existe uma empresa contratada para descarte do resíduo orgânico. Até 2021 não havia mensuração da quantidade gerada deste resíduo.
Resíduos gerados por tipo e por destinação (unidades) |
|||
|---|---|---|---|
2020 |
2021 |
2022 |
|
Resíduos perigosos - Classe I - não destinados para disposição final |
|||
Lâmpadas - Reciclagem |
1.652 |
2.060 |
2.734 |
Tonners - Logística Reversa³ |
- |
- |
621 |
A) Total de resíduos não destinados para disposição final |
1.652 |
2.060 |
3.355 |
Resíduos não perigosos - Classe II - não destinado para disposição final |
|||
Doação mobiliário - Reaproveitamento⁴ |
2.127 |
4.999 |
2.391 |
B) Total de resíduos não destinados para disposição final |
2.127 |
4.999 |
2.391 |
Total de Resíduos gerados em unidades (A+B) |
3.779 |
7.059 |
5.746 |
³A partir de 2022, passamos a informar os dados referentes aos tonners encaminhados para logística reversa.
⁴Os cofres doados para reaproveitamento estão somados nesse item.
Resíduos gerados por tipo e por destinação em toneladas
GRI 306-3, GRI 306-4, GRI 306-5
306-3 a) Peso total dos resíduos gerados em toneladas métricas e uma discriminação desse total por composição dos resíduos.
306-4 a) Peso total em toneladas métricas dos resíduos não destinados para disposição e uma discriminação desse total por composição dos resíduos.
306-4 b) Peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos não destinados para disposição e uma discriminação deste total pelas seguintes operações de recuperação.
306-4 c) Peso total em toneladas métricas dos resíduos não perigosos não destinados para disposição e uma discriminação desse total pelas seguintes operações de recuperação.
306-4 d) Para cada operação de recuperação citada nos Conteúdos 306-4-b e 306-4-c, uma discriminação do peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos e dos resíduos não perigosos não destinados para disposição.
306-5 a) Peso total em toneladas métricas dos resíduos destinados para disposição e uma discriminação desse total por composição dos resíduos.
306-5 b) Peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos destinados para disposição e uma discriminação desse total pelas seguintes operações de disposição.
306-5 c) Peso total em toneladas métricas dos resíduos não perigosos destinados para disposição e uma discriminação desse total pelas seguintes operações de disposição.
306-5 d) Para cada operação de disposição citada nos Conteúdos 306-5-b e 306-5-c, uma discriminação do peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos e dos resíduos não perigosos destinados para disposição.
Resíduos gerados por tipo e por destinação em toneladas¹ ² |
2021 |
2022 |
2023 |
|---|---|---|---|
Resíduos perigosos - Classe I - não destinados para disposição final |
|||
Pilhas e baterias - reciclagem |
0,0 |
0,1 |
0,0 |
Resíduos não perigosos - Classe II - não destinados para disposição final |
|||
Banners, cartões triturados e acrílico - reciclagem |
2,8 |
0,0 |
2,2 |
Cabos estruturados de rede - logística reversa |
0 |
0,1 |
0,0 |
Cofres - reciclagem |
10,4 |
- |
11,7 |
Eletroeletrônicos - reciclagem e reaproveitamento |
93,4 |
31,4 |
21,2 |
Papel/papelão - reciclagem |
206,6 |
233,5 |
258,5 |
Sucatas metálicas - reciclagem |
114,1 |
76,4 |
84,0 |
A) Total de resíduos não destinados para disposição final |
427,3 |
341,6 |
377,6 |
Resíduos não perigosos - Classe II - destinados para disposição final³ |
|||
Coprocessamento |
1,5 |
0 |
0 |
Resíduos destinados para aterro sanitário4 |
0 |
125 |
11,5 |
B) Total de resíduos destinados para disposição final |
1,5 |
125 |
11,5 |
Total de resíduos gerados em toneladas (A+B) |
428,8 |
466,6 |
389,2 |
1Não houve recuperação de resíduos não destinados para disposição final dentro da organização, apenas fora.
2Possuímos os dados referentes às lâmpadas fluorescentes, contudo, a métrica utilizada em nosso controle é por unidades. Em 2023, não houve mais a destinação de lâmpadas fluorescentes devido ao processo de substituição por lâmpadas tipo LED.
3A redução dos resíduos não perigosos Classe II, em relação aos anos anteriores, deve-se ao fato de que não existia acompanhamento destes descartes. Após melhorias no controle, em junho de 2023, os resíduos orgânicos do Edifício Sede, que vão para aterro, começaram a ser monitorados através da pesagem diária deles.
4Os resíduos sólidos orgânicos gerados na organização são destinados à coleta pública nas localidades onde as agências estão presentes. No edifício da sede administrativa existe uma empresa contratada para descarte do resíduo orgânico.
306-3 b) Informações contextuais necessárias para entender os dados e como os dados foram compilados.
306-4 e) Informações contextuais necessárias para entender os dados e como os dados foram compilados.
Os móveis inservíveis tiveram destinação para reaproveitamento, através de doação, quantificadas em unidades: 2.382, em 2022; e 4.085 em 2023. Os resíduos orgânicos foram enviados para aterros sanitários: na sede, 312,5 m³ em 2022, equivalente a 125 toneladas de resíduos, utilizando-se a razão de 400 kg/m³, e 11,5 toneladas em 2023, desde o mês de agosto.
Vide resposta do item GRI 306-2 b).
306-5 e) Informações contextuais necessárias para entender os dados e como os dados foram compilados.
Vide nota de rodapé da tabela e resposta do item GRI 306-2 b).
Forma de gestão
GRI 3-3
Como instrumento regulatório da relação com fornecedores, o Banrisul utiliza-se da Lei de Licitações (Leis Federais 8.666/93 e 13.303/2016), bem como demais legislações federal e estadual correlatas. Ainda, utiliza-se do RILC (Regulamento Interno de Licitações e Contratos), que encontra-se publicado no site da transparência da Instituição. Ainda, como documentos reguladores da relação, estão publicados, também no site da transparência, o Manual de Relacionamento com Fornecedores (que disciplina o comportamento a ser adotado pelos fornecedores, no âmbito dos processos de licitação e contratação das Empresas integrantes do Grupo Banrisul) e o Manual do Fornecedor do Banrisul (criado para auxiliar os fornecedores do BANRISUL a conhecerem e entenderem os procedimentos que a Empresa utiliza nas suas relações comerciais de aquisição de bens e prestação de serviços).
Para as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados não existe um cargo específico, dentro da Organização, que gerencia os impactos. Eles são mitigados ao longo da cadeia de gerenciamento dos fornecedores, passando pelas instâncias competentes em cada tarefa. Por exemplo: a Unidade Gestora do contrato é a responsável pela verificação da documentação de qualificação técnica da licitante em um processo licitatório; quando passa à condição de contratada, a Unidade de Contratações é a responsável pela verificação dos impedimentos e regularidade do fornecedor, e assim por diante.
As medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais existem algumas como a existência da área de Fiscalização de Terceirizados, que acompanha se os direitos trabalhistas dos trabalhadores terceirizados alocados na prestação de serviços do Banrisul estão sendo obedecidas. Outra medida para mitigar os impactos é a criação da área de Processos Sancionatórios. É uma área específica para execução do processo administrativo sancionatório, que procura esclarecer ocorrências negativas ocasionadas pela contratada, definindo pelalidades se for o caso.
Existem medidas para enfrentar os impactos negativos reais, como o regramento de contratações públicas, existe uma ferramenta que mitiga o impacto real de desabastecimento (dos serviços ou do fornecimento) pela contratada: a contratação emergencial. É um dispositivo da lei que permite a contratação de prestadores de serviço/fornecedores, para atender a uma parcela de serviço de forma urgente, que permite, primeiramente, exercer a execução e, posteriormente, exercer os procedimentos administrativos internos previstos no regulamento, para a efetivação da contratação.
A área de Fiscalização de Terceiros realiza ações com o objetivo de mitigar os riscos, porém ainda não há uma rotina que porporcione o retorno de quantas defesas de reclamatórias obtém êxito. Com relação à Área de Processos Sancionatórios, a aplicação de penalidades tem aumentado ao longo dos períodos, uma vez que as unidades gestoras entenderam a importância do acompanhamento efetivo da execução contratual, devendo solicitar apuração de responsabilidade se constatada irregularidade na prestação por parte da contratada.
A eficácia das ações é sentida de forma qualitativa, conforme descrito anteriormente, quando: as unidades gestoras se preocupam mais em descrever nos processos de contratação possíveis penalidades para má execução do objeto; as unidades gestoras buscam novas formas de escolher os prestadores de serviços através de qualificações mais robustas nos processos licitatórios; as contratadas buscam se antecipar a futuros problemas de entendimento em interpelações junto ao contratante, evitando a instauração de processo sancionatório; as contratadas entendem a importância do envio de documentações trabalhistas para acompanhamento efetivo pela área de Fiscalização. Os aprendizados que norteiam a melhoria contínua do processos são levandos pelas áreas responsáveis pela mitigação do riscos, de forma que, por força do direito-dever da unidade gestora de instaurar procedimentos de apuração de responsabilidade em caso de inexecução imperfeita do objeto por parte da contratada, existe uma moralização do processo de contratação que inibe possíveis fornecedores de mercado com más intenções de participar dos procedimentos de contratação. Da mesma forma, a eficácia da Fiscalização de Terceirizados pode estar diminuindo o número de reclamatórias trabalhistas procedentes em que o Banco figure como responsável solidário.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Impacto de imagem por associação com fornecedores e parceiros comerciais irregulares (questões trabalhistas ou ambientais) |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
Baixa |
Contratação de serviços de fornecedores. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Problemas de imagem atrelados a comportamento de colaboradores terceirizados ou parceiros comerciais (como discriminação e correspondentes bancários) |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
Alta |
Contratação de serviços de fornecedores. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Problemas operacionais relacionados à paralisação dos trabalhadores terceirizados |
Negativo |
Potencial |
Curto prazo |
Pontual |
Baixa |
Prestação de serviços pelos fornecedores. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Vazamento de informações sigilosas em posse do fornecedor |
Negativo |
Potencial |
Longo prazo |
Pontual |
Alta |
Prestação de serviços pelos fornecedores. |
Acionistas e Investidores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Problemas operacionais pela não execução dos serviços/entrega do objeto por parte do fornecedor |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
Baixa |
Prestação de serviços pelos fornecedores. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Como instrumento regulatório da relação com fornecedores, o Banrisul utiliza-se da Lei de Licitações, de demais legislações federais e estaduais correlatas e do Regulamento Interno de Licitações e Contratos (RILC), publicado no site do Banco, dentro do tópico Transparência.
Como documentos reguladores da relação, estão publicados, também no site, o Manual de Relacionamento com Fornecedores, que disciplina o comportamento a ser adotado pelos fornecedores nos processos de licitação e contratação das empresas integrantes do Grupo Banrisul, e o Manual do Fornecedor do Banrisul, criado para auxiliar os fornecedores do Banco a conhecerem e entenderem os procedimentos utilizados nas relações comerciais de aquisição de bens e prestação de serviços.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Os termos e condições dos relacionamentos mantidos entre Companhia e fornecedores se encontram nos instrumentos contratuais firmados entre as referidas partes.
Em especial, para contratos que envolvem cessão de mão de obra, há rigorosa fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhista e previdenciária, por meio do acompanhamento de certidões de regularidade, entre outras ações.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Nas regras de contratações públicas, existe uma ferramenta que mitiga o impacto real de desabastecimento: a contratação emergencial, dispositivo que permite a contratação imediata de prestadores de serviço/fornecedores, para atender a uma parcela de serviço de forma urgente. O recurso possibilita executar os serviços ou o fornecimento e, posteriormente, tratar dos procedimentos administrativos internos previstos no regulamento, para a efetivação da contratação.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
Não foram identificados impactos positivos que necessitaram de ações para seu gerenciamento.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Quanto aos fornecedores, em especial, os contratos que envolvem cessão de mão de obra, há rigorosa fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhista e previdenciária, por meio do acompanhamento de certidões de regularidade, entre outras ações.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Não existem metas e indicadores para avaliar o andamento dos acompanhamentos e dos processos sancionatórios, pois o resultado que eles proporcionam ao processo global é muito mais qualitativo do que quantitativo.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
A eficácia das ações é sentida de forma qualitativa, quando: as unidades gestoras se preocupam mais em descrever nos processos de contratação possíveis penalidades para má execução do objeto; as unidades gestoras buscam novas formas de escolher os prestadores de serviços através de qualificações mais robustas nos processos licitatórios; as contratadas buscam se antecipar a futuros problemas de entendimento em interpelações junto ao contratante, evitando a instauração de processo sancionatório; as contratadas entendem a importância do envio de documentações trabalhistas para acompanhamento efetivo pela área de Fiscalização.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Os termos e condições dos relacionamentos mantidos entre Companhia e fornecedores se encontram nos instrumentos contratuais firmados entre as referidas partes. Assim, por força do direito-dever da unidade gestora de instaurar procedimentos de apuração de responsabilidade em caso de inexecução imperfeita do objeto por parte da contratada, existe uma moralização do processo de contratação, o que inibe possíveis fornecedores de mercado com más intenções de participar dos procedimentos de contratação. Da mesma forma, a eficácia da fiscalização de terceirizados pode estar diminuindo o número de reclamatórias trabalhistas procedentes em que o Banco figure como responsável solidário.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
A criação de áreas foi levada à efeito pela Unidade de Contratações, sempre com o apoio da Diretoria. A criação das áreas, conforme regulamentos internos, deve ser sempre criada mediante resolução, aprovada anteriormente pelas instâncias superiores.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais
GRI 308-1
A partir da criação da área de Sustentabilidade, todas as contratações passaram a ter critérios ambientais analisados, sendo as mesmas analisadas e definidas de acordo com o escopo de cada contratação. Considerando que as contratações podem possuir critérios de sustentabilidade específicos, tais como utilização de folhas com selo FSC, equipamentos com menor impacto na emissão de ozônio, destinação correta dos resíduos de obras, dentre outros, estima-se que 100% dos contratos formados pelo Banrisul passam pela análise de critérios ambientais.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais
GRI 308-1
308-1 a) Percentual de novos fornecedores que foram selecionados com base em critérios ambientais.
Considerando que as contratações podem possuir critérios de sustentabilidade específicos, tais como utilização de folhas com selo FSC, equipamentos com menor impacto na emissão de ozônio, destinação correta dos resíduos de obras, dentre outros, 100% dos contratos formados pelo Banco, passam pela análise de critérios ambientais.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais
GRI 414-1
As contratações realizadas pelo Banrisul e suas coligadas têm como foco principal o tratamento adequado dos seus funcionários técnicos, que desempenham um papel direto na prestação dos serviços. A contratada é responsável por garantir esse tratamento adequado, enquanto o Banco assume a responsabilidade conjunta na fiscalização dessas práticas, seguindo as leis estaduais e a Constituição Federal. Sendo que todas as contratações firmadas possuem disposições sobre critérios sociais, 100% das contratações firmadas pelo Banrisul possuem cláusulas específicas relacionadas às questões trabalhistas e sociais, em conformidade à legislação específica.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais
GRI 414-1
414-1 a) Percentual de novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais.
100% das contratações do Banrisul são avaliadas com base em critérios sociais, incluindo questões trabalhistas e sociais, em conformidade à legislação específica.
Forma de gestão
GRI 3-3
As políticas ou compromissos para com o desenvolvimento do capital humano integra o eixo Força nas Pessoas no planejamento estratégico Banrisul, considerando que os colaboradores são o meio para o alcance do sucesso organizacional, por isso a necessidade de um olhar mais atual e de contínuo incentivo ao desenvolvimento e aperfeiçoamento das pessoas.
Ligada às medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados à Diretoria Institucional, a Superintendência Unidade de Desenvolvimento de Pessoas – Universidade Corporativa tem entre suas atribuições “gerir os processos de desenvolvimento, implantação e acompanhamento dos programas de educação presenciais e à distância, buscando soluções em tecnologias de aprendizagem e contribuindo com a cultura de inovação no Banrisul”. Além disso, as áreas de RH partilham estratégias e tomadas de decisão. O Plano Anual de Treinamento, que na sua construção mobiliza todas as áreas e Superintendências Regionais, é analisado de forma conjunta e submetido à aprovação de Comitês e Diretoria, acompanhado do respectivo plano orçamentário.
Entre as medidas tomadas para enfrentar impactos negativos potenciais estão: processo de onboarding aos novos concursados; programas de formação para progressão na carreira; programa de incentivo acadêmico, abrangendo graduação, especialização, mestrado e doutorado; compra de vagas em cursos externos, webinars de atualização sobre produtos, serviços, legislação e pautas de interesse, simpósios, congressos, entre outros; missões internacionais; capilaridade de cursos via plataforma Moodle, favorecendo atualização constante e incentivo ao autodesenvolvimento, independente de localização geográfica.
Como medidas para enfrentar impactos negativos reais, há a adequação de tecnologias de educação, favorecendo aos colegas que atuam nas agências, por exemplo curso com áudio e legendas, favorecendo acompanhar os cursos, organização de trilhas com formatos diversos, promovendo o autodesenvolvimento. Progressão no desenvolvimento de webinar, de temas de grande adesão, em formato gravado permitindo repositório de acesso aos colaboradores que por motivos diversos não consigam acompanhar on-line.
Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais: A construção de estratégias e programas educativos por meio de coprodução, integrando a visão da rede de agências e direção geral com foco na aplicabilidade dos conhecimentos em prol da produtividade e atendimento. A atenção à linguagem inclusiva e integradora na difusão dos programa e trilhas. Potencialização das qualificações a partir da aproximação e conexão de todas as unidades e Superintendências Regionais através aos colaboradores em desenvolvimento de pesquisa acadêmica. Disponibilização de Repositório dos trabalhos de conclusão do último ano para que as pesquisas sejam acessadas e permitam evoluções nos estudos.
Os processos utilizados para rastrear a eficácia das ações são o monitoramento de investimento desenvolvido, participação em cursos, certificações alcançadas, cursos obrigatórios desenvolvidos, progressão em carreira a partir das formações, pesquisas de reação aos cursos e webinars desenvolvidos, aplicabilidade de pesquisas acadêmicas, entre outros.
A estratégia para elaborar o Plano Anual de Treinamento e Desenvolvimento implica em etapas, entre elas: pesquisa on-line disponível a todos os colaboradores, trabalho com grupos focais, envolvendo representantes da Rede e da Direção Geral, análise das diretrizes do planejamento estratégico, tendências de mercado e de gaps reportados junto às áreas de RH.
Como indicadores para avaliação do progresso de educação corporativa estão: investimento, número de colaboradores participantes de cursos, número de colaboradores com certificação, número de horas de treinamento por colaboradores, nível de satisfação dos cursos/eventos oferecidos, nível de qualidade dos cursos/eventos oferecidos.
Periodicamente os dados quantitativos de funcionários capacitados são compartilhados com Diretoria e todo o quadro funcional, via matérias em portal interno. Além disso, a cada identificação de funções a serem preenchidas, desenvolve-se formação específica de profissionais para preencher e atender as exigências, tais como gerentes de mercado, operadores de negócios, gerentes de relacionamento agro, entre outros. O Incentivo à pesquisa acadêmica estimula a partilha de trabalhos via banritalks e biblioteca virtual, tornando o conhecimento acessível a todo o quadro de colaboradores. Demandas de cursos externos e realização de cursos internos, tais como Webinars são formalizados via workflow, possibilitando análise, acompanhamento e conclusão do processo. O aspecto de cursos EAD é publicado mensalmente, destacando cursos livres e obrigatórios, atendendo a legislação.
Observando as finanças como expertise do Banco e o aperfeiçoamento do tema por parte dos colaboradores em relação as suas próprias finanças, foi realizado um programa para levar a educação financeira a todos os colaboradores. Os processos de coprodução de conhecimento, envolvendo rede de agências e Direção Geral, promovem intercâmbio de perspectivas que incrementam o Plano Anual de Treinamento, bem como as estratégias para implantação. Além disso, o intercâmbio com universidades e centros de inovação possibilitam partilhar desafios e soluções tanto para público interno quanto grupos e instituições externas.
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Perda de capital humano preparado para o mercado |
Negativo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
Baixa |
Etapa individual, onde o colaborador não identifica que a sua evolução profissional acompanha a periodicidade e ou benefícios ofertados pelo mercado, conforme a sua qualificação. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Operações Banrisul. |
Desenvolvimento de capital intelectual |
Positivo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
- |
Incentivo à Qualificação de Ensino Superior e acesso ao amplo portfólio de cursos técnicos externos e internos, através da Plataforma EaD Banrisul e com comunicação mais assertiva e processos mais fluídos. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Redução da taxa de rotatividade (turnover) |
Positivo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
Ações de promoção na qualidade de vida e de benefícios para o público interno. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Operações Banrisul. |
|
Aumento do engajamento interno |
Positivo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
- |
Ações de comunicação interna, promoção de eventos/campanhas ao público interno. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Operações Banrisul. |
Aumento dos investimentos associados à contratação, atração, retenção e capacitação de talentos |
Positivo |
Real |
Curto |
Sistêmico |
Incentivo à qualificação, treinamentos e planos de sucessão considerando gestão de competências. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Não há uma política específica para o tema.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Por meio do Programa de Integração, a Unidade de Desenvolvimento de Pessoas e da Cultura – Universidade Corporativa, responsável por articular a programação, proporcionou aos recém-chegados uma experiência única, que permitiu aprofundar o conhecimento sobre a história, missão, cultura, valores, práticas e objetivos do Banrisul. A iniciativa reforça o compromisso do Banco com a formação contínua de seus colaboradores, com a intenção de constante aperfeiçoamento.
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
Através de investimentos em capacitação de colaboradores, que no exercício, totalizaram R$ 5,3 milhões. Dentre as ações de Educação Corporativa, o Banrisul investiu em programas de formação para a rede de agências e unidades da Direção-geral, a partir de trilhas de aprendizagem em formato remoto ou presencial.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
O Banrisul investe na construção de estratégias e programas educativos por meio de coprodução, integrando a visão da rede de agências e da Direção-geral, com foco na aplicabilidade dos conhecimentos em prol da produtividade e atendimento. A atenção à linguagem inclusiva e integradora na difusão dos programas e trilhas de aprendizado potencializa as qualificações, a partir da aproximação e conexão de todas as unidades e Superintendências Regionais.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
Para acompanhar o desenvolvimento da área de treinamento, há um monitoramento dos investimentos, da participação dos colaboradores em cursos, das certificações alcançadas, dos cursos obrigatórios desenvolvidos, da progressão em carreira a partir das formações, pesquisas de reação aos cursos e webinars desenvolvidos, além da aplicabilidade de pesquisas acadêmicas, entre outros.
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Os principais indicadores para avaliar o progresso da Educação Corporativa englobam o investimento, número de colaboradores participantes de cursos, número de colaboradores com certificação, número de horas de treinamento por colaboradores, nível de satisfação dos cursos/eventos oferecidos e nível de qualidade dos cursos/eventos oferecidos.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Periodicamente, os dados quantitativos de colaboradores capacitados são compartilhados com a Diretoria e os colaboradores, via matérias em portal interno. A cada identificação de funções a serem preenchidas, desenvolve-se formação específica de profissionais para preencher e atender as exigências, como gerentes de mercado, operadores de negócios, gerentes de relacionamento agronegócios, entre outros.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
Em 2023, diversos webinars com foco em Diversidade, Equidade e Inclusão foram criados, fortalecendo a cultura inclusiva na Organização. No Programa de Integração de Novos Colaboradores, estratégias de acolhimento aos novos colegas com deficiência e orientações aos gestores foram incorporados em estratégias educativas, em parceria com áreas de recursos humanos.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
Foram ofertados cursos por meio do Programa de Formações visando o avanço na carreira dos colaboradores. Os cursos foram concebidos a partir da coprodução articulada pela Universidade Corporativa, envolvendo unidades administrativas, rede de agências e empresas coligadas do Grupo Banrisul.
Média de horas de capacitação por ano, por empregado
GRI 404-1
Média de horas de capacitação por colaborador, por gênero |
||||
|---|---|---|---|---|
Gênero |
2020 |
2021 |
2022 |
Δ 2021/2022 |
Homens |
37,1 |
45,7 |
67,0 |
46,5% |
Mulheres |
32,4 |
42,7 |
65,3 |
52,9% |
Total horas de treinamento |
34,5 |
47,3 |
66,1 |
39,9% |
Média de horas de capacitação por colaborador, por categoria funcional |
||||
|---|---|---|---|---|
Categoria funcional |
2020 |
2021 |
2022 |
Δ 2021/2022 |
Superintendente |
14,3 |
20,3 |
44,4 |
118,5% |
Gerente |
59,6 |
57,5 |
114,7 |
99,5% |
Analista |
11,9 |
29,7 |
39,6 |
33,3% |
Assistente |
11,4 |
19,6 |
31,3 |
59,7% |
Sem função comissionada - Escriturário |
33,6 |
38,8 |
64,3 |
65,7% |
Estagiário |
16,8 |
36,4 |
55,8 |
53,4% |
Outros |
78,7 |
31,1 |
66,0 |
112,1% |
Média de horas de capacitação por ano, por empregado
GRI 404-1
404-1 a) Média de horas de capacitação realizada pelos colaboradores da organização durante o período coberto pelo relatório, discriminada por:
404-1 a) i) gênero;
Média de horas de capacitação por empregado, por gênero¹ |
||||
|---|---|---|---|---|
Ano |
2021 |
2022 |
2023 |
Δ 2022/2023 |
Homens |
52,8 |
67,0 |
86,3 |
28,7% |
Mulheres |
40,3 |
65,3 |
81,3 |
24,6% |
Total |
47,2 |
66,1 |
84,1 |
27,3% |
¹Para calcular a média de horas, foi utilizado o número total de horas de capacitação por empregado dividido pela quantidade de colaboradores por gênero (vide GRI 2-7). No ano de 2021 os estagiários não foram contabilizados neste cálculo. Os dados referentes a 2022 foram adaptados à metodologia, o que causou na diminuição da média de horas de capacitação [GRI 2-4]. Todos os cursos contemplados nestes valores são considerados de aprendizagem.
404-1 a) ii) categoria funcional.
Em relação à média das horas de treinamento, por categoria funcional, como demonstra a tabela a seguir, tivemos aumento na categoria Gerente, devido as participações nos programas de formação; redução na categoria Analista, reflexo dos mais de 500 colaboradores desligados pelo PDV, que tiveram as atividades repassadas; extinção da categoria Assistente, que continha o cargo de assessor técnico; ampliação da categoria Escriturário pelo ingresso de novos colaboradores, que participam da integração e cursos de capacitação para a função; diminuição da categoria Estagiários, compatível com o retorno das atividades presenciais, que demandam tarefas novas e que restringem o tempo disponível para busca de qualificação; e impacto positivo na categoria Outros, fruto das novas turmas do Programa de Formação de Supervisor.
Média de horas de capacitação por empregado, por categoria funcional¹ |
||||
|---|---|---|---|---|
Ano |
2021 |
2022 |
2023 |
Δ 2022/2023 |
Superintendente |
20,3 |
44,3 |
41,6 |
-6,1% |
Gerente |
57,5 |
114,7 |
134,5 |
17,3% |
Analista² |
29,7 |
39,6 |
29,9 |
-24,5% |
Sem função comissionada - Escriturário |
38,8 |
64,3 |
86,6 |
34,7% |
Estagiário |
36,4 |
55,8 |
40,2 |
-28,0% |
Outros |
31,1 |
65,9 |
105,6 |
60,2% |
Total³ |
65,9 |
66,1 |
76,3 |
15,4% |
¹Para calcular a média de horas, foi utilizado o número total de horas de capacitação por empregado dividido pela quantidade de colaboradores por categoria funcional (vide GRI 405-1). Todos os cursos contemplados nestes valores são considerados de aprendizagem.
²Assistentes foram considerados na categoria funcional de Analistas.
³Não foram consideradas as horas de treinamento de colaboradores adidos.
Novas contratações e rotatividade de colaboradores
GRI 401-1
401-1 a) Número total e taxa de novas contratações de colaboradores durante o período coberto pelo relatório, discriminados por faixa etária, gênero e região.
Novas contratações, por faixa etária¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Faixa etária |
2021 |
2022 |
2023² |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Abaixo de 30 anos |
0 |
0,0 |
0 |
0,0 |
606 |
47,3 |
De 30 a 50 anos |
9 |
69,2 |
3 |
75,0 |
637 |
49,7 |
Acima de 50 anos |
4 |
30,8 |
1 |
25,0 |
39 |
3,0 |
Total |
13 |
100 |
4 |
100 |
1.282 |
100 |
¹As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores contratados.
²No ano de 2023, o número de admissões foi maior devido à realização de concurso público.
Novas contratações, por gênero¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Gênero |
2021 |
2022 |
2023² |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Mulheres |
2 |
15,4 |
2 |
50,0 |
340 |
26,5 |
Homens |
11 |
84,6 |
2 |
50,0 |
942 |
73,5 |
Total |
13 |
100 |
4 |
100 |
1.282 |
100 |
¹As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores contratados.
²No ano de 2023, o número de admissões foi maior devido à realização de concurso público.
Novas contratações, por região¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Região |
2021 |
2022 |
2023² |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Sudeste |
0 |
0,0 |
0 |
0,0 |
0 |
0,0 |
Sul |
13 |
100 |
4 |
100 |
1.280 |
99,8 |
Centro-Oeste |
0 |
0,0 |
0 |
0,0 |
2 |
0,2 |
Norte |
0 |
0,0 |
0 |
0,0 |
0 |
0,0 |
Total |
13 |
100 |
4 |
100 |
1.282 |
100 |
¹As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores contratados.
²No ano de 2023, o número de admissões foi maior devido à realização de concurso público.
401-1 b) Número total e taxa de rotatividade de colaboradores durante o período coberto pelo relatório, discriminados por faixa etária, gênero e região.
Rotatividade, por faixa etária¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Faixa etária |
2021 |
2022 |
2023² |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Abaixo de 30 anos |
21 |
7,2 |
32 |
9,2 |
46 |
5,4 |
De 30 a 50 anos |
182 |
62,5 |
219 |
62,9 |
209 |
24,6 |
Acima de 50 anos |
88 |
30,2 |
97 |
27,9 |
596 |
70,0 |
Total |
291 |
100 |
348 |
100 |
851 |
100 |
¹As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores desligados.
²Em 2023, o número de demissões foi elevado em razão da efetivação do Plano de Aposentadoria Incentivada realizado no ano de 2022, com demissões programadas para o ano seguinte.
Rotatividade, por gênero¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Gênero |
2021 |
2022 |
2023² |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Feminino |
97 |
33,3 |
127 |
36,5 |
372 |
43,7 |
Masculino |
194 |
66,7 |
221 |
63,5 |
479 |
56,3 |
Total |
291 |
100 |
348 |
100 |
851 |
100 |
¹As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores desligados.
²Em 2023, o número de demissões foi elevado em razão da efetivação do Plano de Aposentadoria Incentivada realizado no ano de 2022, com demissões programadas para o ano seguinte.
Rotatividade, por região¹ |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Região |
2021 |
2022 |
2023² |
|||
Número total |
% |
Número total |
% |
Número total |
% |
|
Sul |
288 |
99,0 |
344 |
98,9 |
848 |
99,6 |
Sudeste |
2 |
0,7 |
1 |
0,3 |
2 |
0,2 |
Centro Oeste |
1 |
0,3 |
3 |
0,9 |
1 |
0,1 |
Total |
291 |
100 |
348 |
100 |
851 |
100 |
¹As taxas foram calculadas considerando o número total de colaboradores desligados.
²Em 2023, o número de demissões foi elevado em razão da efetivação do Plano de Aposentadoria Incentivada realizado no ano de 2022, com demissões programadas para o ano seguinte.
Percentual de empregados que recebem avaliações regulares de desempenho e desenvolvimento de carreira
GRI 404-3
GRI 404-3
Avaliações de Desempenho por Categoria³ |
2020 |
2021 |
2022 |
|||
|---|---|---|---|---|---|---|
Homem |
Mulher |
Homem |
Mulher |
Homem |
Mulher |
|
Gerentes¹ |
23,7% |
38,7% |
21,6% |
36,0% |
25,6% |
41,3% |
Supervisores |
62,2% |
76,4% |
60,6% |
72,2% |
59,2% |
71,3% |
Total² |
31,4% |
48,5% |
28,9% |
44,1% |
31,2% |
47,3% |
¹Inclui as categorias funcionais: gerente de contas, gerente de mercado, gerente de relacionamento agro e gerente de negócios (corporativos, de outros estados e governos).
²Para o cálculo, foi considerado o número total de colaboradores da Empresa.
³Foram considerados apenas as categorias que recebem avaliação de desempenho e de competência, em função dos cursos de formação internos, especificados na nota 1.
Programas para o aperfeiçoamento de competências dos colaboradores e de assistência para transição de carreira
GRI 404-2
404-2 a) Tipo e escopo de programas implementados e de assistência prestada para aperfeiçoar as competências dos colaboradores.
Cursos de formação oferecidos:
- Gerente de Negócios e Gerente de Negócios em Outros Estados, que capacita e desenvolve os profissionais para atuarem na rede de agências, atendendo o público pessoa jurídica;
- Gerente de Contas, que promove a integração, a capacitação e o desenvolvimento dos empregados selecionados para atuarem na nova função de Gerente de Contas, desenvolvendo habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho de suas atividades;
- Operador de Negócios, que capacita os empregados selecionados para atuarem na nova função de Operador de Negócios, visando sua qualificação para o atendimento e relacionamento com clientes pessoa física;
- Supervisor, que capacita e desenvolve os profissionais para atuarem como Supervisor na rede de agências, atendendo o público interno e externo;
- Gerente de Mercado, que capacita e desenvolve os empregados selecionados para a nova função de Gerente de Mercado na rede de agências;
- Gerente de Relacionamento de Agronegócios, voltado a profissionais que irão gerenciar uma carteira pré-definida de clientes do respectivo ponto de atendimento, com foco comercial no produtor rural de média e de alta renda;
- Gerente de Agronegócios, que capacita os empregados selecionados para a nova função de Gerente de Agronegócios, desenvolvendo as competências técnicas voltadas a esse segmento, ampliando o conhecimento de produtos e serviços de crédito rural, visando a captação e gerenciamento de novos negócios na área;
- Gerente de Negócios Corporativos, que visa capacitar os profissionais para o gerenciamento de empresas de grande porte;
- Gerente de Negócios de Governos, que visa capacitar os profissionais para o desempenho de suas funções junto as superintendências, alinhados aos objetivos da Unidade Comercial de Governos.
Curso de formação para transição de carreira |
|||
|---|---|---|---|
Nome do curso de formação para ascensão na carreira |
Nº total de participantes |
||
2021 |
2022 |
2023 |
|
Gerente de Negócios |
50 |
69 |
43 |
Operador de Negócios |
70 |
203 |
172 |
Gerente de Contas |
33 |
57 |
34 |
Supervisor |
0 |
11 |
79 |
Gerente de Mercado |
15 |
20 |
16 |
Gerente de Relacionamento de Agro |
23 |
29 |
24 |
Gerente de Negócios - Outros Estados |
0 |
3 |
0 |
Gerente de Negócios - Corporativos |
6 |
9 |
3 |
Gerente de Negócios - Governos |
11 |
7 |
0 |
Gerente de Agronegócios |
10 |
0 |
3 |
Total |
218 |
408 |
374 |
¹Todos os cursos contemplados nestes valores são considerados de aprendizagem.
EaD Banrisul - cursos para aperfeiçoamento¹ |
|||
|---|---|---|---|
2021 |
2022 |
2023 |
|
Horas de treinamento em EaD |
303.415 |
412.801 |
404.140 |
Número de inscrições |
89.760 |
151.280 |
141.550 |
Colaboradores em 31/12 |
9.030 |
8.658 |
9.089 |
Média de horas por empregado |
33,6 |
47,7 |
15,6 |
Número de turmas ofertadas na plataforma |
1.869 |
2.734 |
3.209 |
¹Todos os cursos contemplados nestes valores são considerados de aprendizagem.
404-2 b) Programas de assistência para transição de carreira oferecidos, visando facilitar a empregabilidade continuada e a gestão de final de carreira devido a aposentadoria ou rescisão do contrato de trabalho.
O Banco tem um olhar para a empregabilidade continuada e desenvolve um acompanhamento para os jovens do Projeto Pescar e do Programa Jovem Aprendiz, voltado à inserção no mercado de trabalho, após a conclusão de experiência no Banrisul.
Programas para o aperfeiçoamento de competências dos empregados e de assistência para transição de carreira
GRI 404-2
Formação – Gerentes de Negócios e Gerentes de Negócios Outros Estados
Capacita e desenvolve os profissionais para atuarem na rede de agência atendendo o público de Pessoa Jurídica. Contempla conteúdos voltados ao desenvolvimento de competências comerciais e técnicas do futuro Gerente de Negócios, tais como negociação de produtos e serviços, prospecção, captação e acompanhamento de clientes por meio de ferramentas e abordagens eficientes, otimizando suas ações de negócios.
Formação – Gerentes de Conta
Promove a integração, a capacitação e o desenvolvimento dos empregados selecionado para atuar na nova função de Gerente de Contas, desenvolvendo habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho de suas atividades, com ênfase no desenvolvimento de competências interpessoais direcionadas à qualificação do profissional para o relacionamento com clientes Pessoa Física de alta renda.
Formação – Operadores de Negócios
Capacita os empregados selecionados para atuarem na nova função de Operador de Negócios, visando a qualificação dos profissionais para o atendimento e relacionamento com clientes Pessoa Física do Banco. Compreende conteúdos de conhecimentos técnicos específicos com ferramentas e abordagens eficientes para a otimização dos negócios com os clientes.
Formação – Supervisores
Capacita e desenvolve os profissionais para atuarem como Supervisor na rede de agência, atendendo o público interno e externo do Banco. Desenvolve e aprimora as competências básicas, técnico-funcionais, interfuncionais e gerenciais voltadas para o planejamento, organização e práticas da função. Alinhada ao Planejamento Estratégico do Banco, visa o atingimento das metas administrativas e comerciais
Formação – Gerente de Mercado
Capacita e desenvolve os empregados selecionados para a nova função de Gerente de Mercado, na rede de agências atendendo ao público de Pessoa Jurídica e Pessoa Física do Banco. Esta formação aprimora e desenvolve competências técnicas e comportamentais, com foco em negociação, prospecção, captação e acompanhamento de clientes. Formação para Gerente de Relacionamento de Agronegócios.
Formação – Gerente de Relacionamento de Agronegócios
Esses profissionais irão gerenciar uma carteira pré-definida de clientes do respectivo ponto de atendimento nas Suregs e com foco comercial no produtor rural de média e de alta renda, observando que a função se caracteriza em atender um nicho de clientes que demandam tratamento diferenciado
e exclusivo.
Formação – Gerente de Agronegócio
Capacita os empregados selecionados para a nova função de Gerente de Agronegócio, desenvolvendo competências técnicas voltadas para o segmento do agronegócio, ampliando o conhecimento de produtos e serviços de crédito rural, visando a captação e gerenciamento de novos negócios na área.
Formação – Gerente de Negócios Corporativos
Visa capacitar os profissionais para o gerenciamento de empresas de grande porte, observando que a função se caracteriza em atender um nicho de clientes que demandam tratamento qualificado e especializado.
Formação – Gerentes de Negócios de Governos
O Programa de Formação para Gerentes de Negócios de Governos visa capacitar os profissionais para o desempenho de suas funções junto as superintendências, alinhados aos objetivos da Unidade Comercial de Governo.
Participantes dos cursos de formação |
||
|---|---|---|
Nome do curso de formação |
Nº total de participantes |
|
2021 |
2022 |
|
Gerentes¹ |
138 |
175 |
Operadores de negócios |
70 |
202 |
Supervisores |
0 |
11 |
Total |
208 |
388 |
¹Inclui gerentes de negócios das categorias corporativos, outros estados e governos, gerente de contas, gerente mercado e gerente de relacionamento agro.
EAD - Banrisul |
|||
|---|---|---|---|
EAD - Evolução de cursos oferecidos nos últimos anos |
|||
Horas de treinamento em EAD |
2020 |
2021 |
2022 |
Número de inscrições |
128.376 |
303.415 |
412.801 |
Empregados em 31/12 |
34.367 |
89.760 |
151.280 |
Média de horas por empregado |
9.280 |
9.002 |
8.658 |
Número de turmas ofertadas na plataforma |
13,8 |
33,7 |
47,7 |
Horas de treinamento em EAD |
1.420 |
1.869 |
2.734 |
Programas de assistência para transição de carreira oferecidos visando facilitar a empregabilidade continuada e a gestão de final de carreira devido a aposentadoria ou rescisão do contrato de trabalho – especificamente para aposentadoria não estão sendo realizados no momento. Em relação à empregabilidade continuada é desenvolvido acompanhamento em relação aos jovens do Projeto Pescar e Programa Jovem Aprendiz para inserção de jovens no mercado de trabalho após a conclusão de experiência no Banrisul.
Promoção da saúde do trabalhador
GRI 403-6
403-6 a) Uma explicação de como a organização facilita o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos e de saúde não relacionados ao trabalho, e o escopo do acesso oferecido.
O Banrisul, além de oferecer o convênio médico de autogestão Cabergs, dispõe de programas preventivos voltados à manutenção da saúde geral.
403-6 b) Uma descrição dos serviços e programas de promoção da saúde oferecidos aos trabalhadores para tratar de importantes riscos à saúde não relacionados ao trabalho, inclusive os riscos específicos à saúde tratados, e como a organização facilita o acesso dos trabalhadores a esses serviços e programas.
Em 2023, as principais ações dos programas foram a campanha anual de vacinação da gripe, o programa de suporte emocional as vítimas de assalto durante a atividade laboral (PASS), com total reembolso das terapias necessárias a fim de evitar adoecimento por estresse pós-traumático, e o programa de custeio de todo o tratamento aplicável para a recuperação de acidentes do trabalho e de doenças relacionadas ao exercício profissional (PROAT).
Serviços de saúde do trabalho
GRI 403-3
403-3 A organização relatora deverá relatar as seguintes informações para colaboradores e para trabalhadores que não são colaboradores, mas cujo trabalho e/ou local de trabalho é controlado pela organização.
403-3 a) Uma descrição das funções dos serviços de saúde do trabalho que contribuem para identificação e eliminação de periculosidade e minimização de riscos, e uma explicação de como a organização garante a qualidade desses serviços e facilita o acesso dos trabalhadores a eles.
O PCMSO é responsável pelo rastreio e detecção precoce de eventuais agravos à saúde relacionados ao trabalho, reportado ao SESMT (Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho) para avalição da qualidade do serviço junto ao médico coordenador no PCMSO.
Sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho
GRI 403-1
403-1 a) Uma declaração sobre se foi implementado um sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho, incluindo se:
403-1 a) i) o sistema foi implementado devido a exigências legais e, nesse caso, uma lista das exigências;
403-1 a) ii) o sistema foi implementado com base em normas/diretrizes reconhecidas de gestão de riscos e/ou sistema de gestão e, nesse caso, uma lista das normas/diretrizes.
A gestão dos riscos pela segurança é subsidiada por diretrizes aplicáveis pelos principais órgãos regulatórios do setor, levando em consideração recomendações de normativas específicas, constantes em manuais das seguintes entidades:
- Ministério do Trabalho e Previdência;
- Ministério Público do Trabalho;
- Fundacentro;
- Anvisa;
- Occupational Safety and Health Administration (OSHA);
- National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH);
- Conferência Americana de Higienistas (ACGIH); e
- Acordo Coletivo de Trabalho.
403-1 b) Uma descrição do escopo de trabalhadores, atividades e locais de trabalho abrangidos pelo sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho e uma explicação de se quaisquer trabalhadores, atividades ou locais de trabalho não são abrangidos e, em caso positivo, porque não o são.
Todos os colaboradores são abrangidos pelas mesmas iniciativas de proteção ao trabalhador, em todas as unidades do Banco. O escopo inclui os colaboradores que atuam na rede de agências, administrativos nas unidades da Direção-geral e o próprio corpo diretivo executivo.
Casos de não conformidade em relação a comunicação de marketing
GRI 417-3
417-3 a) Número total de casos de não conformidade com leis e/ou códigos voluntários em relação a comunicação de marketing, inclusive publicidade, promoção e patrocínio, discriminados por:
417-3 a) i) casos de não conformidade com leis que resultaram em multa ou penalidade;
Nenhum caso.
417-3 a) ii) casos de não conformidade com leis que resultaram em advertência;
Nenhum caso.
417-3 a) iii) casos de não conformidade com códigos voluntários.
Nenhum caso.
417-3 b) Se a organização não tiver identificado nenhum caso de não conformidade com leis e/ou códigos voluntários, uma breve declaração desse fato será suficiente.
Não houve casos de não conformidade com leis e/ou códigos voluntários em relação à comunicação de marketing.
Forma de gestão
GRI 3-3
Impacto |
Classificação (positivo ou negativo) |
Evento (potencial ou real) |
Ocorrência (Curto ou longo prazo) |
Impacto é sistêmico ou pontual |
Irreversibilidade (alta, média, baixa - apenas para impactos negativos) |
Atividade ou processo da cadeia de produção que provoca o impacto |
Recursos e partes interessadas afetadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
Impacto financeiro ao cliente por práticas inadequadas de vendas empregadas por empresa terceira / correspondentes bancários |
Negativo |
Real |
Médio prazo |
Sistêmico |
Média |
Atividade de correspondentes bancários. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Operações Banrisul. |
Impacto de inadimplência |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
Alta |
Endividamento dos clientes e comprometimento da sustentabilidade do negócio. |
Acionistas e Investidores, Clientes, Operações Banrisul. |
Aumento da vulnerabilidade à roubo de dados, golpes e fraudes |
Negativo |
Real |
Curto prazo |
Pontual |
Média |
Em falhas nas atividades de venda. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Credibilidade no uso de dados pessoais |
Positivo |
Real |
Médio prazo |
Pontual |
- |
Controle nos sistemas de segurança de TI e na autorização de uso dados pessoais. |
Acionistas e Investidores, Colaboradores, Clientes, Fornecedores, Operações Banrisul. |
Forma de gestão
GRI 3-3
3-3 a) Descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meio ambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos.
3-3 b) Relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suas atividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever as atividades ou relações de negócios.
Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.
3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais.
Na área de clientes, a Instituição dispõe de regras de atendimento de excelência ao cliente, a saber:
- Manual Institucional/Política de Relacionamento com Clientes e Usuários do Banrisul, que consolida as diretrizes, políticas, normas e responsabilidades que deverão ser observados na condução dos negócios com clientes e usuários do Banco, durante todo o ciclo da relação de pré-contratação, contratação e pós-contratação de produtos e serviços;
- Manual Institucional/Política de Ouvidoria, que tem como escopo a definição de diretrizes e regras para atender o cliente e usuário em suas demandas em última instância, depois de esgotadas as tentativas de satisfação e/ou solução definitiva junto aos canais de atendimento primário do Banco.
3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais:
3-3 d) i) medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;
Pesquisas de Satisfação (NPS e CSAT) são as principais ferramentas para revelar o progresso no relacionamento com os clientes. Além de mostrar objetivos, metas e indicadores, as métricas contribuem para identificar pontos de melhoria na experiência do cliente e influenciam o Indicador de Qualidade de Atendimento (IQA).
3-3 d) ii) medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;
O Banrisul conta com uma Ouvidoria destinada a analisar e buscar solução para as demandas de clientes/usuários, na qualidade de última instância, quando os canais primários de atendimento não respondem de forma satisfatória.
Quando uma demanda é considerada procedente pelo BACEN, a Ouvidoria atribui responsabilidade às agências, unidades da Direção-geral ou empresas do Grupo Banrisul.
3-3 d) iii) medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais.
O Banrisul tem como diretriz oferecer atendimento de excelência para seus clientes, em todos os canais de relacionamento com esse público. Coerente com a proposta de trabalhar para a melhoria constante de seu atendimento, o Banco se dedicou, no terceiro trimestre de 2023, à conclusão das instalações do Terminal Gerenciador de Atendimento (TGA).
O recurso possibilita a geração de dados e informações corporativas relativas ao comportamento do cliente no ponto físico de atendimento. As referências obtidas irão alimentar a gestão dos indicadores de qualidade de atendimento, que impactam no desempenho das agências e passaram a fazer parte das métricas de remuneração e planejamento de carreira dos colaboradores, o que contribui para a construção de uma cultura voltada à qualidade no atendimento. Os TGA são uma importante ferramenta para aperfeiçoar a jornada do cliente, apoiando os atendentes das agências.
3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas:
3-3 e) i) processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;
As pesquisas de satisfação (NPS e CSAT) são as principais ferramentas para revelar o progresso no relacionamento com os clientes. Além de mostrar objetivos, metas e indicadores, as métricas contribuem para identificar pontos de melhoria na experiência do cliente e influenciam o Indicador de Qualidade de Atendimento (IQA).
3-3 e) ii) objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;
Indicadores como NS, TA, CSAT, NPS, IQA, além dos feedbacks da Ouvidoria.
3-3 e) iii) a eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;
Alguns progressos no tema, dentre outros não mencionados, são:
- Simplificação e qualificação da jornada do cliente, com 100% do atendimento pós-venda passando a ser efetuado pelo Banco;
- Atendimento e solução em primeiro nível, com explicação do passo-a-passo para acessar o aplicativo (via chat ou telefone);
- Foco na prestação do serviço ao cliente, sem intervenção de estratégias de retenção e/ou comerciais.
3-3 e) iv) aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização.
As demandas captadas através da Ouvidoria, após uma análise criteriosa e identificação da causa raiz, constituem insumos para aprimorar processos, produtos e serviços, minimizar os riscos de reincidências, prevenir a judicialização e repercutir positivamente para todos os clientes e usuários. As deficiências identificadas no tratamento das demandas se inserem no mesmo ambiente corporativo utilizado pelas áreas de risco e controle do Banco, contribuindo para a construção de um arcabouço de informações integradas, que possibilita aos gestores uma melhor avaliação de seus riscos.
3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).
As demandas registradas pelos clientes são consideradas oportunidades para detecção de falhas em processos, produtos e serviços.
(1) Número e (2) montante de empréstimos em aberto qualificados para programas destinados a promover pequenos negócios e desenvolvimento comunitário
SASB FN-CB-240a.1
1. A entidade deve divulgar o número total de empréstimos em curso qualificados para programas destinados à promoção das pequenas empresas e do desenvolvimento comunitário, e o montante total em dívida destes empréstimos.
Não há operações de crédito concedidas a pequenas empresas que se enquadrem nesse critério que não estejam listadas no indicador G4 FS7.
2. A entidade fornecerá o número e o montante dos empréstimos pendentes qualificados para programas destinados à promoção de pequenas empresas e desenvolvimento comunitário, de acordo com as orientações para Programar RC-C do Relatório Consolidado de Condição e Rendimento (Relatório de Chamada).
Não há operações de crédito concedidas a pequenas empresas que se enquadrem nesse critério que não estejam listadas no indicador G4 FS7.
3. A entidade deve considerar o Guia de Relatório e Comunicação de Dados CRA da FFIEC uma referência normativa, pois quaisquer atualizações futuras que lhe sejam feitas serão consideradas atualizações deste guia.
Não há operações de crédito concedidas a pequenas empresas que se enquadrem nesse critério que não estejam listadas no indicador G4 FS7.
4. A entidade deve fornecer uma descrição da sua estratégia a curto e longo prazo ou planear expandir a sua carteira de empréstimos qualificados para programas destinados à promoção das pequenas empresas e do desenvolvimento da comunidade.
Não há estratégia definida.
5. A entidade deve incluir uma discussão de seus resultados dos exames de conformidade com a CRA.
Não se tem esse exame de conformidade.
6. A entidade deve incluir um debate sobre a forma como os seus resultados dos exames CRA são integrados na sua estratégia de inclusão financeira e de reforço de capacidades a curto e longo prazo.
O exame e o relatório em questão não foram adotados.
(1) Número e (2) montante de empréstimos em aberto qualificados para programas destinados a promover pequenos negócios e desenvolvimento comunitário
SASB FN-CB-240a.1
As operações de crédito destinadas a pequenas empresas e desenvolvimento comunitário estão listadas na tabela do indicador FS7.
(1) número de violações de dados, (2) percentagem envolvendo informação pessoalmente identificável (PII), (3) número de titulares de conta afetados
SASB FN-CB-230a.1
Não foram localizadas violações de dados no período abrangido pelo relatório.
Casos confirmados de corrupção e medidas tomadas
GRI 205-3
Não foram identificados, no período em questão, casos de corrupção analisados ou verificados. Além disso, o Banco não possui informações de contratos rescindidos ou não renovados em virtude de envolvimento ou possível envolvimento de correspondente em corrupção. Em 2021, foi registrado apenas um processo relativo à fraude em um contrato por empregada, que segue em tramitação. Portanto, não houve penalização ou rescisão.
Casos de discriminação e medidas corretivas tomadas
GRI 406-1
No ano de 2021 não foram identificados processos administrativos com origem em discriminação, por qualquer motivo que for, seja raça, cor, gênero, religião, ou outro.
Casos de não conformidade em relação a comunicação de marketing
GRI 417-3
417-3) A organização relatora deverá relatar as seguintes informações:
a) Número total de casos de não conformidade com leis e/ou códigos voluntários em relação a comunicação de marketing, inclusive publicidade, promoção e patrocínio, discriminados por:
I) casos de não conformidade com leis que resultaram em multa ou penalidade;
Nenhum caso.
II) casos de não conformidade com leis que resultaram em advertência;
Nenhum caso.
III) casos de não conformidade com códigos voluntários.
Nenhum caso.
b) Se a organização não tiver identificado nenhum caso de não conformidade com leis e/ou códigos voluntários, uma breve declaração desse fato será suficiente.
Não identificamos nenhum caso de não conformidade com leis ou códigos voluntários. Ao longo dos últimos anos, diversos controles foram implementados e proporcionaram maior transparência e eficiência na gestão das ações de marketing.
Comunicação e capacitação em políticas e procedimentos de combate à corrupção
GRI 205-2
A Instituição possui sete diretores, um presidente e nove conselheiros, totalizando 17 membros, sendo que todos foram comunicados com relação às políticas de combate à corrupção. Além disso, 9.002 colaboradores receberam comunicado sobre tais práticas, correspondendo a 100% dos funcionários, sendo que a atualização da política foi divulgada em Instrução Normativa e disponibilizada em Treinamento EAD.
O Banrisul vem realizando trabalho constante junto à Bem Promotora no que tange ao tema Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo (PLDFT).
A política de Prevenção à Corrupção visa dar visibilidade e registrar os princípios e valores éticos que devem nortear a atuação dos empregados, prestadores de serviços, correspondentes e todos os terceiros que desempenhem alguma atividade em nome ou em interesse do Banrisul. A divulgação ocorre no Portal da Intranet e no site de Relacionamento com Investidores.
Dois membros de órgãos de governança receberam capacitação em combate à corrupção, ambos de Porto Alegre, atuando em comitês e conduzindo as Unidades de Controles, Compliance e Controladoria Financeira.
Número total de empregados que receberam capacitação em combate à corrupção, discriminados por categoria funcional
Categoria funcional |
Quantidade |
|---|---|
Analista |
304 |
Assessor Consultivo |
2 |
Assessor Jurídico |
2 |
Assistente |
8 |
Auditor |
28 |
Caixa |
29 |
Chefe de auditoria |
3 |
Gerente Neg. Corporativo |
1 |
Gerente adjunto |
27 |
Gerente comercial |
2 |
Gerente de agronegócios |
1 |
Gerente de câmbio |
2 |
Gerente de contas |
5 |
Gerente de mercado |
10 |
Gerente de negócios |
27 |
Gerente equipe cobrança |
2 |
Gerente executivo |
36 |
Gerente geral |
18 |
Gerente relacionamento agronegócio |
2 |
Operador de negócios |
33 |
Plataformista |
188 |
Sem função |
69 |
Superintendente executivo |
5 |
Supervisor |
11 |
Técnico segurança do trabalho |
1 |
Total |
816 |
Número total de empregados que receberam capacitação em combate à corrupção, discriminados por região
Região do RS |
Quantidade |
|---|---|
Agência digital |
1 |
Direção geral - Áreas administrativas |
398 |
Superintendência Centro |
32 |
Superintendência Fronteira |
33 |
Superintendência Leste |
61 |
Superintendência Noroeste |
33 |
Superintendência Serra |
64 |
Superintendência Sul |
27 |
Superintendência Alto Uruguai |
43 |
Sureg Outros Estados |
30 |
Sureg Poa Centro |
28 |
Sureg Porto Alegre |
66 |
Total |
816 |
Consumo de energia dentro da organização
GRI 302-1
302-1 a) Consumo total de combustíveis dentro da organização oriundos de fontes não renováveis, em joules ou seus múltiplos, inclusive os tipos de combustíveis usados.
302-1 b) Consumo total de combustíveis dentro da organização oriundos de fontes renováveis, em joules ou seus múltiplos, inclusive os tipos de combustíveis usados.
302-1 c) Em joules, watts-hora ou múltiplos, o total do seguinte:
I) consumo de eletricidade;
II) consumo de aquecimento;
III) consumo de resfriamento;
IV) consumo de vapor.
302-1 d) Em joules, watts-hora ou múltiplos, o total do seguinte:
I) eletricidade vendida;
II) aquecimento vendido;
III) resfriamento vendido;
IV) vapor vendido.
302-1 e) Consumo total de energia dentro da organização em joules ou seus múltiplos.
Consumo de energia dentro da Organização (GJ)⁴ |
||||
|---|---|---|---|---|
2022 |
2023² |
2024 |
∆2024/2023 |
|
Combustíveis não renováveis |
4.897,9 |
3.007,3 |
5.734,6 |
90,7% |
Gasolina (automotiva) |
2.527,3 |
2.055,3 |
1.726,5 |
-16,0% |
Óleo diesel³ |
587,0 |
544,2 |
3.626,7 |
566,4% |
GLP |
1.783,6 |
407,8 |
381,5 |
-6,4% |
Combustíveis renováveis |
1,0 |
787,4 |
253,0 |
-67,9% |
Etanol hidratado |
1,0 |
787,4 |
253,0 |
-67,9% |
Consumo de energia eletrica |
122.276,4 |
126.994,4 |
118.954,7 |
-6,3% |
Eletricidade de concessionária |
122.276,4 |
84.995,3 |
62.287,5 |
-26,7% |
Eletricidade gerada por painéis solares |
- |
414,7 |
1.257,9 |
203,3% |
Eletricidade de mercado livre (renovável) |
- |
41.584,5 |
55.409,6 |
33,2% |
Consumo total de energia |
127.175,3 |
130.789,1 |
124.942,3 |
-4,5% |
¹ As informações sobre Combustíveis Não Renováveis (GLP) estão apresentadas em toneladas, que é a unidade-padrão utilizada para coleta de dados, conforme a metodologia do GHG Protocol.
² Desde 2023, passamos a registrar os abastecimentos de etanol em veículos da nossa frota própria e locada, devido à sua menor emissão de Gases de Efeito Estufa, contribuindo para a mitigação da categoria Combustão Móvel.
³ A partir de 2023, o cálculo de consumo de óleo diesel passou a incluir também a quantidade destinada aos veículos automotores, além da quantidade já destinada aos geradores. Em razão disso, os valores de 2021 e 2022, apresentados neste relatório, podem diferir dos dados divulgados em anos anteriores. | GRI G4
⁴ Não houve venda de energia.
302-1 f) Normas, metodologias, premissas e/ou ferramentas de cálculo adotadas.
Os dados são coletados de forma a atender à metodologia do GHG Protocol, para fins da realização do Inventário de Gases de Efeito Estufa.
302-1 g) Fonte dos fatores de conversão usados.
Balanço energético nacional 2021 (ano-base 2020). Disponível em: https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-601/topico-596/BEN2021.pdf.
Para converter o valor do GLP de toneladas para GJ, foi utilizada a densidade máxima permitida do GLP, conforme legislação aplicável – https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-825-de-28-de-agosto-de-2020-274891354.
Descrição da abordagem para incorporação de fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) na análise de crédito
SASB FN-CB-410a.2
1. A entidade deve descrever a sua abordagem à incorporação de fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) na sua análise de crédito.
As propostas de operação de crédito direcionado são destinadas à produção e ao investimento de médio e longo prazos nos setores imobiliário, rural e de infraestrutura, acima de R$ 10 milhões. Nesses casos, são realizadas análises de avaliação de risco social, ambiental e climático, com aplicação de formulário específico para a verificação de características setoriais, locacionais, legais e gerenciais. Ao longo de 2023, 38 operações foram submetidas a esse processo.
O Banco adota o monitoramento das operações de crédito de agronegócios com um Sistema de Compliance Socioambiental, ferramenta que visa identificar possíveis restrições de acesso ao crédito rural, em razão de dispositivos legais ou infralegais atinentes às questões sociais, ambientais e climáticas, conforme previsto no MCR 2-9 e demais legislações ambientais.
O Banco previne os impactos negativos reais nas operações e na venda de produtos e serviços para o setor agropecuário com a regular verificação documental quanto à conformidade do empreendimento a ser financiado no âmbito do crédito rural, incluindo, quando aplicável, o enquadramento no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). O Banrisul monitora, ainda, o risco de desmatamento na cadeia da carne bovina, em compromisso assumido voluntariamente como signatário do sistema de autorregulação da Febraban (normativo SARB 26/2023 Febraban), que prevê o acompanhamento de clientes que atuam nas atividades de matadouro e frigorífico de gado bovino, especialmente os localizados na região da Amazônia Legal. O Banco passa a exigir desses clientes que, até dezembro de 2025, adotem um sistema de rastreabilidade de seus rebanhos e demonstrem a não aquisição de gado associado ao desmatamento ilegal de fornecedores diretos e indiretos.
Nos demais setores com maior exposição a risco, a Instituição identifica os riscos SAC inerentes ao setor econômico da atividade a partir do código Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE), conforme metodologia da Taxonomia Verde desenvolvida pela Febraban.
Para empresas menores (faturamento médio mensal de até R$ 2 milhões) e pessoas físicas, a análise é efetuada por meio de modelos estatísticos. Os segmentos de exceção das pessoas jurídicas são identificados a partir do CNAE principal da empresa e se aplicam a empresas com atividades sazonais. Além dos modelos estatísticos utilizados para avaliação de risco de crédito, que visam mitigar o risco de inadimplência e dar suporte ao processo de concessão de crédito, efetua-se o controle das exposições do cliente, de forma a evitar o superendividamento para, com base na classificação de risco, porte e perfil do cliente, delinear níveis saudáveis de comprometimento.
2. O escopo da divulgação deve incluir os empréstimos comerciais e industriais, bem como o financiamento de projetos.
A análise de risco para formação de limite de exposição possui caráter generalista, ou seja, aborda as informações e considerações mais relevantes para o risco de crédito sem ainda considerar as características específicas do(s) crédito(s) que será(ão) contratado(s). Nesse contexto, informações e análises adicionais podem ser demandadas na análise e deferimento das operações, na qual os aspectos ESG são observados com especial relevância, principalmente para linhas de investimento, agronegócio e empreendimentos imobiliários.
Dada a relevância das exposições de crédito, todas as operações em que seja conhecida a destinação dos recursos ou créditos direcionados, acima de R$ 10 milhões, estão sujeitas à aplicação de questionários normatizados, não impedindo sua aplicação em demais operações ou valores inferiores ao estabelecido.
As propostas de operação de crédito direcionado (recursos orçamentários destinados à produção e ao investimento de médio e longo prazos nos setores imobiliário, rural e de infraestrutura) acima de R$ 10 milhões, em que é possível identificar a destinação do recurso, estão sujeitas à avaliação de risco social, ambiental e climático, com aplicação de formulário específico. As demais operações ou propostas de valor inferior ao corte, ou de outras linhas de crédito, são passíveis de avaliação mediante solicitação dos Comitês de Crédito. As informações coletadas embasam parecer de risco, o qual é disponibilizado ao Comitê de Crédito como um insumo adicional na tomada de decisão, evidenciando a exposição do Banrisul a estes riscos. Para a elaboração do parecer, são consultadas listas públicas de regularidade socioambiental e buscadas informações em mídias de acesso livre. Observa-se o porte da empresa, bem como práticas adotadas pelos pares, considerando: o setor de atuação da contraparte, a localidade de aplicação do crédito, legislação específica aplicável e o nível de gestão de aspectos socioambientais e climáticos da contraparte.
3. A entidade descreverá as políticas que determinam a sua abordagem em relação à incorporação de fatores ESG na análise de crédito.
A abordagem dos aspectos ESG é efetuada de forma qualitativa pelos analistas de risco de crédito e está alinhada com o Manual Institucional/Política de Responsabilidade Socioambiental Banrisul. A análise de risco de crédito no Banrisul é efetuada por meio de modelos estatísticos para a pessoa física e para o segmento massificado da pessoa jurídica. No segmento de exceção, incluem-se aqueles de baixo interesse comercial, dentre eles os de elevado risco ambiental e social.
No sistema BLT, tem-se ocorrências internas e externas recebidas de birôs de crédito e outros órgãos oficiais, em que são registradas ocorrências gerenciais e restritivas que podem indicar o agravamento de risco sob a ótica ESG. Já nas análises individualizadas, além destes mesmos controles, utilizam-se também dados das demonstrações contábeis, notas explicativas e demais informações disponibilizadas pelos clientes, além da necessidade de preenchimento de checklist específico para conhecer o cliente, ajudando os analistas a captar as informações qualitativas que serão usadas no seu parecer, a análise de risco e o limite de exposição.
Ainda, passam por análise individualizada as pessoas jurídicas que não são objeto da análise massificada, em que se observam aspectos quantitativos e qualitativos. Na análise qualitativa, além dos aspectos de governança e gestão, de avaliação essencial para o risco de crédito, observam-se questões ambientais e sociais relacionadas a empresa e sua cadeia produtiva. Essas análises são executadas por analistas de risco, os quais estão dispostos em grupos especializados por setor de atuação das empresas, que interagem entre si, conhecendo de forma profunda as empresas, seu papel e impacto na economia local. Com o intuito de qualificar a análise de crédito, foi incorporada no processo de análise uma ferramenta de avaliação ESG a partir de questionário aplicado a empresas/grupos econômicos com exposição ou proposta de limite de risco superior a R$ 5 milhões, cuja nota integra a classificação de risco interna destes clientes. Neste momento, a ferramenta está sendo aplicada nas avaliações de limite de risco de setores considerados mais sensíveis no que tange aos aspectos ESG.
Passo seguinte ao processo de análise de risco de crédito, considerando os possíveis impactos de operações de investimento (project finance), todas as operações destas modalidades acima de R$ 10 milhões estão sujeitas à aplicação do questionário específico para melhor mensuração do risco socioambiental e climático (não impedindo sua aplicação em demais operações ou valores inferiores ao estabelecido).
Além disso, em linhas especializadas, são exigidos o licenciamento ambiental e a conformidade de certidões trabalhistas/fiscais etc. As diretrizes relacionadas aos produtos, que complementam a política de crédito da Instituição, estão dispostas nos normativos específicos do Agronegócio (N7), Desenvolvimento (N33) e Imobiliário (N30).
A Política Institucional de Gestão de Risco Social, Ambiental e Climático tem como objetivo estabelecer o processo de gerenciamento, buscando minimizar esses riscos e, consequentemente, salvaguardar o patrimônio e os interesses de seus clientes, acionistas, colaboradores e demais partes interessadas.
A Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) estabelece diretrizes que norteiam as ações de responsabilidade social, ambiental e climática do Banco e de empresas do conglomerado prudencial, de forma compatível com a natureza das atividades de cada empresa e a complexidade dos seus produtos e serviços, respeitando-se os princípios da relevância, da proporcionalidade e da eficiência.
4. A entidade deve discutir a forma como incorpora os fatores do ESG ao estimar as perdas de crédito durante o prazo contratual dos ativos financeiros da entidade.
O cálculo da provisão para créditos duvidosos (PCLD) também incorpora os fatores ESG, mensalmente, para todos os contratos ativos com base no cálculo de rating – um dos fatores que pode agravar essa classificação é o cliente não possuir um limite de exposição de crédito aprovado. Para alguns setores de atuação, essa análise individualizada é vedada, como setores/CNAE de exploração de jogos de azar e apostas, diversos cultivos agrícolas (fumo e cana de açúcar, por exemplo), inclusão na Lista de Trabalho Escravo e restrições judiciais, entre outros. No processo de análise, indeferimentos aos limites de exposição podem acontecer, entre outros fatores, em decorrência de insuficiência de licenças ambientais ou dívidas com a União.
Além disso, no processo de análise, indeferimentos aos limites de exposição podem ocorrer em decorrência de insuficiência de licenças ambientais e dívidas com a União, sendo uma das consequências a possibilidade de agravamento da classificação de rating, especialmente para clientes que já apresentem exposição junto ao Banco.
Ainda, independentemente de limite de exposição vigente e porte da empresa ou pessoa física, no cálculo mensal da PCLD, são verificadas ocorrências que podem agravar tempestivamente o risco do cliente, como a inclusão na Lista de Trabalho Escravo, restrições judiciais, apontamentos de auditoria interna por fraudes, fraudes junto ao BACEN e Irregularidade CVM.
5. A entidade deve descrever a sua abordagem à implementação dos aspectos das práticas ESG.
A abordagem dos aspectos ESG é efetuada de forma qualitativa pelos analistas de risco de crédito e está alinhada ao Manual Institucional/Política de Responsabilidade Socioambiental. Atualmente, o Banco incorporou no processo de análise uma ferramenta de avaliação ESG a partir de questionário aplicado a empresas/grupos econômicos com exposição ou proposta de limite de risco superior a R$ 5 milhões, cuja nota integra a classificação de risco interna destes clientes. Neste momento, a ferramenta está sendo aplicada nas avaliações de limite de risco de setores considerados mais sensíveis no que tange aos aspectos ESG.
Para a elaboração de parecer de riscos social, ambiental e climático em operações relevantes (crédito direcionado acima de R$ 10 milhões), são consultadas listas públicas de regularidade socioambiental e buscadas informações em mídias de acesso livre. Observa-se o porte da empresa, bem como práticas adotadas pelos pares, considerando:
• Setor: classificação de risco conforme a Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE), baseada na metodologia da Taxonomia Verde Febraban, que considera padrões de emissão de gases, consumo de recursos ambientais e impacto à sociedade.
• Localidade: quando disponível, verifica-se a localização geográfica do empreendimento, para avaliação das características regionais que implicam risco à atividade e/ou garantia (ex.: área de proteção; cota de inundação; risco de erosão).
• Legislação aplicável: verifica-se se a atividade econômica (CNAE) exige norma/certificação específica (ex.: organismos geneticamente modificados devem apresentar Certificado de Qualidade em Biossegurança; propriedades rurais devem ser registradas no Cadastro Ambiental Rural).
• Gestão: verifica-se o nível de gestão de aspectos socioambientais e climáticos da contraparte (ex.: relatório de sustentabilidade, profissional dedicado à temática).
7. A entidade deve discutir se efetua uma análise de cenários e/ou modelização em que o perfil de risco das tendências futuras do ESG é calculado ao nível da carteira de exposição ao crédito comercial e industrial.
O teste de estresse de sensibilidade para o risco ambiental e climático consiste no aumento de provisão por meio da desvalorização das garantias dadas nas operações dos clientes enquadrados como alta exposição climática e/ou ambiental e, na análise de cenários, tem-se o cenário ad hoc, com rebaixamento nos níveis de risco de todas as operações listadas como alta exposição, gerando aumento na provisão. Esses processos são avaliados periodicamente, analisados pelas auditorias interna e externa e monitorados pela área de Controles e Compliance, em ciclos de análise de riscos operacionais.
8. A entidade discutirá as tendências do ESG que considera como amplamente aplicáveis em termos do seu impacto nos sectores e indústrias, bem como as tendências que considera como setoriais ou específicas da indústria.
Considerando que as análises individualizadas se utilizam de informações relevantes da Agenda ESG, sem se limitar a elas, as experiências coletadas ao longo dessas análises, aliadas ao acompanhamento constante das tendências, constituem, atualmente, a forma como as oportunidades são identificadas, a fim de estabelecer melhorias nos processos.
No acompanhamento da carteira de crédito, busca-se visualizar a alocação do crédito conforme o setor de atuação, bem como as maiores exposições individuais e de grupos econômicos. Essas visões são compartilhadas com diversas unidades do Banrisul e entre as gerências da Unidade de Estratégia e Inteligência de Crédito, contribuindo para ações tempestivas que podem implicar em ajustes nos limites de exposição automatizados – ação efetuada com maior recorrência durante o período pandêmico, nas análises individualizadas dos limites de exposição (LR), em ajustes de parâmetros do cálculo da PCLD ou no agravamento da classificação de risco da empresa – via análise de forma individualizada (monitoramento) decorrente de fato relevante.
No contexto geográfico, os modelos estatísticos utilizados na concessão do crédito possuem variável que sinaliza as principais regiões do Estado, em que a informação é capturada por meio da Superintendência Regional (Sureg) da agência de relacionamento do cliente, que, alinhada com as informações de CNAE(PJ) ou CBO(PF), agregam e complementam essa avaliação setorial e geográfica.
9. A entidade deve descrever concentrações significativas de exposição de crédito a fatores de ESG, incluindo, mas não se limitando, ativos relacionados com o carbono, regiões em stress hídrico, e riscos de cibersegurança.
O Banrisul adota a Taxonomia Verde (Febraban) como metodologia para a análise do perfil de exposição a risco, em três dimensões: Contribuição para a Economia Verde, Exposição às Mudanças Climáticas e Exposição ao Risco Ambiental.
As atividades relacionadas na Resolução CONAMA 237/97, a qual estabelece a exigência de licenciamento ambiental para setores de maior potencial de impacto, foram consideradas para classificação da Exposição ao Risco Ambiental. Em dezembro de 2023, 38,56% da carteira de crédito de pessoa jurídica apresentava alta exposição ao risco ambiental.
A categorização quanto à Exposição às Mudanças Climáticas foi elaborada a partir das atividades definidas pela Task Force on Climate-related Financial Disclosures) (TCFD) como de maior probabilidade de serem afetadas pelos riscos de transição e riscos físicos, considerando três fatores: emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), uso de energia e uso de água. Esses setores foram classificados como alta exposição, e as atividades relacionadas ou com exposição financeira a estes setores foram classificadas como moderada exposição. Em dezembro de 2023, 42,67% da carteira de crédito de pessoa jurídica apresentava significativa exposição ao risco climático.
10. A entidade deve descrever a forma como os fatores ESG são incorporados na avaliação e influenciam as perspectivas da entidade.
Além dos modelos estatísticos utilizados para avaliação de risco de crédito, que visam mitigar o risco de inadimplência e dar suporte ao processo de concessão de crédito, efetua-se o controle das exposições do cliente, de forma a evitar o superendividamento, em que, com base na classificação de risco, porte e perfil do cliente, busca-se delinear níveis saudáveis de comprometimento, tais como:
Para pessoa física: são delineados os limites globais (LGs) que balizam o nível de comprometimento mensal de renda do cliente.
Para as pessoas jurídicas do segmento massificado: tem-se o comprometimento mensal de curto prazo (C), limite de crédito (LC) e os limites de produtos (LP – 6 – agrupamento de produtos conforme características homogêneas), avaliando a exposição total do cliente, inclusive no Sistema Financeiro Nacional.
Para as pessoas jurídicas que possuem análise individualizada: a definição de limite de risco (LR) segregado entre operações com garantia fidejussória e com garantia real.
Ainda, no atendimento dos clientes pessoas físicas, utilizam-se modelos estatísticos para classificação dos níveis de vulnerabilidade dos clientes. A avaliação da vulnerabilidade busca mitigar os riscos relacionados à compreensão (ou falta de compreensão) do cliente no que tange a produtos e serviços, bem como ao risco do cliente tornar-se superendividado. Para qualificar o atendimento de clientes com maior risco decorrente de suas vulnerabilidades, clientes classificados no nível de vulnerabilidade altíssimo têm suas operações de crédito analisadas exclusivamente em alçada de comitê superior.
Em relação aos clientes que, de forma circunstancial, se encontram em condição de vulnerabilidade financeira, o Banco dispõe de condições e linhas de crédito específicas para readequação dos fluxos financeiros, visando preservar tanto os interesses do Banco – de receber os créditos concedidos –, quanto o interesse do cliente – de reorganizar seus fluxos e readequar suas responsabilidades junto ao Banco.
Além desses pontos com enfoque no cliente, as áreas de negócios disponibilizam produtos com direcionamento à sustentabilidade. Também existe política específica que estabelece critérios de aceitação de garantias que estão alinhados às melhores práticas de mercado.
11. A entidade pode divulgar medidas quantitativas adicionais relacionadas com a sua abordagem à incorporação de fatores do ESG na análise de crédito.
As propostas de operação de crédito direcionado acima de R$ 10 milhões em que é possível identificar a destinação do recurso estão sujeitas à avaliação de risco social, ambiental e climática, com aplicação de questionário específico para verificação de características setoriais, locacionais, legais e gerenciais. Ao longo de 2023, 38 (trinta e oito) operações foram submetidas a esse processo.
Descrição da abordagem para incorporação de fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) na análise de crédito
SASB FN-CB-410a.2
A análise de risco de crédito no Banrisul é efetuada por meio de modelos estatísticos para a pessoa física e para o segmento massificado da pessoa Jurídica, que compreendem as empresas com faturamento médio mensal de até R$ 2 milhões, que não pertencem a grupos econômicos e/ou segmentos de exceção.
O segmento de exceção é identificado a partir do CNAE principal da empresa, nesse grupo constam empresas que possuem fluxos de caixa atípicos, com períodos de sazonalidade, bem como aqueles que não são target do mercado de interesse do Banrisul.
Nos segmentos de baixo interesse comercial elencamos aqueles de elevado risco ambiental e social. Ainda, passam por análise individualizada, as pessoas jurídicas que não são objeto da análise massificada, onde observam-se aspectos quantitativos e qualitativos.
Atualmente o Banco verifica junto a órgãos externos se o cliente, tanto pessoa física quanto jurídica, foi listado como “Empregador de Trabalho Escravo” e como causadores de “Danos Ambientais” (casos de condenados por ações de danos ambientais promovidas pelo Ibama). Potenciais novos clientes identificados como “Empregador de Trabalho Escravo” estão impedidos de contratar operações de crédito em qualquer modalidade, bem como aqueles com os quais já temos relacionamento, pois caso passem a constar na lista, são tomadas ações específicas para descontinuar o relacionamento comercial. Já a ocorrência de danos ambientais impede a contratação de linhas de crédito especializado.
Com relação aos aspectos sociais, há marcação nos sistemas de Cálculo de Risco e Ocorrências Negativas indicando clientes, pessoa física, classificados em modelo próprio de identificação de vulnerabilidade, em que os clientes com elevado grau passam por processo diferenciado de concessão, com a aplicação de regramentos nas políticas de produto. Além disso, nas diretrizes de concessão de crédito estão definidos limites globais que devem ser observados no processo, evitando o superendividamento.
Adicionalmente, nas operações de maior volume – especialmente de empresas de maior porte, ou de segmentos classificados como de exceção (onde não estabelecemos limites de forma massificada), ocorrem análises individualizadas, processo no qual utiliza-se também dados das demonstrações contábeis, notas explicativas e demais informações, além da necessidade de preenchimento de check-list específico para conhecer o cliente, ajudando os analistas a captar as informações qualitativas que serão usadas no seu parecer, análise de risco e na definição do limite de exposição.
Com intuito de qualificar a análise de crédito, foi incorporada no processo uma ferramenta de avaliação ESG a partir de questionário aplicado a empresas/grupos econômicos com exposição ou proposta de limite de risco superior a R$ 5 milhões, cuja nota integra a classificação de risco interna destes clientes. Neste momento a ferramenta está sendo aplicada nas avaliações de limite de risco de setores considerados mais sensíveis no que tange aos aspectos ESG. A abordagem dos aspectos ESG é efetuada de forma qualitativa pelos analistas de risco de crédito e está alinhada com o Manual Institucional/Política de Responsabilidade Socioambiental Banrisul.
A análise de risco para formação de limite de exposição possui caráter generalista, ou seja, aborda as informações e considerações mais relevantes para o risco de crédito sem ainda considerar as características específicas do(s) crédito(s) que serão contratados. Nesse contexto, informações e análises adicionais podem ser demandadas na análise e deferimento das operações, onde os aspectos ESG são observados com especial relevância, principalmente para linhas de investimento, agronegócio e empreendimentos imobiliários.
Dada a relevância das exposições de crédito, todas as operações em que seja conhecida a destinação dos recursos ou créditos direcionados, acima de R$10 milhões, estão sujeitas à aplicação de questionários normatizados para melhor mensuração do risco socioambiental e climático, não impedindo sua aplicação em demais operações ou valores inferiores ao estabelecido.
As diretrizes relacionadas aos produtos, que complementam a Política de Crédito da Instituição estão dispostas nos normativos específicos do Agronegócio (N7), Desenvolvimento (N33) e Imobiliário (N30).
Para estimar as perdas de crédito durante o prazo contratual dos ativos financeiros, o cálculo da provisão para créditos duvidosos (PCLD) é efetuado mensalmente para todos os contratos ativos com base no cálculo de rating. Atualmente no cálculo de classificação de rating das operações de credito do Banrisul, um dos fatores que pode agravar essa classificação é o cliente não possuir um limite de exposição de crédito aprovado. Para alguns setores de atuação essa análise individualizada para definição de limite de exposição é vedada, por exemplo setores/CNAE de exploração de jogos de azar e apostas, diversos cultivos agrícolas (como fumo e cana de açúcar).
No contexto do Programa de Teste de Estresse, a avaliação de cenário é realizada em duas fases. Inicialmente, utiliza-se o saldo contábil do cenário adverso para conduzir uma análise de cenário ad hoc. Todas as operações classificadas como altamente expostas ao risco climático são rebaixadas em um nível de risco, resultando em um aumento na provisão. A diferença entre a nova provisão e a provisão inicial é, então, adicionada ao valor da diferença esperada de perda entre o cenário adverso e o cenário base de crédito.
Esses dados são enviados para o orçamento que calculará o DRE com esses novos valores de provisão, atestando a resiliência da instituição frente a um eventual estresse. Considerando que as análises individualizadas se utilizam de informações relevantes da agenda ESG, sem se limitar a elas, as experiências coletadas ao longo dessas análises, aliadas com o acompanhamento constante das tendências, constituem, atualmente, a forma como buscamos identificar as oportunidades de melhorias em nossos processos.
No acompanhamento da carteira de crédito visualizamos a alocação do crédito conforme o setor de atuação, bem como as maiores exposições individuais e de grupos econômicos. No contexto geográfico, os modelos estatísticos utilizados na concessão do crédito possuem variável que sinaliza as principais regiões do Estado.
Adota-se a Taxonomia Verde (FEBRABAN) como metodologia para a análise do perfil de exposição a risco. A avaliação se dá a partir do enquadramento do tomador, por meio do seu Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE), em três dimensões: Contribuição para a Economia Verde, Exposição às Mudanças Climáticas e Exposição ao Risco Ambiental.
As atividades relacionadas na Resolução CONAMA nº 237/97, a qual estabelece a exigência de licenciamento ambiental para setores de maior potencial de impacto, foram consideradas para classificação da Exposição ao Risco Ambiental. Em dezembro de 2022, 41,49% da carteira de crédito pessoa jurídica apresentava alta exposição ao risco ambiental.
A categorização quanto à Exposição às Mudanças Climáticas foi elaborada a partir das atividades definidas pela TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures) como de maior probabilidade de serem afetadas pelos riscos de transição e riscos físicos considerando três fatores: emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), uso de energia e uso de água. Esses setores foram classificados como Alta Exposição, e as atividades relacionadas, ou com exposição financeira a estes setores, foram classificadas como Moderada Exposição. Em dezembro de 2022, 44,61% da carteira de crédito, pessoa jurídica, apresentava significativa exposição ao risco climático.
Além da avaliação de risco de crédito, efetua-se controle das exposições do cliente de forma a evitar o superendividamento, onde a partir da sua classificação de risco, porte e perfil, busca-se delinear níveis saudáveis de comprometimento, tais como:
- Para pessoa física: são delineados os Limites Globais (LGs) que balizam o nível de comprometimento mensal de renda do cliente;
- Para as pessoas jurídicas do segmento massificado: tem-se o comprometimento mensal de curto prazo (C), Limite de Crédito (LC) e os Limites de Produtos (LP – 6 agrupamentos de produtos conforme características homogêneas) – avaliando a exposição total do cliente, inclusive no Sistema Financeiro Nacional;
- Para as pessoas jurídicas que possuem análise individualizada: a definição de Limite de Risco (LR) segregado entre operações com garantia fidejussória e com garantia real.
Diversidade em órgãos de governança e empregados
GRI 405-1
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança da organização em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança da organização em cada uma das seguintes categorias de diversidade: |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
I) Gênero |
||||||
2019 |
2020 |
2021 |
||||
Gênero |
Total |
% |
Total |
% |
Total |
% |
Homens |
34 |
85,0% |
34 |
85,0% |
36 |
90,0% |
Mulheres |
6 |
15,0% |
6 |
15,0% |
4 |
10,0% |
Total |
40 |
100% |
40 |
100% |
40 |
100% |
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança da organização em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
Percentual de indivíduos que integram os órgãos de governança da organização em cada uma das seguintes categorias de diversidade: |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
II) Faixa etária: abaixo de 30 anos, de 30 a 50 anos, acima de 50 anos |
||||||
2019 |
2020 |
2021 |
||||
Faixa etária |
Total |
% |
Total |
% |
Total |
% |
Abaixo de 30 anos |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
30 a 50 anos |
15 |
37,5% |
13 |
32,5% |
11 |
27,5% |
Acima de 50 anos |
25 |
62,5% |
27 |
67,5% |
29 |
72,5% |
Total |
40 |
100% |
40 |
100% |
40 |
100% |
Percentual de empregados por categoria funcional em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
Percentual de empregados por categoria funcional em cada uma das seguintes categorias de diversidade: |
|||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
I) Gênero |
|||||||
2019 |
2020 |
2021 |
|||||
Categoria funcional |
Gênero |
Total |
% |
Total |
% |
Total |
% |
Superintendente |
Homens |
49 |
72,1% |
47 |
70,2% |
45 |
66,2% |
Mulheres |
19 |
27,9% |
20 |
29,8% |
23 |
33,8% |
|
Total |
68 |
100% |
67 |
100% |
68 |
100% |
|
Gerente |
Homens |
1.036 |
62,0% |
980 |
61,8% |
985 |
61,1% |
Mulheres |
636 |
38,0% |
607 |
38,3% |
627 |
38,9% |
|
Total |
1.672 |
100% |
1.587 |
100% |
1.612 |
100% |
|
Analista |
Homens |
917 |
64,3% |
926 |
62,7% |
1.093 |
61,4% |
Mulheres |
508 |
35,6% |
550 |
37,3% |
686 |
38,6% |
|
Total |
1.425 |
100% |
1.476 |
100% |
1.779 |
100% |
|
Assistente |
Homens |
227 |
49,5% |
170 |
55,9% |
94 |
63,5% |
Mulheres |
232 |
50,5% |
134 |
44,1% |
54 |
36,5% |
|
Total |
459 |
100% |
304 |
100% |
148 |
100% |
|
Sem função comissionada |
Homens |
3.108 |
50,4% |
2.760 |
51,2% |
2.503 |
50,2% |
Mulheres |
3.056 |
49,6% |
2.628 |
48,8% |
2.486 |
49,8% |
|
Total |
6.164 |
100% |
5.388 |
100% |
4.989 |
100% |
|
Outros |
Homens |
279 |
56,4% |
246 |
53,7% |
226 |
55,7% |
Mulheres |
216 |
43,6% |
212 |
46,3% |
180 |
44,3% |
|
Total |
495 |
100% |
458 |
100% |
406 |
100% |
|
Total |
Homens |
5.616 |
54,6% |
5.129 |
55,3% |
4.946 |
54,9% |
Mulheres |
4.667 |
45,4% |
4.151 |
44,7% |
4.056 |
45,1% |
|
Total geral |
10.283 |
100% |
9.280 |
100% |
9.002 |
100% |
|
Percentual de empregados por categoria funcional em cada uma das seguintes categorias de diversidade:
Percentual de empregados por categoria funcional em cada uma das seguintes categorias de diversidade: |
|||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
II) Faixa etária: abaixo de 30 anos, de 30 a 50 anos, acima de 50 anos |
|||||||
2019 |
2020 |
2021 |
|||||
Categoria funcional |
Faixa etária |
Total |
% |
Total |
% |
Total |
% |
Superintendente |
Abaixo de 30 anos |
- |
0,0% |
- |
0,0% |
- |
0,0% |
30 a 50 anos |
26 |
38,2% |
25 |
37,3% |
22 |
32,4% |
|
Acima de 50 anos |
42 |
61,8% |
42 |
62,7% |
46 |
67,6% |
|
Total |
68 |
100% |
67 |
100% |
68 |
100% |
|
Gerente |
Abaixo de 30 anos |
48 |
2,9% |
31 |
2,0% |
25 |
1,6% |
30 a 50 anos |
1.050 |
62,8% |
1.082 |
68,2% |
1.112 |
69,0% |
|
Acima de 50 anos |
574 |
34,3% |
474 |
29,9% |
475 |
29,5% |
|
Total |
1.672 |
100% |
1.587 |
100% |
1.612 |
100% |
|
Analista |
Abaixo de 30 anos |
16 |
1,1% |
30 |
2,0% |
36 |
2,0% |
30 a 50 anos |
858 |
60,2% |
911 |
61,7% |
1.161 |
65,3% |
|
Acima de 50 anos |
551 |
38,7% |
535 |
36,2% |
582 |
32,7% |
|
Total |
1.425 |
100% |
1.476 |
100% |
1.779 |
100% |
|
Assistente |
Abaixo de 30 anos |
33 |
7,2% |
22 |
7,2% |
3 |
2,0% |
30 a 50 anos |
340 |
74,1% |
212 |
69,7% |
102 |
68,9% |
|
Acima de 50 anos |
86 |
18,7% |
70 |
23,0% |
43 |
29,1% |
|
Total |
459 |
100% |
304 |
100% |
148 |
100% |
|
Analista |
Abaixo de 30 anos |
594 |
9,6% |
393 |
7,3% |
211 |
4,2% |
30 a 50 anos |
3.779 |
61,3% |
3.659 |
67,9% |
3.416 |
68,5% |
|
Acima de 50 anos |
1.791 |
29,1% |
1.336 |
24,8% |
1.362 |
27,3% |
|
Total |
6.164 |
100% |
5.388 |
100% |
4.989 |
100% |
|
Sem função comissionada |
Abaixo de 30 anos |
17 |
3,4% |
8 |
1,7% |
2 |
0,5% |
30 a 50 anos |
265 |
53,5% |
274 |
59,8% |
232 |
57,1% |
|
Acima de 50 anos |
213 |
43,0% |
176 |
38,4% |
172 |
42,4% |
|
Total |
495 |
100% |
458 |
100% |
406 |
100% |
|
Outros |
Abaixo de 30 anos |
17 |
3,4% |
8 |
1,7% |
2 |
0,5% |
30 a 50 anos |
265 |
53,5% |
274 |
59,8% |
232 |
57,1% |
|
Acima de 50 anos |
213 |
43,0% |
176 |
38,4% |
172 |
42,4% |
|
Total |
495 |
100% |
458 |
100% |
406 |
100% |
|
Total |
Abaixo de 30 anos |
708 |
6,9% |
484 |
5,2% |
277 |
3,1% |
30 a 50 anos |
6.318 |
61,4% |
6.163 |
66,4% |
6.045 |
67,2% |
|
Acima de 50 anos |
3.257 |
31,7% |
2.633 |
28,4% |
2.680 |
29,8% |
|
Total geral |
10.283 |
100% |
9.280 |
100% |
9.002 |
100% |
|
Incorporação de fatores ambientais, sociais e de governança na análise de crédito
SASB FN-CB-410a.2
A análise de risco de crédito no Banrisul é efetuada por meio de modelos estatísticos para a pessoa física (PF) e para o segmento massificado da pessoa jurídica (PJ). As PJs do segmento massificado compreendem as empresas com faturamento médio mensal de até R$ 1 milhão, que não pertencem a grupos econômicos e/ou segmentos de exceção.
O segmento de exceção é identificado a partir do CNAE principal da empresa, nesse grupo constam empresas que possuem fluxos de caixa atípicos com períodos de sazonalidade, bem como aqueles que não são target do mercado de interesse do Banrisul. Nos segmentos de baixo interesse comercial, o Banco elencou aqueles de elevado risco ambiental e social.
Ainda passam por análise individualizada as pessoas jurídicas que não são objeto da análise massificada, em que se observam aspectos quantitativos e qualitativos. Na análise qualitativa, além dos aspectos de governança e gestão, de avaliação essencial para o risco de crédito, observam-se questões ambientais e sociais relacionadas a empresa e sua cadeia produtiva. Essas análises são executadas por analistas de riscos, os quais estão dispostos em grupos especializados por setor de atuação das empresas, que interagem entre si, conhecendo de forma profunda as empresas, seu papel e impacto na economia local – situação que oportuniza a melhor identificação de possíveis fatores de risco e de comportamentos atípicos por alguma empresa. Ainda, para as empresas de grande porte, realiza-se avaliação de risco na qual há pontos específicos qualitativos para abordagem dos aspectos ESG, que geram uma classificação que observa esses aspectos sem se limitar a eles.
As análises de risco massificadas são realizadas a partir das informações registradas em nossos sistemas de cadastro, faturamento e registro de ocorrências (BLT). No sistema BLT tem-se ocorrências internas e externas recebidas de birôs de crédito e outros órgãos oficiais, registrando ocorrências gerenciais e restritivas que podem indicar o agravamento de risco sob a ótica ESG, dentre elas está a ocorrência de trabalho escravo e os danos ambientais, ambas consideradas um impedimento para a concessão de crédito. Já nas análises individualizadas, além destes mesmos controles, utiliza-se também dados das demonstrações contábeis, notas explicativas e demais informações disponibilizadas pelos clientes, além da necessidade de preenchimento de check-list específico para conhecer o cliente, ajudando os analistas a captar as informações qualitativas que serão usadas no seu parecer, incluindo a análise de risco e limite de exposição.
A análise de risco para formação de limite de exposição possui caráter generalista, ou seja, aborda as informações e considerações mais relevantes para o risco de crédito sem ainda considerar as características específicas do crédito que será contratado. Nesse contexto, informações e análises adicionais podem ser demandadas na análise e deferimento das operações, observando os aspectos ESG com especial relevância, principalmente, para linhas de investimento, agronegócio e empreendimentos imobiliários.
Dada a relevância das exposições de crédito, todas as operações em que seja conhecida a destinação dos recursos ou créditos direcionados acima de R$ 10 milhões, estão sujeitas à aplicação do questionário (Formulário Normatizado Modelo 1.31000.01), não impedindo sua aplicação em demais operações ou valores inferiores ao estabelecido.
O cálculo da provisão para créditos duvidosos (PCLD) é efetuado mensalmente para todos os contratos ativos com base no cálculo de rating. Atualmente no cálculo de classificação de rating das operações de crédito do Banrisul um dos fatores que pode agravar essa classificação é o cliente não possuir um limite de exposição de crédito aprovado. Para alguns setores de atuação essa análise individualizada para definição de limite de exposição é vedada, por exemplo, setores/CNAE de exploração de jogos de azar e apostas, diversos cultivos agrícolas (como fumo e cana-de-açúcar).
Além disso, o processo de análise de indeferimentos aos limites de exposição pode ocorrer em decorrência de insuficiência de licenças ambientais, dívidas com a união, sendo uma das consequências a possibilidade de agravamento da classificação de rating, especialmente para clientes que já apresentam exposição junto ao Banco.
Ainda, independentemente de limite de exposição vigente e porte da empresa ou pessoa física, no cálculo mensal da PCLD, são verificadas ocorrências que podem agravar tempestivamente o risco do cliente, como a inclusão na lista de Trabalho Escravo, Restrições Judiciais, apontamentos de auditoria interna por fraudes, fraudes junto ao Bacen e Irregularidade CVM.
A abordagem dos aspectos ESG é efetuada de forma qualitativa pelos analistas de risco de crédito e está alinhada com o Manual Institucional/política de Responsabilidade Socioambiental Banrisul.
Considerando que as análises individualizadas utilizam-se de informações relevantes da agenda ESG, mas sem se limitar a elas, as experiências coletadas ao longo dessas análises, aliadas com o acompanhamento constante das tendências, constituem, atualmente, o modo como a Instituição identifica as oportunidades de melhorias em nossos processos.
No acompanhamento da carteira de crédito, o Banrisul visualizou a alocação do crédito conforme o setor de atuação, bem como as maiores exposições individuais e de grupos econômicos. Essas visões são compartilhadas com diversas unidades do Banrisul, contribuindo para ações tempestivas que podem implicar em ajustes nos limites de exposição automatizados – ação efetuada com maior recorrência durante o período pandêmico, nas análises individualizadas dos limites de exposição (LR), em ajustes de parâmetros do cálculo da PCLD ou no agravamento da classificação de risco da empresa – via análise de forma individualizada (monitoramento).
No contexto geográfico, os modelos estatísticos utilizados na concessão do crédito possuem variável que sinaliza as principais regiões do Estado em que a informação é capturada por meio da agência de relacionamento do cliente, que, alinhada com as informações de CNAE (PJ) ou CBO (PF), agregam e complementam essa avaliação setorial e geográfica.
Além dos modelos estatísticos utilizados para avaliação de risco de crédito, que visam mitigar o risco de inadimplência e dar suporte ao processo de concessão de crédito, efetua-se controle das exposições do cliente para evitar o superendividamento, que com base na classificação de risco, porte e perfil do cliente, busca-se delinear níveis saudáveis de comprometimento, tais como:
- Para pessoa física: são delineados os Limites Globais (LGs) que balizam o nível de comprometimento mensal de renda do cliente;
- Para as pessoas jurídicas do segmento massificado: tem-se o comprometimento mensal de curto prazo (C), Limite de Crédito (LC) e os Limites de Produtos (LP – 6 agrupamento de produtos conforme características homogêneas) – avaliando a exposição total do cliente, inclusive no Sistema Financeiro Nacional;
- Para as pessoas jurídicas que possuem análise individualizada: a definição de Limite de Risco (LR) segregado entre operações com garantia fidejussória e com garantia real.
Ainda, no atendimento dos clientes pessoas físicas, utilizam-se modelos estatísticos para classificação dos níveis de vulnerabilidade. A avaliação da vulnerabilidade busca mitigar os riscos relacionados a compreensão (ou falta de compreensão) do cliente no que tange a produtos e serviços, bem como ao risco do superendividamento. Para qualificar o atendimento de clientes com maior risco decorrente de suas vulnerabilidades ou classificados com alto nível de vulnerabilidade, têm suas operações de crédito analisadas exclusivamente em alçada de comitê superior.
Em relação aos clientes que de forma circunstancial se encontram em condição de vulnerabilidade financeira, o Banco dispõe de condições e linhas de crédito específicas para readequação dos fluxos financeiros, visando preservar os interesses do Banrisul – tanto em receber os créditos concedidos quanto em satisfazer o interesse do cliente – de reorganizar seus fluxos e readequar suas responsabilidades junto ao Banco.
Além desses pontos com enfoque no cliente, as áreas de negócios disponibilizam produtos com direcionamento à sustentabilidade. Também existe política específica que estabelece critérios de aceitação de garantias, que estão alinhados às melhores práticas de mercado.
Iniciativas para melhorar o acesso dos serviços financeiros para pessoas desfavorecidas
GRI-G4 FS14
Iniciativas para melhorar o acesso dos serviços financeiros para pessoas desfavorecidas
O grupo alvo desfavorecido |
O grau em que é aplicado em toda a Instituição¹ |
Progresso feito em relação à iniciativa² |
|---|---|---|
PCD |
Processo de mapeamento e ajustes de melhoria para obtenção ou renovação de pareceres técnicos, declarando a correta aplicação das normas pertinentes à Acessibilidade Arquitetônica das edificações, no caso Agências Banrisul, principalmente em observância à NBR 9050/2000. |
Processo iniciado no final de 2021. |
Pessoas com Deficiência Visual |
Desenvolvimento de melhoria nos sistemas de comunicação por voz em todos os caixas eletrônicos de autoatendimento do Banrisul mais recentemente adquiridos, observando-se a NBR 15250/2005. |
Foi iniciado em 2019, atualmente está em fase de homologação. |
Pessoas com Deficiência Visual |
A partir de 2018, foram aplicados recursos de audiodescrição nos principais sites pertencentes ao Grupo Banrisul para permitir a acessibilidade em observância à Lei Brasileira de Inclusão, SARB 01 - W3C Acessibility. |
Já consta a descrição de imagens em caráter obrigatório nos processos de postagem das fotos nos sites da Corretora de Valores, Consórcio Banrisul, BAGERGS, Novo seja Vero, Banricard e Site Promocional. Está em processo de implantação no portal Banrisul. |
PCDs |
Desde 2014 o Banco dá continuidade na Instalação do Birô Acessível, que é um mobiliário adaptado/rebaixado para atendimento prioritário/preferencial em todas as Agências do Banrisul, principalmente de pessoas usuárias de cadeira de rodas ou pessoas com nanismo. Observância ao Decreto Lei 5296/2004. |
O monitoramento, realizado em 2021, conformidade com a normativa. |
Pessoas com deficiência auditiva |
Desde 2008, o Banrisul capacita empregados para garantir conhecimento em Libras para prestação de atendimento a clientes surdos e ensurdecidos nas suas Agências. A iniciativa atende normativas vigentes. |
Em 2021, o Banco contabilizou 1.296 empregados capacitados, buscando o objetivo de ao menos dois empregados com conhecimento em Libras para cada uma de suas Agências. |
Pessoas com deficiência Visual |
O Banrisul, a partir de 2018, passou a disponibilizar o Kit Cartão de Débito e Crédito a todos os seus clientes com deficiência visual. Esse kit, além do cartão tradicional em plástico, traz informações em Sistema Braile e em caracteres ampliados. |
Todo cliente com deficiência visual devidamente cadastrado no BAL já recebe o cartão com as acessibilidades táteis ou visualmente ampliadas. Mais de 2.000 cartões de débitos já foram emitidos de uma base de cerca de 1500 clientes. |
PCDs |
Em 2014, foi lançado o curso EAD Acessibilidade com a finalidade de conhecer o grupo de PCDs e informar os empregados acerca das melhores práticas de atendimento e recursos que possam ser oferecidos às pessoas/clientes com deficiência ou que tenham mobilidade reduzida no Banrisul, objetivando garantir a inclusão desse público no universo bancário. O curso busca observar normativas acerca do Atendimento Prioritário. |
Aproximadamente 30% dos empregados ativos já haviam realizado o curso em 2021. |
Pessoas com deficiência visual |
O aplicativo Banrisul Digital vem observando todas as regras e protocolos de desenvolvimento para garantir a acessibilidade ao público de pessoas com deficiência visual, observando a SARB 01 e melhores práticas verificadas no mercado. |
O Aplicativo Banrisul Digital vem sendo desenvolvido para que todos os serviços implantados, ou que venham a ser implantados, assegurem 100% da acessibilidade, tanto no IOS quanto nos sistemas Android. |
Investimentos em infraestrutura e apoio a serviços
GRI 203-1
203-1 a) O nível de desenvolvimento de investimentos em infraestrutura e apoio a serviços que são significativos.
O Banrisul mantém o compromisso de investir nas áreas da cultura, da educação, do esporte e da inovação tecnológica, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento social e econômico em pequenos e grandes municípios do Rio Grande do Sul. Neste sentido, apoia, através de patrocínios diversos e doações, projetos culturais, educacionais e esportivos, além de centenas de feiras, mostras e exposições com temáticas ligadas à agricultura familiar, agropecuária, indústria, turismo regional, gastronomia, tecnologia, entre outros.
203-1 b) Impactos atuais ou esperados nas comunidades e economias locais, incluindo impactos positivos e negativos, quando relevantes.
Os projetos são avaliados considerando sua relação com os diversos aspectos sociais, culturais e econômicos das comunidades e regiões, compreendendo suas potencialidades, interesses e necessidades para promover a integração e o desenvolvimento regional sustentável.
203-1 c) Se esses investimentos e serviços são comerciais, em espécie ou gratuitos.
Em espécie.
Investimentos em infraestrutura e apoio a serviços
GRI 203-1
O Banrisul tem compromisso com investimentos nas áreas da cultura, da educação, do esporte e da inovação tecnológica, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento social e econômico em pequenos e grandes municípios do Rio Grande do Sul. Neste sentido, apoia, através de patrocínios diversos e doações, projetos culturais, educacionais e esportivos, além de centenas de feiras, mostras e exposições com temáticas ligadas à agricultura familiar, agropecuária, indústria, turismo regional, gastronomia, tecnologia, entre outros.
Os projetos são avaliados considerando sua relação com os diversos aspectos sociais, culturais e econômicos das comunidades e regiões, compreendendo suas potencialidades, interesses e necessidades, buscando promover a integração e o desenvolvimento regional sustentável.
Em 2022, o Banrisul patrocinou mais de 200 projetos em diversas áreas, distribuídos em quase 200 municípios do Rio Grande do Sul, compreendendo feiras, exposições, mostras de atividades agrícolas e pecuárias, agricultura familiar, gastronomia, desenvolvimento rural, feiras, exposições e mostras agropecuárias, industriais e comerciais municipais e regionais, e eventos culturais, esportivos, mostras musicais e folclóricas, feiras do livro e turismo, entre outras atividades envolvendo os setores público e privado. As metas para 2023 incluem a execução dos objetivos do Edital de Patrocínios, com apoio a 345 projetos selecionados. Além disso, um segundo Edital está previsto para a ano.
Novas contratações e rotatividade de empregados
GRI 401-1
Número e taxa de novas contratações por faixa etária
Número e taxa de novas contratações por faixa etária |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Faixa etária |
2019 |
2020 |
2021 |
|||
Abaixo de 30 anos |
129 |
57,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
De 30 a 50 anos |
88 |
39,1% |
3 |
50,0% |
9 |
69,2% |
Acima de 50 anos |
8 |
3,6% |
3 |
50,0% |
4 |
30,8% |
Total |
225 |
100% |
6 |
100% |
13 |
100% |
Número e taxa de novas contratações por gênero
Número e taxa de novas contratações por gênero |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Gênero |
2019 |
2020 |
2021 |
|||
Mulheres |
58 |
25,8% |
2 |
33,3% |
2 |
15,4% |
Homens |
167 |
74,2% |
4 |
66,7% |
11 |
84,6% |
Total |
225 |
100% |
6 |
100% |
13 |
100% |
Nota: A baixa taxa de contratação em 2019 se deu pela continuidade na convocação dos aprovados no concurso de 2018. Nos anos de 2020 e 2021 ocorreram contratações de assessores, admissão de Diretor e readmissões.
Nota: As taxas de rotatividade por faixa etária, região e gênero foram aproximadamente 0% em 2019, 2020 e 2021.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais
GRI 308-1
A partir de novembro de 2021, 100% das contratações passaram a contar com critérios de sustentabilidade. Para isso considera-se a utilização de folhas com selo FSC (Forest Stewardship Council®), equipamentos com menor impacto na emissão de ozônio e destinação correta dos resíduos de obras. Após a implantação da área de Sustentabilidade, as contratações passaram a ter uma visão direta dos seus respectivos critérios aos quais estão adstritas, sendo que a tendência do percentual de fornecedores que prezam pelos critérios ambientais é crescente através dos trabalhos desenvolvidos pela área.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais
GRI 308-1
308-1 a) Percentual de novos fornecedores que foram selecionados com base em critérios ambientais.
Em 2024, cadastramos 284 novos fornecedores, todos (100%) selecionados com base em critérios sociais e ambientais.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais
GRI 414-1
414-1 A organização relatora deverá relatar as seguintes informações:
a) Percentual de novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais.
Em 2024, cadastramos 284 novos fornecedores, todos (100%) selecionados com base em critérios sociais e ambientais.
Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais
GRI 414-1
100% das contratações do Banrisul e suas coligadas possuem cláusulas específicas de atendimento a questões trabalhistas e sociais, haja vista legislação específica para tal.
Não conformidade com leis e regulamentos ambientais
GRI 307-7
Foram identificados no ano de 2021: um ato de infração – de sanção não monetária – e um novo processo judicial em andamento, sem perdas registradas. As informações referentes ao teor dos eventos e valores são consideradas estratégicas para os processos de gestão. Além disso, não houve multas significativas e processos movidos por meio de mecanismos de arbitragem.
Não conformidade com leis e regulamentos na área socioeconômica
GRI 419-1
No ano de 2021, foram identificados 50 ações judiciais de sanções não monetárias, com procedência relativa a aspectos sociais, tal como disposto na Resolução CMN nº4.557/17, alterada pela Resolução CMN nº 4.993/21. Estes eventos são identificados na Base de Perdas Operacionais de Instituição.
Não houve multas significativas e processos movidos por meio de mecanismos de arbitragem.
Operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção
GRI 205-1
Conforme a política de Prevenção à Corrupção do Banrisul, todos os sujeitos a ela são responsáveis por fomentar uma cultura de ética, estabelecendo um ambiente de permanente controle e prevenção a qualquer ato corruptível, tornando possível o monitoramento e identificação, por procedimentos de Due Diligence, das operações de clientes e não clientes, pessoas físicas e jurídicas, ações ou suspeitas de cometimento do crime de corrupção, bem como fazer cumprir os mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria, incentivo à denúncia de irregularidades e a aplicação efetiva desta política e do Código de Ética e de Conduta do Banrisul.
Complementarmente, no ano de 2021, foi desenvolvido o questionário de avaliação de riscos socioambientais para operações acima de R$ 10 milhões.
O Banco está sujeito tanto a legislações de anticorrupção estrangeiras como à brasileira. Essas legislações requerem adoção de procedimentos de integridade, visando mitigar o risco de que qualquer pessoa, agindo em nome do Banco, possa oferecer vantagem indevida a agente público, visando auferir benefícios de qualquer ordem. As legislações de alcance transnacional, incluindo, mas sem limitação, a U.S. Foreign Corrupt Practices Act de 1977 e o UK Bribery Act de 2000 e a Lei Federal n.º 12.846/13 preveem a adoção de políticas e procedimentos específicos para a prevenção e o combate a atos ilícitos ligados à corrupção de entes da administração pública e de representantes do governo, que tenham como finalidade assegurar qualquer tipo de vantagem, requerendo ao Banco a preservação de seus livros e registros de forma correta, um sistema de controles internos para certificar sua respectiva veracidade e, além disso, a prevenção de atividades ilegais.
Operações com engajamento, avaliações de impacto e programas de desenvolvimento voltados à comunidade local
GRI 413-1
413-1 a) Percentual de operações que implementaram engajamento, avaliações de impacto e/ou programas de desenvolvimento voltados à comunidade local, incluindo, entre outros, o uso de:
413-1 a) i) avaliações de impacto social, inclusive avaliações de impacto de gênero, com base em processos participativos;
Um Programa de Patrocínios é mantido de forma contínua e tem por objetivo apoiar projetos nas áreas da cultura, do esporte, da responsabilidade social, da educação e da inovação tecnológica, voltados ao atendimento de interesses e necessidades dos públicos inscritos. Os projetos patrocinados e apoiados pelo Banrisul buscam ampliar o acesso à capacitação pessoal e às atividades e equipamentos culturais que promovem, além de conhecimentos e experiências a jovens e adultos, a geração de emprego e renda para as comunidades. Alguns desses investimentos possibilitam melhorias técnicas em espaços culturais e esportivos, a execução de projetos de conservação do patrimônio cultural material e imaterial e o acesso à inovação e à formação tecnológica, incentivando jovens e crianças às práticas esportivas e culturais e à geração de conhecimentos e renda, ampliando oportunidades e contribuindo para a promoção da cidadania, do desenvolvimento humano e do respeito à igualdade.
413-1 a) ii) avaliações de impacto ambiental e monitoramento contínuo;
O Banco apoia, através de seus patrocínios, projetos de terceiros, não havendo monitoramento efetivo sobre o impacto ambiental destes, sendo de responsabilidade dos proponentes a adequação às melhores práticas nesse campo. Contudo, critérios/atributos como sustentabilidade, responsabilidade social e cidadania, democratização, entre outros, são imprescindíveis nas análises dos projetos apoiados pelo Banrisul, sendo consideradas inaptas propostas que, por exemplo, causem danos ao meio ambiente ou maus tratos a animais.
413-1 a) iii) divulgação pública dos resultados das avaliações de impacto ambiental e social;
413-1 a) iv) programas de desenvolvimento local baseados nas necessidades de comunidades locais;
413-1 a) v) planos de engajamento de stakeholders baseados em mapeamentos dessas partes;
413-1 a) vi) comitês e processos de consulta ampla à comunidade local incluindo grupos vulneráveis;
413-1 a) vii) conselhos de trabalho, comissões de saúde e segurança no trabalho e outras entidades representativas de trabalhadores para discutir impactos;
413-1 a) viii) processos formais de queixas por parte de comunidades locais.
Não se aplica. Os patrocínios de Banrisul apoiam projetos de terceiros e, embora não esteja ao alcance do Banco o monitoramento efetivo de impactos ambientais diretos, são avaliados os possíveis riscos nesse campo desde a análise das propostas até a finalização dos projetos, sendo obrigação dos proponentes a atenção aos princípios de sustentabilidade previstos em Edital. Por meio do apoio a estes projetos, ele se insere nas comunidades, buscando auxiliar na transformação e na melhoria da qualidade de vida de parcelas da população local. Obtém-se, como retorno, a associação da marca aos diversos projetos apoiados, ampliando o público atingido e as possibilidades de relacionamento com novos e tradicionais clientes.
As metas para 2023 incluem a execução dos objetivos do Edital de Patrocínios, com apoio a 345 projetos selecionados. Além disso, um segundo Edital está previsto para a ano.
Operações com engajamento, avaliações de impacto e programas de desenvolvimento voltados à comunidade local
GRI 413-1
413-1 a) Percentual de operações que implementaram engajamento, avaliações de impacto e/ou programas de desenvolvimento voltados à comunidade local, incluindo, entre outros, o uso de:
413-1 a) i) avaliações de impacto social, inclusive avaliações de impacto de gênero, com base em processos participativos;
Um Programa de Patrocínios é mantido de forma contínua e tem por objetivo apoiar projetos nas áreas da cultura, do esporte, da responsabilidade social, da educação e da inovação tecnológica, voltados ao atendimento de interesses e necessidades dos públicos inscritos. Os projetos patrocinados e apoiados pelo Banrisul buscam ampliar o acesso à capacitação pessoal e às atividades e equipamentos culturais que promovem, além de conhecimentos e experiências a jovens e adultos, a geração de emprego e renda para as comunidades. Alguns desses investimentos possibilitam melhorias técnicas em espaços culturais e esportivos, a execução de projetos de conservação do patrimônio cultural material e imaterial e o acesso à inovação e à formação tecnológica, incentivando jovens e crianças às práticas esportivas e culturais e à geração de conhecimentos e renda, ampliando oportunidades e contribuindo para a promoção da cidadania, do desenvolvimento humano e do respeito à igualdade.
413-1 a) ii) avaliações de impacto ambiental e monitoramento contínuo;
O Banco apoia, através de seus patrocínios, projetos de terceiros, não havendo monitoramento efetivo sobre o impacto ambiental destes, sendo de responsabilidade dos proponentes a adequação às melhores práticas nesse campo. Contudo, critérios/atributos como sustentabilidade, responsabilidade social e cidadania, democratização, entre outros, são imprescindíveis nas análises dos projetos apoiados pelo Banrisul, sendo consideradas inaptas propostas que, por exemplo, causem danos ao meio ambiente ou maus tratos a animais.
413-1 a) iii) divulgação pública dos resultados das avaliações de impacto ambiental e social;
413-1 a) iv) programas de desenvolvimento local baseados nas necessidades de comunidades locais;
413-1 a) v) planos de engajamento de stakeholders baseados em mapeamentos dessas partes;
413-1 a) vi) comitês e processos de consulta ampla à comunidade local incluindo grupos vulneráveis;
413-1 a) vii) conselhos de trabalho, comissões de saúde e segurança no trabalho e outras entidades representativas de trabalhadores para discutir impactos;
413-1 a) viii) processos formais de queixas por parte de comunidades locais.
Não se aplica. Os patrocínios de Banrisul apoiam projetos de terceiros e, embora não esteja ao alcance do Banco o monitoramento efetivo de impactos ambientais diretos, são avaliados os possíveis riscos nesse campo desde a análise das propostas até a finalização dos projetos, sendo obrigação dos proponentes a atenção aos princípios de sustentabilidade previstos em Edital. Por meio do apoio a estes projetos, ele se insere nas comunidades, buscando auxiliar na transformação e na melhoria da qualidade de vida de parcelas da população local. Obtém-se, como retorno, a associação da marca aos diversos projetos apoiados, ampliando o público atingido e as possibilidades de relacionamento com novos e tradicionais clientes.
Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo
GRI 409-1
409-1 a) Operações e fornecedores que podem apresentar riscos significativos de ocorrência de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo, discriminados por:
409-1 a) i) tipo de operação (ex.: fábrica) e fornecedor;
409-1 a) ii) países ou áreas geográficas com operações e fornecedores considerados em situação de risco.
Não são identificados riscos potenciais de trabalho escravo nas operações da Instituição.
Quanto aos fornecedores, em especial os contratos que envolvem cessão de mão de obra, há rigorosa fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias, por meio do acompanhamento de certidões de regularidade, entre outras ações.
409-1 b) Medidas tomadas pela organização durante o período coberto pelo relatório para contribuir para a eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou análogo ao escravo.
Em especial nos contratos que envolvem cessão de mão de obra, há rigorosa fiscalização dos fornecedores quanto ao cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias, por meio do acompanhamento de certidões de regularidade, entre outras ações.
Em relação aos clientes, o Banco monitora a lista dos empregadores de trabalho análogo à condição de escravidão, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo
GRI 409-1
409-1 a) Operações e fornecedores que podem apresentar riscos significativos de ocorrência de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo, discriminados por:
I) tipo de operação (ex.: fábrica) e fornecedor;
Em nossas operações, não identificamos riscos potenciais de trabalho análogo ao escravo.
II) países ou áreas geográficas com operações e fornecedores considerados em situação de risco.
Em nossas operações, não identificamos riscos potenciais de trabalho análogo ao escravo.
409-1 b) Medidas tomadas pela organização durante o período coberto pelo relatório para contribuir para a eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou análogo ao escravo.
Mantemos um processo contínuo de monitoramento de fornecedores e clientes em relação ao trabalho escravo, realizando cruzamentos periódicos de dados com o cadastro de empregadores incluídos na lista do Ministério do Trabalho. Quando identificadas ocorrências, os clientes ficam impedidos de operar ou são penalizados conforme os termos contratuais. Essa prática é complementada pela garantia de que 100% dos contratos firmados incluam cláusulas específicas sobre obrigações trabalhistas e sociais, reforçando nosso compromisso com os direitos humanos e a legislação vigente.
Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo
GRI 409-1
Não são identificados riscos potenciais de trabalho escravo nas operações da Instituição.
Quanto ao fornecedores, há rigorosa fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhista e previdenciária, por meio do acompanhamento de certidões de regularidade, entre outras ações.
Já o monitoramento relacionado aos clientes é realizado por meio da lista dos empregadores de trabalho análogo à condição de escravidão, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho infantil
GRI 408-1
Não foram identificados riscos potenciais de trabalho infantil ou exposição de jovens trabalhadores a atividades laborais perigosas nas operações da instituição.
Fornecedores, especialmente aqueles com contratos que envolvem a terceirização de mão de obra, estão sujeitos a verificações rigorosas para garantir o cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias, monitorando certificados de regularidade, entre outras ações.
Quanto aos clientes, o Banrisul realiza verificações para garantir que eles possuam todos os certificados e licenças aplicáveis, além de avaliar seu histórico de não conformidade.
Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho infantil
GRI 408-1
408-1 a) Operações e fornecedores que podem apresentar riscos significativos de ocorrência de casos de:
408-1 a) i) trabalho infantil;
408-1 a) ii) trabalhadores jovens expostos a trabalho perigoso.
408-1 b) Operações e fornecedores que podem apresentar riscos significativos de ocorrência de casos de trabalho infantil, discriminados por:
408-1 b) i) tipo de operação (ex.: fábrica) e fornecedor;
408-1 b) ii) países ou áreas geográficas com operações e fornecedores considerados em situação de risco.
Não são identificados riscos potenciais de trabalho infantil nas operações da Instituição.
Quanto aos fornecedores, em especial os contratos que envolvem cessão de mão de obra, há rigorosa fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias, por meio do acompanhamento de certidões de regularidade, entre outras ações.
408-1 c) Medidas tomadas pela organização durante o período coberto pelo relatório para contribuir para a efetiva abolição do trabalho infantil.
O Banco realiza uma rigorosa fiscalização dos contratos com fornecedores e prestadores de serviço terceirizado, em especial quanto ao cumprimento da legislação trabalhista e previdenciária.
Em relação aos clientes, verifica a regularidade das certidões e licenças aplicáveis, bem como potencial histórico de irregularidade.
Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho infantil
GRI 408-1
408-1) A organização relatora deverá relatar as seguintes informações:
a) Operações e fornecedores que podem apresentar riscos significativos de ocorrência de casos de:
I) trabalho infantil;
Em nossas operações, não identificamos riscos potenciais de trabalho infantil.
II) trabalhadores jovens expostos a trabalho perigoso.
Em nossas operações, não identificamos riscos potenciais de exposição de jovens a trabalhos perigosos.
b) Operações e fornecedores que podem apresentar riscos significativos de ocorrência de casos de trabalho infantil, discriminados por:
I) tipo de operação (ex.: fábrica) e fornecedor;
Em nossas operações, não identificamos riscos potenciais de trabalho infantil. Para os fornecedores, especialmente nos contratos com cessão de mão de obra, incluímos cláusulas contratuais que proíbem práticas laborais ilegais, realizando fiscalizações regulares e aplicando penalidades, como a suspensão de contratações e a abertura de processos administrativos, quando necessário.
II) países ou áreas geográficas com operações e fornecedores considerados em situação de risco.
Em nossas operações, não identificamos riscos potenciais de trabalho infantil.
Pontos de acesso em áreas com baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas, discriminados por tipo:
GRI-G4 FS13
Número total e percentual do total de pontos de acesso disponíveis em áreas de baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas por região e por tipo de acesso
Pontos de acesso em áreas com baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas, discriminados por tipo
Abaixo Taxa de Urbanização |
Quantidade |
|---|---|
Quantidade Municípios |
404 |
Com Atendimento |
368 |
Cobertura |
91,09% |
Quantidade Pontos |
941 |
Para identificar a presença do Banrisul em pontos de acesso em áreas com baixa densidade populacional ou economicamente desfavorecidas, foi utilizado o critério da taxa de urbanização, abrangendo apenas o Rio Grande do Sul. O referencial médio de 85,1% foi o parâmetro médio, estabelecendo 404 localidades com indicador inferior. Deste total, o equivalente a 91% (368) apresentam algum tipo de atendimento do Banco. A quantidade de pontos nesses municípios é de 941, somando agência, postos, Ponto de Atendimento Eletrônico e Banripontos.
Programas para o aperfeiçoamento de competências dos empregados e de assistência para transição de carreira
GRI 404-2
PROGRAMAS DE FORMAÇÃO: Têm o propósito de desenvolver e preparar colaboradores para a ascensão profissional. Cada programa é formatado de acordo com suas especificidades, dialogando com a valorização profissional e com as estratégias de negócios do Banrisul. Os conhecimentos compartilhados, a teoria aliada à prática, as vivências, os jogos corporativos, as relações interpessoais, a participação dos gestores e a dedicação dos instrutores fazem dos programas experiências singulares na preparação dos profissionais, que passam a assumir funções estratégicas no Banco. No ano de 2021, ainda com formação on-line, foram 150 profissionais formados, sendo realizado duas turmas de Gerente de Negócios, uma turma de Gerente de Agronegócios, uma turma de Gerente de Relacionamento de Agronegócios, uma turma de Gerente de Negócios de Governos, duas turmas de Gerente de Contas, duas turmas de Gerente de Mercado e três turmas de Operador de Negócios. Em 2022, até maio, já foram formados 131 profissionais.
WEBINARS – TÁ NA PAUTA E EDUCAÇÃO CONTINUADA: Visa compartilhar experiências entre os profissionais que já passaram pelos programas de formação, para ampliar as possibilidades de estratégias e resultados do negócio. Em 2021, foram contabilizadas 224 participações em seis webinares, totalizando 1.217 horas de qualificação.
PREVENÇÃO A FRAUDES DOCUMENTAIS BANCÁRIAS: Tem o propósito de atender às exigências do Banco Central (Bacen) e Instituto Nacional da Tecnologia da Informação (INTI), reduzindo o impacto histórico de prejuízos em instituições financeiras, que de 30% passou a 54%, representando um crescimento de 80%. Em 2021, foram capacitados 136 plataformistas egressos da função de caixa e de 20 jovens participantes do Projeto Pescar no Banrisul, totalizando 156 horas de capacitação.
CURSOS EXTERNOS (CURSOS, PALESTRAS, EVENTOS, SEMINÁRIOS, CONGRESSOS, ETC): A partir da identificação de necessidades de aperfeiçoamento ou de demanda das Unidades e Superintendências Regionais, é disponibilizado aos empregados do Banrisul a participação em cursos abertos, palestras, seminários, congressos e outras ações que visem a qualificação profissional. Em 2021, foram 1.576 participações em 176 eventos externos, totalizando 41.949 horas de capacitação. Até maio de 2022, foram 1.040 participações em 74 eventos externos, totalizando 4.988 horas de capacitação.
SEMINÁRIOS INTERNOS E WEBINARS – REDE E DG: Atender demandas das Unidades da DG e Rede de Agências quanto à realização de webinars, seminários e workshops com temáticas específicas, buscando transmitir conhecimentos sobre produtos e serviços, estratégias e direcionamento comercial, campanhas comerciais, lançamento de novos produtos/serviços ou atualizações, mudanças na legislação, além de outros temas de relevância e aderentes ao planejamento estratégico. Em 2021, foram 12.457 participações em 92 eventos, totalizando 43.782 horas de capacitação e, até maio de 2022, foram 4.037 participações em 27 eventos, totalizando 4.905 horas de capacitação.
PROGRAMA PRIMEIRA GERÊNCIA: Curso destinado aos profissionais selecionados para ingressar na função de Gerente-Geral ou Gerente Adjunto. Procura desenvolver competências, habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho da nova função, com foco em gestão administrativo-operacional, gestão de pessoas e gestão de negócios, além de propor o desenvolvimento da visão sistêmica e estratégica dos diversos produtos, serviços e processos do Banco. Em 2021, foram 50 participações com 1.200 horas de qualificação.
PROGRAMA MENTORIA (MÓDULO QUE INTEGRA O PROGRAMA PRIMEIRA GERÊNCIA): Voltado a qualificar e instrumentalizar os novos gerentes-gerais e adjuntos nas melhores práticas de gestão. Este programa visa capacitar os mentores, profissionais experientes ou com específica competência para o exercício de mentoria junto aos funcionários em desenvolvimento de carreira ou em ascensão profissional no Banco. Em 2021, foram 50 participações, sendo mentoreados por dois superintendentes, dois gerentes gerais e dois gerentes adjuntos.
LIBRAS: Curso desenvolvido em atenção à Circular do Bacen de n. 3.369 de 19/10/07, a qual “dispõe acerca da comprovação do cumprimento dos requisitos de acessibilidade previstos no Decreto n. 5.296, de 2004 pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil”, bem como atender ao “Termo de Ajuste de Conduta” (TAC), incluindo o Treinamento em Libras. Para atender a essa resolução, desde 29/06/2010, busca-se capacitar, por meio da Universidade Corporativa, dois empregados por agência – na função de caixa e outro atuante na plataforma de serviços. O objetivo do treinamento é proporcionar cursos de capacitação básica e de atualização em Libras a empregados da rede de agência, com foco específico na esfera do atendimento bancário para atendimento de pessoas com deficiência auditiva. A previsão para 2022 é capacitar mais 240 colaboradores. No quadro do Banrisul, há atualmente 1.282 profissionais capacitados em Libras.
INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO SUPERIOR: Contempla os cursos de Graduação, Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado oferecidos por instituições de ensino superior com autorização de funcionamento concedida pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC).
O Programa visa auxiliar os empregados graduandos, pós-graduandos, mestrandos e doutorandos por meio da concessão de auxílio financeiro voltado a custear as despesas com educação, considerando que a melhor qualificação do empregado resulta em aprimoramento dos processos e estratégias da organização. Em 2021, o valor total de reembolso foi de R$ 1.121.882,65 para 309 participantes, sendo R$ 254.396,42 em 206 cursos de Graduação e R$ 867.486,23 em 103 cursos de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado.
Até maio de 2022, o reembolso foi de R$ 168.762,20 para 59 participantes, sendo R$ 58.642,88 em 52 cursos de Graduação e R$ 110.119,32 em sete cursos de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado.
INCENTIVO AO APRENDIZADO DE IDIOMAS: Contempla os cursos de idiomas oferecidos por instituições de ensino ou professores particulares, por livre escolha do colaborador. No decorrer de 2021, foram reembolsados R$ 99.481,06 para 189 participantes e, até maio de 2022, foram reembolsados R$ 40.641,07 para 68 participantes.
PROGRAMA DE INSTRUTORIA: Pretende capacitar os instrutores internos que atuam no Programa de Formações, elevando a qualidade dos programas de educação corporativa, de modo que ocorra a aquisição de competências e efetiva aplicação do aprendizado. Em 2021, houveram 56 participações no curso Formação de Instrutores, totalizando 4.480 horas de capacitação e também 22 participações no curso de Qualificação de Instrutores on-line, totalizando 220 horas de treinamento.
VALORIZAÇÃO E APROVEITAMENTO DA PESQUISA ACADÊMICA: Foi identificado a necessidade de aproximar as diferentes áreas de conhecimento e setores do Banco às pesquisas e trabalhos de conclusão dos empregados de forma mais assertiva. Assim, pretende-se estabelecer um canal em que a pesquisa acadêmica possa ser validada, tenha maior aplicabilidade e esteja amparada pelas informações precisas das áreas técnicas, enquanto todo conhecimento, inovação e discussões da academia possam convergir e surtir em melhorias nos processos, produtos e serviços do Banrisul. Outros interessados também poderão realizar a pesquisa acadêmica no Banrisul, desde colaboradores sem o incentivo, estagiários e, até mesmo, pessoas externas à empresa. Em 2021, foram recebidos 211 workflows de pesquisa acadêmica, os quais foram conectados às unidades que indicam os facilitadores conforme o tema do trabalho de conclusão.
MÉTODOS ÁGEIS: Capacitação que visa disseminar cultura e estimular o desenvolvimento dos profissionais das áreas administradas do Banco para um ambiente voltado à inovação e à agilidade. Em 2021, houveram 216 participações com 2.728 horas de qualificação.
EAD Banrisul: A partir da demanda das Unidades, da Rede de Agências e, também, do levantamento de necessidade conforme a estratégia do Banco, são desenvolvidos materiais para e-learning ou são adquiridos cursos para abastecer a plataforma de Educação à Distância.
EAD - Evolução de cursos oferecidos nos últimos anos
EAD - Banrisul |
|||
|---|---|---|---|
EAD - Evolução de cursos oferecidos nos últimos anos |
|||
2020 |
2021 |
2022¹ |
|
Horas de treinamento em EAD |
128.376 |
303.415 |
189.405 |
Número de inscrições |
34.367 |
89.760 |
64.392 |
Empregados em 31/12 |
9.280 |
9.030 |
8.840 |
Média de horas por empregado |
13,83 |
33,60 |
21,43 |
Número de turmas ofertadas na plataforma |
1.420 |
1.869 |
1.082 |
¹Até maio de 2022
PROGRAMA DE REALOCAÇÃO DOS CAIXAS – HORIZONTES: Seu objetivo é a capacitação e desenvolvimento dos profissionais oriundos da função de “caixa”. O processo de realocação dos empregados que atuam no caixa envolve duas etapas principais e três etapas complementares, conforme as necessidades do Banco. A primeira etapa é a sensibilização (dos caixas e dos gestores), isto é, a possibilidade do preparo à mudança. A segunda etapa é voltada à capacitação básica, instrumentalizando o empregado a atuar na principal demanda das agências: o atendimento ao cliente com foco comercial. Por último, a terceira consiste na especialização dos profissionais para atuação focada em Agro, Recuperação de Crédito, Atendimento Empresarial e outras, conforme a estratégia do Banco. Em 2021, foram realizados webinars de qualificação e indicação de cursos no EAD que poderiam ser realizados conforme o interesse de especialização de cada funcionário e em conjunto com suas respectivas administrações nas agências.
No ano de 2020 obteve-se 123 participações em um webinar, totalizando 123 horas de qualificação. Já em 2021, houveram 420 participações em sete webinares, totalizando 420 horas de qualificação.
PROGRAMA DE RESGATE DE PERFORMANCE: Procura auxiliar e alcançar ferramentas aos profissionais que estão com baixo desempenho em um ou vários indicadores, de maneira que se cria um plano de ação em parceria com o colaborador, conforme a sua função, fornecendo o suporte necessário para o desempenho de suas atividades. O programa contemplará cursos EAD, atividades supervisionadas e acompanhamento de mentor. Os participantes são indicados pelo RH – Administração de Pessoas/Acompanhamento, atendendo a política de Avaliação de Desempenho do Sistema Agência, na qual, os empregados não classificados no ranking, deverão passar por um processo de “resgate de desempenho”, sob supervisão da superintendência regional, contemplando algumas das ações listadas. Em 2021, houveram três participações no programa, totalizando 12 horas de capacitação e mentoria.
Promoção da saúde do trabalhador
GRI 403-6
Para as demandas de saúde não relacionadas ao trabalho, a Instituição oferece, como adesão opcional, o convênio médico de auto-gestão Cabergs a todos os seus empregados próprios. Os serviços conveniados estão capilarizados por diversas regiões dentro e fora do estado do Rio Grande do Sul ou, ainda, prestados por outras instituições em convênio de reciprocidade. A operadora de saúde incentiva seus usuários a manter as rotinas de saúde preventiva e regular. O empregador concede falta justificada para o horário não trabalhado em função das consultas, mediante apresentação de comprovação conforme política de atestados.
Com relação à pandemia da Covid-19, independentemente da origem da contaminação estar ou não relacionada ao ambiente de trabalho, o Banco dispõe do serviço de Telemedicina do Hospital Moinhos de Vento, o qual está disponível tanto para empregados próprios quanto para trabalhadores terceirizados dos contratos permanentes. O acesso é facilitado com afastamento precoce da atividade laboral e utilização de recursos de tecnologia que permitem consulta médica em tempo real por meios digitais.
A empresa dispõe de programas preventivos voltados à manutenção da saúde geral, incluindo fatores relacionados ou não ao trabalho. Dentre esses programas, existem ações voltadas para todos os empregados, sendo elas as seguintes:
1) Vacinômetro: campanha de incentivo à vacinação da Covid-19 conforme plano nacional de imunização do Governo Federal;
2) Campanha anual de vacinação da gripe: reembolso de vacina tetravalente com cobertura para H1N1 e outras formas de influenza em redes conveniadas;
3) PAD: Programa de Álcool e Drogas, que prevê subsídios de reembolso durante tratamento médico que exijam internação para reabilitação física e psíquica. O custeio ocorre mesmo durante afastamento previdenciário;
4) PASS: programa de suporte emocional às vítimas de assalto durante a atividade laboral, com total reembolso das terapias necessárias, a fim de evitar adoecimento por estresse pós-traumático. O plano prevê adesão durante seis meses, prorrogável por mais seis meses se necessário;
5) PROAT: programa de custeio de todo o tratamento aplicável, sejam consultas, medicações ou tratamentos complementares, para recuperação de acidentes do trabalho e de doenças relacionadas ao exercício profissional.
Proporção entre o salário-base, a remuneração recebida pelas mulheres e pelos homens
GRI 405-2
Proporção entre o salário-base e a remuneração recebidos pelas mulheres e aqueles recebidos pelos homens
Proporção - homens/mulheres¹ |
2019 |
2020 |
2021 |
|---|---|---|---|
SUPERINTENDENTE |
1 |
1 |
1 |
GERENTE |
1 |
1 |
1 |
ANALISTA |
1 |
1 |
1 |
ASSISTENTE |
1 |
1 |
1 |
CARGOS DE ACESSO |
1 |
1 |
1 |
OUTROS |
1 |
1 |
1 |
¹O Banco não faz diferenciação em relação a salário entre gêneros, especialmente por tratar-se de concurso público.
Queixas comprovadas relativas a violação da privacidade e perda de dados de clientes
GRI 418-1
As demandas recepcionadas por meio dos canais específicos são classificas de acordo com o tema, item e causa raiz. Para o assunto demandado no presente formulário há o item “sigilo bancário”, que pertence ao tema “outros temas”, existente há mais tempo, e a causa raiz “LGPD” (Lei Geral de Proteção de Dados), criada no ano de 2022. No ano de 2021, foram registradas três demandas de clientes classificadas no item “sigilo bancário”, incluindo órgãos externos. No entanto, todas foram classificadas como improcedentes, ou seja, não foi comprovada a alegação de violação de dados em nenhuma demanda. Em complemento, não foi recebida demanda proveniente de agência reguladora, apenas de entidade reguladora (Bacen). No entanto, nenhuma demanda recebida através deste canal no ano de 2021 foi relativa ao tema de violação da privacidade do cliente. Ademais, não foram identificados vazamentos, furtos ou perda de dados de clientes.
Resíduos destinados para a disposição final
GRI 306-5
306-5 a) Peso total em toneladas métricas dos resíduos destinados para disposição e uma discriminação desse total por composição dos resíduos.
306-5 b) Peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos destinados para disposição e uma discriminação desse total pelas seguintes operações de disposição:
I) Incineração (com recuperação de energia);
II) Incineração (sem recuperação de energia);
III) Confinamento em aterro;
IV) Outras operações de disposição.
306-5 c) Peso total em toneladas métricas dos resíduos não perigosos destinados para disposição e uma discriminação desse total pelas seguintes operações de disposição:
I) Incineração (com recuperação de energia);
II) Incineração (sem recuperação de energia);
III) Confinamento em aterro;
IV) Outras operações de disposição.
306-5 d) Para cada operação de disposição citada nos Conteúdos 306-5-b e 306-5-c, uma discriminação do peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos e dos resíduos não perigosos destinados para disposição:
I) Dentro da organização;
II) Fora da organização.
306-5 e) Informações contextuais necessárias para entender os dados e como os dados foram compilados.
Resíduos destinados para disposição por composição e por operações de disposição (em toneladas) |
||||
|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
|
Resíduos não perigosos (Classe II) |
125,0 |
11,5 |
275,4 |
376,9% |
Confinamento em aterro¹ |
125,0 |
11,5 |
116,4 |
376,9% |
Incineração sem recuperação de energia² |
- |
- |
159,0 |
- |
Total |
125,0 |
11,5 |
275,4 |
2.294,8% |
¹ Os resíduos orgânicos provenientes do edifício sede do Banrisul, destinados para aterro, são contabilizados a partir da mensuração dos dados registrados na Fepam, relativos ao transporte e à destinação final dos resíduos.
² A adoção deste método de controle permitiu contemplar a totalidade do volume de resíduos com essa destinação, o que justifica o aumento expressivo de um ano para o outro.
Resíduos gerados
GRI 306-3
306-3 a) Peso total dos resíduos gerados em toneladas métricas, e uma discriminação desse total por composição dos resíduos.
306-3 b) Informações contextuais necessárias para a compreensão dos dados relatados e como os dados foram compilados.
Resíduos gerados por composição (em toneladas) |
2022 |
2023 |
2024 |
△ 2024/2023 |
Discriminação da composição dos resíduos referente ao ano de 2024 |
|---|---|---|---|---|---|
Resíduos perigosos (Classe I) |
0,1 |
0,0 |
0,013 |
- |
5.196 unidades de lâmpadas fluorescentes, encaminhadas para descontaminação fora da Organização.¹ |
0,1 tonelada de lodo e materiais filtrantes encaminhada para coprocessamento fora da Organização. |
|||||
Resíduos não perigosos (Classe II) |
466,5 |
389,2 |
868,1 |
137,3% |
89,1 toneladas de madeira encaminhadas para coprocessamento fora da Organização. |
293,4 toneladas de metais encaminhadas para reciclagem fora da Organização. |
|||||
16,3 toneladas de resíduos eletroeletrônicos para reciclagem/reaproveitamento fora da Organização. |
|||||
158,9 toneladas de resíduos de papel e papelão (destruídos nas inundações) encaminhadas para incineração fora da Organização. |
|||||
167,7 toneladas de resíduos de papel e papelão encaminhados para reciclagem fora da Organização. |
|||||
116,1toneladas de resíduos orgânicos encaminhadas para aterro fora da Organização. |
|||||
9,5 toneladas de resíduos têxteis encaminhados para coprocessamento fora da Organização. |
|||||
Total |
466,6 |
389,2 |
868,1 |
137,3% |
16,5 toneladas de resíduos de ferro e aço encaminhadas para reciclagem fora da Organização. |
¹ Os dados referentes às lâmpadas fluorescentes, classificadas como resíduos perigosos (Classe I), são contabilizados em unidades.
Resíduos não destinados para disposição final
GRI 306-4
306-4 a) Peso total em toneladas métricas dos resíduos não destinados para disposição e uma discriminação desse total por composição dos resíduos.
306-4 b) Peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos não destinados para disposição e uma discriminação deste total pelas seguintes operações de recuperação:
I) Preparação para reutilização;
II) Reciclagem;
III) Outras operações de recuperação
306-4 c) Peso total em toneladas métricas dos resíduos não perigosos não destinados para disposição e uma discriminação desse total pelas seguintes operações de recuperação:
I) Preparação para reutilização;
II) Reciclagem;
III) Outras operações de recuperação.
306-4 d) Para cada operação de recuperação citada nos Conteúdos 306-4-b e 306-4-c, uma discriminação do peso total em toneladas métricas dos resíduos perigosos e dos resíduos não perigosos não destinados para disposição:
I) Dentro da organização;
II) Fora da organização.
306-4 e) Informações contextuais necessárias para a compreensão dos dados relatados e como os dados foram compilados.
Resíduos não destinados para disposição, por composição e por operações de recuperação (em toneladas)¹ |
||||
|---|---|---|---|---|
2022 |
2023 |
2024 |
Δ 2024/2023 |
|
Resíduos perigosos (Classe I) |
0,1 |
0,0 |
1,0 |
- |
Reciclagem |
0,1 |
0,0 |
0,0 |
- |
Resíduos não perigosos (Classe II) |
341,6 |
377,6 |
751,8 |
73,6% |
Reciclagem |
341,6 |
377,6 |
494,0 |
44,7% |
Coprocessamento |
- |
- |
98,8 |
- |
Total geral |
341,6 |
377,6 |
592,8 |
57,0% |
1 Não houve recuperação de resíduos não destinados para disposição final dentro da Organização; apenas fora. Em 2024, foram doadas 1.441 unidades de móveis, todos reaproveitados pelas entidades beneficiadas. Além disso, o Banrisul realizou a substituição de todos os computadores das agências e da sede administrativa, realizando a doação de 9.467 computadores completos através do Programa Sustentare. Essa ação beneficiou mais de 1.000 entidades, incluindo escolas estaduais e municipais, secretarias de saúde e polícias militares em todo o Rio Grande do Sul e nos demais estados onde o Banrisul está presente.
Serviços de saúde do trabalho
GRI 403-3
A execução do PCMOSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) tem por função direcionar as ações de saúde da empresa e assegurar o cumprimento dos exames médicos ocupacionais, contribuindo para a identificação precoce de agravos relacionados ao trabalho e encaminhando para tratamento especializado quando necessário. A qualidade é acompanhada longitudinalmente ao longo do ano através das fichas de saúde geradas, sendo que todos os prontuários são manejados, avaliados e arquivados pela equipe própria do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho). Preferencialmente, para facilitar o acesso do usuário, os exames são realizados in loco na rede de agências, evitando transtornos de deslocamento e, ao mesmo tempo, possibilitando a análise organizacional do ambiente de trabalho pelo profissional contratado. Esse escopo abrange apenas os empregados Banrisul. No que tange aos trabalhadores terceirizados, o serviço é implementado pelo SESMT da contratada.
Sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho
GRI 403-1
O sistema de gestão de saúde e de segurança implementado pelo Banco é pautado por um amplo conjunto de ações e de iniciativas que compreendem, principalmente, o Programa de Prevenção aos Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Cabe lembrar que com a atualização da NR-01 e da NR-09, bem como com a publicação da Portaria n.° 8.873, a partir de janeiro de 2022 o PPRA será substituído pelo Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
O sistema é complementado pela constituição de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e por documentos técnicos específicos como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico das Condições do Ambiente do Trabalho (LTCAT), conforme prevê a legislação pertinente. No espectro de iniciativas específicas do empregador incluídas dentro dos escopos principais, foi implementado o protocolo de enfrentamento à pandemia da Covid-19, além do Programa de Prevenção e Tratamento de Problemas Relacionados ao Uso de Álcool e Outras Drogas (PAD), Programa de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento de Doenças Profissionais e Acidentes de Trabalho (PROAT) e o Programa de Atenção e Acompanhamento a Empregados em Situação de Estresse (PASS). Quanto à Ergonomia, os empregados recebem atendimento para avaliação, adequação dos postos de trabalho e orientação individualizada, conforme a demanda.
Valor econômico direto gerado e distribuído
GRI 201-1
Valor econômico direto gerado e distribuído (R$ Milhares) |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
2019 |
2020 |
2021 |
||||
Valor adicionado a distribuir |
4.171.826 |
100% |
3.830.545 |
100% |
3.856.741 |
100% |
Receita líquida |
4.171.826 |
100% |
3.830.545 |
100% |
3.856.741 |
100% |
Valor econômico distribuído |
3.363.518 |
80,6% |
3.321.033 |
86,7% |
3.290.155 |
85,3% |
Pessoal (remuneração e benefícios) |
1.839.392 |
54,7% |
1.992.630 |
59,2% |
1.767.289 |
52,5% |
Impostos, Taxas e Contribuições |
872.044 |
25,9% |
989.855 |
29,4% |
1.010.938 |
30,1% |
Remuneração de Capitais de Terceiros |
115.451 |
3,4% |
120.382 |
3,6% |
129.709 |
3,9% |
Juros sobre capital próprio e dividendos |
536.631 |
16,0% |
218.166 |
6,5% |
382.219 |
11,4% |
Valor econômico retido |
808.308 |
19,4% |
509.512 |
13,3% |
566.586 |
14,7% |
Valor econômico direto gerado e distribuído
GRI 201-1
Valor econômico direto gerado e distribuído (R$ milhares) |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
2021 |
2022 |
2023 |
||||
Valor adicionado a distribuir |
3.855.929 |
100% |
3.534.307 |
100% |
4.049.304 |
100% |
Valor adicionado a distribuir |
3.855.929 |
100% |
3.534.307 |
100% |
4.049.304 |
100% |
Valor econômico distribuído |
3.289.343 |
85,3% |
3.179.300 |
90,0% |
3.613.146 |
89,2% |
Pessoal (remuneração e benefícios) |
1.753.667 |
45,5% |
2.033.022 |
57,5% |
2.118.313 |
52,3% |
Impostos, taxas e contribuições |
1.024.560 |
26,6% |
649.833 |
18,4% |
917.546 |
22,7% |
Remuneração de capitais de terceiros |
128.897 |
3,3% |
136.099 |
3,9% |
142.361 |
3,5% |
Juros sobre capital próprio e dividendos |
382.219 |
9,9% |
360.346 |
10,2% |
434.926 |
10,7% |
Valor econômico retido |
566.586 |
14,7% |
355.007 |
10,0% |
436.158 |
10,8% |
201-1 b) Quando significativo, relate o valor econômico gerado e distribuído separadamente por país, região ou mercado, e os critérios utilizados para definir essa relevância.
O foco de atuação é a região Sul do Brasil.
Valor econômico direto gerado e distribuído e implicações financeiras
GRI 201-1
* Valores em milhares de reais
2020 |
2021 |
2022 |
||||
|---|---|---|---|---|---|---|
Valor adicionado a distribuir |
3.830.545 |
3.856.741 |
3.534.307 |
|||
Receita líquida |
3.830.545 |
100% |
3.856.741 |
100% |
3.534.307 |
100% |
Valor econômico distribuído |
3.321.033 |
86,7% |
3.290.155 |
85,3% |
3.179.300 |
90,0% |
Pessoal (remuneração e benefícios) |
1.992.630 |
59,2% |
1.767.289 |
52,5% |
2.033.022 |
57,5% |
Impostos, taxas e contribuições |
989.855 |
29,4% |
1.010.938 |
30,1% |
649.833 |
18,4% |
Remuneração de capitais de terceiros |
120.382 |
3,6% |
129.709 |
3,9% |
136.099 |
3,9% |
Juros sobre capital próprio e dividendos |
218.166 |
6,5% |
382.219 |
11,4% |
360.346 |
10,2% |
Valor econômico retido |
509.512 |
13,3% |
566.586 |
14,7% |
355.007 |
10,0% |
Valor econômico gerado e distribuído
GRI 201-1
201-1 a) O valor econômico direto gerado e distribuído (EVG&D) em regime de competência, incluindo os componentes básicos das operações globais da organização listados abaixo. Se os dados forem apresentados no regime de caixa, relate a justificativa dessa decisão e os seguintes componentes básicos:
i. Valor econômico direto gerado: receitas;
ii. Valor econômico distribuído: custos operacionais, salários e benefícios de empregados, pagamentos a provedores de capital, pagamentos ao governo (por país) e investimentos na comunidade;
iii. Valor econômico retido: “valor econômico direto gerado” menos “valor econômico distribuído”.
Valor econômico direto gerado e distribuído (R$ milhares) |
||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
2021 |
2022 |
2023 |
2024 |
|||||
Valor econômico gerado |
3.855.929 |
100% |
3.534.307 |
100% |
4.049.304 |
100% |
4.372.386 |
100% |
Receita líquida |
3.855.929 |
100% |
3.534.307 |
100% |
4.049.304 |
100% |
4.372.386 |
100% |
Valor econômico distribuído |
3.289.343 |
85,3% |
3.179.300 |
90,0% |
3.613.146 |
89,2% |
3.824.243 |
87,5% |
Pessoal (remuneração e benefícios) |
1.753.667 |
45,5% |
2.033.022 |
57,5% |
2.118.313 |
52,3% |
2.214.543 |
50,6% |
Impostos, taxas e contribuições |
1.024.560 |
26,6% |
649.833 |
18,4% |
917.546 |
22,7% |
1.091.023 |
25,0% |
Remuneração de capitais de terceiros |
128.897 |
3,3% |
136.099 |
3,9% |
142.361 |
3,5% |
150.699 |
3,4% |
Juros sobre capital próprio e dividendos |
382.219 |
9,9% |
360.346 |
10,2% |
434.926 |
10,7% |
367.978 |
8,4% |
Valor econômico retido |
566.586 |
14,7% |
355.007 |
10,0% |
436.158 |
10,8% |
548.143 |
12,5% |
201-1 b) Quando significativo, relate o valor econômico gerado e distribuído separadamente por país, região ou mercado, e os critérios utilizados para definir essa relevância.
O foco de atuação do Banrisul é a região Sul do Brasil.
Emissões diretas (Escopo 1) de Gases do Efeito Estufa GEE
Emissões indiretas (Escopo 2) de Gases do Efeito Estufa GEE provenientes de aquisição de energia
Outras emissões indiretas (Escopo 3) de Gases do Efeito Estufa GEE
GRI 305-1, GRI 305-2, GRI 305-3
Tipo de emissão |
2020 Quantidade (em TCO2e)² |
2021 Quantidade (em TCO2e) |
|---|---|---|
Total de emissões diretas (Escopo 1) |
639,7 |
958,9 |
Total de emissões indiretas (Escopo 2) |
2.067,6 |
4.642,3 |
Total de outras emissões indiretas (Escopo 3) |
31,0 |
5.054,4 |
Emissões biogênicas de CO2 |
6,9 |
871,9 |
Outro - HCFC 22 (R22) |
2.970,7 |
3.010,0 |
Total¹ |
5.716,0 |
14.537,5 |
¹Do ano base de 2020 para o ano de 2021, houve um aumento na emissão relativa ao consumo de energia devido, principalmente, ao aumento do fator de emissão, já que a crise hídrica gera a necessidade do uso de energias de fontes que contribuem para os Gases de Efeito Estufa. Em 2021, também houve a inserção das empresas do grupo no Inventário de GEE, acarretando um aumento nas emissões por uma questão de aprimoramento na coleta de informações.
²2020 foi o ano em que o Banrisul elaborou o primeiro inventário de GEE, tendo este como base para seus inventários futuros.
Foram considerados para fins de cálculo de escopo 1, 2 e 3 todos os gases (CO2, CH4, N2O, HFCs, PFCs, SF6 e NF3), de acordo com a metodologia adotada pelo Programa Brasileiro GHG Protocol.
No segundo inventário GEE, elaborado em 2021, foram incluídos os carros alugados no escopo 1, bem como a análise do consumo de energia elétrica de alguns ambientes locados no escopo 2. No escopo 3, em 2020, foi contemplado apenas as viagens aéreas a negócios, e em 2021 foram incluídas as emissões referentes a transporte e distribuição (Upstream), viagens a negócios aéreas e terrestres, além do deslocamento de funcionários (casa-trabalho).
Desde a elaboração do primeiro inventário, em 2020, o Banrisul projetou avanços e melhorias na coleta de dados e em projetos de mitigação de emissões. Para o próximo ciclo, projeta-se iniciar a apuração de emissões na carteira de crédito e em algumas outras categorias de escopo 3, como os resíduos gerados. Além de divulgar oficialmente a meta de redução das emissões até 2030, o Banco planeja aderir a algum framework de gestão das nossas emissões.
Está em andamento o Projeto Energia Renovável com o objetivo de migrar a matriz do Banrisul de consumo de energia para fontes renováveis, com previsão de iniciação em 2022, e, gradativamente, recorrer a uma transição nas agências e prédios administrativos do Banco.
Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades decorrentes de mudanças climáticas
GRI 201-2
O Banco está exposto a risco de transição, ocasionado por eventos associados ao processo de transformação para uma economia de baixo carbono, ou ainda alterações legais e regulatórias, inovações tecnológicas, alterações na oferta ou na demanda de produtos e serviços, percepção desfavorável dos clientes, do mercado financeiro ou da sociedade em geral relacionada às mudanças climáticas.
Outro risco que pode afetar a Instituição é o risco climático físico, que diz respeito à possibilidade de ocorrência de perdas associadas a intempéries frequentes e severas ou a alterações ambientais de longo prazo. Como exemplo desse tipo de risco, há as condições climáticas extremas, como secas, inundações, tempestades, ciclones, geadas e incêndios florestais; e alterações ambientais permanentes, incluindo aumento do nível do mar, escassez de recursos naturais, desertificação e mudança em padrão pluvial ou de temperatura.
A partir do processo de Gestão Integrada de Riscos, além do monitoramento do ambiente regulatório e da percepção dos clientes, a gestão inclui a consulta de informações em listas públicas e a verificação das atividades, produtos e serviços sujeitos à legislação socioambiental. A partir disso, busca assegurar a regularidade em todos os níveis de atuação da Instituição. Em relação às operações, são identificados Riscos SAC (social, ambiental e climático) inerentes ao setor econômico da atividade, com base no código CNAE (Cadastro Nacional de Atividade Econômica).
Os custos para gerenciamento dos riscos climáticos não são apurados de forma individualizada, considerados com os recursos alocados na gestão de riscos da Instituição.
(1) Número e (2) montante dos empréstimos em curso qualificados para programas destinados à promoção das pequenas empresas e do desenvolvimento comunitário
SASB FN-CB-240a.1
O Banrisul tem como estratégia buscar parcerias para incrementar a contratação de operações de microcrédito. Para o ano de 2022 pretende-se avançar no andamento da parceria com o sindicato dos motociclistas, disponibilizando microcrédito com condições diferenciadas para a aquisição de motocicletas novas, equipamentos de segurança para emprego na atividade de motofrete e o financiamento de bicicletas, contribuindo para que as entregas sejam feitas de forma segura.
Com relação aos empréstimos destinados à promoção de pequenas empresas e do desenvolvimento comunitário em 2021, foram concedidas três operações de crédito, totalizando R$ 13.600,0.
Cobertura e frequência das auditorias para avaliar a implantação de políticas socioambientais e procedimentos de avaliação de risco
GRI-G4 FS9
O Banrisul possui instituída em sua estrutura organizacional a área de Auditoria Interna, subordinada ao Conselho de Administração. O escopo das atividades da Auditoria Interna considera todas as funções do Banrisul e das demais empresas integrantes do conglomerado, observando as diretrizes da Resolução CMN n.º 4.879/2020. Assim, a partir da publicação da Resolução CMN n.º 4.945, de 15 de setembro de 2021, foi incluída previsão de auditoria no planejamento da Auditoria Interna de 2022.
Eficácia dos processos de gestão de risco
GRI 102-30
O Conselho de Administração (CA) tem como papel a atuação em nome da Instituição na Declaração de Apetite por Riscos (RAS) com a ajuda do Comitê de Riscos (CR), da Diretoria e do Diretor de Riscos(ou CRO, do inglês Chief Risk Officer). A Política de Divulgação é considerada em relação à apuração do montante RWA (do inglês Risk-Weighted Asset, ou “Ativos Ponderados pelo Risco”) e à adequação do Patrimônio de Referência (PR). Seus principais focos são a revisão e a aprovação em:
- Políticas, estratégias e limites de gerenciamento de capital;
- Programa de Testes de Estresse;
- Políticas para a Gestão de Continuidade de Negócios;
- Plano de Contingência de Liquidez;
- ICAAPSIMP e Plano de Capital; e
- Plano de Contingência de Capital.
O Conselho de Administração (CA) garante a aderência por parte da Instituição às políticas, às estratégias e aos próprios limites, considerando possíveis correções tempestivas das deficiências de estrutura. Ainda, dentre suas funções, possui a capacidade de aprovar alterações significativas nas políticas e nas estratégias, nos sistemas, rotinas e procedimentos, como:
- Produtos e serviços;
- Estratégias de proteção e iniciativas de assunção de riscos;
- Reorganizações societárias significativas; e
- Alterações nas perspectivas macroeconômicas.
Outra atribuição do Conselho é possuir a capacidade de assegurar a cultura e os recursos adequados e suficientes para o exercício das atividades de forma independente, objetiva e efetiva, baseando-se pelo disposto na legislação vigente. É necessário aprovar a nomeação e a destituição do diretor responsável e da estrutura organizacional para a gestão de capital e de riscos corporativos.
Governança, controle e gestão de risco fiscal
GRI 207-2
Cabe ao Conselho Fiscal averiguar, por meio de qualquer um dos seus membros, os atos dos administradores e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutários, conforme Regimento Interno do Conselho Fiscal. Alguns riscos são identificados, geridos e monitorados com o enfoque no Risco Operacional que, consequentemente, tem sua conformidade de controle avaliada pela área de Controles e Compliance.
Embora o Banrisul não possua uma política fiscal aprovada em conselhos nem validada por comitês, segue princípios para sempre obter excelência na adoção de boas práticas voltadas a mitigar e reduzir riscos tributários e fiscais, buscando as auditorias internas e externas como parceiros na busca da excelência do gerenciamentos das questões fiscais da Instituição.
Cita-se, de forma mais ampla, como atribuições da Gerência Fiscal e Tributárias, as apurações dos tributos da Instituição e acompanhamento de todos os impactos nas obrigações acessórias relacionadas, prestando suporte aos demais gestores responsáveis pelos fatos geradores de tributos, quer sejam diretos ou como substitutos tributários, de forma a vislumbrar possíveis situações de riscos que devem ser tratadas na origem das informações, além do acompanhamento contínuo da comunicação com os órgãos reguladores e fiscalizadores, para não gerar nenhum ônus, quer seja financeiro ou reputacional.
O Banrisul, no ano de 2021, recolheu e provisionou R$ 1.010,9 milhões em impostos e contribuições próprios. Os tributos retidos e repassados, incidentes diretamente sobre a Intermediação financeira e demais pagamentos, somaram R$ 915,2 milhões no mesmo período.
Princípio ou abordagem da precaução
GRI 102-11
O Banrisul realiza o gerenciamento contínuo e integrado de capital e dos riscos de crédito, de mercado, de variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária – IRRBB, de liquidez, operacional, social, ambiental, climático e demais riscos considerados relevantes. Os Riscos Social, Ambiental e Climático (RSAC) estão entre as diversas modalidades de risco a que a Instituição está exposta, devendo ser gerenciados de forma integrada com os demais riscos corporativos.
A estrutura de gerenciamento de Riscos Sociais, Ambientais e Climáticos prevê a avaliação dos resultados do Teste de Estresse, o acompanhamento dos indicadores de risco definidos na Declaração de Apetite por Riscos (RAS) e a elaboração periódica de relatórios. Em relação ao Teste de Estresse, o Risco Social, Ambiental e Climático está contemplado nos demais riscos corporativos, uma vez que seus impactos são observados, sobretudo, no crédito e nas demandas judiciais cíveis e trabalhistas.
No Banrisul, para atendimento às novas exigências, foram desenvolvidos planos de ação que estão em fase de implementação, os quais irão aprimorar processos de governança, análise, gestão e reporte dos riscos sociais, ambientais e climáticos. Ao se ofertar um novo produto, serviço ou solução é realizada a análise com o intuito de verificar potenciais riscos à saúde pública, ao meio ambiente, de infração de leis e regulamentos de proteção social e ambiental, contribuir ou ser afetado pelas mudanças nos padrões climáticos.
Consumo de energia dentro da organização (GJ)
GRI 302-1
Consumo de energia dentro da organização (GJ)²
2020 |
2021 |
∆2021/2020¹ |
|
|---|---|---|---|
Combustíveis não renováveis |
|||
Óleo diesel |
94,8 |
270,2 |
185,1% |
Consumo de eletricidade |
|||
Eletricidade concessionária |
120,6 |
132,1 |
9,5% |
Consumo total de energia |
215,4 |
402,3 |
86,8% |
¹Houve aumento no consumo de óleo diesel devido a instabilidades no fornecimento de energia da rede de distribuição. Além disso, o processo de coleta apurou dados que não haviam sido contabilizados no ciclo anterior, como o consumo de energia de ambientes locados.
²No Inventário de emissões de GEE foram reportados a mais 20 litros de óleo diesel consumidos e 38,545 kWh de energia elétrica consumida, sendo que os valores apresentados na tabela, para o ano de 2021, foram corrigidos.
Foi utilizado somente a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol.
Fonte dos fatores de conversão usados: Balanço energético nacional 2021 (ano base 2020).
Disponível em: https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-601/topico-596/BEN2021.pdf
Gestão de impactos significativos relacionados a resíduos
GRI 306-2
Desde 2001, o Banrisul possui o programa Reciclar, cujo objetivo é estimular e promover a coleta e reciclagem de resíduos na Instituição de forma ambientalmente adequada e em consonância com a legislação ambiental vigente.
Os resíduos recicláveis (papéis inservíveis, metais, plásticos, vidros, dentre outros) têm tratamentos diferenciados, conforme sua classificação. O papel e papelão são destinados à reciclagem por meio de parceiros que recebem e dão a destinação a esse tipo de resíduo, tendo sido destinados 206,6 toneladas em 2021.
Os metais são destinados ao parceiro especializado da indústria siderúrgica para posterior reciclagem. Em 2021, foram encaminhados para reciclagem 114,1 toneladas de resíduos de metais. No caso dos cofres inservíveis da Instituição, busca-se a doação para poderem ser reaproveitados ou, quando isso não é possível, destinados à descaracterização, para chegar à reciclagem ou reaproveitamento dos materiais resultantes desse processo. Em 2021, foram encaminhados para o descarte adequado (doação ou reciclagem) 16 unidades de cofres, totalizando 10,4 toneladas destes itens.
No que tange aos resíduos plásticos, o Banrisul está implementando o Projeto Copinho Zero, visando substituir os copos plásticos utilizados pelos colaboradores por canecas e squeezes, que resultará na diminuição significativa da geração deste tipo de resíduo nos ambientes da organização. Estima-se que até o final de 2022 não serão mais utilizados copos descartáveis, acarretando a diminuição da geração de resíduos plásticos.
O Banrisul se preocupa com a destinação dos resíduos de acrílico, encaminhados para um parceiro que os utiliza como matéria-prima e possibilitando sua reinserção na cadeia produtiva. Quanto aos resíduos eletroeletrônicos, é realizada a destinação ambientalmente correta do volume gerado pela rede de agências e unidades através do Programa Sustentare/RS, que, no que lhe concerne, se vale de três trilhas de destinação: doação, recondicionamento e reciclagem. Nesse sentido, somente no ano de 2021 foram encaminhados para o descarte adequado – através desse programa – 93,4 toneladas de equipamentos eletroeletrônicos.
Buscando promover a reutilização do mobiliário inservível, o Banco destina estes itens, através de doação às instituições com interesse no seu reaproveitamento. Somente em 2021, foram doados 4.999 unidades de móveis para entidades assistenciais como escolas, APAE’s e polícia militar. Por sua vez, os móveis que não puderem ser doados, serão encaminhados para instituições que os desmontam e reaproveitam o material para outras finalidades como, por exemplo, a parceria que o Banrisul tem com a Penitenciária Estadual de Canoas, em que os apenados transformam os móveis em casas para animais e que, em seguida, são instaladas em locais públicos do município.
O Banrisul também realiza o descarte ambientalmente adequado de lâmpadas fluorescentes por meio da destinação destes componentes a uma empresa contratada para esta finalidade. Com relação aos resíduos de tecido e lona, existem parcerias para a destinação adequada por coprocessamento, em que os resíduos serão utilizados como combustível em fornos na indústria cimenteira.
Quanto aos resíduos orgânicos gerados na organização, estes são destinados à coleta pública nas localidades em que agências e unidades estão inseridas. No edifício da sede administrativa há uma empresa contratada para o descarte do resíduo orgânico.
No quesito das aquisições realizadas pela Instituição, o Banrisul adotou no ano de 2021 a inclusão de normas de sustentabilidade na formatação dos critérios de compras e licitações, de forma a utilizá-las como condicionantes para compras mais condizentes com questões sociais, ambientais e climáticas.
Os resíduos gerados pela organização tem a gestão centralizada pelo próprio Banrisul, por meio da Gerência de Sustentabilidade, a qual é responsável por receber, triar e dar o destino ambientalmente correto, contando com parceiros devidamente credenciados para cada classe de resíduo. Todos os resíduos destinados à gestão de resíduos do Banco são mensurados qualitativa e quantitativamente por planilhas de controle para, posteriormente, conforme o tipo do resíduo, serem destinados ao descarte adequado. Dessa forma, o descarte dos resíduos é monitorado através da emissão de Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) e Certificação de Destinação Final de Resíduos (CDF).
Resíduos destinados para disposição final
GRI 306-5
Resíduos gerados por tipo e por destinação (t) |
||||
|---|---|---|---|---|
2019 |
2020 |
2021 |
∆2021/2020 |
|
Resíduos não perigosos - Classe II¹ |
||||
Cofres - Reciclagem e doação |
5,8 |
0,0 |
10,4 |
- |
Metais (sucatas) - Reciclagem |
179,1 |
45,4 |
114,1 |
151,5% |
Banners, cartões triturados e acrílico - Reciclagem |
0,2 |
0,0 |
2,8 |
- |
Papel - Reciclagem |
211,22 |
128,5 |
206,6 |
60,8% |
Eletroeletrônicos - Reciclagem |
50,3 |
49,7 |
93,4 |
87,8% |
Coprocessamento |
26,6 |
0,3 |
1,5 |
427,6% |
Geração total de Resíduos |
||||
Total de resíduos não destinados para disposição final |
446,6 |
223,6 |
427,3 |
91,1% |
Total de resíduos destinados para disposição final |
26,6 |
0,3 |
1,5 |
427,6% |
Total geral |
473,2 |
223,9 |
428,8 |
91,6% |
¹Quanto aos resíduos orgânicos gerados na organização, estes são destinados à coleta pública nas localidades onde agências e unidades estão inseridos. No Edifício da sede administrativa existe uma empresa contratada para descarte do resíduo orgânico. Não há mapeamento dda quantidade de resíduos orgânicos gerados. |
||||
Resíduos gerados por tipo e por destinação (unidade) |
||||
Resíduos perigosos - Classe I |
||||
Lâmpadas - Reciclagem |
5.713,0 |
1.652,0 |
2.060,0 |
24,7% |
Total não destinado para disposição final - Perigosos |
5.713,0 |
1.652,0 |
2.060,0 |
24,7% |
Resíduos não perigosos - Classe II |
||||
Doação mobiliário - Reaproveitamento |
5.724,0 |
2.127,0 |
4.999,0 |
135,0% |
Total não destinado para disposição final - Não perigosos |
5.724,0 |
2.127,0 |
4.999,0 |
135,0% |
Geração total de Resíduos |
||||
Total de resíduos não destinados para disposição final |
11.437,0 |
3.779,0 |
7.059,0 |
86,8% |
Total de resíduos destinados para disposição final |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
- |
Investimentos em infraestrutura e apoio aos serviços
GRI 203-1
O Banrisul tem o compromisso de investir na cultura e no desenvolvimento regional, para tanto, procura-se contemplar projetos culturais e esportivos nas mais diversas regiões do estado. Os projetos são avaliados considerando sua relação com o desenvolvimento regional e sua extensão prática nos diversos aspectos sociais. Essas ações impactam a comunidade local através do desenvolvimento da economia, melhorias quanto à acessibilidade e contribui por meio da conservação do patrimônio cultural material e imaterial, além de impulsionar o ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul. No aspecto esportivo e educacional, proporcionam melhores condições de acesso à educação, incentivo aos jovens e crianças ao esporte e contribui para a promoção da cidadania, do desenvolvimento humano e do respeito à igualdade da sociedade gaúcha.
Operações com engajamento, avaliações de impacto e programas de desenvolvimento voltados à comunidade local
GRI 413-1
Por meio de patrocínios, o Banrisul procura estar integrado à sociedade fomentando projetos que, preferencialmente, contribuam para a geração de emprego e renda. Tais projetos estão ligados às áreas de cultura, esporte, responsabilidade social, educação e inovação tecnológica, sendo de interesse público suas respectivas realizações, de maneira que os indivíduos e a comunidade sejam positivamente impactados. Em contrapartida, o Banco tem sua marca associada a projetos de cunho social e ambiental, contribuindo para a ampla divulgação entre a população.